Eleição 2018 é tema único das manchetes dos grandes jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE NACIONAL DE 08 DE OUTUBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Bolsonaro e Haddad no 2º turno. Primeiro em quase todas as regiões, candidato do PSL volta a questionar urnas eletrônicas. Petista fala em ‘unir os democratas do Brasil’ e fará visita a Lula na cadeia hoje. Terceiro colocado, Ciro se posiciona: ‘Ele não, sem dúvida’. Alckmin e Marina adiam definição. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, venceu o primeiro turno com 46% dos votos válidos, 18 milhões de votos a mais que o segundo colocado, Fernando Haddad (PT), que obteve 29%. Os dois se enfrentarão no segundo turno, no próximo dia 28. Bolsonaro chegou em primeiro em todas as regiões, menos no Nordeste. Terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT) não anunciou apoio no segundo turno, mas foi taxativo: “Ele não, sem dúvida”. Geraldo Alckmin colheu o pior resultado do PSDB em eleições presidenciais, com menos de 5%. Marina Silva (Rede) terminou em oitavo lugar. Bolsonaro voltou a questionar as urnas eletrônicas, atribuindo a “problemas” do sistema o fato de não ter vencido a eleição já ontem. “Devemos continuar mobilizados, não podemos nos recolher”, disse o capitão, prevendo um segundo turno difícil. Haddad agradeceu a Lula, a quem visitará hoje na prisão em Curitiba, e falou em “unir os democratas do Brasil”. “Vamos para o campo democrático com uma única arma: o argumento. Não portamos armas”, disse o petista.

Onda bolsonarista redesenha a política. A onda bolsonarista provocou reviravoltas em todo o país. Antipetismo, desgaste dos partidos tradicionais e a força do conservadorismo no mundo explicam o fenômeno, que, para analistas, marca o fim de uma época. Candidatos a governador que colaram a imagem à de Jair Bolsonaro superaram expectativas, como Wilson Witzel (PSC), no Rio, e Romeu Zema (Novo), em Minas. O PSL fez a maior bancada da Alerj, com 13 deputados, inclusive o mais votado, Rodrigo Amorim, que arrancou da rua a placa com o nome da vereadora Marielle.

Witzel surpreende e disputa governo do Rio com Paes. Estreante, ex-juiz começou a campanha com 1%.Em arrancada surpreendente, impulsionada após a declaração de apoio a Bolsonaro, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) vai disputar o segundo turno para o governo do Rio com Eduardo Paes (DEM). Ele obteve 41% dos votos válidos, ante 19% do ex-prefeito. Estreante em eleição, Witzel começou a campanha com 1% dos votos. O ex-jogador Romário (Podemos) acabou em quarto, ficando atrás de Tarcísio Motta (PSOL), outro que cresceu na reta final.

Caciques saem do Senado; na Câmara, PT e PSL têm as maiores bancadas.

Boatos sobre funcionamento da urna invadem redes sociais e aplicativos.

Doria faz segundo turno com França, que supera Skaf por pequena margem (PÁGINA 21)

MERVAL PEREIRA: Tarefa de Haddad é mais difícil que a de Aécio em 2014.

FERNANDO GABEIRA: Precisamos navegar com cuidado.

BERNARDO MELLO FRANCO: Petista disputará como azarão.

MÍRIAM LEITÃO: Ganhará quem se movimentar melhor ao centro.

LAURO JARDIM: Capitão contraria máxima de que a economia decide.

FLÁVIA OLIVEIRA: Com a democracia blindada, é hora de debater projetos.

ASCÂNIO SELEME: PT terá de fazer ampla revisão de ideias.

Editorial: SEGUNDO TURNO PRECISA DISCUTIR, ENFIM, PROGRAMAS. Depois das eleições de 2016, PT continua a pagar um preço pela corrupção e a ruína econômica.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Bolsonaro, com 46%, e Haddad, com 29%, disputam o segundo turno. CANDIDATO DO PSL VENCE EM 16 ESTADOS E NO DF. PETISTA FICA EM PRIMEIRO NO NORDESTE. BOLSONARO DIZ QUE ‘SEM PROBLEMAS NAS URNAS’ JÁ SERIA PRESIDENTE. HADDAD AGRADECE A LULA E ACENA A CIRO, MARINA E BOULOS. A disputa pela Presidência da República será decidida no segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Após se consolidar no eleitorado antipetista e atrair desiludidos com a política, o capitão reformado do Exército obteve 46,04% dos votos válidos (49,27 milhões) e venceu em 16 Estados e no Distrito Federal. Haddad conseguiu 29,27% dos votos válidos (31,32 milhões) e evitou que a disputa acabasse no primeiro turno com ajuda do Nordeste. Bolsonaro questionou o resultado e disse que vai ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Se tivéssemos confiança no voto eletrônico, já teríamos o nome do futuro presidente decidido no dia de hoje”, afirmou. Em discurso à noite, Haddad agradeceu ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e acenou para Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL). Pela primeira vez desde 1994, o PSDB ficou fora da disputa do segundo turno contra o PT.

França tira Skaf e vai enfrentar Doria em SP. Grande surpresa na eleição, o governador Márcio França (PSB) ultrapassou Paulo Skaf (MDB), que aparecia como segundo colocado nas pesquisas, e vai disputar o governo de São Paulo com o ex-prefeito João Doria (PSDB). Há 16 anos não se via segundo turno no Estado.

Treze governadores são eleitos no 1º turno. MDB e PT foram os grandes derrotados nas eleições estaduais. Partidos como Novo, PSC e PSL conseguiram colocar no segundo turno candidatos em Estados como Minas Gerais, Rio e Santa Catarina.

Dilma Rousseff perde vaga no Senado por MG

Filho de Bolsonaro é o deputado mais votado

Major Olímpio e Mara Gabrilli batem Suplicy

No Rio, ex-juiz Witzel surpreende e lidera

Disputa será entre Zema e Anastasia em Minas

Eunício, Jucá e Lobão ficam fora do Senado

Renan Calheiros garante novo mandato em Alagoas

Aécio é vaiado ao votar, mas se elege deputado

A campanha, que deveria servir para iluminar um pouco mais as propostas em jogo, provavelmente servirá para aumentar os antagonismos, as indefinições e as confusões que garantiram a passagem de Bolsonaro e Haddad para o segundo turno. Resta esperar que eleitores e candidatos entendam, em algum momento, que não é possível governar com base no rancor.

Aliados de Bolsonaro avançam no Congresso. O PSL, que elegeu apenas um deputado em 2014, passará a ter a 2.ª maior bancada da Câmara. Foram 51 cadeiras conquistadas, sendo 12 delas no Rio, reduto eleitoral de Bolsonaro. O partido só terá menos deputados que o PT, dono de 57 vagas.

Vera Magalhães: O Nordeste que garantiu a vitória a Dilma Rousseff em 2014 também assegurou a ocorrência de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad.

Eliane Cantanhêde: O PSDB sai da eleição profundamente derrotado, sem lideranças e com uma dúvida atroz: tem ou não condições de sobreviver?

Editorial1: Uma escolha muito difícil. A campanha, que deveria servir para iluminar um pouco mais as propostas em jogo, provavelmente servirá para aumentar os antagonismos, as indefinições e as confusões que garantiram a passagem de Bolsonaro e Haddad para o segundo turno

Editorial2: O consumidor ainda inseguro. Desemprego, dívidas e muita insegurança continuam travando a recuperação dos gastos familiares, mas há sinais de melhora.

Editorial3: Previdência e governabilidade. É perturbador que um dos mais graves problemas com os quais o próximo presidente da República terá de lidar não tenha sido tratado às claras.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Onda de direita. Com 46%, Bolsonaro encara Haddad no 2º turno; novatos conservadores derrubam velhos caciques. Na corrida presidencial mais incomum desde a redemocratização, os paulistas Jair Messias Bolsonaro, 63, e Fernando Haddad, 55, irão ao segundo turno e se enfrentarão nas urnas em 28 de outubro. Com 98,9% das urnas apuradas, o deputado pelo PSL fluminense tinha 46,3% dos votos (48.967.306), ante 29% dos votos (30.643.141) do ex-prefeito petista de São Paulo. A onda de direita impulsionada pelo capitão reformado do Exército nos últimos dias não foi suficiente para que Bolsonaro finalizasse o pleito já neste domingo (7). Vários candidatos a cargos majoritários e ao Legislativo associados ao seu nome, 110 entanto, tiveram desempenho superior ao projetado. Haddad passou para a segunda fase amparado principalmente pelos votos do Nordeste, região onde segue forte a influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu mentor, preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro. Expoentes do partido de esquerda, como Dilma Rousseff e Eduardo Suplicy, foram rejeitados ontem pelas urnas. Ciro Gomes (PDT), que vendeu-se como alternativa à polarização antibolsonarismo x antipetismo, ficou em terceiro lugar, com 12,5%. Geraldo Alckmin (4,8%) personifica a crise de seu partido, o PSDB, que venceu ou esteve 110 segundo turno de todas as corridas presidenciais desde 1994 e agora termina em quarto. Já Marina Silva (1% ) , terceira colocado nos pleitos de 2010 e 2014, sai da disputa como nanica, atrás de João Amoêdo (2,6% ) , Cabo Daciolo ( 1,3% ) e Henrique Meirelles (1,2% ) .

PSL conquista quase todos os redutos tucanos e bate recordes. Puxado por Jair Bolsonaro, o PSL conquistou 98,7% dos municípios dominados pelo PSDB desde 2006. A sigla emplacou Major Olímpio como senador por SR a reeleição do deputado federal Eduardo Bolsonaro e Janaina Paschoal como deputada estadual mais votada da história.

França enfrentará Doria em SP no 2º turno, projeta Datafolha. O atual governador de São Paulo, Márcio França (PSB), tentará se reeleger contra João Doria (PSDB), segundo projeção do Datafolha. Atrás nas pesquisas até sábado (6), França superava o emedebista Paulo Skaf (21,5% contra 21,1% dos votos válidos) com 98% das umas apuradas.

Bruno Garschagen: Bolsonaro atende a demanda reprimida da sociedade brasileira.

Vinícius Mota: Operação Lava Jato varreu quase tudo que achou pelo caminho.

Marcus André Melo: PT e PSDB foram os grandes perdedores da mudança em jogo.

Celso Rocha de Barros: PT tem a chance de encerrar crise que ajudou a começar.

Editorial1: Brasil à direita. Com espantoso impulso na reta final, Bolsonaro chega ao segundo turno em ampla vantagem.

Novo comércio. Entendimento entre EUA, México e Canadá para preservar acordo é um alívio.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Bolsonaro surfa onda conservadora. A onda conservadora que deu ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) 46% dos votos e o levou ao segundo turno com Fernando Haddad (PT) não se refletiu apenas na votação presidencial. Manifestou-se também no desempenho surpreendente dos candidatos do PSL e daqueles que apoiaram Bolsonaro nas disputas estaduais e para o Congresso.

Avanço da direita radical é caso inédito. O quadro político que sai das urnas não caracteriza apenas uma onda de direita. Ganha protagonismo uma direita radical, que pode ter impacto continental como em poucos casos no mundo.

Resultado deve agradar o mercado. A vantagem de Jair Bolsonaro no 1º turno da eleição, maior que a prevista nas pesquisas, deve manter o clima de euforia no setor financeiro. A tendência é que o mercado trabalhe agora com chance entre 80% e 85% de o candidato do PSL ser eleito.

Renovação no Senado afasta velhos nomes. A insatisfação com os políticos teve grande impacto na disputa para o Senado, que na próxima legislatura não terá a presença de vários nomes tradicionais, inclusive seu atual presidente, Eunício Oliveira (MDB-CE).

Votação de filho de Bolsonaro é a maior da história. Puxado pela candidatura presidencial do pai, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se tornou o candidato à Câmara mais votado da história, com mais de 1,8 milhão de votos. Dos 50 deputados mais votados, sete são do PSL, o que deve ajudar o partido a ter grande bancada na Casa.

Viradas surpreendem em S. Paulo, Rio e Minas. Em uma virada que não chegou a ser detectada pelos institutos de pesquisa, o atual governador do Estado de São Paulo, Márcio França (PSB), superou por cerca de 70 mil votos o presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), e vai disputar o segundo turno da eleição, contra o ex-prefeito da capital João Doria (PSDB).

Contas públicas.  Situação de estatais é desafio para próxima equipe econômica. Técnicos veem risco de empresas como Correios e Infraero demandarem recursos do Tesouro.

Indústria alemã espera política econômica ‘sem experimentações’ no país. Na Europa, analistas preveem prazo curto para ajustes.

Com alta de combustíveis, risco de IPCA acima da meta entra no radar.

Analistas consideram que resultado final da eleição presidencial pode influenciar a pressão de preços neste trimestre fina.

Economia não replica “transição” histórica. Brasil passa pela mais importante transição política desde a redemocratização, mas a economia ainda calcula perdas com a recessão

Candidato do PSL vence em 17 Estados; petista, em 9.

Resultado no Brasil poderá ter impacto em todo o continente.

Quebrando cabeças. Vai vencer quem for capaz de convencer de que é o mal menor.

Agenda. Programas econômicos também refletem uma polarização de ideias.

Eleições. As engrenagens que deram mais um mandato a Maia. Presidente da Câmara teve um quarto da votação do “Negão do Bolsonaro”.

Rosa Weber se diz preocupada com contestação do PSL.

Eleições. Avanço de Bolsonaro deve gerar euforia hoje no mercado. Segundo gestores, um cenário de vitória de Bolsonaro justificaria um ganho adicional do Ibovespa de, no mínimo, 9%.

Crescimento da direita é destaque na mídia internacional.

Moro é aplaudido ao votar em Curitiba.

Candidato do PSL é o mais votado pelos brasileiros que vivem fora do país.

Eleições. Bolsonaro questiona resultado eleitoral. Presidenciável do PSL contesta 2°turno contra Haddad.

Eleições. Haddad faz apelo para que democratas se unam. Petista inicia ponte com Ciro, Boulos e Marina; coordenação política e área digital sofrerão mudanças.

Eleições. Ciro sinaliza com apoio a Haddad no 2° turno. Pedetista teve candidatura sabotada por Lula desde o início.

Eleições. Disputa nos Estados deve aproximar o PSDB de Bolsonaro. Após derrota de Geraldo Alckmin na eleição presidencial, partido deve reforçar guinada ao centro-direita para tentar eleger governadores.

FHC critica extremismo.

Marina perde 21 milhões de votos e sai enfraquecida.

Eleições. Amoêdo surpreende e fica em 5º lugar em sua estreia. Presidenciável do Novo supera Marina e Henrique Meirelles.

Meirelles fica independente enquanto avalia programas.

Eleições. Falta de segurança define escolhas na periferia paulistana. Capitão reformado do Exército ganha voto de mulheres de menor renda preocupadas com segurança, defesa da “família tradicional” e de valores cristãos.

Classe média alta vota “útil” para derrotar o PT.

Nos cultos, evangélicos pedem apoio a Bolsonaro.

Eleições. Empresários aderem à onda antipetista. Maioria afirma, nos bastidores, que vantagem de Bolsonaro ajudará na recuperação da economia.

Eleições. Nomes tradicionais não se elegem para o Senado. MDB, líder até então, perderá grande parte de sua bancada.

Filho de Bolsonaro é o deputado mais votado da história.

Eleições. Sete governadores se reelegem no 1ºturno, seis no Nordeste. Quadros mudam em alguns Estados para 2º turno e quinhão de cada partido deve se alterar bastante em 2019

Nas redes sociais, segurança das urnas vira novela.

Eleições. Em SP, França surpreende e fará 2º turno com Doria. Pessebista arrancou a cerca de duas semanas da eleição.

Ratinho Jr derrota atual governadora do PR no 1º turno.

Bolsonarista enfrentará PSD em Santa Catarina.

Eleições. Força de Bolsonaro vira a disputa no Rio. Com mais de 41% dos votos, estreante Wilson Witzel garante vaga no 2º turno com Eduardo Paes.

Casagrande leva governo do Espírito Santo em 1º turno, após quatro anos.

Resultados do RS mostram desgaste do PT e influência bolsonarista.

Eleições. Em MG, Zema sai na frente e vai disputar com Anastasia. Terceiro nas pesquisas, candidato do Novo surpreende.

Estreante Ibaneis e Rollemberg vão ao 2º turno no DF.

Caiado, do DEM, é eleito em Goiás.

Eleições. Depois de 20 anos, PT perde poder no Acre no primeiro turno. Desejo de mudança abre espaço para ascensão de oligarquias tradicionais no Estado.

Helder vai disputar 2º turno com Miranda no PA.

No Amazonas, Lima e Amazonino dividem liderança.

Eleições Flávio Dino, do PCdoB, é reeleito no Maranhão. Em segundo lugar, ex-governadora Roseana Sarney (MDB) teve 29,07%.

Expedito Junior e Marcos Rocha vão para o 2º turno em RO.

Waldez Goés (PDT) enfrentará João Capiberibe (PSB) no Amapá.

Roraima vai escolher entre Antonio Denarium (PSL) e José Anchieta (PSDB).

Eleições. Oposição fraca faz Camilo Santana ser reeleito no Ceará. Com ampla vantagem, candidato do PT consolida liderança apontada no início da campanha.

Tucano e juiz vão ao 2º turno em MS.

Belivaldo surpreende e disputa com Valadares em Sergipe.

Eleições. Rui Costa ganha novo mandato na Bahia. Governador liderou a preferência durante todo o período eleitoral e obteve mais de 75% dos votos.

PT e PDT enfrentam-se em 2º turno potiguar.

Carlesse é reeleito no Tocantins em 1º turno.

Mauro Mendes, do DEM, vence em Mato Grosso.

Eleições. Em apuração tensa no Recife, Câmara derrota Monteiro. Governador que comanda Pernambuco há 12 anos apoia Haddad na eleição do segundo turno para a Presidência da República.

Voto casado dá vitória a família Calheiros em AL.

No Piauí, governador do PT é reeleito pela 4ª vez.

Editorial. Bolsonaro e Haddad vão ao 2º turno em busca do centro. O debate de ideias substantivas será profícuo para os eleitores, que foram até agora mal servidos delas.

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