Eleição 2018 é tema único das manchetes dos jornais

Eleição 2018 é tema único das manchetes dos jornais. Ciro domina as manchetes da grande mídia: Ciro se lança à esquerda, mostram O Globo e a Folha de São Paulo; acordo Alckmin-Centrão tem primeiro atrito com Solidariedade;

SINOPSE NACIONAL DE 21 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS    :

Manchete e destaques do jornal O Globo  : Ciro se lança com ênfase à esquerda. Em evento que formalizou sua candidatura à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes reforçou sua posição à esquerda e se colocou como opção aos simpatizantes do ex-presidente Lula. Em discurso, ele evitou temas polêmicos, mas atacou a “agiotagem oficial protegida pelo governo” e afirmou que os mais ricos e o governo têm que contribuir mais, e não os pobres. O desafio de Ciro é buscar alianças, depois que o centrão fechou apoio a Geraldo Alckmin, do PSDB/

Acordo com centrão não é regra nos estados. PSDB e partidos do bloco serão adversários pelo menos em Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Sergipe/

PT lança eixos de programa de governo para o Planalto. Texto divulgado ontem fala em reformas do sistema bancário e de Justiça/

Crivella exonera ocupantes de 60 cargos. Objetivo da mudança seria punir vereadores que votaram a favor da abertura do processo de afastamento/

Ex-governador Puccineli volta a ser preso por desvio em MS. PF afirma que JBS pagou propina por benefícios fiscais no estado/

Criação de emprego formal trava em junho. Resultado do Caged foi o pior para o mês em 2 anos. Números negativos refletem a piora do nível de confiança; indústria e comércio fecharam 21 mil postos cada. Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) revelaram, ontem, que a criação de empregos formais travou no país em junho. O resultado, muito abaixo das expectativas do mercado, indicou que o Brasil perdeu 661 postos de trabalho, o pior desempenho para um mês de junho em dois anos. Indústria e comércio perderam 21 mil postos cada. Segundo economistas, os números negativos refletem a piora do nível de confiança dos empresários, sobretudo após a má condução, pelo governo, da greve dos caminhoneiros/

WhatsApp age para restringir fake news. O WhatsApp decidiu limitar a 20 o número de encaminhamentos que o usuário pode dar, simultaneamente, a um conteúdo, seja texto ou imagem. A ação tem o objetivo de restringir a difusão de boatos e fake news/

Contas do setor público têm melhora. Puxado pelo desempenho econômico melhor que o esperado de estatais, estados e municípios, o governo estima que entregará as contas públicas este ano R$ 14 bilhões acima da meta estabelecida/

Gesto criticado. O presidenciável Jair Bolsonaro ensina criança a imitar arma com a mão. Cena sofreu duras críticas/

O último índio da tribo. Imagens revelam sobrevivente que vive isolado há 23 anos. A divulgação pela Funai, via Facebook, de um vídeo com raras imagens do último integrante de um povo que vivia na Terra Indígena Tanaru, em Rondônia, jogou nova luz sobre a história do único sobrevivente de um massacre feito por grileiros. Desde 1995, ele vive isolado na área demarcada de 80 quilômetros quadrados sem nunca ter entrado em contato com os agentes que o monitoram. Pouco se sabe sobre o “índio do buraco” com idade estimada de 55 anos/

Corrupção do Judiciário causa revolta no Peru/

Secretário municipal de Saúde deixa cargo/

Fernando Gabeira: Livrai-nos de tanta loucura. No Brasil, Congresso decide quebrar o país, em meio à crise; nos EUA, Trump critica aliados europeus e se põe aos pés de um líder autoritário/

Editorial1: A espúria negociação de uma aliança. O candidato Geraldo Alckmin ganhou a corrida para obter apoio do centrão, mas precisa revelar o que foi negociado e não pode ter medo de ir contra a demagogia/

Editorial2: Legislação urbana não pode servir à milícia. Sabe-se que negócios imobiliários ilegais são importante fonte de renda para as quadrilhas. Portanto, prefeitura e Câmara precisam ter mais responsabilidade com o Rio.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo  :  Taxa sindical cria atrito entre Alckmin e aliado do Centrão. Solidariedade queria compromisso pela volta da cobrança; tucano disse que não mexerá na reforma trabalhista. O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, descartou a possibilidade de o acordo eleitoral com o Centrão incluir a revisão de pontos da reforma trabalhista. Ontem, o Solidariedade, do deputado Paulinho da Força (SP), pressionava por uma alternativa à extinção do imposto sindical. Alckmin, porém, foi categórico: “Não vamos revogar nenhum dos principais pontos da reforma trabalhista. Não há plano de trazer de volta a contribuição sindical”, escreveu em uma rede social. O Centrão é formado também por DEM, PP, PR e PRB. Majoritariamente pró-Ciro Gomes (PDT), o Solidariedade queria que no acordo com Alckmin fosse discutida, com apoio das demais legendas, uma compensação ao desconto obrigatório de um dia de trabalho dos empregados. Com a negativa do tucano, dirigentes da Força Sindical não descartam a possibilidade da retomada de conversas com Ciro/

João Domingos: A jogada do Centrão. Alckmin ganhou, mas quem mais lucrou foi o Centrão, que soube esperar a melhor hora para se apresentar e negociou da presidência da Câmara a eleições estaduais/

Confirmado candidato, Ciro ataca ‘baronato’ em convenção. Ciro Gomes foi confirmado ontem, em convenção, candidato do PDT à Presidência da República. Um dia após ser preterido pelos partidos do Centrão, ele fez discurso com críticas ao mercado financeiro, a quem chamou de “baronato”, como nas eleições de 2002. “Essa gente quebrou o nosso País a pretexto de austeridade”, disse. Apesar do tom, Ciro tentou se mostrar como um nome de conciliação/

Coluna do Estadão: Aliados de Bolsonaro veem erro de generais. Especialistas em definir estratégias, os principais generais da reserva que atuam no jogo eleitoral estão sendo cobrados pelos apoiadores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). A crítica é que um erro tático dos oficiais deixou o candidato “na mão” no momento em que mais precisava. Com a recusa do PR de indicar o vice, Bolsonaro buscou os generais Augusto Heleno ( PRP) e Hamilton Mourão (PRTB). Mas, em março, os dois não se filiaram ao PSL, desconsiderando que suas legendas barrariam uma aliança com a candidatura do ex-capitão/

Coluna do Estadão: Vai tu mesma. Bolsonaro já fala agora em Janaina Paschoal (PSL) como vice. Os aliados dizem que a jurista vai ajudá-lo a enfrentar as acusações de machismo. A escolha, porém, é apenas pela falta de alianças/

Apreensão de cocaína em portos é a maior em 10 anos. Neste ano, a PF e a Receita Federal já apreenderam 13,8 toneladas de cocaína em contêineres ou navios nos portos do País, o que dá uma média de 66 quilos por dia – maior volume em dez anos. Só no Porto de Santos, o maior do Brasil, foram encontradas 10,1 toneladas da droga, ante 1,4 tonelada registrada em 2015. O número de apreensões também cresceu nos portos do Rio e de Paranaguá, no Paraná/

Número de presos deve dobrar até 2025. A população carcerária deve passar de 726,7 mil para 1,47 milhão até 2025, segundo estudo do Ministério da Segurança, que projeta gastos de R$ 25 bilhões pelos próximos sete anos. País é o terceiro no mundo em número de detentos/

‘Já cheguei a encher mochila de dinheiro’. Alvo da PF em investigação que apura desvios do Rodoanel Norte, Pedro Alcântara Brandão Filho, motorista do ex-diretor da Dersa Pedro da Silva, afirmou ao Estado que depositava “altos valores” em espécie a pedido do ex-chefe. “Já enchi mochila de dinheiro.” A defesa de Silva nega as acusações/

Trump teve diálogo sobre modelo gravado. Dois meses antes da eleição de 2016, o advogado Michael Cohen gravou em segredo discussão com Donald Trump, seu cliente, sobre pagamentos a uma ex-modelo que afirma ter tido um caso com o então candidato. O áudio está com o FBI. Trump alegava que essas notícias eram falsas/

Impasse no frete atrasa entrega de insumos. Produtores enfrentam atrasos na entrega de adubos e insumos, reflexo do impasse criado pelo tabelamento do frete, o que pode comprometer a produtividade do agronegócio. Também a venda futura de soja para as tradings, que serve como financiamento para o setor, está parada/

Editorial1: Uma ode à estupidez. É inconcebível que no rol de desafios da Nação esteja a volta de problemas com os quais já tivemos de lidar no passado, como a morte de crianças por sarampo, por exemplo/

Editorial2: A militância partidária. A política depende dos partidos. Não há democracia sem uma vida partidária vibrante/

Editorial3: O recuo da ANP. Com o anúncio, na quinta-feira passada, de que desistiu de fixar periodicidade para os reajustes dos preços de combustíveis, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) retirou do cenário um dos elementos a que as autoridades tinham recorrido para agradar aos caminhoneiros, mas que perturbavam o livre funcionamento do mercado.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo  : Ciro acena à esquerda ao se lançar candidato ao Planalto. Pedetista busca atrair PSB, PC do B e empresariado e diz que nunca quis ser’anjo’. No lançamento de sua candidatura à Presidência, ontem, em Brasília, Ciro Gomes (PDT) fez um discurso com acenos ao empresariado e principalmente aos partidos de esquerda. Ele buscou romper o isolamento em que esteve nos últimos dias. Rechaçado por empresários e com dificuldades para fechar alianças, Ciro convocou “todas as forças políticas que tenham espírito público” para mudar o Brasil. Mirava PSB e PC do B. Na véspera, o centrão optara por Geraldo Alekmin (PSDB). Se não conseguir alianças, Ciro terá só 33 segundos na TV no período de campanha. O pedetista disse que as mudanças no país não serão feitas só pela classe trabalhadora, mas tambémpor quem está na indústria, na produção e no comércio. Criticado pelo estilo verborrágico, Ciro admitiu que nunca pretendeu “ser um anjo”. “Não sou imune a erros”, afirmou ele, que destacou a geração de empregos como prioridade. “São 207 milhões de pessoas que temos que vestir e empregar.”/

Estados podem ser entrave à aliança entre PSDB e centrão. Para consolidar a aliança nacional em torno do tucano Geraldo Alekmin na eleição presidencial, PSDB e centrão terão que acertar ponteiros nos estados. Atualmente, o PSDB enfrenta diretamente partidos do bloco em ao menos nove unidades da Federação. Tucanos defendem que Alekmin apare as arestas regionais/

Painel. Gesto do centrão a Alckmin faz até nomes do MDB apostarem em crítica ao fisiologismo/

Ciro faz aceno à esquerda e ao empresariado para tentar romper isolamento/

Demétrio Magnoli: No fundo, a esquerda diz o mesmo que a direita, mas o faz com um sorriso no rosto/

Opinião. Com debate político morno, convenção do PDT vira palco para índios e regionalismos/

Caciques do centrão são alvo de ao menos 13 inquéritos/

Com Doria, Alckmin dá largada simbólica a campanha e prega conciliação nacional/

PSC oficializa Paulo Rabello de Castro para concorrer à Presidência/

Imagem de Bolsonaro ensinando menina a imitar arma é criticada por presidenciáveis/

Programa de governo do PT prevê reforma do Judiciário e sistema bancário/

Ministro do STJ nega pedido para Lula dar entrevistas na prisão/

PSOL lança Guilherme Boulos e sonha liderar a esquerda/

E agora, Brasil? transporte urbano. Falta de planejamento torna capitais símbolos de trânsito caótico, transporte coletivo lotado e longos deslocamentos para o trabalho/

Resultado negativo em junho frustra retomada do emprego. Pela primeira vez no ano, demissões superaram contratações no mercado formal em junho. 0 corte frustrou a expectativa de recuperação do emprego em 2018. O saldo do cadastro de empregados e desempregados ficou negativo em 661 vagas. Desde 2002, ele só não tinha sido positivo no mês em 2015 e 20l6/

Crianças separadas na fronteira dos EUA apresentam traumas. Crianças imigrantes que passaram por abrigos depois de serem separadas dos pais na fronteira entre EUA e México apresentaram alterações de comportamento. Elas incluem recusa a seguir regras e apatia. Segundo a Academia Americana de Pediatria, a separação pode causar “traumas irreparáveis” nas crianças/

Ana Esteia S. Pinto: Evento foi ocasião para o registro de cenas de campanha. A convenção que oficializou a candidatura de Ciro Gomes virou ocasião oportuna para gravação de cenas de campanha eleitoral. Cinegrafistas, fotógrafos e até um pequeno drone, que precisou se livrar da companhia de dois urubus, registravam tudo/

Veja como estão as coligações a 78 dias das eleições/

Interior de SP sofre com falta de soro antiescorpiônico/

Editorial1: Eleições. O peso do centrão. Apoio esperado de partidos fisiológicos dará alento à candidatura de Geraldo Alckmin/

Editorial2: Israel. Estado de discórdia. Lei aprovada por Parlamento israelense desestimula esforços por uma melhor convivência.

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