Eleição 2018 segue como tema único nas manchetes dos grandes jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE NACIONAL DE 06 DE OUTUBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: A disputa pelos votos decisivos. Bolsonaro investe nas redes para vencer no 1º turno; Haddad recorre a reduto lulista para adiar definição. Faltando horas para as eleições, os candidatos mais bem colocados nas pesquisas partem para uma última ofensiva pelos votos que podem ser decisivos. Em busca de uma arrancada final que o leve à vitória já no primeiro turno, Jair Bolsonaro (PSL) intensificou o uso das redes sociais para tentar atrair o eleitorado antipetista de Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), João Amoêdo (Novo) e Alvaro Dias (Podemos). Em segundo lugar nas pesquisas, Fernando Haddad (PT) concentra esforços no Nordeste, tradicional reduto do lulismo, enquanto Ciro Gomes (PDT) reforça o discurso de que é o candidato da terceira via capaz de derrotar tanto Bolsonaro quanto Haddad.

Com o foco no eleitor. Contrariando a expectativa de que a eleição não despertaria interesse,2018 mobilizou os cidadãos,como registrado nas fotos de atos de diversas campanhas. Pesquisa do Datafolha revela que 69% dos brasileiros consideram o regime democrático a melhor forma de governo para o país. É o maior índice desde 1989.

Especialistas recomendam cautela na hora de discutir política em família.

Aliados apontam erros que afetaram desempenho de Alckmin e Marina.

Bolsonaro negocia com a base, sem passar pelas cúpulas partidárias.

Barrado pelo TSE, Garotinho declara apoio a Romário.

Pedro Bial: Brasil está melhor do que há 30 anos.

Merval Pereira: Doria poderia ter aglutinado o antipetismo. Se tivesse escolhido Doria, PSDB talvez não desse a chance de Bolsonaro se apropriar do antipetismo que domina o país

Míriam Leitão: Bolsonaro acima da lei, candidatos em debate. O anormal da eleição ficou ainda maior porque Jair Bolsonaro, o líder das pesquisas, tem feito o que quer.

Marcelo Adnet: Haverá terceiro turno, seja qual for o resultado.

Tecnologia permite exames médicos na floresta.

Editorial1: Reformas no 30º aniversário da Constituição. Parlamentares eleitos amanhã têm a missão de executar uma rodada estratégica de atualização da Carta.

Editorial2: Novo protocolo em ações policiais é oportunidade para reduzir mortes. Operações feitas nas proximidades de escolas e creches precisam levar em conta segurança de estudantes.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Defesa vê risco de conflito na eleição no Rio, Ceará e em SP. Crime organizado e possibilidade de confrontos entre apoiadores de candidatos preocupam militares nas eleições. As Forças Armadas veem risco no Rio de Janeiro e em Fortaleza durante as eleições, como consequência da crise na segurança pública e da ação do crime organizado. A Polícia Federal identificou também em São Paulo a possibilidade de choques diretos entre apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). O risco é avaliado na condição dois, em uma escala de quatro. O Ministério da Defesa montou uma operação nacional de Garantia do Voto e da Apuração (GVA), destinada a assegurar o acesso dos eleitores aos locais de votação e o funcionamento, sem constrangimento, das seções coletoras. O efetivo militar mobilizado é de 30 mil agentes. Outros 4 mil permanecem em regime de reserva. As forças de segurança vão atuar em 510 localidades de 12 Estados. A coordenação do procedimento será feita no Centro Operativo de Comando Conjunto (COC), em Brasília.

País não pode ser governado da cadeia, diz Bolsonaro. A dois dias da eleição, candidatos intensificaram ataques a adversários. No Twitter, Bolsonaro disse que o País não merece ser governado “de dentro da cadeia ou por seus alinhados políticos”. Haddad afirmou que Bolsonaro usa redes sociais “para se esconder”. Ciro disse que Haddad “não tem energia e autoridade”.

Haddad muda agenda e vai a reduto petista. Depois de identificar o crescimento de Jair Bolsonaro (PSL) entre o eleitorado de baixa renda do Nordeste, o comitê de Fernando Haddad (PT) marcou seu último ato em Feira de Santana (BA), região onde o partido é mais forte. A estratégia inicial era manter o foco no Sudeste.

Doria e Skaf tentam evitar que França suba. Empatados na liderança da disputa pelo governo de SP, João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) pegaram carona na “onda” Bolsonaro para tentar se garantir no segundo turno. A estratégia foi deflagrada após o governador Márcio França (PSB), terceiro colocado, subir nas pesquisas.

Gestora já tem plano para saída de Paulo Guedes. Instituição financeira presidida pelo assessor econômico de Jair Bolsonaro (PSL), a Bozano Investimentos já tem plano para a saída do economista Paulo Guedes, anunciado como futuro ministro. A gestora contratou uma empresa para preparar a sucessão do executivo.

Dólar recua 4,81% na semana pré-eleição.

João Domingos: Ao longo de seus 30 anos, a Constituição e seus valores democráticos foram testados um sem-número de vezes.

Adriana Fernandes: A pressão virá já no início do novo mandato. Presidente eleito terá de definir até abril a regra de reajuste do salário mínimo.

Editorial1: Um voto de confiança na política. Ao decidir quem vai para o Congresso, o eleitor deve ter consciência de que seu voto será determinante para começar a restabelecer o valor da política para a superação dos problemas nacionais.

Editorial2: Inflação em fase perigosa. Sem pânico, é hora de olhar com mais cuidado a evolução dos preços e da expectativa nos mercados.

Editorial3: A oportunidade. Não sendo aprovada a reforma da Previdência, o próximo presidente poderá estar sob o risco de ser acusado de crime de responsabilidade.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: A 2 dias da eleição, rivais de Bolsonaro reveem estratégia. Com vistas ao 2o turno, Haddad enfoca Nordeste e Ciro ataca petista para atrair eleitor de esquerda. Na antevéspera da eleição, os números do Datafolha provocaram realinhamentos nas campanhas dos principais presidenciáveis. Fernando Haddad (PT) reviu estratégia do ultimo dia antes do primeiro turno e decidiu enfocar, uma vez mais, o Nordeste, tradicional reduto lulista. Ciro Gomes (PDT) voltou as baterias contra o petista, na tentativa de avançar sobre eleitorado de esquerda como apelo da terceira via. Líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL) procurou estimular a onda que impulsiona sua candidatura para vencer j á no domingo (7). Disse querer evitar desgastes em um eventual segundo turno contra o PT. A pesquisa Datafolha de quinta-feira (4) mostrou Bolsonaro com 39% dos votos válidos, Haddad com 25% e Ciro Gomes com 13%. No segundo turno, haveria empate técnico entre os dois primeiros colocados. Geraldo Alckmin (PSDB), com 9%, enfrentou fuga de aliados e passou por constrangimentos com o candidato ao governo paulista João Doria. Sem se engajar de fato na campanha presidencial do colega de partido, Doria aguarda a definição do segundo turno para declarar apoio a Bolsonaro.

Justiça Eleitoral falha no combate a fake news na campanha de 1º turno.

Eleição do novo Congresso vai definir vida e morte de partidos. A votação, amanhã, para o Congresso definirá quais dos 35 partidos vão superar a nova cláusula de barreira. As legendas precisam de um mínimo na eleição para não perder financiamento público, tempo de TV e estrutura legislativa. É necessário ter nove deputados federais em um terço do país ou obter mais de 1,5% de votos válidos, distribuídos em ao menos nove estados (no mínimo 1% em cada). Eleitos poderão migrar de sigla sem perder mandato.

Bolsonaro aposta nas redes sociais e supera descrédito. Ao iniciar o y° mandato na Câmara, em 2015, Jair Bolsonaro avisou aos colegas da bancada da bala que disputaria a Presidência. A notícia foi recebida com descrédito. Hoje, sem tempo de TV e fiando-se nas redes sociais, lidera acorrida.

Antes de substituir Lula, Haddad teve de reatar com o PT. Escolhido para o lugar de Lula na disputa presidencial, Fernando Haddad pensou em deixar o PT por sentir-se abandonado após a derrota na eleição para prefeito de SP em 2016. Reaproximou- se e virou o plano B após recusa de Jaques Wagner.

Violência leva terra natal de Marina Silva a virar reduto de Bolsonaro.

Flertando com Bolsonaro, Doria impõe série de constrangimentos a Alckmin.

Líder em cancelamento de títulos, cidade do RJ teve fraude há dois anos.

Último debate com presidenciáveis teve mais público do que em 2014.

Haddad cita Lula 18 vezes mais do que Dilma, que é mais atacada do que Temer.

Na periferia, João Amoêdo recusa pecha de elitista e impressiona com patrimônio de R$ 425 mi.

Demétrio Magnoli: Arrogante, Fux diz que protegerá os cidadãos.

José Simão: Vou votar embriagado para evitar o remorso.

Eleições 2018: Facada, indulto, CPMF e nome no SPC, veja as polêmicas da eleição.

Em 11 frases, 3 décadas da carreira política do capitão reformado.

Urna eletrônica chega ao 12º pleito no país sob ataque inédito.

Saiba mais sobre 4 dos concorrentes ao cargo de vice-presidente.

Candidatos declaram aviões, cofre em casa e contas no exterior.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico online: Ibovespa acumula ganho de 3,7% na semana com eleição no radar; dólar cai a R$ 3,85.

À espera do 1º turno, dólar pega carona no exterior.

Fundos de private equity suspendem captação.

JP: Nenhum dos resultados  é “encorajador”.

Analista cita apreensão com os dois líderes.

Barroso: Sistema político extrai o pior das pessoas.

“O vento está a favor de Bolsonaro”, diz MCM.

Gestores vão de Bolsonaro, mas reduzem risco.

BC decreta liquidação extrajudicial da Walpires Corretora de Câmbio.

EUA: Senado encaminha nomeação de Kavanaugh, indicado à Suprema Corte.

‘Se o povo brasileiro me passar a bola, eu faço gol’, afirma Ciro.

Filha de Eduardo Cunha declara apoio a Bolsonaro.

Alckmin diz considerar normais ‘deserções’ no PSDB.

Na reta final, PT intensifica combate a ‘fake news’.

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