Eleição 2018 é o tema maior das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Eleição 2018 é o tema maior das manchetes dos jornais. Nova pesquisa Datafolha mostra avanço de Bolsonaro, consolidação de Haddad na vice-liderança e aponta para segundo turno na eleição presidencial

SINOPSE NACIONAL DE 05 DE OUTUBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Bolsonaro vai a 39% dos votos válidos; Haddad tem 25%. Rejeição ao nome do PSL é de 45%, enquanto 40% descartam votar no petista. Na penúltima pesquisa Datafolha antes do primeiro turno da eleição, o candidato Jair Bolsonaro cresceu três pontos percentuais, atingindo 35% da preferência, ou 39% dos votos válidos (excluídos os em branco ou nulos). Fernando Haddad (PT) oscilou positivamente um ponto, dentro da margem de erro, para 22%, ou 25% dos votos válidos. A rejeição a ambos os candidatos continua alta: 45% dos eleitores dizem que não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum. Em relação ao petista, o índice é de 40% (antes era de 41%).

‘Desinteresse foi revertido’, diz diretora do Ibope. Diretora executiva do Ibope, Márcia Cavallari se diz surpresa com a acentuada queda no índice de desinteresse do eleitor, em relação ao início das pesquisas. Ela ressalta a importância das redes sociais e afirma ser pouco provável que a eleição presidencial acabe no primeiro turno, mas não impossível.

Análise. Em debate, candidatos atacam Bolsonaro; Haddad dobra aposta em agenda da esquerda. Encontro promovido pela TV Globo reuniu Haddad, Ciro, Alckmin, Marina, Meirelles, Álvaro Dias e Boulos. Presidenciável do PSL não compareceu.

Empresas são alvo de 121 denúncias de coação eleitoral. Levantamento do Ministério Público do Trabalho nacional mostra que, nos últimos quatro dias, foram registradas 121 queixas contra pelo menos 23 empresas por trabalhadores que sofrem pressão, de patrões ou chefes, para direcionamento do voto. O Sul tem o maior número de denúncias.

Ex-secretário acusa Paes de receber propina. A três dias das eleições, o ex-secretário de Obras Alexandre Pinto acusou o ex-prefeito Eduardo Paes de receber propina. Paes nega. Procuradores pedem nova condenação de Lula. Os procuradores da Lava-Jato pediram ao juiz Sergio Moro, ontem, a 72 horas da eleição, nova condenação do ex-presidente Lula.

MERVAL PEREIRA: PSDB, PT e o risco de destino semelhante.

MÍRIAM LEITÃO: Bancadas médias e menos partidos no Congresso. Qualquer que seja o resultado da eleição, o próximo Congresso terá menos partidos, e as bancadas das grandes siglas devem encolher. Haverá mais bancadas médias. Isso é resultado da cláusula de desempenho que levará algumas legendas a definharem mesmo que consigam eleger parlamentares, porque a partir do ano que vem ficarão sem recursos eleitorais: dinheiro e tempo de TV. LETÍCIA SANDER: Onda surfada por Bolsonaro ganha cada vez mais força.

FLÁVIA OLIVEIRA: O país em plena disputa sobre o que será no futuro.

Royalties devem gerar arrecadação recorde em 2019.

Preservar florestas é uma emergência, alertam especialistas.

Editorial1: O que sinalizam altas taxas de rejeição. Sistema partidário é pouco representativo, e a renovação dos políticos esbarra na legislação.

Editorial2: Prefeito corta na saúde, mas acena com reajuste para o funcionalismo. Redução do Programa Saúde da Família, de atendimento básico, pode custar caro futuramente.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Em debate final, Bolsonaro e Haddad viram alvo de ataques. Candidato do PSL não compareceu, alegando recomendação médica; petista foi questionado sobre corrupção. No último debate entre os presidenciáveis antes da votação em primeiro turno, promovido pela Rede Globo, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas de intenção de voto, foi alvo de críticas contundentes dos participantes por ter se ausentado do encontro, alegando recomendação médica. O petista Fernando Haddad, segundo colocado nas sondagens eleitorais, foi constantemente confrontado pelas denúncias de corrupção durante as gestões de seu partido no Planalto. Mais uma vez, os candidatos que ocupam posições intermediárias nas pesquisas, como Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), tentaram se colocar como alternativa à polarização entre os líderes. Ciro disse que há risco de um novo impeachment em caso de vitória do candidato do PT ou do PSL. Além das críticas pela ausência, Bolsonaro foi tratado pelos adversários como um risco à democracia. Haddad também foi questionado sobre a crise econômica deixada pelas gestões petistas.

Informação falsa no Twitter. Seguidores de Bolsonaro são os que compartilham maior número de fontes de informação falsa ou de baixa qualidade no Twitter, diz pesquisa. Em seguida estão apoiadores de Haddad.

Bolsonaro dá ‘parabéns’ a Palocci. Em entrevista à TV Record, exibida simultaneamente ao debate, Bolsonaro atacou o PT e disse que o ex-ministro Antonio Palocci merece “parabéns” por ter delatado esquema de corrupção à Polícia Federal.

General cuida de plano de candidato para infraestrutura. Ex-chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército, o general Oswaldo de Jesus Ferreira coordena o plano de Jair Bolsonaro para infraestrutura. A lista de prioridades da eventual gestão prevê que as concessões sejam aceleradas e intensificadas. O projeto de privatização da Eletrobrás seria mantido, mas a Petrobrás e “tudo o que for estratégico” seguiriam sob a tutela do governo. Na Amazônia, estudos de hidrelétricas que foram arquivados, como as usinas no Tapajós, seriam retomados.

Clima de eleição não toma as ruas. Cabo eleitoral tenta distribuir material de campanha na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo; driblar a resistência dos eleitores e enfrentar a falta de paciência em relação à política tem sido um desafio para militantes. Para analistas ouvidos pelo Estado, esse comportamento é sintoma da desilusão dos brasileiros em relação às eleições.

Candidato do PSL amplia vantagem. Datafolha mostra que Jair Bolsonaro (PSL) avançou para 35% das intenções de voto. Fernando Haddad (PT) foi de 21% para 22%.

Eliane Cantanhêde: Perfil de eleitores mostra o antagonismo. Bolsonaro reina entre mais ricos e escolarizados. Haddad, entre mais pobres e sem instrução.

Fernando Gabeira: É essencial que a política externa seja compreendida como algo nacional e não definido por uma visão partidária.

Em SP, Haddad desistiu de mudar Previdência Staff de Lula ‘cola’ no presidenciável do PT

Família de bicheiro apoia filho de Bolsonaro.

Reajuste de servidores vai custar R$ 15 bi. O governo terá gasto extra de R$ 15 bilhões em 2019 para bancar reajustes salariais de servidores já aprovados pelo Congresso. O adiamento do reajuste de carreiras do Executivo para 2020, como quer a União, pode proporcionar uma economia de R$ 4,7 bilhões.

Atraso em oferta de remédio afeta 312 mil.

Editorial1: O ajuste fiscal e a falácia petista. Não condiz com a realidade a afirmação de que o ajuste fiscal deveria ser abandonado em prol da continuidade de programas sociais

Editorial2: Manter o papel da OMC. Crise diplomática, provocada por Trump, ameaça a sobrevivência da organização

Editorial3: Da marola ao maremoto do PT. Se algo sobrou depois do PT, foi porque faltou tempo para devastação mais completa.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Em alta, Bolsonaro tem 39% dos válidos, contra 25% de Haddad. líderes continuam empatados no 2º turno, diz Datafolha; 45% rejeitam deputado, e 40%, petista. A três dias do 1º turno da eleição, Jair Bolsonaro (PSL) ampliou sua vantagem sobre os adversários, diz pesquisa Datafolha. Ele tem 39% dos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos. O deputado está a 11 pontos percentuais de vencer a corrida presidencial sem a necessidade de um segundo turno. Fernando Haddad (PT) continua em segundo, com 25% dos votos válidos. Considerando os votos totais, o capitão reformado é o único com trajetória de alta. Ele subiu sete pontos percentuais (28% para 35%) em menos de uma semana. A margem de erro é de dois pontos. Nas simulações de 2º turno, Bolsonaro empata tecnicamente com Haddad e com Geraldo Alckmin (PSDB), e perde de Ciro Gomes (PDT), que contabiliza hoje 13% dos votos válidos no 1º turno. A rejeição ao deputado continua em 45%, e 40% não votariam de jeito nenhum em Haddad.

Aprovação à democracia, de 69%, é a maior da história.

Mauro Paulino e Alessandro Janoni: Cenário está favorável a variações na reta final, mais do que em 2014. Projeção do Datafolha sobre transferência de votos mostra que Jair Bolsonaro (PSL) chegaria à véspera do primeiro turno com 42% dos votos válidos e precisaria de sete ou oito pontos para fechar já a disputa.

Marcelo Coelho: Censura só pode ser resolvida pelo STF. Como em toda censura prévia, pressupõe-se o que o censurado irá dizer. O partido Novo imagina que a Folha irá sugerir que Lula disputa a eleição e também pressupõe efeito futuro, sobre o leitor, do que seria publicado.

Eleições 2018. Para Delfim, Bolsonaro e PT são autoritários

Ter poupado deputado foi falha, avaliam petistas

Assembleia de SP aprova 70% de leis do governo

Agenda do país envelhece, dizem economistas

França reduz a diferença para Doria e Skaf em SP. Márcio França (PSB) manteve a trajetória ascendente iniciada há um mês e reduziu a distância para João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) na corrida em SP. Pesquisa Datafolha mostra o atual governador com 16%. Doria soma 26%, e Skaf, 22%. Dos votos válidos, o tucano tem 32%, o emedebista, 27%, e França, 19%.

Russos tentaram influir nas eleições brasileiras. Empresa de cibersegurança que trabalha com o governo americano detectou a atividade de hackers e diz que ela ainda está em curso. Em geral, eles usaram redes sociais para insuflar debates.

Alemanha tira Brasil do radar de investimentos. Executivos de grandes companhias alemãs que atuam no Brasil dizem que a piora no ambiente de negócios está levando as matrizes a mirar mais a Ásia do que o país.

Editorial1: Melhor em 2 turnos. Nova rodada de votação se mostra essencial para o escrutínio dos candidatos

Editorial2: EUA. O caso Kavanaugh. Fato evidencia uma inflexão na maneira como americanos enxergam denúncias de agressão sexual.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: País vai à batalha dos extremos. Cerca de 147 milhões de brasileiros estão habilitados a votar no domingo. Será a eleição dos extremos. Dividida em dois polos, a campanha do provável segundo turno tem tudo para se transformar numa guerra de rejeições. Do voto contra o PT e contra Bolsonaro.

Bolsonaro amplia a liderança. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) manteve a curva ascendente nas intenções de voto e registrou 35% das preferências na pesquisa Datafolha divulgada ontem pela TV Globo e pela “Folha de S. Paulo”, variando 3 pontos percentuais, acima da margem de erro de 2 pontos.

São Paulo tem empate entre PSDB e MDB. Com o capital político arranhado pelo descumprimento da promessa de não deixar a prefeitura da capital, o tucano João Doria deve enfrentar o segundo turno com o presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf (MDB). Seria a primeira disputa de segundo turno desde 2002.

Candidato do PSL continua a dominar as redes. Às vésperas da eleição, o apoio a Jair Bolsonaro cresceu nas redes sociais, enquanto as referências positivas a Fernando Haddad despencaram. Ciro Gomes também cresceu em apoio, se consolidando como principal alternativa à polarização entre PT e PSL, mostra levantamento da consultoria.

Italac negocia a compra da Líder Alimentos. Maior empresa de lácteos de capital nacional, a Goiasminas – dona da marca Italac – está negociando a compra do laticínio Líder Alimentos, controlado pela ARC Medical Logística, segundo fontes do setor

Pimco vê disputa com cautela e põe reformas em dúvida. A Pimco, uma das maiores gestoras do mundo, com US$ 1,7 trilhão sob administração, adotou postura cautelosa sobre o Brasil. Para a gestora, os principais candidatos à Presidência despertam dúvidas.

Previsão de alta dos juros nos EUA derruba bolsas de valores. As bolsas de valores viveram ontem dia de forte queda nos principais mercados. As moedas de países emergentes voltaram a perder valor ante o dólar e os preços das commodities recuaram.

Peso para de perder valor ante dólar. Após sofrer forte desvalorização ao longo do ano, o peso argentino caiu mais 9,45% em relação ao dólar entre segunda e quarta-feira. O movimento ocorreu devido à nova política do banco central, de intervir no mercado toda vez que a cotação do dólar fica abaixo de 34 pesos ou acima de 44 pesos.

Adiado leilão da Norte-Sul e aeroportos. É cada vez mais remota a possibilidade de o governo conseguir cumprir seu cronograma e realizar os leilões da ferrovia Norte-Sul e de 12 aeroportos neste ano. Leilões de ferrovia e de aeroportos só saem em 2019. Recomendações do Tribunal de Contas para alterar estudos da ferrovia Norte-Sul frustra técnicos do governo.

Sabotado por Lula, Ciro é peça chave no 2º turno. Se tiver segundo turno, candidato apoia Haddad, mas sem subir no palanque. Mangabeira Unger defende “apoio condicionado”.

Isolado, Alckmin assiste ao naufrágio da moderação. Tucano esperava triunfar com equilíbrio e alianças, mas pode protagonizar a pior derrota do PSDB. Nova geração de tucanos deve ganhar força após pleito

Eleições, mercado e democracia. Combinação factível que pode estabilizar o Brasil é aquela que encontre o mínimo denominador comum entre mercado e democracia.

Marina perde cacife político e sai de disputa menor do que entrou.

Amoêdo surpreende e chega ao 1º turno empatado com Marina. Candidato do Novo conquista fatia de eleitorado antipetista insatisfeita com políticos tradicionais.

Eleições. Hegemonia paulista do PSDB é ameaçada. Com rejeição elevada, Doria terá disputa acirrada no segundo turno; França desponta na reta final.

Richa vira companhia indigesta no PR. Principais candidatos são ligados ao ex-governador tucano.

Em SC, aliança que governou por 15 anos sai de cena. Ex-aliados do MDB e do PSD devem disputar o segundo turno no Estado.

RS terá disputa sem PT pela 1ª vez em 24 anos. Cotados para chegar ao segundo turno são partidos do mesmo campo, MDB e PSDB, que governaram juntos na atual gestão.

Eleições. Vácuo na política dita rumos da eleição no RJ.

Paes e Romário têm mais chances de ir ao segundo turno.

Bolsonarismo impulsiona candidato do Novo em MG. Anastasia lidera com 32%, seguido por Pimentel, com 21%, de acordo com pesquisa da Datafolha.

Casagrande deve voltar ao governo com vitória em 1º turno no ES. Última pesquisa do Ibope mostra o candidato socialista com 59% das intenções de voto.

Mato Grosso do Sul vai às urnas em meio a escândalos e pode reeleger Azambuja no 1º turno. Azambuja tinha 40% das intenções de voto no último levantamento do Ibope, da semana passada, contra 29% do Juiz Odilon.

Eleições. Com 61% nas pesquisas, Rui Costa deve se reeleger no 1º turno na Bahia. Disputa pelas duas vagas do Senado é liderada por Jaques Wagner e Irmão Lázaro.

Dino conta com lulismo e a máquina pública para vencer no Maranhão. Tanto Roseana Sarney quanto Sarney Filho tendem a ficar sem mandato.

Candidata do PT lidera intenções de voto no RN. Senadora Fátima Bezerra surge como alternativa a candidatos com alta rejeição.

PSB tem chance de vencer no 1º turno em PE. Governador Paulo Câmara deve ser reeleito após partido eliminar candidatura de Marília Arraes do PT.

Amapá reedita confronto de outras duas eleições.

Em Alagoas, disputa pelo Senado pode surpreender.

Sucessor de Ricardo Coutinho ganha força na Paraíba.

Em Sergipe, decisão deve ir para o 2º turno.

Onda conservadora pode causar derrota ao PT no AC. Senador Gladson Cameli lidera isolado as intenções de voto.

Amazonino deve enfrentar segundo turno.

Helder Barbalho é favorito no Pará.

Roraima terá embate entre candidato de Jucá e de Bolsonaro no 2º turno. Dois sobrenomes políticos testam sua força para conduzir seus escolhidos ao governo de Roraima em 2018. De um lado, Romero Jucá (MDB), senador que pleiteia a reeleição e que é o político mais influente do Estado, tenta colocar o tucano José de Anchieta no posto. De outro, Jair Bolsonaro escora Antônio Denarium, do PSL, um empresário novato na polít

Novato do MDB, Ibaneis surpreende e lidera no DF. Em sua estreia na carreira política, o advogado filiado ao MDB ampliou a vantagem em relação aos adversários.

Ronaldo Caiado deve encerrar hegemonia tucana em GO.

Tocantins pode eleger Carlesse no domingo.

Mato Grosso caminha para decisão no 1º turno. O candidato Mauro Mendes (DEM), que conta com o apoio do agronegócio, aparece em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais, com 39% das intenções de voto, segundo o Ibope. Em segundo lugar, aparecem empatados Pedro Taques (PSDB), atual governador, e Wellington Fagundes (PR), ambos com 20% das intenções.

Em Rondônia, quadro é instável e com cassações. Enquanto o candidato do PSL a presidente da República, Jair Bolsonaro, tem 45% das intenções de voto no Estado, não é o seu partido – representado pela candidatura do coronel Marcos Rocha – que tem a preferência do eleitorado e sim o PSDB, com Expedito Junior, com 32% das intenções de voto, segundo pesquisa de 17 de setembro do Ibope Inteligência.

Editorial: Mercados se agitam de novo sobre alta dos juros nos EUA. Uma evolução gradual dos juros nos EUA não deveria causar estragos nos mercados brasileiros, mas em plena eleição presidencial, serve de combustível adicional para depreciação da moeda.

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