Eleição 2018 é o tema exclusivo das manchetes dos jornais

SINOPSE NACIONAL DE 19 DE SETEMBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Bolsonaro lidera com 28%; Haddad vai a 19% e se isola em segundo lugar. No Ibope, Ciro está em terceiro, estável com 11%, seguido de Alckmin e Marina, que perderam pontos.

Com polarização, petista vai moderar seu discurso. Confirmada polarização com Bolsonaro, petista envia sinais ao mercado, fala na possibilidade de diálogo com o PSDB e descarta conceder indulto a Lula. No confronto com candidato do PSL, ideia é contrapor ‘civilização à barbárie’.

Ciro acusa petista de fazer ‘esquerdismo de goela’. Candidato do PDT critica novo tom ameno de Haddad e condena proposta de revogação apenas parcial do teto de gastos.

Na TV, Alckmin volta a subir o tom e critica Bolsonaro e Haddad. Ofensiva acontece no mesmo dia em que o tucano foi cobrado por aliados a reforçar ataques a adversários do PSL e do PT.

Declarações de Mourão geram críticas de aliados. Para generais que apoiam Bolsonaro, fala do vice que relaciona criminosos a famílias sem pai é ‘bobagem’ e prejudica campanha.

País tem 11 milhões de lares onde só a mãe cria os filhos. Especialistas afirmam que mães e avós são fundamentais para a formação de jovens e crianças. A avaliação contradiz o entendimento do general Hamilton Mourão (PRTB). Na opinião do candidato a vice de Jair Bolsonaro, lares chefiados por mulheres são “fábricas de desajustados”. Para os estudiosos, não há dados que comprovem a tese de Mourão. A economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Ana Amélia Camarano lembra que 44% da renda das famílias no país vêm da mulher: “Os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família no Brasil, na Índia e no México são destinados para as mães, porque já é sabido que elas investem mais nos filhos e na casa”.

Elio Gaspari: Lula conselheiro de Haddad é útil a Bolsonaro. Para quem joga numa eleição radicalizada, Fernando Haddad foi um colaborador impecável ao deixar a carceragem de Curitiba depois de visitar Lula. Ele definiu o papel do ex-presidente no governo que pretende fazer: “Temos total comunhão de propósitos em relação a ele e o diagnóstico de que o Brasil precisa do nosso governo e precisa do Lula orientando como um grande conselheiro. Ele é um interlocutor permanente de todos os dirigentes do partido e nunca deixará de ser. Não temos nenhum problema com isso. Enquanto os outros partidos escondem os seus dirigentes, nós temos muito orgulho de ter o Lula como dirigente.” Essa declaração poderia ter sido planejada pelo estado-maior de Jair Bolsonaro ou pelos urubus golpistas que pretendem deslegitimar uma eventual vitória da chapa petista.

Merval Pereira: Eleição vai ficar entre os que têm a maior rejeição. A eleição deste ano vai ser definida entre os dois candidatos que têm a maior rejeição entre todos. O crescimento expressivo do candidato do PT, Fernando Haddad, que mais que dobrou sua votação entre as duas recentes pesquisas do Ibope, e a manutenção da tendência de alta de Jair Bolsonaro, mesmo que dentro da margem de erro, levam a crer que os dois disputarão o segundo turno, que, aliás, será acirradíssimo, com Bolsonaro e Haddad empatados.

Zuenir Ventura: Bolsonaro cospe na urna em que comeu. A notícia que chega em meio a essa estranha campanha eleitoral preocupa. Ela informa que o Brasil está entre as seis nações onde houve recuo na democracia entre 2015 e 2017. Se fosse feita aqui e agora, a pesquisa encontraria elementos no desempenho da chapa que está à frente das intenções de voto. Tanto o líder, o ex-capitão Bolsonaro, quanto seu vice, o general Hamilton Mourão, não conseguem esconder a nostalgia de métodos da ditadura, classificando como “herói” um militar já reconhecido pela Justiça como torturador.

Bernardo Mello Franco: Plebiscito entre o PT e o bolsonarismo. A nova pesquisa do Ibope mostra que a corrida presidencial mudou de cara. Há uma semana, cinco candidatos ainda pareciam ter chance de vitória. Agora a disputa se afunila para um plebiscito entre o bolsonarismo e o lulismo.

Paulo Celso Pereira: Primeiro turno se converte em plebiscito. Se havia alguma dúvida, não há mais. A eleição presidencial deste ano se transformou na metonímia da divisão social que se espalhou pelo país desde o pleito de 2014. O antipetismo mergulhou de cabeça na candidatura de Jair Bolsonaro, enquanto os herdeiros do lulismo aderem com velocidade impressionante à orientação do líder maior do PT. Só na última semana, Haddad cresceu 11 pontos percentuais de acordo com o Ibope, uma média de 1,5 ponto ao dia.

Renan é absolvido em ação por desvio de dinheiro. Decisão da Segunda Turma foi unânime; Procuradoria-Geral da República acusava senador do MDB de utilizar notas fiscais frias como prova de que tinha recursos próprios para pagar pensão alimentícia de uma filha com a jornalista Mônica Veloso.

Alerj muda de ideia e decide vetar a venda da Cedae. Às vésperas de eleições, Alerj derruba a venda da Cedae.

Portugal facilita visto de residência com nova lei. Mudanças na Lei dos Estrangeiros possibilitam a estudantes, empreendedores e profissionais qualificados obter o documento por via digital, sem obrigação de ir a consulados; medida visa a impulsionar imigração para combater decréscimo demográfico no país.

Veículos blindados dão um salto de 373% no Rio. Frota no estado cresceu 373% em cinco anos, e, nos últimos oito meses, Detran emitiu 1.772 registros. Nova tecnologia permite que veículos mais leves recebam proteção contra tiros, ampliando o mercado para os usados.

Remédio para tratar hepatite C não terá genérico. Remédio contra hepatite C só poderá ser vendido por empresa americana.

China reage e vai taxar US$ 60 bi de produtos dos EUA. Alíquota de 10% começa a valer na segunda-feira e passará a 25% no fim do ano, mas Pequim não descarta negociações.

Compra da Avon faria Natura líder em venda direta. Empresas não confirmam aproximação, revelada pelo WSJ. Ações da gigante de cosméticos americana sobem 10%.

Editorial1: Para evitar uma crise institucional nas eleições. Crítica perigosa de Bolsonaro à urna eletrônica, agressividade e o não debate degradam a campanha. Candidatos e partidos têm de preservar legitimidade da campanha e da votação.

Editorial2: Tarifa comercial de Trump torna diálogo com Pequim mais difícil. EUA impõem taxação de 10% sobre cinco mil produtos, e China anuncia retaliação e fim de diálogo.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Bolsonaro atinge 28%; com 19%, Haddad se isola em 2º. Ciro fica estável, com 11%; Alckmin oscila na margem de erro, com 7%. Marina cai 3 pontos e vai a 6%.

Cenários mostram empate no 2º turno. Pesquisa aponta igualdade de intenções de voto em três das quatro simulações feitas pelo Ibope; só Marina Silva perde para Jair Bolsonaro.

Alckmin reúne Centrão e sobe o tom de ataques na TV. Decisão foi tomada após reunião com integrantes do Centrão; na TV, tucano criticou Jair Bolsonaro e o PT, que estão à frente nas pesquisas.

Entrevista. Mauro Benevides. ‘Podemos ter um comitê para o câmbio’. Responsável pelo plano econômico do PDT, Mauro Benevides fala em ‘institucionalizar’ rumos da política cambial.

Vera Magalhães: Diante da chance real de o PSDB ser substituído pela direita genuína, os tucanos, perplexos, se dividem sobre o que fazer no segundo turno. O clima no PSDB é de desalento. Esgotados todos os prazos fixados por Geraldo Alckmin para “realizar” seu potencial de crescimento eleitoral e a 18 dias das eleições, a esperança passou a ser o surgimento de algum “fato novo”, portanto exógeno à própria campanha, ou de um sentimento de última hora que una o eleitor moderado em torno do tucano.

Para Rosa Weber, do TSE, urna é segura. Após fala de Bolsonaro, presidente do TSE diz que, desde que sistema foi implantado, nenhuma fraude foi comprovada.

Petista diz que não dará indulto a Lula. Afirmação do candidato do PT ao Planalto foi jogada ensaiada com ex-presidente; tema é usado por adversários.

Governo deve liberar mais de R$ 3 bilhões do Orçamento. Folga. Com uma previsão de gastos menor que o esperado, equipe econômica encontrou espaço para remanejar recursos, que devem ser disputados pelos órgãos públicos às vésperas das eleições; decreto com a liberação da verba sai até dia 30 de setembro.

Subsídio do diesel pode virar imposto. Adotada para pôr fim à greve dos caminhoneiros, medida não está prevista no Orçamento de 2019.

O banquete de Maduro. Indignação. Imagens que se espalharam na internet mostram chavista comendo suculentos pedaços de carne e fumando charuto em restaurante de luxo na Turquia, enquanto país atravessa crise econômica e população sofre com escassez de comida e remédios.

7 em cada 10 profissionais de saúde já foram agredidos. Violência. Levantamento de conselhos de classe mostra situação preocupante contra médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Parente e paciente são os que com mais frequência agridem e atribuem o comportamento à falta de estrutura ou demora. Campanha é lançada.

STF absolve Renan em ação por desvio de verba. Processo tramitava há 11 anos na Corte; senador era réu por desvio de recursos da verba indenizatória.

China vai retaliar EUA em US$ 60 bilhões. Pequim vai impor tarifas a US$ 60 bi em produtos americanos; preocupação é de que disputa leve a uma retração da economia mundial.

Coluna do Estadão: Candidatos do Centro vão reforçar medo no eleitor. A 20 dias da eleição, Henrique Meirelles (MDB) vai divulgar vídeo no qual diz que o eleitor precisa escolhê-lo, agora, porque, com as opções “que estão aí”, depois será tarde demais. Geraldo Alckmin (PSDB) também vai reforçar que ele é a opção para evitar os candidatos dos extremos Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Na briga pela vaga do 2.º turno, os discursos dos candidatos de centro se assemelham. O esforço é para convencer os eleitores de que a raiva (Bolsonaro) ou o saudosismo (Lula) que os movem podem gerar decepção após a eleição.

Coluna do Estadão: Após a pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo mostrar oscilação de 9 para 7 pontos, aliados de Alckmin concluíram que “não basta apenas bater em Bolsonaro, tem que espancar”.

Monica de Bolle: O governo de 17 se assemelharia bastante ao de 13, marcado por alto risco de ingovernabilidade e turbulência financeira.

Editorial1: A antecipação do ‘voto útil’. A sombria perspectiva de um segundo turno disputado entre extremistas, francamente indispostos à negociação política, antecipou a estratégia do chamado “voto útil”.

Editorial2: As incertezas da economia. Más notícias são cada vez mais frequentes para os brasileiros, já atormentados pelas dificuldades na economia.

Editorial3: O futuro dos empregos. Está em andamento uma revolução no mundo laboral, com efeitos profundos sobre a relação entre seres humanos, máquinas e algoritmos no trabalho, afirma o Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla original), em seu recente estudo The Future of Jobs Report 2018. A inovação tecnológica, que muitos chamam de Quarta Revolução Industrial, deve eliminar até 2022 cerca de 75 milhões de vagas de emprego em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as novas tecnologias deverão ocasionar a criação de postos de trabalho em outras áreas.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo:  Economista de Bolsonaro quer IR unificado e CPMF. Paulo Guedes defende alíquota de 20% sobre a renda de pessoas físicas e jurídicas e a volta do ‘imposto do cheque’. O economista Paulo Guedes, que comandará o Ministério da Fazenda caso Jair Bolsonaro (PSL) seja eleito, anunciou nesta terça (18), para plateia restrita, que quer recriar um tributo nos moldes da CPMF, que incide sobre movimentações financeiras, e unificara alíquota do Imposto de Renda. Ela seria de 20% para pessoas físicas e jurídicas. A mesma taxa seria usada na tributação da distribuição de lucros e dividendos no país. Em compensação, Guedes pretende eliminar a contribuição patronal para a Previdência e adotar o sistema de capitalização, em que cada um contribui para si. As declarações foram dadas a um grupo reunido por uma gestora de grandes fortunas. Guedes afirmou que está sendo auxiliado pelo economista Marcos Cintra, que confirmou a Mônica Bergamo o teor das propostas. Segundo Cintra, a nova CPMF seria utilizada para financiar o INSS.

Sob pressão, Alckmin vai subir tom de ataques. Pressionado por aliados, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) mudará a estratégia e partirá para o ataque para chegar ao 2º turno. Atrás do voto conservador, alertará para o que chama de radicalismo de direita de Jair Bolsonaro (PSL), líder das pesquisas, e o populismo de esquerda de Fernando Haddad (PT).

PF não usava rádio durante atentado em Juiz de Fora. Os agentes que escoltavam Jair Bolsonaro (PSL) quando o presidenciável foi atacado não possuíam rádios de comunicação. A PF diz que o rádio nem sempre é o meio de comunicação mais indicado para multidões, mas não apontou substituto.

Eleições 2018. Bolsonaro segue líder; Haddad sobe 11 pontos e se isola em 2º, diz Ibope. Candidato do PSL foi a 28%, enquanto o substituto de Lula chegou a 19%.

Bruno Boghossian: Haddad antecipa caça aos fantasmas do PT para segurar rejeição. Petista refuta indulto a Lula e modera tom na economia contra ascensão de Bolsonaro.

Painel: Na TV, Alckmin vai tratar cenário Bolsonaro contra Haddad como encruzilhada obscurantista.

Alckmin promete reforma tributária parecida com a de Trump nos EUA.

Nelson de Sá: ‘Eleitor-chave’, mulheres ampliam mobilização digital contra Bolsonaro.

Hashtag #EleNão, contra Bolsonaro, viraliza e movimenta redes sociais de políticos e famosos.

Tido como ambíguo no mercado, Haddad quer moderado na Fazenda.

Campanha petista muda versão e diz não ter pago advogados de Lula.

Na Fazenda, petista não quer um economista.

Incomodada, campanha de Bolsonaro resolve tutelar general Mourão. Vice vinha assumindo protagonismo desde o atentado; reunião visou unificar discurso do grupo.

Supremo absolve Renan Calheiros da acusação de peculato. Apuração começou em 2007 e, à época, contribuiu para que ele renunciasse à presidência do Senado.

Número dois da Fazenda é processada por ministro. O ministro Gilberto Occhi (Saúde) processa a Caixa e a secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, relata Fábio Fabrini. Ex-presidente do banco, ele tenta barrar apuração sobre seu suposto envolvimento em esquema ilícito. Vescovi defendeu a investigação, e a Caixa disse não comentar ações judiciais em curso.

Editorial1: A faca e a urna. Campanha de Bolsonaro emite sinais alarmantes de desapreço pelas regras do jogo democrático.

Editorial2: Venezuela. Ao gosto de Maduro. Destituição à força só alimentaria o discurso do ditador de que buscam desestabilizá-lo.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Polarização indica 2º turno entre Bolsonaro e Haddad. Pesquisa do Ibope divulgada ontem à noite pela Rede Globo mostrou que os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) se distanciaram dos demais concorrentes e fariam a disputa do segundo turno das eleições presidenciais se o pleito fosse agora.

Déficit tem ‘folga’ de R$ 8 bilhões. A equipe econômica atualizou as projeções para o ano e agora calcula a existência de um espaço fiscal de R$ 8,187 bilhões em relação à meta fiscal. A nova projeção de déficit para o governo central em 2018 é de R$ 150,8 bilhões – valor abaixo da meta fiscal para o ano, que autoriza um rombo de R$ 159 bilhões.

Construção de corvetas atrai estrangeiros. Concorrência internacional da Marinha para compra de quatro corvetas da classe Tamandaré – que terão de ser construídas no Brasil, com exigência de conteúdo nacional e cláusulas de transferência de tecnologia – entra em fase decisiva atraindo grande interesse de fabricantes.

Novos horizontes. Está bastante avançada a negociação com Portugal para venda de cinco unidades do cargueiro militar KC 390, projeto prioritário da Força Aérea Brasileira (FAB) com a Embraer. O presidente da Embraer Defesa, Jackson Schneider, disse ao ‘Valor’ que o jato, de uso também civil, obterá neste ano a certificação da Anac

Compra de jogadores movimenta € 5,8 bi. A Liga dos Campeões da Europa, reunindo os principais clubes e os melhores jogadores de futebol do mundo, iniciou ontem a temporada 2018/19 no rastro de investimentos bilionários. As compras de jogadores em 2018 em cinco grandes ligas de futebol na Europa alcançaram € 5,82 bilhões

Deutsche Bank prevê barril de óleo a US$ 100. A tendência de alta nos preços do minério de ferro e do petróleo não se esgotou, com espaço para novas valorizações no curto e médio prazos, diz Thomas Stahl, diretor e chefe global da cobertura de commodities do Deutsche Bank.

Contas públicas. Governo vê folga de R$ 8 bi em relação à meta. Com arrecadação maior e queda nas despesas, nova projeção é de deficit de R$ 150,8 bi neste ano.

Era uma vez um país que sobreviveu à pior crise… O cenário mundial em 2019 e 2020 será extremamente negativo para a gestão da política econômica doméstica.

INPI concede patente a remédio com genérico em produção e afeta o SUS. Organizações se preparam para recorrer contra decisão que põe em risco economia de R$ 1 bilhão a cada 50 mil tratamentos pelo sistema público.

Eleições PF quer coibir ‘bancada do crime’ no Congresso. Corporação mapeia candidatos bancados pelo crime organizado ou eleitos mediante coação.

‘Meu projeto para o Brasil não é o do PT’, afirma Ciro.

Para FHC, democracia e instituições não correm risco.

Delcídio pede registro de candidatura ao Senado pelo PTC. Absolvido da acusação de obstrução de Justiça, ex-senador tenta mandato pelo MS.

STF absolve Renan em ação sobre desvio de verbas. Parlamentar era acusado de utilizar verba indenizatória de seu gabinete para custear pensão alimentícia de sua filha

Novatos e dinheiro na política. Novos postulantes têm um patrimônio semelhante ao de seus colegas veteranos.

Rosângela Bittar: Teoria para valentões. Bolsonaro é o PT de farda, se oferece como um guarda.

Marina busca voto útil contra a polarização entre Bolsonaro e Haddad. Candidata critica a visão de “que se o mercado está funcionando, o resto não é tão importante”.

Editorial: EUA e China ampliam guerra comercial com mais tarifas. A disputa não deve acabar tão cedo, mas nos termos imediatos da guerra comercial ela acabará provocando redução do crescimento global e pressões inflacionárias.

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