Pré-candidatos presidenciais começam a escolher vices

Sérgio Botêlho

O tema da hora não é outro senão a eleição 2018. Ontem, dois dos pré-candidatos à Presidência da República, Marina Silva, da Rede, e Bolsonaro, do PSL, acenaram com a possibilidade de seus vices.

Do lado de Marina Silva, o nome que parece ter a preferência da candidata para vice, em sua chapa, é o do presidente do Flamengo do Rio de Janeiro, Eduardo Bandeira de Melo, que é filiado à Rede.

Já da parte de Bolsonaro, o nome que deve ser anunciado, provavelmente, hoje, é o do general da Reserva Augusto Heleno, formando uma chapa militar. O ex-capitão pré-candidato presidencial queria mesmo o senador Magno Malta (PR), mas, não deu certo.

Nos demais partidos com pré-candidatos presidenciais continuam as negociações em busca de parcerias. Entre os parceiros, um dos mais cobiçados é o Democratas, que está em dúvida entre Geraldo Alckmin, do PSDB, e Ciro Gomes, do PDT.

Outra sigla bastante procurada é o PSB, do ex-presidenciável Eduardo Campos, morto em plena campanha presidencial de 2014. O PSB é o preferido do PT, do ex-presidente Lula, e do PDT, do ex-governador cearense Ciro Gomes.

Contudo, segundo defendem alguns dos líderes socialistas do PSB, o partido pode acabar lançando candidatura própria, o que somente vai ser resolvido nos últimos dias do período determinado para a realização das convenções partidárias, entre 04 e 05 de agosto.

Os partidos que compõem o Centrão, PR, PTB, PRB e PP, por exemplo, que até agora estavam unidos ao DEM, tendem a quebrar essa unidade e se dividirem nos apoios aos presidenciáveis até o fim do prazo para as convenções.

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