Eleição 2018: quadro segue confuso e de ações a esmo

No que diz respeito à eleição 2018, o quadro segue confuso, e, ainda, muito incerto, uma vez que o previsto para avançar, nessa quarta-feira, 18, no quadro da disputa presidencial, não saiu do lugar.

O candidato Bolsonaro, por exemplo, está novamente sozinho na pista, junto com o seu PSL, já que o PRP não aceitou coligar-se com a sigla que abriga o ex-capitão, e, adeus vice ao general da Reserva, Augusto Heleno, justamente filiado ao PRP.

A Rede mudou o objeto de desejo da pré-candidata Marina Silva, para função de vice, em sua chapa, e, agora, pode ser alguém do Partido Republicano da Ordem Social, o PROS, e, não mais, o presidente do Flamengo carioca.

Os demais partidos e candidatos continuam conversando meio que a esmo e sem qualquer tipo de impedimento ideológico. O PR, por exemplo, tanto pode marchar com o PSL de Bolsonaro quanto com o PT de Lula. Está, assim.

Mato Grosso do Sul

Ontem, enquanto um apagão atingia parte do Mato Grosso do Sul, o Democratas reuniu-se em Brasília para discutir a posição da sigla na disputa pelo governo do estado, entre as opções Reinaldo Azambuja e André Puccinelli.

Conforme comentei, ontem, o partido até já tinha decidido, anteontem, em uma primeira reunião, em Campo Grande, apoiar Azambuja. No entanto, líderes nacionais do DEM chamaram a turma à Brasília, para nova rodada interna de conversas.

Ao fim e ao cabo dessa reunião na capital da República, com direito à participação do prefeito de Salvador, ACM Neto, e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a legenda, enfim, definiu-se por continuar conversando sobre o assunto.

Até é possível que haja alguma decisão encaminhada, já. Contudo, o partido dos deputados federais Henrique Mandetta e Tereza Cristina, e comandado, no estado, por Murilo Zauith, não adiantou posição nova.

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