Eleição 2018 é o destaque absoluto das manchetes dos jornais

SINOPSE DE 11 DE SETEMBRO DE 2018 Edição: Sérgio Botêlho  JORNAIS: Manchete e destaques do jornal O Globo: Bolsonaro tem 24%, e quatro empatam em segundo lugar. No Datafolha,
Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE DE 11 DE SETEMBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Bolsonaro tem 24%, e quatro empatam em segundo lugar. No Datafolha, Ciro sobe 3 pontos e Haddad, 5. Os dois se igualam a Marina e Alckmin dentro da margem de erro. Na primeira pesquisa realizada pelo Datafolha após o atentado contra o candidato do PSL a presidente, Jair Bolsonaro, ele ganhou dois pontos percentuais nas intenções de voto, subindo de 22% para 24%. A oscilação aconteceu dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Ciro Gomes (PDT)cresceu três pontos, chegando a 13%, e Fernando Haddad (PT) pulou de 4% para 9%. Os dois estão tecnicamente empatados em segundo lugar com Marina Silva (Rede), que perdeu cinco pontos, e Geraldo Alckmin (PSDB), que oscilou positivamente um ponto.

Adversários retomam críticas a Bolsonaro. Ciro e Alckmin ressaltam diferença entre solidariedade e eleição; Marina diz que ‘arma na mão’ não protege pessoas.

Paes vai a 23% e divide a ponta com Romário, que chega a 20%. Primeira pesquisa do Ibope após o início do horário eleitoral mostra que os dois candidatos abriram vantagem. Levantamento do Ibope sobre a disputa pelo governo do Estado do Rio, feito entre os dias 7 e 9, aponta empate técnico entre Eduardo Paes (DEM), com 23% das intenções de voto, e Romário (Podemos), com 20%. Na simulação de um segundo turno, o ex-prefeito venceria o senador por 37% a 31%.

Cesar Maia e Flávio Bolsonaro lideram disputa pelo Senado. Segundo a pesquisa, Cesar Maia (DEM), com 22%, e Flávio Bolsonaro (PSL), com 19%, estão à frente da corrida eleitoral pelo Senado.

Para 85% dos eleitores, fake news podem influenciar voto. A pedido do GLOBO, Ibope incluiu questões sobre fake news. Para 85% dos eleitores fluminenses, elas podem influenciar a eleição.

Palocci acusa Lula de negociar e receber propinas. O ex-ministro Antonio Palocci relatou ao Ministério Público Federal que o ex-presidente Lula negociou vantagens indevidas em projetos relacionados ao pré-sal. Segundo ele, Lula recebeu propinas na negociação de compra de aviões de caça e na construção de Belo Monte. A assessoria de Lula diz que Palocci mente.

Obituário – Helio Jaguaribe, sociólogo. Um dos mais importantes sociólogos do Brasil, que repensou o país, fundador do PSDB e membro da Academia Brasileira de Letras, Helio Jaguaribe morreu aos 95 anos.

PT tem de decidir hoje novo candidato a presidente. Após perder no TSE, partido vai ao STF pedir prazo maior para indicação; se não puder adiar, Haddad terá o nome confirmado.

Merval Pereira: Prazo se esgota com Haddad bem no Datafolha.

Bernardo Mello Franco: Facada não atingiu o eleitor.

Paulo Celso Pereira: Solidariedade não atenua rejeição

Editorial1: É claro que limites da Carta valem para os militares. São equivocadas declarações do general Mourão e do comandante do Exército que sinalizam rupturas.

Editorial2: Escândalo na Igreja expõe disputa entre reformistas e conservadores. Carta de arcebispo pede renúncia de Francisco e mobiliza ala contra modernização defendida pelo Papa.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Adversários retomam tom crítico a ideias de Bolsonaro. Ciro, Marina e Alckmin retomam críticas; em SP, Ibope mostra que agressão não favoreceu candidato do PSL. Os candidatos Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB), que disputam uma vaga no segundo turno da eleição, retomaram o tom crítico em relação às ideias e propostas de Jair Bolsonaro (PSL), que se recupera de ataque a faca sofrido em Juiz de Fora (MG). “O povo quer um governo que funcione, nós já temos problemas demais, não podemos ter presidente que seja mais um problema”, disse Alckmin. Pesquisa Ibope/Estado/ TV Globo realizada com eleitores paulistas indica que Bolsonaro tem 23% das intenções de voto, um ponto porcentual acima do resultado de 20 de agosto. O marqueteiro Arick Wierson, que ajudou a eleger Michael Bloomberg prefeito de Nova York, defende que o candidato abandone o discurso agressivo e escreva carta à Nação deixando claro que apoia a democracia, informa a coluna Direto da Fonte.

Agressor mostra lucidez, diz MP. A procuradora Zani Cajueiro, do MPF em Juiz de Fora (MG), afirmou que Adelio Bispo de Oliveira, preso pelo ataque a Jair Bolsonaro (PSL), mostrou “lucidez e coesão” em seu raciocínio durante audiência de custódia.

Skaf e Doria mantêm empate, diz pesquisa. Paulo Skaf (MDB) aparece com 22% das intenções de voto e João Doria (PSDB), com 21% na pesquisa Ibope/ Estado/TV Globo, divulgada ontem. O emedebista subiu quatro pontos em relação à última sondagem e o tucano ganhou um. A margem de erro é de três pontos porcentuais. Em um eventual segundo turno, Skaf venceria com 41% das intenções de voto, ante 32% de Doria.

Palocci diz que Lula atuava em pedido de propina. Em depoimento em junho ao Ministério Público Federal, o ex-ministro Antonio Palocci disse que o ex-presidente Lula agiu “diretamente” em pedido de propina relacionado à compra de caças suecos. O suposto acerto, segundo Palocci, envolveu autoridades francesas.

Áudio aponta suposto repasse a amigo de Temer. PF anexou na investigação que apontou indícios de prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por parte do presidente Michel Temer gravações que comprovariam a entrega de R$ 1,4 milhão ao coronel João Baptista Lima Filho.

Contratos intermitentes não decolam. Criado na reforma trabalhista, o contrato intermitente representa 5% dos postos criados de janeiro a julho – foram 3,4 mil vagas nessa modalidade em julho. Maneira de formalizar quem trabalha sob demanda ainda causa dúvidas.

Venezuela tem 3,7 milhões de famintos, diz ONU. Dados de agências da ONU apontam que a Venezuela, em crise, tem 3,7 milhões de pessoas passando fome. Em 2011, eram 900 mil. Governo Maduro faz ofensiva para desmentir que o país passe por crise humanitária.

Kassab vira réu em ação por suposto caixa 2.

Fazenda planeja pacote tributário pós-eleição.

Coluna do Estadão: Site barra vaquinhas a favor de esfaqueador. Em menos de quatro dias, desde que o presidenciável Jair Bolsonaro foi esfaqueado, 21 vaquinhas virtuais relacionadas ao agressor foram criadas em apenas um site de financiamento coletivo. Vinte delas destinadas em grande parte a ajudar Adelio Bispo de Oliveira a pagar seus advogados. Há quem tenha pedido dinheiro, até mesmo, para fazer uma estátua do agressor. Os sócios do site Vakinha, um dos maiores do gênero no País, bloquearam as campanhas com esse teor por “não estarem alinhadas com os termos de uso da página na internet”.

Coluna do Estadão: Ciro Gomes impressionou positivamente oficiais generais do Exército no debate Estadão/TV Gazeta no último domingo. Foi considerado assertivo e com conteúdo programático. Aliados de Marina Silva (Rede) avaliam que, depois do atentado a Bolsonaro, o eleitor pode ter interpretado que o capitão estaria fortalecido e migrado o voto útil da esquerda para Ciro Gomes. Creditam a essa avaliação a queda da candidata nas pesquisas.

Coluna do Estadão: A Segunda Turma do Supremo deve decidir hoje se condena ou absolve o senador Renan Calheiros (MDB-AL) na ação penal em que é acusado de desviar recursos públicos do Senado. Dos 5 ministros do colegiado, três votaram em 2016 contra o recebimento da denúncia – Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Renan nega as acusações.

Eliane Cantanhêde: Com Fernando Haddad assumindo a cabeça de chapa do PT, a eleição toma, finalmente, seu formato definitivo.

Ana Carla Abrão: Candidatos agora tentam atrair as mulheres. Pena que isso não se reflita em propostas concretas nos programas.

Editorial1: Defesa eloquente da democracia. Foi alvissareiro que o primeiro debate entre presidenciáveis após o atentado contra Jair Bolsonaro tenha sido com mais propostas e menos agressões pessoais.

Editorial2: Entraves para o novo governo. Presidente deverá encontrar um país com algum dinamismo apenas na agropecuária.

Editorial3: Pesadelo burocrático. No Norte do País, rodovia está sem asfalto há 17 anos por falta de regularização de licença ambiental.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Após ataque, Bolsonaro tem 24%, e quatro empatam em segundo lugar. Deputado tem maior rejeição e perde no segundo turno para Ciro, Marina e Alckmin, diz Datafolha; Haddad cresce no NE. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) oscilou dois pontos para cima na primeira pesquisa Datafolha para a Presidência depois do atentado a faca que sofreu em Juiz de Fora(MG), na quinta (6). O capitão reformado, que está internado em São Paulo, já liderava, com 22% das intenções de voto, no levantamento de 20 e 21 de agosto. Agora soma 24%. A margem de erro é de dois pontos. Marina Silva (Rede), antes isolada na segunda colocação, hoje está em empate técnico com três adversários: Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT). Ela tinha 16% e caiu para 11%. O pedetista saltou de 10% para 13%. O tucano oscilou de 9% para 10%, e Haddad, que deve substituir Lula como presidenciável petista, passou de 4% para 9%. Haddad ganhou votos principalmente no Nordeste (5% para 13%), no Sul (2% para 8%) e entre os mais pobres (3% para 10%). Alvaro Dias, Henrique Meirelles e João Amoêdo têm 3% cada um. Nas simulações de 2º turno, Bolsonaro perde de Ciro, Marina e Alckmin e empata com Haddad. O deputado é quem tem o maior índice de rejeição (43%), seguido por Marina (29%).

Usar foto de Moro é homenagem, diz Alvaro Dias. Em entrevista à Folha, UOL e SBT na série de sabatinas com os presidenciáveis, o candidato do Podemos afirmou não ter pedido autorização a Sergio Moro para utilizar a imagem do juiz federal em sua campanha.

Farmacêutica tenta barrar genérico da hepatite C no Brasil. A americana Gilead busca barrar a compra de genérico para hepatite C que geraria economia de R$ 1 bilhão ao governo. Pediu registro da patente do sofosbuvir no Brasil e espera decisão de instituto de propriedade industrial.

Morre o sociólogo e membro da ABL Helio Jaguaribe. Um dos principais expoentes do pensamento brasileiro na segunda metade do século 20, Helio Jaguaribe morreu no domingo, no Rio, aos 95, por falência múltipla dos órgãos. Dedicou- se a estudos sobre a sociedade brasileira, relações internacionais, economia e filosofia. (Poder A13)

Análise – Mauro Paulino e Alessandro Janoni: Deputado continua rejeitado por mais pobres e mulheres. O ataque contra Bolsonaro foi insuficiente para sensibilizar grupos de grande peso quantitativo. Ele segue reprovado por quase metade do segmento feminino e pela maior parte dos que têm renda familiar mensal de até 2 salários mínimos.

Editorial1: Após a facada. Bolsonaro se consolida na liderança, mas atentado não teve efeito expressivo, mostra o Datafolha

Editorial2: O exemplo da Suécia. Democratas, partido de origem neonazista, terá representação no Parlamento.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Salário mínimo é desafio para próximo presidente. Quem assumir a Presidência da República terá pela frente um desafio comparável, em termos políticos, ao da reforma da Previdência: propor ao Congresso uma nova política de correção para o salário mínimo.

Ataque tem pouco efeito no eleitorado. O ataque contra o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, teve pouco impacto nas intenções de voto do presidenciável, que viu sua rejeição aumentar, principalmente entre as mulheres, segundo Datafolha.

Divergências na campanha de Bolsonaro. O ataque a faca sofrido por Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, acentuou as divergências internas na campanha do presidenciável e expôs a indefinição sobre o rumo da candidatura.

Esforço conjunto. Presidente da Volkswagen na América do Sul, o argentino Pablo Di Si ainda avalia o impacto das taxas de exportação adotadas pelo governo de seu país, mas demonstra apoio às medidas anunciadas pelo presidente Mauricio Macri. Para ele, a sobrecarga será compensada pela desvalorização do peso.

Vem aí calmaria econômica, diz expert em ciclos. A economia mundial dá sinais de desaceleração no terceiro trimestre, o que poderá marcar o fim de um período de dois anos de expansão cada vez mais forte. “Não é uma recessão, apenas o vento vai bater um pouco mais devagar”, explica Vagner Ardeo, economista da Fundação Getúlio Vargas.

Eficiência, campo para startups. Achar o próximo grande sucesso empresarial semelhante ao Facebook tem sido o sonho dourado de investidores globais de startups na última década. No Brasil, os investimentos em startups podem ter ganhos maiores com apostas mais concretas do que com as que pretendem “mudar o mundo”, segundo gestores.

Descumprir promessa gera reparação. Prometer aumento salarial e promoções a funcionário e não cumprir o combinado pode gerar indenização por danos morais na Justiça do Trabalho. Nos casos em que há documentação comprovando a intenção não realizada, os juízes têm condenado empresas a reparar a frustração sofrida pelo empregado.

Brasil. Políticas públicas. Eleito enfrentará pressão fiscal para fixar reajuste do mínimo.

Regra que afeta renda de 26 milhões de brasileiros terá de ser revista no primeiro ano de mandato do próximo presidente.

Déficit hídrico vai acrescentar R$ 2,5 bi à tarifa. Nos 12 meses encerrados em julho, já são mais de R$ 20 bilhões em custos repassados integralmente aos consumidores cativos.

Após incêndio, Temer cria Agência Brasileira de Museus. Em nota, Sebrae contesta a cessão de parte de verbas para financiar nova agência.

Água e luz pesam mais na inadimplência de idoso.

34,3% têm dívidas com conta de água e energia, ante 19,4% da população em geral.

Eleições Comando da campanha de Bolsonaro diverge. Atentado acentuou as divisões na equipe que se mudou para o hospital em que o candidato está internado.

PF acredita em ação solitária de criminoso.

Para Marina, “melhor forma de se sentir seguro é não incitando ódio”.

Eleições Datafolha traz crescimento de Ciro e Haddad. Atentado e a propaganda na TV têm pouco efeito positivo para o líder Bolsonaro, cuja rejeição subiu.

Empresário candidato é o maior doador privado.

Ciro rompe trégua e critica Bolsonaro.

Para Alckmin, solidariedade e campanha são diferentes.

Ibope traz Skaf e Doria empatados em São Paulo.

Inquérito dos Portos deve ser prorrogado. Áudios sustentam tese da Polícia Federal sobre repasse de recursos ilícitos ao MDB.

Palocci e Jobim vão depor no processo da Operação Zelotes.

Palocci e Jobim vão depor no processo da Operação Zelotes.

Todos na caça aos votos de Lula.

Haddad tem 27 dias para repetir feito de mais de ano de Dilma.

Sem resposta do STF, Lula deve ser substituído hoje por Haddad. Lula envia bilhete afirmando que agirá “com responsabilidade”.

Editorial: Crescem as dificuldades para a campanha de Bolsonaro. Por ideologia, programas ou conveniências, os outros candidatos não têm motivos para poupar o belicoso Bolsonaro, suas propostas e suas provocações.

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