Eleição 2018 é o tema das manchetes dos grandes jornais

SINOPSE NACIONAL DE 04 DE OUTUBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Distribuição de fake news dispara na reta final. Apenas em uma rede social, 35 conteúdos falsos foram compartilhados quase 400 mil vezes. Na última semana de campanha antes do primeiro turno das eleições, as fake news se multiplicam nas redes sociais e aplicativos de mensagens. Desde sábado, quando aconteceram atos em todo o país, a equipe do Fato ou Fake, serviço de checagem do Grupo Globo, desmentiu 11 mensagens de grande repercussão, entre textos, vídeos e fotos. Só no Facebook, 35 publicações foram compartilhadas quase 400 mil vezes, atingindo milhões de eleitores. O WhatsApp é o mais usado para enviar notícias sobre política e eleições. Segundo o Datafolha, 66% dos brasileiros têm conta no serviço, que não permite medir o alcance das fake news.

Ministros do STF criticam ideia de nova Constituição. O presidente do Supremo, Dias Toffoli, e o ministro Gilmar Mendes refutaram propostas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) de elaborar uma nova Constituição.“Se a cada período de tempo quisermos reconstruir o pacto nacional, não conseguiremos ter estabilidade institucional”, disse Toffoli.

Candidatos a governador pegam carona com o líder. Candidatos ao governo em vários estados tentam colar sua imagem à do líder da disputa presidencial, Jair Bolsonaro (PSL), ignorando alianças. Nos debates da TV Globo nos estados, na terça-feira, políticos de diferentes partidos declararam voto em Bolsonaro, que,em nova pesquisa Ibope, foi a 32%. Haddad tem 23%.

Petista Wagner elogia Ciro por ser ‘mais aguerrido’

O que eles pensam para a Cultura do estado e do país. O GLOBO procurou os cinco candidatos mais bem colocados nas pesquisas para o governo do Rio e a Presidência atrás de suas propostas para a Cultura. Lei Rouanet, Museu Nacional, Teatro Municipal e orçamento foram alguns dos temas abordados. Eles também contaram quais foram seus últimos programas culturais.

Míriam Leitão: Mercado escalou Bolsonaro para papel reformista.

Cora Rónai: PT e PSDB têm culpa nessa gestação.

Início do horário de verão é adiado para 18 de novembro.

Hydro paralisa no Pará produção da maior refinaria de alumínio do mundo.

Mulheres são apenas 8% entre os altos executivos de bancos brasileiros.

Editorial1: Haddad ou Bolsonaro deverá eleição a Lula. Rejeição recrudesceu na campanha, assim que candidato da legenda ameaçou Bolsonaro.

Editorial2: Itália recua e reduz meta de déficit, mas clima de confronto permanece. Após afirmar que não cederia à UE, vice-premier aceita reduzir gastos do Orçamento.

Editorial3: O custo do funcionalismo. Além da reforma do sistema de aposentadorias e pensões, futuro presidente terá de tomar decisões urgentes para conter o aumento dos gastos.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Bolsonaro e Haddad ampliam vantagem sobre segundo pelotão. A 4 dias da eleição, candidato do PSL chega a 32% e petista tem 23%, 13 pontos porcentuais mais do que Ciro (PDT). O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, aparece com 32% das intenções de voto na pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada ontem, a quatro dias da eleição. Em seguida aparecem Fernando Haddad (PT), 23%, Ciro Gomes (PDT), 10%, e Geraldo Alckmin (PSDB), 7%. Marina Silva (Rede) se manteve com 4%. Em votos válidos, o placar entre os dois primeiros colocados é de 38% a 28%. Como a eleição só é decidida no primeiro turno quando um candidato obtém 50% mais um dos votos válidos, os números indicam que haverá segundo turno. Nesse caso, o Ibope indica empate técnico: Haddad com 43% e Bolsonaro com 41%. Em relação à pesquisa divulgada na segunda-feira, os principais candidatos oscilaram na margem de erro: Bolsonaro e Haddad ganharam um e dois pontos, respectivamente. No quesito rejeição, 42% dos eleitores dizem que não votariam em Bolsonaro, e 37%, em Haddad.

Doria sobe e vai a 24%, Skaf cai para 21% e França oscila para 14%. João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) estão tecnicamente empatados na disputa pelo governo de São Paulo, mostra pesquisa Ibope/Estado/ TV Globo. Doria, no entanto, oscilou dois pontos para cima e agora aparece com 24%, enquanto Skaf caiu três pontos e está com 21%. O governador Márcio França (PSB) oscilou dois pontos para cima, para 14%. No segundo turno, Skaf teria 37%, em empate técnico com Doria (36%).

Bolsonaro traz risco, afirma Paulo Leme. Para o economista Paulo Leme, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) trazem riscos, mas o mercado financeiro subestima “grosseiramente os riscos futuros” e a falta de habilidade de Bolsonaro para aprovar reformas no Congresso. Vera Magalhães: Ibope joga água fria na tentativa de engrossar o caldo da terceira via. Vai se desenhando o temido segundo turno dos extremos. William Waack: O “nacional-desenvolvimentismo” do PT é parte de ideário quase, infelizmente, “atávico” e com raízes anteriores ao varguismo.

Rombo do setor público deve ficar abaixo do previsto. As contas públicas devem fechar o ano com rombo abaixo de R$ 120 bilhões, apesar de a meta permitir resultado negativo de até R$ 161,3 bilhões. Despesas obrigatórias com pagamento de subsídios, seguro-desemprego, Previdência e pessoal devem ser menores que o previsto. Além do resultado melhor nos Estados, municípios e estatais, a União não vai conseguir gastar R$ 15 bilhões já liberados. Justiça manda governo de MG devolver 564 carros. A 4.ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte concedeu liminar determinando que o governo de Minas pague o que deve à Toyota ou devolva 564 veículos Etios. Os carros foram entregues entre abril e maio, pouco antes do início da campanha de reeleição de Fernando Pimentel (PT). O lote faz parte de acordo de R$ 28,7 milhões com a montadora. O governo afirmou que o valor será quitado em até 15 dias.

Candidato a governador sofre ataque e troca tiros.

Por Enem, horário de verão fica para 18/11.

Editorial1: Números do desastre petista. A trágica herança deixada pelos últimos anos da era lulopetista fica evidente nos dados do IBGE. Em 2016, o Brasil perdeu 70,8 mil empresas, o que resultou na demissão de 1,6 milhão de pessoas.

Editorial2: O papel da universidade. É urgente desvencilhar o meio acadêmico, especialmente o das universidades públicas, das amarras com o lulopetismo.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Candidatos querem mudar regras do IR, plataforma comum. Bolsonaro, como Haddad, defende faixa de isenção maior, mas estuda alíquota única para pessoas físicas e empresas. Os quatro principais candidatos à Presidência prometem rever a cobrança do IR (Imposto de Renda). Jair Bolsonaro (PSL),Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) dizem que os lucros e dividendos pagos a empresários e acionistas deverão voltar a recolher IR. Em 1995, o governo FHC criou a isenção por ver bitributação nas empresas . Agora, 23 anos depois, o consenso vai na direção oposta. Os quatro candidatos, que vão da direita à esquerda, querem que as empresas paguem menos imposto, repassando a carga tributária aos donos. Bolsonaro e Haddad prometem isentar o IR de contribuintes com renda de até cinco salários mínimos (R$ 4.700)—a faixa atual é menos de dois (R$ 1.904). Haddad, porém, defende criar novas alíquotas de IR acima do atual teto de 27,5%, para taxar quem tem renda mais alta. Já Bolsonaro estuda cobrar a mesma alíquota de todos: 20% (pessoas físicas) e 15%(empresas), com o fim da tabela progressiva. As propostas dependem da aprovação do Legislativo. Iniciativas do gênero do governo Temer estão travadas no Congresso.

Doria tem 24%, Skaf, 21%, e França, 14%, aponta Ibope. Pesquisa Ibope para o Governo de SP aponta empate técnico entre João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB). O tucano oscilou dois pontos (22% para 24%), e o emedebista perdeu três (24% para 21%). O atual governador, Márcio França (PSB), que tinha 12%, está com 14%.

Presidenciáveis têm poucas metas para o ambiente. Programas de governo dos candidatos à Presidência abordam apenas sumariamente a questão ambiental. Líder na corrida ao Planalto, Jair Bolsonaro (PSL) já anunciou que, caso eleito, tirará o Brasil do Acordo de Paris sobre o clima, pois vê nele risco à soberania nacional.

Toffoli faz crítica a quem propõe uma nova Constituição. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, criticou as propostas dos presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) de fazer uma nova Constituição. Para ele, julgamentos do STF ao longo dos anos serviram para atualizar a Carta de 1988.

Eleições 2018. Bolsonaro usa táticas do fascismo, diz autor.

Deputado destinou 0,3% de verba à segurança.

Dallagnol defende Moro no caso Palocci.

Fies de Haddad turbinou grupos privados.

Campanha petista pagou R$ 8 mi a investigados.

Presidenciáveis buscam convencer eleitorado na véspera do último debate antes do primeiro turno. Fernando Haddad (PT) 1, Geraldo Alckmin (PSDB) 2 e Ciro Gomes (PDT) 3 na reta final da campanha presidencial. Eles participarão nesta noite, na TV Globo, do último debate antes do primeiro turno. Sem aval dos médicos, Jair Bolsonaro (PSL) não irá. Segundo o Datafolha, 48% dos eleitores de Alckmin, 43% dos de Ciro e 62% dos de Marina Silva (Rede) ainda podem mudar sua escolha até domingo, dia da votação. Bolsonaro tem a fidelidade de 84% de seus apoiadores, e Haddad, de 82%.

Mariliz Pereira Jorge: O PT não entende que a elite está de saco cheio

Cristina Kirchner será julgada por lavagem de dinheiro. A Justiça argentina decretou julgamento da ex-presidente Cristina Kirchner e de seus dois filhos, acusados no caso “Los Sauces”. Segundo investigação, a locação de propriedades da família era forma de encobrir propina pedida por ela em licitações.

Editorial1: Constituição, 30. Carta permitiu período democrático mais longo da história do país.

Editorial2: Laureados. Nobel de resultados. Nas premiações de ciências naturais, consagraram-se áreas de pesquisa amplamente reconhecidas.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Preço da energia é desafio para o próximo presidente. A crise hídrica enfrentada pelo país deve levar ao acionamento de mais usinas termelétricas em janeiro, reservando ao próximo presidente um início de mandato em meio a aumentos das tarifas de energia.

Ibope prevê empate no 2º turno. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) obteve 32% das intenções de voto na pesquisa Ibope divulgado ontem e Fernando Haddad (PT) avançou dois pontos percentuais, no limite da margem de erro, para 23%. A pesquisa para o segundo turno indica empate técnico entre os dois líderes.

Paralisação. Sem licenças para retomar a produção normal de bauxita e alumina no Pará, o presidente da Norsk Hydro, Sven Brandtzaeg, suspendeu 100% das atividades enquanto negocia com as autoridades.

Casino pode vender o Grupo Pão de Açúcar. O grupo francês Casino contratou o banco Rothschild, na França, para avaliar todas as opções possíveis de venda de ativos para redução de sua dívida. Pelo menos um investidor brasileiro já foi sondado sobre possível interesse no Grupo Pão de Açúcar.

US$ 60 bi para ação anti-China. O Senado dos EUA aprovou ontem projeto de lei que cria uma agência com US$ 60 bilhões para investir em países em desenvolvimento como uma forma de se contrapor à crescente influência global da China.

Klabin negocia fim de royalties a controladores. A Klabin, maior produtora de embalagens de papelão ondulado e papéis para embalagem do país, negocia com os controladores o fim do pagamento de royalties pelo uso da marca.

Odebrecht e Camargo saem do etanolduto. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a venda das participações de Odebrecht Transport e Camargo Corrêa na Logum Logística, responsável pelo projeto do etanolduto, aos demais sócios: Raízen, Copersucar e Petrobras.

Bolsonaro terá maioria, prevê Planalto. Apoio da bancada ruralista deve lastrear candidato do PSL, caso ele chegue à Presidência da República.

Candidato descarta participação em debate.

PT amplia ofensiva contra empresas que apoiam PSL.

As lições de 1989 na revoada final de votos.

A direita ruma para ter seu melhor desempenho eleitoral da história porque é capaz de manejar os 50 tons do antipetismo com uma liderança que rivaliza com Lula na intuição.

Eleições. Bolsonaro lidera com 32%; Haddad tem 23%, diz Ibope. Em simulação de 2º turno, o petista marca 43% ante 41% do candidato do PSL, um empate técnico.

Esquerda vive desalento e perplexidade reina no centro.

Como identificar uma fraude eleitoral?

Análise matemática simples dos votos mostra que não há evidências de fraude nos resultados eleitorais.

Eleições. Haddad hesita em definir nome para a Fazenda. Petista precisa decidir comando da economia sem desagradar base e sem estressar o mercado.

Petista diz ser vítima de boatos e ‘fake News’.

Estagnado, Ciro tenta manter militância acesa.

Centrão é maioria nos candidatos a deputado com mais de R$ 1 milhão.

Em geral parlamentares eleitos são os que mais dispõem de recursos financeiros.

Doria e Skaf mantêm empate, diz Ibope.

Eleições. Discrição predomina no empresariado. Receio de se indispor com novo governo em ambiente de radicalização justifica cautela adicional.

Editorial: Primeiro turno antecipou a polarização do segundo. O PT foi vítima da impressão bastante difundida de que Bolsonaro se desintegraria ao longo do tempo.

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