Encontro Trump-Kim, frete de carga rodoviária e Copa do Mundo são os destaques do noticiário

Encontro Trump-Kim, frete de carga rodoviária e Copa do Mundo são os destaques do noticiário. EUA e Coreia do Norte têm primeiro encontro de cúpula; tabela de frete continua em

Encontro Trump-Kim, frete de carga rodoviária e Copa do Mundo são os destaques do noticiário. EUA e Coreia do Norte têm primeiro encontro de cúpula; tabela de frete continua em negociação e trava comércio de mercadorias; Copa não desperta interesse nacional.

SINOPSE DE 12 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Cúpula Trump-Kim inicia período de longas negociações. Objetivo é a remoção de armas nucleares da Península Coreana Aperto de mão quebra o gelo entre o presidente dos Estados Unidos e o ditador da Coreia do Norte, gerando expectativa de fim do último conflito remanescente da Guerra Fria/

ANS propõe ajuste de 10% a planos individuais. Contratos coletivos, que não são regulados pela agência, já têm reajuste de mais de 20%/

Justiça decidirá tabela de frete. Mais de 30 ações questionam tabela na Justiça. Para especialistas, fixar preço é inconstitucional/

Violência custou R$ 450 bi ao país. Valor é o cálculo da capacidade produtiva perdida nos últimos 20 anos/

MDB questiona se Meirelles é viável. Governistas temem fragilidade da candidatura de Meirelles e já cogitam desembarque/

FH diz a Moro que ‘nem por fora’ recebeu reformas em imóveis. Como testemunha de defesa de Lula, ex-presidente fala sobre ‘ouvir malandros’/

Rodoviários suspendem greve. Categoria ainda quer, porém, que Crivella regulamente fim da dupla função/

Editorial1: A falsa segurança fiscal das verbas extraordinárias. Os royalties, em alta devido à cotação do petróleo e à produção da Petrobras, não resolvem problemas estruturais das finanças públicas/

Editorial2: O maior baque da Aliança Atlântica. Trump ofende primeiro-ministro canadense, reforçando o distanciamento entre EUA e aliados históricos, na maior crise diplomática da Otan.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo:  Indefinição sobre frete trava o transporte de carga. Embarques do agronegócio têm 11 dias de atraso, indústria sente falta de insumos: tabela está sendo negociada. Embora não haja mais bloqueios nas estradas, a indefinição do governo em torno da tabela de preço mínimo do transporte rodoviário faz com que empresas adiem os deslocamentos, com reflexos na exportação e na produção. Os embarques do agronegócio estão atrasados há 11 dias. Exportadores de cereais informam que 10 milhões de toneladas estão paradas e 50 navios esperam soja nos portos. Setores da indústria sentem a falta de insumos. O tabelamento do frete – decisivo para encerrar a paralisação dos caminhoneiros – virou armadilha para o governo. Já foram editadas duas versões da tabela. A primeira, em vigor, atendeu os caminhoneiros, mas desagradou ao agronegócio, que fala de preços até 150% maiores. A segunda contrariou os caminhoneiros. Uma terceira versão está em discussão/

Inflação ficará na meta, diz BC. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que “a inflação não ia ficar abaixo de 3% para sempre”, mas o índice oficial de preços não vai ultrapassar a meta de 4,5% para ano/

‘SUS da Segurança’ prevê R$ 800 mi. Verba para o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) virá das loterias federais. Até 2022, estima-se aporte de R$ 4,3 bilhões para o combate à criminalidade/

Polarização dá impulso à notícias falsas. Especialistas que participaram ontem do Fórum Estadão- Faap acreditam que a polarização política aumenta a rejeição dos fatos e alimenta notícias falsas. Para eles, cabe à sociedade – mais que ao Estado – filtrar essas informações/

Ana Carla Abrão: Mais da metade da economia do País está nas mãos do setor público. É imprescindível que se aumente a produtividade/

Editorial1: O mau humor do brasileiro. Pesquisas qualificam Michel Temer como o mais impopular presidente e expressam pessimismo com a economia. Nos dois casos a percepção não se sustenta em fatos/

Editorial2: Hora do realismo na Argentina. Não há mágica para fazer um país crescer de forma duradoura quando imperam gastança e irresponsabilidade no governo/

Editorial3: O futuro do G-7 ameaçado. As ações do presidente Donald Trump na condução da política externa dos Estados Unidos têm se prestado a dinamitar as pontes diplomáticas entre seu país e alguns de seus aliados históricos. Se esta é uma deliberada política de governo, e não fruto da inabilidade do americano na arte da concertação internacional – o que já seria grave, dada a posição que ele ocupa –, deve-se reconhecer que Trump tem sido bem-sucedido em sua execução. A participação do presidente americano na reunião do G-7, ocorrida em Quebec no fim de semana, é o mais recente retrato dessa política isolacionista.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Maioria dos brasileiros não tem interesse na Copa russa. Segundo Datafolha, 53% são indiferentes ao Mundial; nem ótima fase da seleção anima. Às vésperas do início da Copa do Mundo da Rússia, o desinteresse dos brasileiros com a competição aumentou, aponta o Datafolha. Segundo pesquisa nacional feita semana passada, 53% dizem ser indiferentes à Copa, que começa na quinta. O Brasil estreia no domingo. A marca atual é a pior às vésperas de um Mundial desde o início da série histórica, em 1994. No final de janeiro, o desinteresse era de 42%. A falta de animação é maior entre mulheres (61%), pessoas de 35 a 44 anos (57%) e os com renda familiar de até dois salários mínimos (54%). Nem a ótima fase da seleção do técnico Tite, que sofreu uma única derrota em 21 partidas e é apontada como uma das favoritas ao título, empolga os brasileiros. De acordo com o levantamento, apenas 18% dos entrevistados dizem ter grande interesse pela competição. Paulistanos ouvidos pela Folha dizem que a indiferença se deve à crise no país, a casos de corrupção na CBF e à derrota por 7 a 1 para a Alemanha na Copa de 2014. O Datafolha entrevistou 2.824 pessoas em 174 cidades. A margem de erro é de dois pontos/

Partidos buscam flexibilizar regras para a vaquinha online. Siglas como PSDB, DEM e Novo querem mudar no Tribunal Superior Eleitoral o limite diário de R$ 1.064 para quem quer doar a seus candidatos na internet. O pedido está no gabinete do presidente da corte, Luiz Fux/

PSDB só tem plano A, de Alckmin, para Planalto, diz Doria/

Para economizar, governo centraliza gasto com papelaria/

Trump enfrenta seu pior adversário em cúpula com Kim. Embora ressalte suas habilidades de negociação, o americano Donald Trump enfrentaria nesta madrugada em Singapura seu adversário mais desafiador: o instável norte-coreano Kimjong-Um/

Editorial1: Com um pé atrás. Apesar do bom momento da seleção, caem apostas no título e o interesse na Copa/

Editorial2: Água à vista. É cedo para soar alarmes, mas experiência da crise hídrica de 2015 recomenda austeridade.

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