Eleição 2018, economia e governança são os temas das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE NACIONAL DE 21 DE AGOSTO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Sem Lula, Bolsonaro lidera corrida eleitoral. Na 1ª pesquisa Ibope para a Presidência após registro das candidaturas, Marina e Ciro têm empate técnico. A primeira pesquisa Ibope após o registro das candidaturas à Presidência mostra que, em cenário sem Lula (PT), Bolsonaro (PSL) lidera com 20% das intenções de voto, seguido por Marina (Rede) e Ciro (PDT), com 12% e 9%, respectivamente. Votos nulos, brancos e indecisos vão de 22% para 38% sem o ex-presidente, inelegível pela Lei da Ficha Limpa, na disputa. Alckmin (PSDB) aparece em quarto lugar, com 7%. Neste cenário, o Ibope considerou a candidatura de Haddad, registrado com o vice na chapa petista. Ele obteve 4% das intenções de voto, mas 13% disseram que votariam no ex-prefeito de São Paulo se Lula sair do páreo/

Rio registra empate triplo. O senador Romário (Podemos), com 14% das intenções de voto, o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) e o ex-governador Anthony Garotinho (PRP), ambos com 12%, estão empatados tecnicamente na disputa pelo governo do Rio, segundo a primeira pesquisa Ibope da campanha, que apontou desânimo do eleitorado fluminense. Uma em cada três pessoas disse que vai votar em branco ou nulo. Garotinho tem a maior taxa de rejeição, com 55%/

Flávio Bolsonaro, Cesar Maia, Lindbergh e Chico Alencar estão empatados na disputa pelo Senado, diz Ibope. Eles disputam as duas vagas para o Senado pelo Rio. Flávio Bolsonaro tem 15%, César Maia tem 13%, Lindbergh tem 13% e Chico Alencar tem 11%/

Líderes do centrão traem Alckmin e apoiam petistas em 4 estados/

Seis em dez pessoas já viram tiroteio no estado. Pesquisa do Ibope aponta que 60% dos entrevistados já presenciaram um tiroteio no Estado do Rio, e 65% já viram um assalto. Mais da metade das pessoas (55%) apoia a intervenção na segurança pública, que, ontem, teve dois militares mortos em operação no Alemão, na Maré e na Penha. Foram as primeiras baixas desde o início da intervenção/

10% recorrem ao STF contra fim do foro privilegiado. De 214 processos contra políticos enviados do Supremo para instâncias inferiores, em só 22 casos foram apresentados recursos/

Venezuela tem nova moeda, com cinco zeros a menos. Com inflação estimada em 1.000.000% para este ano, o governo da Venezuela lançou o bolívar soberano, com cinco zeros a menos e lastro na criptomoeda Petro, criada por Nicolás Maduro em fevereiro. Homens da Força Nacional chegaram ontem a Pacaraima (RO), na fronteira com a Venezuela, para regular fluxo de imigrantes/

Merval Pereira: PT ignorava comitê da ONU que defende Lula. Assim como hoje, chefiado pelo tucano Aloysio Nunes Ferreira, o Itamaraty no tempo de Lula ou Dilma afirmava que “as conclusões do comitê têm caráter de recomendação e não possuem efeito juridicamente vinculante”/

Ancelmo Gois: Desembargadora que difamou Marielle anuncia que está deixando as redes sociais. A desembargadora Marília de Castro Neves fez um post no Facebook avisando que está deixando as redes sociais, onde, disse, é perseguida por setores radicais da esquerda. A magistrada é aquela que, além de caluniar Marielle, ofendeu a professora Débora Seabra, portadora de Síndrome de Down/

Carlos Andreazza: Plano Haddad de revanche. Haddad tem ideias particulares muito elaboradas sobre o que seja democracia. Ele engana, mas é transparente. Convém estudar Fernando Haddad. As circunstâncias lhe são favoráveis. Sim, é verdade: poderia ser qualquer lulista, e o ungido avançaria ao segundo turno/

Bernardo Mello Franco: Três perguntas definirão rumos da eleição presidencial. Parece que a eleição ainda não começou. Esta é a impressão deixada pela nova pesquisa do Ibope sobre a corrida presidencial. Depois de dois debates e uma batelada de entrevistas na TV, os candidatos praticamente não se moveram. A exceção foi Lula, que avançou quatro pontos. Preso desde o início de abril, ele agora lidera com 37% das intenções de voto. Bolsonaro bateu no teto? A TV pode empurrar Alckmin até o segundo turno? Quantos votos Lula vai transferir para Haddad? Dessas respostas, depende o resultado da eleição/

Paulo Celso Pereira: Nada parece ter causado impacto no eleitor. Nunca houve algo parecido: a corrida presidencial de 2018 começa com um candidato preso e inelegível liderando as pesquisas, seguido por dois representantes de partidos nanicos. A pesquisa Ibope é o retrato da indefinição que domina a disputa deste ano, na qual ao menos cinco nomes parecem ter chances de estar no segundo turno/

Berenice Seara: Candidatos no Rio terão de convencer o eleitor a votar. Aviso aos candidatos a governador do Rio: um em cada três eleitores do estado considera que nenhum dos 12 é digno de receber o seu voto. Na primeira pesquisa Ibope depois do registro das candidaturas na Justiça Eleitoral, 35% dos entrevistados declaram que pretendem votar em branco ou nulo quando outubro chegar/

Marina e Bolsonaro rebatem declarações de FH em entrevista. Para candidato do PSL, PSDB e PT são ‘farinha do mesmo saco’; ex-senadora faz crítica à aliança de tucanos com centrão e diz que ‘excesso de malignidade’ provoca crise atual do país/

Editorial1: Letalidade em operações expõe a população. Estratégia de confronto não tem conseguido reduzir índices de criminalidade no Estado do Rio/

Editorial2: Crise humanitária de venezuelanos exige acolhimento, não xenofobia. Governos federal e locais nas áreas de fronteira precisam dialogar para organizar o abrigo de refugiados.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Bolsonaro se isola na liderança; Marina e Ciro disputam 2º lugar. No início da campanha, deputado tem 20% no cenário sem Lula, seguido por Marina (12%), Ciro (9%) e Alckmin (7%). A primeira pesquisa Ibope/Estado/ TV Globo após o início oficial da campanha eleitoral mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) na liderança da corrida presidencial com 20% das intenções de voto, no cenário em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não é apresentado aos eleitores. A seguir vêm Marina Silva (Rede), com 12%, Ciro Gomes (PDT), com 9%, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 7%. Como a margem de erro é de 2 pontos porcentuais, Marina e Ciro estão tecnicamente empatados, assim como o tucano está empatado com Ciro. No cenário em que Lula é incluído, o ex-presidente aparece em primeiro, com 37%. Bolsonaro cai para o segundo lugar, com 18%. Em manifestação enviada ontem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques, disse que Lula – preso e condenado na Lava Jato – “está inelegível”. Quando o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é apresentado na pesquisa como candidato do PT, ele tem 4% das intenções de voto. Alvaro Dias (Podemos) aparece com 3%, em situação de empate técnico com o petista/

Apoio a Bolsonaro é maior entre homens. Eleitorado masculino do candidato do PSL é mais do que o dobro do feminino; adesão sobe à medida que aumentam renda e escolaridade/

Doria e Skaf estão empatados em SP. Em São Paulo, os candidatos João Doria (PSDB), com 20%, e Paulo Skaf (MDB), com 18%, estão empatados tecnicamente, segundo a pesquisa Ibope/Estado/TV Globo/

Cresce pressão pelo bloqueio da fronteira de RR. Após conflitos entre brasileiros e venezuelanos, o governo está sendo pressionado pelo fechamento da fronteira de Roraima. O senador Romero Jucá (MDB-RR), que tenta a reeleição, pediu o bloqueio e vai propor “cotas” para refugiados/

Coluna do Estadão: Direção da Câmara dá ultimato a Maluf. O comando da Câmara dos Deputados deu um ultimato para o deputado Paulo Maluf (PP-SP). Ele tem até amanhã para renunciar ou terá o mandato cassado. Em maio do ano passado, o Supremo condenou Maluf a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão por lavagem de dinheiro e determinou que a Mesa Diretora da Câmara decrete a perda do mandato. A decisão ainda não foi tomada porque há divergência. Uma ala defende que o plenário deve decidir sobre a cassação e não a direção. Outra acha que isso seria descumprir a determinação judicial/

Coluna do Estadão: Candidatos dizem que a divulgação pela imprensa de que o fundo eleitoral é bilionário inflacionou as campanhas. Os cabos eleitorais estariam cobrando mais caro achando que está chovendo dinheiro, quando a verba diminuiu com a proibição de doações empresariais/

Coluna do Estadão: O Centrão pressionou o presidenciável Geraldo Alckmin a reagir rapidamente para desmentir a versão do próprio presidente Michel Temer de que ele é o candidato do governo. Alegam que desfazer esse “mal-entendido” é caso de “vida ou morte” para sua campanha/

Coluna do Estadão: Advogados eleitorais calculam que a ação da campanha de Henrique Meirelles (MDB) que pode tirar aliados do tucano Geraldo Alckmin e parte do seu tempo de TV deve ser julgada depois de o programa eleitoral ter começado/

Rio lidera perda de postos de trabalho/

Militares morrem em conflito no Rio. Militares trocam tiros com traficantes no Morro do Alemão, no Rio, durante a megaoperação de ontem nas favelas do Alemão, Maré e Penha. A ação envolveu 4 mil homens e deixou 13 mortos, entre eles o cabo Fabiano de Oliveira Santos e o soldado João Viktor da Silva, do 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista/

Pacote do chavismo enfrenta protestos. No primeiro dia do pacote econômico da Venezuela, com circulação da nova moeda, o bolívar soberano, o país teve lojas fechadas. Protestos estão marcados para hoje/

Vera Magalhães: Resiliência de Bolsonaro é a primeira pedra no sapato da repetição da polarização PT-PSDB/

Eliane Cantanhêde: Ciro, Marina e Dias podem virar cabos eleitorais de um segundo turno entre PT e Bolsonaro/

Editorial1: O preço da procrastinação. Há reformas cuja oportunidade está passando e que, mais tarde, serão feitas provavelmente em circunstâncias piores. É o caso da reforma da Previdência/

Editorial2: O problema dos refugiados. A tensão entre a população de Roraima e refugiados venezuelanos mostra a necessidade de medidas urgentes/

Editorial3: Devagar, mas no rumo certo. O Brasil continua produzindo mais que no ano passado, apesar de alguns tropeços, e essa é a melhor notícia trazida pelo Monitor do PIB, um indicador elaborado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo os novos dados, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 3,3% em junho, depois de um tombo de 2,6% no mês anterior. No segundo trimestre superou por 0,3% o volume contabilizado no primeiro e por 1,2% o calculado para o período de abril a junho de 2017.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: 3 em 4 congressistas tentam renovar mandato na eleição. Apesar de desgaste de políticos, índice é maior do que o registrado em 2014. Mesmo com o desgaste na imagem dos políticos, três de cada quatro deputados e senadores serão candidatos à reeleição neste ano. Levantamento da Folha aponta que 77% dos legisladores federais tentarão se manter em atividade no Congresso, o que diminui a chance de uma renovação. Em relação a 2014, passaram de 387 para 407 os deputados que tentarão a reeleição, um aumento de 5%. A alta é maior entre os senadores que almejam continuar na função. Há oito anos, quando dois terços das vagas foram renovados, 29 disputaram. Agora serão 32, um crescimento de 10%. Entre os parlamentares que abriram mão da reeleição, a maioria deles disputará outros cargos, como de governador e presidente, o que reduz para 7% o índice dos que não concorrerão a nenhum mandato público. Ao todo, apenas 41 congressistas não estarão nas cédulas em outubro. Para analista político da Universidade de Brasília, o sistema político do país tem sido moldado para assegurar a perpetuação no poder. “Criaram barreiras para a renovação, como o fundo eleitoral, que ficou concentrado na mão dos caciques dos partidos”, afirma Antonio Testa/

Morre aos 61 Otavio Frias Filho, diretor de Redação da Folha. Jornalista, dramaturgo e ensaísta, que modernizou o jornalismo brasileiro e comandou a Folha por 34 anos, foi vítima de câncer/

Painel: Planalto critica ofensiva de Meirelles sobre Alckmin e diz que ação foi à revelia de Temer/

Vice de Bolsonaro recebe, em evento, presidente do Tribunal que condenou Lula/

Sobrenome desaparece em jingle de irmão de Geddel, Lúcio Vieira Lima/

Filha de Eduardo Cunha contesta candidatura de Dilma na Justiça/

Alckmin estreia site que defende esforço conciliatório pela democracia/

Minha tentação é fechar agências reguladoras, diz Ciro/

Marina reforça agenda feminina ao visitar Maria da Penha, em Fortaleza/

Voluntários de Bolsonaro espalham ‘Bolsa Palavra’ para vender candidato/

STF dá aval a delação que mira tucano Pedro Taques, governador de MT/

No RS, Sartori enfrenta antigos aliados e tradição de não reeleição/

Campanhas contra venezuelanos são infladas por boatos. Campanhas antivenezuelanos em Roraima, como as que desencadearam conflitos entre imigrantes e brasileiros no sábado (18), foram alimentadas por boatos espalhados em redes sociais e exacerbadas pela entrada de refugiados no estado menos populoso do país/

Coca-Cola pode interromper a produção na Zona Franca. A Coca-Cola ameaça interromper a produção na Zona Franca de Manaus se o presidente Michel Temer (MDB) não devolver ao segmento benefícios que tinham antes da paralisação dos caminhoneiros. Se o pedido não for aceito, a empresa diz que pode desviar a produção para país com incentivos fiscais, como a Colômbia, e o Brasil teria de importar refrigerante/

Rio tem primeiras mortes de militares em intervenção. Em dia violento, dois militares morreram baleados em grande operação nos complexos de favelas do Alemão, da Penha e da Maré. São os primeiros militares mortos desde fevereiro, início da intervenção. Cinco suspeitos morreram na ação/

Editorial1: O velho, de novo. Cenário eleitoral mostra descompasso entre desejo de renovação e força de nomes tradicionais/

Editorial2: Sem brilho nos olhos. Brasil claudica no objetivo de despertar a ambição de seus jovens.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Empresários pedem Estado enxuto e eficaz. O próximo presidente da República deve privilegiar, em primeiro lugar, a reorganização das contas públicas, com redução do tamanho do Estado e busca por maior eficiência, segundo empresários e executivos que participaram ontem do lançamento e da premiação do anuário ” Valor 1000″, em São Paulo/

Campeã. David Feffer, presidente do conselho da Suzano, empresa campeã do ‘Valor 1000’: “Diminuir os entraves ao desenvolvimento deve ser a prioridade do novo presidente do país”

Máquina de Vendas conclui reestruturação. A Máquina de Vendas, dona da rede Ricardo Eletro, conclui nesta semana sua reestruturação. A gestora de private equity Starboard, que fica com 72,5% do capital, busca um CEO/

Liderança de Lula turva cenário. O eleitor sinaliza claramente que não aceitou bem a prisão do ex-presidente Lula. Embora há mais de quatro meses preso, sua presença nas pesquisas é como um campo magnético que interfere na onda eleitoral

Clima ajuda safra de café a bater recorde. Cafeicultores, exportadores e indústrias ouvidos pelo Valor são unânimes em confirmar que a qualidade dos cafés colhidos nesta temporada também é a melhor já vista em muitas safras/

Ainda na espera. A Samarco caminha para recuperar áreas afetadas pelo desastre de 2015, mas dificilmente voltará a operar no ano que vem, diz Bryan Quinn, da BHP, sócia da empresa em conjunto com a Vale/

‘Pacote’ de Maduro será inócuo, dizem economistas. A Venezuela coloca em vigor hoje uma série de medidas econômicas, como o novo bolívar soberano e o aumento de impostos. Apesar de o governo alardear o pacote como solução para acabar com a hiperinflação e recuperar a economia, especialistas afirmam que as medidas serão inócuas/

TJ-SP derruba seguro de implicado na Lava-Jato. O voto de um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo em um processo sobre arbitragem deixou em alerta empresas que contratam o seguro de responsabilidade civil, conhecido como D&O (“Directors and Officers”), em situações que envolvem corrupção/

Premiação Equilíbrio fiscal deve ser prioridade zero, avaliam empresários. Empresários defendem Estado mais enxuto e eficiente, com ajuste das contas públicas; maioria defende ação intensa no sentido de aprovar reformas/

STF prorroga suspensão de multa por greve de caminhoneiro. Alexandre Moraes nega possibilidade de que punições sejam perdoadas/

PT e Bolsonaro se fortalecem em pesquisa do Ibope para a Presidência. Desafio para os petistas será de transferir votos de Lula, em um cenário sem o ex-presidente/

A cartada final de Geraldo Alckmin. O embate na segunda etapa da campanha será entre a TV de Alckmin e as redes sociais de Bolsonaro/

Representações contra candidatura Lula têm parecer favorável. Petições alegam que petista foi condenado em segunda instância, o que o impede de entrar na disputa/

DEM tenta voltar a ser um partido de grande porte. Sigla quase se extinguiu durante era Lula, mas retoma fôlego na região Sudeste, onde jamais ganhou/

Editorial: Reforma tributária sai da gaveta e volta ao debate. Reforma ressurge como promessa de simplificar a tributação e abrir espaço para o crescimento econômico.

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