Eleição 2018 é o tema único das manchetes dos grandes jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE NACIONAL DE 03 DE OUTUBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Bolsonaro conquista votos em redutos do lulismo e do PT. Candidato do PSL ganhou 6 pontos entre eleitores mais pobres e no Nordeste, diz Ibope. Jair Bolsonaro (PSL) ampliou sua vantagem na corrida presidencial ao crescer nos redutos do lulismo e do PT, ganhando seis pontos no Nordeste e entre o eleitorado que recebe até um salário mínimo, segundo o Ibope. A subida de Bolsonaro também entre as mulheres sugere que ele está conseguindo mobilizar o sentimento antipetista para tentar conter o efeito das manifestações contra ele no fim de semana. Para Ciro Gomes (PDT), os atos de protesto foram “um grosseiro equívoco”. Ontem, o Datafolha também apontou crescimento de Bolsonaro, que aparece com 32%, ante 21% de Fernando Haddad (PT). A rejeição ao petista chegou a 41%; a do rival é de 45%.

Cenário eleitoral faz dólar cair 2,51% e Bolsa subir 3,78%. O dólar fechou a R$ 3,935 (queda de 2,51%) e o Ibovespa avançou 3,78%, refletindo o ânimo do mercado com a nova pesquisa Ibope, que apontou Jair Bolsonaro (PSL) abrindo dez pontos sobre Fernando Haddad (PT) na disputa presidencial. Papéis do “kit eleições”, ações de estatais e bancos, puxaram a alta.

Merval Pereira: ‘Excesso de provas’ agora pode ser útil.

Elio Gaspari: Moro ofendeu a neutralidade da Justiça. MÍRIAM LEITÃO: PF tem que ir além na delação de Palocci

Bernardo Mello Franco: Ordem no PT é descer do salto.

Queda de preço leva setor imobiliário a ensaiar retomada. Com o preço dos imóveis na Zona Sul do Rio em queda de quase 25% ante junho de 2015, época de maior valorização, o setor imobiliário ensaia recuperação. De janeiro a junho, o número de transações naquela região subiu 75%, e incorporadoras retomam lançamentos.

Prefeitura corta R$ 730 milhões da saúde em 2019. Os gastos da saúde caíram de R$ 6,01 bilhões para R$ 5,28 bilhões na proposta orçamentária da prefeitura para 2019. Já as despesas com pessoal do município passam de R$ 17,2 bilhões para R$ 18,2 bilhões. O secretário Paulo Messina diz que é um “freio de arrumação”.

Editorial1: Lewandowski e Moro avançam o sinal. Liberação de entrevista de Lula e divulgação de depoimento de Palocci atestam objetivos eleitorais.

Editorial2: Trump tem razão em reclamar do Brasil no comércio exterior. Com uma das economias mais fechadas do mundo, o país é mesmo um parceiro problemático.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: A 5 dias da eleição, Alckmin perde aliados para Bolsonaro. Parlamentares e militantes de partidos ligados ao tucano manifestam publicamente apoio ao candidato do PSL. Aliados de Geraldo Alckmin (PSDB) passaram a manifestar apoio – explícito ou velado – à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas de intenção de voto na disputa pelo Planalto. A cinco dias do primeiro turno das eleições, a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) declarou oficialmente apoio ao deputado. A responsável pela adesão foi a deputada Tereza Cristina (DEM-MS). Na Câmara, a bancada ligada à agropecuária reúne pelo menos 214 parlamentares, sendo 43% deles de partidos coligados à candidatura do tucano. Em vídeos que circulam nas redes sociais, candidatos do PSDB nos Estados apareceram ao lado de militantes da campanha de Bolsonaro. Em Franca (SP), um apoiador pede voto para o presidenciável do PSL ao lado de João Doria, candidato ao governo paulista pelo PSDB. Alckmin criticou a FPA. Disse que deputados e senadores da frente não foram consultados e que a manifestação “foi até desrespeitosa”. “Eu também sou agricultor e não fui consultado”, afirmou.

Bolsa sobe, dólar cai. O avanço de Bolsonaro e a estagnação de Haddad fizeram a Bolsa subir 3,80% e passar dos 81,6 mil pontos. O dólar recuou a R$ 3,93, cotação mais baixa em um mês e meio.

Campanha discute parcelamento de 13°. Um interlocutor de Jair Bolsonaro (PSL) diz que não há discussão na campanha para acabar com o 13.° salário, mas sim para parcelar seu pagamento durante os 12 meses do ano, informa a Coluna do Estadão.

Delação de Palocci vira arma contra Haddad. O depoimento do ex-ministro Antonio Palocci à Polícia Federal, relatando o suposto elo dos governos Lula e Dilma com corrupção na Petrobrás, virou arma de adversários de Fernando Haddad (PT). Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que a delação terá impacto já no primeiro turno e mostrou trechos da delação em seu programa do horário eleitoral. Questionado se o depoimento de Palocci poderia ajudá-lo a chegar ao segundo turno, Ciro Gomes (PDT) disse que “não consegue ficar alegre com isso”.

Petista muda estratégia. Fernando Haddad (PT) partiu para o ataque a Jair Bolsonaro (PSL), diante do temor de derrota no primeiro turno. “Parte expressiva da elite brasileira abandonou a social-democracia pelo fascismo”, disse.

Empresários do Sul tentam influenciar voto de funcionários. Depois de dois grandes empresários do Sul tentarem mobilizar funcionários em favor de Jair Bolsonaro (PSL), o Ministério Público do Trabalho disse que a iniciativa é ilegal. Dono da rede de lojas Havan afirmou que demitirá 15 mil se Bolsonaro perder. Supermercadista de rede com unidades em SC e no PR faz campanha pelo WhatsApp.

Vera Magalhães: Profecia autorrealizável? Bolsonaro intensifica discurso pela vitória já no domingo. Adversários se mostram como baratas tontas diante do bonde do capitão.

Doria e gestão tucana são alvo em debate .

No sentido horário, Jair Bolsonaro (PSL) se recupera em casa, na Barra; Fernando Haddad (PT), também no Rio; Geraldo Alckmin (PSDB), no bairro paulistano de Perus, e Ciro Gomes (PDT), em São Caetano do Sul: candidatos intensificam campanha.

Venezuelanos deixam Brasil, mas dizem que vão voltar. Imigrantes pretendem usar o acordo de repatriação fechado entre o presidente venezuelano Nicolás Maduro e a governadora de Roraima, Suely Campos (PP), para visitar parentes na Venezuela e depois retornar ao Brasil. Cerca de 800 venezuelanos entram no Estado todos os dias.

Trump atuou em esquema de sonegação com o pai, diz jornal. O jornal The New York Times afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, e os irmãos teriam ajudado o pai a sonegar milhões em impostos. Com base em documentos do patriarca Fred Trump, o jornal estima que  esquema tenha rendido US$ 413 milhões ao republicano.

Editorial1: A disposição da atual gestão de entregar ao próximo presidente os dados para que ele saiba onde está pisando desmoraliza qualquer tentativa de alegar desconhecimento sobre a situação do País.

Editorial2: Protecionismo de lá e de cá. Com ou sem Trump, que tal uma revisão da política brasileira de comércio?

Editorial3: O BC e o risco da tempestade. Quadro político só deve estar mais claro pouco antes da próxima reunião do Copom.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Com voto feminino, Bolsonaro cresce; rejeição a Haddad sobe. Deputado, que ganhou 6 pontos entre as mulheres, tem 32%, diz Datafolha; Haddad oscila para 21%. Líder na corrida presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) ampliou a vantagem sobre os rivais ao ganhar apoio nos segmentos em que enfrenta maior rejeição: as mulheres, os mais jovens e os eleitores do Nordeste. É o que mostra pesquisa Datafolha. O deputado, que somava 28% das intenções de voto no levantamento anterior, está agora com 32%. Seu mais próximo perseguidor continua a ser Fernando Haddad, que oscilou de 22% para 21%. A rejeição ao petista disparou. Foi de 32% a 41%. A preferência das mulheres — que correspondem a 52,5% do total do eleitorado — por Bolsonaro saltou de 21% para 27% mesmo após, sob liderança feminina, milhares terem protestado no país contra o capitão reformado no sábado (29). Já entre os homens, a alta foi de um ponto (37% a 38%).

Na pesquisa, Ciro Gomes (PDT), com 11%, está empatado tecnicamente com Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 9%. Nos cenários de 2o. turno, Ciro é o único a bater Bolsonaro. (Eleições 2018 / Pág. A4)

Mauro Paulino e Alessandro Janoni. Candidato precisa de 45% do total para vencer no lo. turno (Pág. A6)

Maioria quer Lula condenado e preso, aponta pesquisa (Eleições 2018 / Pág. A6)

Candidatas a vice elogiam banco de tempo em debate. Novidade no debate de Folha, UOL e SBT com candidatas a vice, o banco de tempo foi elogiado por Manuela DÁvila (PC do B), vice de Haddad (PT); Kátia Abreu, vice de Ciro (ambos do PDT); e Ana Amélia (PP), vice de Alckmin (PSDB). Cada uma tinha ao todo 22 minutos para falar. O PT foi o principal alvo no encontro. (Pág. A14)

Resistência de generais é vencida por Bolsonaro (Pág. A10)

Conheça os candidatos Boulos e Meirelles (Pág. A12)

Ruy Castro: Com esse cenário, passei a olhar guias de viagem ( Opinião A2)

Prefeitura de SP quer retomar obras paradas de 12 CEUs. A Prefeitura de São Paulo vai recuperar as obras de 12 CEUs (Centros de Educação Unificadas) paradas nas gestões Haddad (PT) e Doria (PSDB). A retomada, prevista para a próxima semana, representará investimento de R$ 456 milhões. (Cotidiano B1)

Bolsa dispara e dólar recua com influência de pesquisa. No dia seguinte à pesquisa Ibope que mostrou crescimento do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) para 31%, a Bolsa teve a maior alta diária desde novembro de 2016, e o dólar caiu. O mercado considera o deputado um candidato mais inclinado que Fernando Haddad (PT) a promover as reformas necessárias para a recuperação da economia. (Mercado / Pág. 1)

EUA passam a negar visto a companheiro de diplomata gay. Os EUA passaram a negar, desde ontem, vistos diplomáticos a parceiros homossexuais de diplomatas e funcionários da ONU. Os que já estão no país devem se casar até 1° de janeiro ou achar outra forma de regularizar a situação. Para associações de direitos humanos e de pessoas LGBT, a decisão é preconceituosa. (Mundo A16)

Maior pagamento a térmicas fará a conta de luz subir.

Editorial1: Fantasmas petistas. Datafolha mostra avanço de Bolsonaro e disparada da rejeição a Haddad.

Editorial2: Universidades sob lupa. RUF suscita indagações sobre a qualidade e a serventia de estatísticas de ensino superior.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Avanço de Bolsonaro faz bolsa subir e valoriza real. O mercado financeiro embarcou em uma onda de euforia motivada pela ampliação da vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT) na pesquisa Ibope divulgada na segunda-feira à noite.

Definição em 11 Estados deve ser no domingo. As pesquisas mais recentes para as eleições estaduais e no Distrito Federal mostram 11 disputas, do total de 27, com grande possibilidade de conclusão já no domingo, no 1º turno.

Disputa irracional. Aos 87 anos, o historiador e cientista político Boris Fausto acompanha com preocupação a campanha eleitoral e “uma tendência autoritária de direita” nunca vista com tal força no país.

PSL e PT se consolidam na liderança da campanha. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) cresceu na pesquisa realizada e divulgada ontem mesmo pelo Datafolha, ao obter 32% das intenções de voto. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que havia subido 6 pontos percentuais entre os dois levantamentos anteriores, parou de crescer.

Executivos da Hypera cogitam acordo de delação premiada. Enquanto a Hypera Pharma avança em uma investigação interna para apurar supostas irregularidades que levaram à Operação Tira-Teima, seu controlador, João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, e o presidente afastado, Claudio Bergamo, mantêm posição diferentes entre si sobre a possibilidade de delação premiada.

Tarifas e barreiras técnicas explicam queixas de Trump. Tarifas de importação brasileiras consideradas altas em produtos industriais, barreiras técnicas para venda de equipamentos de telecomunicações e falta de transparência em processos aduaneiros estão entre as queixas recentes da Casa Branca ou de empresas americanas.

Plano de CEO da Qualicorp era criar operadora. O fundador e presidente da Qualicorp, José Seripieri Filho, pretendia deixar a empresa para desenvolver uma operadora de planos de saúde. Ele usaria como base a Gama, rede de prestadores de serviços da Qualicorp.

Comércio Exterior Exportador dos EUA critica Brasil por barreira tarifária. Relatório do USTR reporta altas tarifas de importação aplicadas pelo Brasil e seus sócios do Mercosul, especialmente sobre produtos industriais.

Presidentes não podem agir como tiranos. A queda de Dilma deixou para os futuros presidentes a lição de que, mesmo eleito, não é possível conduzir o país de forma personalista.

Núcleo duro de Bolsonaro é iniciante na política. Nenhum dos “doze apóstolos do Messias” foi eleito para cargo no Executivo e não há mulheres no grupo.

Alckmin assiste à deserção de ruralistas e tucanos. Estacionado nas pesquisas, tucano vê aliados acenarem a Bolsonaro.

Editorial: Trump agora insinua uma ofensiva contra o Brasil. É possível que Trump, com seus rompantes, venha a retaliar sob qualquer pretexto as exportações brasileiras.

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