Eleições na Venezuela e denúncias contra Ochi são os destaques das manchetes dos jornais

Eleições na Venezuela e denúncias contra Ochi são os destaques das manchetes dos jornais. O Globo e o Estadão exploram em suas manchetes os questionamentos internacionais à eleição na Venezuela; Folha traz denúncias contra ministro Gilberto Ochi, ao tempo em que era dirigente da Caixa.

SINOPSE DE 22 DE MAIO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

 JORNAIS  :

Manchete e destaques do jornal O Globo : Brasil e mais 15 países repudiam vitória de Maduro. Pleito foi realizado sob suspeita de irregularidades e coerção de eleitores. EUA ampliam sanções ao país. Governo brasileiro vê impactos negativos para toda a região/

Governo tenta conter alta da gasolina. Caminhoneiros bloquearam estradas em 20 estados; combustível teve 12º reajuste somente este mês/

Míriam Leitão: Risco é repetir os erros do passado. Controlar o preço da gasolina já deu errado muitas vezes no passado. Nos governos do PT, causou prejuízo de US$ 40 bi à Petrobras/

Temer pressionado a desistir de eleição. Temerosos do contágio que a candidatura pode causar às campanhas do MDB, correligionários do presidente Michel Temer aumentam a pressão para que ele anuncie sua retirada da corrida eleitoral. A ideia é trabalhar a pré-candidatura à Presidência do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles/

UFRJ negocia mais policiamento. Após o sequestro-relâmpago de um casal de professores, o sexto caso este ano no campus da Ilha do Governador, a UFRJ negocia reforço no policiamento e anuncia a instalação de câmeras em pontos-chave/

Chefe da Casa Civil dá ultimato. Paulo Messina ameaça se demitir pelo Facebook amanhã caso o secretário de Educação, Cesar Benjamin, com quem duela nas redes sociais, e o prefeito Crivella não confirmem versão sobre discórdia/

Em novo aceno a ruralistas, Bolsonaro ataca sem-terra. Para ele, MST e MTST são ‘terroristas’; Boulos cita uso de auxílio-moradia. O argumento de criminalização dos movimentos sociais é mais um passo no discurso conservador do pré-candidato do PSL. “Bolsonaro deveria seguir o conselho dos seus marqueteiros e ficar calado. Terrorista é quem foi “aposentado” pelo Exército brasileiro por planejar explodir um quartel. Além disso, vagabundo é quem recebe auxílio-moradia tendo casa própria”, reagiu Boulos, do MST/

Ciro: deputado do PSL é ‘candidato a ditador’. Pedetista diz que Bolsonaro nunca administrou ‘sequer um boteco’/

Editorial1: Armadilha fiscal à espera do Rio de Janeiro. Estudo mostra a dificuldade de o estado cumprir o ajuste prometido, alerta para a necessidade de reformas, e ainda há o risco de os royalties maquiarem a crise/

Editorial2: Vitória fraudada isola ainda mais Maduro. Missão da diplomacia, em especial do continente, com apoio dos EUA e da Europa, é tornar o menos pesado para a população o desenlace do regime, com transição para a democracia.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo : Brasil e vizinhos rejeitam Maduro; EUA adotam sanção. Medidas são protesto contra a reeleição, no domingo, do presidente venezuelano/

Eliane Cantanhêde: Injustas e ilegítimas. Maduro acaba de ser eleito com 67,7% dos votos, mas só dos votos confirmados, porque a abstenção foi superior a 50%. E as eleições são questionadas gravemente não só dentro, mas também fora da Venezuela. Ácidas críticas chovem dos EUA, da Europa, das Américas, num crescendo em que só se excluem países como Rússia, China e o peculiar Irã/

Odebrecht acerta com bancos acordo de R$ 2,6 bi. Bancos e Odebrecht acertaram ontem à noite um acordo para a liberação de R$ 2,6 bilhões ao grupo. O novo empréstimo deve ser concedido em partes iguais por Bradesco e Itaú, com garantias de ações da Braskem. Parte do dinheiro será usada para pagamento de dívida e como capital de giro da empreiteira. O acordo precisa ser formalizado nos comitês de crédito de cada instituição/

AGU alertou Planalto sobre Decreto dos Portos. O Planalto desconsiderou mais de um alerta da Advocacia-Geral da União apontando para irregularidade no Decreto dos Portos, editado em maio de 2017 pelo presidente Temer. A AGU viu “risco relevante” em artigo que prorroga em até 70 anos as concessões e arrendamentos portuários. O Planalto disse que “qualquer discussão anterior ou minuta elaborada em fase de estudos fica prejudicada pela versão final do decreto”/

Joesley quer pagar multa. Joesley Batista pediu ao STF para depositar parte dos R$ 110 milhões de multa combinados em delação, mesmo após rescisão do acordo/

Alta do diesel provoca protesto. Caminhoneiros bloquearam rodovias em 19 Estados contra aumentos do diesel (na foto, a BR-040, em Minas). Desde julho do ano passado, o combustível subiu 56,5% nas refinarias. O governo deve anunciar medidas que pelo menos garantam a previsibilidade dos reajustes, mas não chegou a um acordo ontem/

Coluna do Estadão: Discussão sobre gasolina tenta preservar Parente. A discussão no governo sobre o preço do combustível envolve uma preocupação: não melindrar o presidente da Petrobrás, Pedro Parente, que assumiu o cargo há dois anos impondo como condições total independência e zero ingerência política. Qualquer movimento fora do script ele voltaria para casa. O governo está entre a cruz e a espada. Ou desagrada a Pedro Parente ou vai ter de reduzir tributos federais que tenham impacto sobre os combustíveis. Algo que a equipe econômica não quer nem ouvir falar/

Coluna do Estadão: Michel Temer corre o risco de ser vaiado por congressistas do MDB se não anunciar a desistência de sua candidatura à reeleição em evento da sigla hoje. O Planalto foi avisado de que a expectativa de vê-lo fora do jogo é enorme/

MP investiga suposta propina a presidente do TCM. O Ministério Público Estadual investiga o presidente do Tribunal de Contas do Município (TCM), João Antônio, por ter supostamente pedido R$ 30 milhões em propina durante a análise dos contratos de varrição da Prefeitura de São Paulo. A licitação foi suspensa pela Justiça e os contratos atuais vencem no dia 13. João Antônio nega as acusações/

Conselho de fake news não se reúne há 77 dias. O Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições, criado pelo TSE para combater a disseminação de notícias falsas, se reuniu pela última vez em 5 de março. Integrantes do grupo alertam para o risco de o problema influir nas eleições/

USP corta bônus e reduz segunda fase da Fuvest/

Alimentos terão alerta para gordura, açúcar e sal/

Ana Carla Abrão: Vários países adotaram modelo de licença parental paga, em que homens e mulheres dividem a licença de forma flexível/

Editorial: Simulacro de democracia. Não há a menor perspectiva de um desfecho para o drama venezuelano, seja pelas urnas, seja por um golpe de Estado perpetrado pelos militares/

Editorial2: Trégua com armas apontadas. O presidente Donald Trump conseguiu atrair o governo chinês para uma tentativa de acordo comercial, mas seria ingenuidade festejar essa trégua/

Editorial3: Cracolândia, um ano depois. Número dos que frequentavam a área diminuiu sensivelmente, mas o restante se espalhou para as proximidades e para bairros vizinhos.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo : Ministro liberou na Caixa verba usada em negócio do filho. Familiares de Gilberto Occhi receberam R$ 200 mil por venda de lotérica em Alagoas; à época, político ocupava cargo no banco. Apuração interna da Caixa Econômica Federal aponta que o ministro Gilberto Occhi (Saúde) liberou, quando gestor do banco, recursos usados na compra de casa lotérica vendida por seu filho e seu enteado em Alagoas, informa Fábio Fabrini. O dinheiro da Caixa foi transferido a uma prefeitura do estado e, em seguida, destinado à conta de uma das lotéricas negociadas/

Promotor quis me forçar a delatar Kassab no caso do ISS. Acusado de participar da máfia do ISS na Prefeitura de São Paulo durante a gestão de Gilberto Kassab (PSD), o auditor Ronilson Rodrigues diz que seu acordo de delação premiada não foi aceito porque ele se recusou a envolver o ex-prefeito. “Ele [op romotor Roberto Bodini] queria que eu dissesse o que ele queria, e não o que eu sabia”, diz em entrevista a Rogério Gentile. O Ministério Público nega tentativa de implicar Kassab, hoje ministro do governo Temer, no caso/

Diesel sobe, e caminhoneiros se manifestam em 17 estados. Insatisfeitos com o reajuste do óleo diesel, cerca de 300 mil caminhoneiros fizeram paralisações nas cinco regiões do país, segundo associação da categoria. Pelo menos 17 estados registraram manifestações, com bloqueios de rodovias. SP e MG foram os mais afetados. Mantendo sua política de preços, a Petrobras anunciou novo aumento no diesel, que acumula alta de 12,3% em maio, e na gasolina. O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) disse que o governo busca soluções para dar previsibilidade ao preço dos combustíveis/

Bruno Boghossian: Na contramão de discurso, governo estuda intervir nas regras da Petrobras/

Ciro afirma torcer por segundo turno contra Bolsonaro. O presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse que gostaria de enfrentar Jair Bolsonaro (PSL), que “tem soluções muito toscas” para o país. Em sabatina de Folha, UOL e SBT, prometeu revogar o teto de gastos e a reforma trabalhista do governo Temer (MDB)/

Dólar fecha abaixo de R$ 3,70 após ação do BC. A moeda americana interrompeu seis sessões consecutivas de alta e caiu 1,36%, para R$ 3,69/

Oposição pede novas eleições na Venezuela. Nicolás Maduro foi reeleito com abstenção recorde. Brasil e outros 13 não reconhecem o pleito.

Editorial1: Abismo chavista. Reeleição de Maduro em processo ilegítimo torna futuro da Venezuela sombrio/

Editorial2: Hipérboles de Ciro. Pré-candidato à Presidência pelo PDT se mostra mais cuidadoso com a retórica.

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