Eleição 2018 é o tema dominante nas manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE NACIONAL DE 05 DE AGOSTO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

 JORNAIS  :

Manchete e destaques do jornal O Globo : Na eleição pós-Lava-Jato, velhos conhecidos disputarão Presidência. Nomes tradicionais da política prevalecem entre as 15 candidaturas confirmadas; três dos concorrentes que atraem mais intenções de voto ainda não têm vice/

Entrevista. Marina Silva. ‘Hoje, com a Lava-Jato, não teria votado no Aécio’. Arrecadação. “Minhas campanhas nunca receberam de caixa 2”. Em sua terceira tentativa de chegar à Presidência, Marina Silva (Rede) ataca adversários por querer acabar com a Lava-Jato e diz que a política deve parar de “desconstruir biografias”. Coligada com o PV, sua candidatura foi confirmada ontem/

Na convenção, Alckmin ataca PT e Bolsonaro. Em convenção, tucano atacou ‘radicalismo’ do PT e defendeu acordo com centrão/

Candidato ausente, Lula é lançado pelo PT. Partido avalia implicações jurídicas de adiar anúncio completo da chapa; Fernando Haddad é tido como favorito para assumir a candidatura, se a Justiça impugnar o ex-presidente/

Merval Pereira: Estratégia de Lula é exemplar de sua egolatria.  ‘Vim para confundir, não para explicar”, brincava o velho guerreiro Chacrinha, que parece ter inspirado a estratégia do PT nessa disputa presidencial/

Lauro Jardim: Investigação da PF ameaça Jaques Wagner. A principal ameaça para o futuro eleitoral de Jaques Wagner chama-se Luciana Caires, a delegada da PF na Bahia que está bem avançada na investigação sobre o caso envolvendo o petista e a Odebrecht/

Bernardo Mello Franco: A eleição mais estranha. O fim de semana marca o início oficial da corrida ao Planalto. Nunca houve uma eleição tão imprevisível —e, ao mesmo tempo, tão estranha — quanto a de 2018. Para quem acompanhou as convenções de ontem, uma coisa ficou clara: de tédio, não morreremos até outubro/

Ascânio Seleme: Lula Livre foi mobilização típica dos anos 1980. Foi bonita a festa, pá. E foi eclética. Presentes estrelas como Chico Buarque, Gilberto Gil e Beth Carvalho. Ou desconhecidos como Dorina, Imira Tayguara e Manno Góes. Teve Odair José, Sérgio Ricardo e Jards Macalé. Mas teve também Tizumba, Alba Mariah e Aíla. Cada um cantou duas ou três músicas. Muitos falaram. Todos pediram a libertação de Lula. Participaram também artistas como Fábio Assunção e Lucélia Santos. Ou como a pernambucana Pally Siqueira. Foram mais de sete horas de show/

Elio Gaspari: Fux matou no peito e marcou gol contra. Fux deixará o TSE no próximo dia 14 e decidiu acrescentar um parágrafo ao despacho informando que vislumbrava a “inelegibilidade chapada” de Lula. Se o pedido tinha um vício processual, a questão estava resolvida, não havia porque acrescentar “aquilo que tenho defendido publicamente”, muito menos usando o termo “chapada”. Lula é candidato a vítima para eleger o “Poste”. Quanto mais o vitimizarem, maior será a sua capacidade de transferir simpatias e preferências/

Míriam Leitão: Candidatos têm apenas esboço de programas. As propostas econômicas dos candidatos ainda estão muito embrionárias, mas tanto Marina Silva quanto Geraldo Alckmin e Ciro Gomes defendem a taxação de dividendos, com redução dos tributos sobre as empresas/

Brasil idoso as cidades onde o país já é mais velho. Llimite para crescer. Marcas do tempo. Nas próximas duas décadas, o país passará a ter mais idosos que crianças e verá sua população em idade ativa cair: Previdência, governos e mercado de trabalho terão de se adaptar para manter o crescimento econômico/

Cai preço de imóveis perto de comunidades com UPPs em crise. Preços têm queda de até 50% devido à disparada da violência/

Maduro escapa de atentado, diz governo. Venezuelano sai ileso de explosão em desfile; sete militares ficam feridos/

Editorial1: Brasil começa a ficar velho antes de se desenvolver. A janela demográfica do crescimento inicia fechamento, o que pressiona governos e sociedade/

Editorial2: China ocupa vácuo deixado pelos EUA na América Latina. Gigante asiático se beneficia da política de isolamento de Trump, elevando trocas comerciais e cooperação.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo : Alckmin critica ‘ódio’, PT insiste em Lula e Marina ataca Centrão. Convenções dão tom da eleição; da prisão, petista desafia legislação eleitoral/

Maduro diz ter sido alvo de atentado em Caracas. Discurso do presidente venezuelano é interrompido em Caracas após explosão, atribuída pelo governo a um drone com explosivos/

Eliane Catanhêde: Larga o osso, Lula! Fecha-se o tabuleiro presidencial hoje, com aquela peça disforme e mal colocada que segura o jogo e imobiliza o próprio lado: Lula, preso há 100 dias, sem conseguir dar o sinal verde para Fernando Haddad parar de fingir que não é candidato e para Manuela Dávila parar de fingir que é/

Vera Magalhães: A imprensa como inimiga. Jair Bolsonaro disse em sua entrevista à GloboNews que odeia o PT “em regra”. Pode até ser. Mas como o ódio é o oposto do amor, e ambos carregam em sua manifestação um tanto de paixão e irracionalidade, os dois extremos – Bolsonaro e PT – se encontram em uma série de manifestações. Uma das mais claras e recorrentes é o ataque sistemático à imprensa/

juntos por uma causa. Professores da Unifesp já compraram briga com alunos depois de se tornarem colaboradores do candidato na área econômica. Discretos, os irmãos Abraham e Arthur Weintraub assessoram Jair Bolsonaro há mais de um ano. Ambos professores universitários, eles até batem boca com alunos pela causa/

Coluna do Estadão: Fiador de Ana Amélia, Ciro pede voto para Lula. Responsável pela indicação da senadora Ana Amélia para vice de Geraldo Alckmin, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, liberou o partido para apoiar quem quiser na eleição presidencial. Ele mesmo já tem sua foto estampada em cartazes ao lado do ex-presidente Lula, pré-candidato do PT ao Planalto, e do governador Wellington Dias (PT), que concorre à reeleição. O presidente nacional do DEM, ACM Neto, liberou os diretórios de Goiás, Ceará e Rio Grande do Sul para apoiar Alvaro Dias, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, respectivamente/

Coluna do Estadão: O PR, de Valdemar Costa Neto, apesar de fechado com Alckmin, também liberou seus candidatos nos Estados para apoiar outros nomes. Na Bahia, o candidato do DEM ao Senado, Irmão Lázaro, apoia Jair Bolsonaro. A traição a Alckmin faz parte da estratégia do Centrão para eleger o máximo de congressistas. Se o tucano perder a eleição, qualquer que seja o próximo presidente terá de negociar com o grupo devido a sua força congressual/

Coluna do Estadão: O jingle de Meirelles causou dor de cotovelo nos oponentes. Alckmin foi no clássico “sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”. A campanha do candidato do PSDB diz que o dele ainda não está pronto. “Aguardem”, diz um tucano/

Escolas focam formação de criadores digitais. Educação. Além da leitura em meios tradicionais, está na mira de colégios particulares e públicos o chamado letramento digital ou multiletramento. Nesse caso, ensina-se a lidar com informações e plataformas na internet para depois formar um desenvolvedor/

Editorial1: Os excessos do Supremo. Se a sociedade crê que o Legislativo tem sido omisso sobre o aborto, cabe ao cidadão fazer pressão para que o Congresso se posicione sobre a questão/

Editorial2: Procuradores candidatos. A participação eleitoral de procuradores da República é risco para o Ministério Público/

Editorial3: O preço das ineficiências. O produto industrial brasileiro chega ao mercado internacional a um preço até 30% maior do que o de similares produzidos nos Estados Unidos ou na Alemanha. Embora seja excessivo, esse diferencial é bem menor do que o constatado em 2010, quando o produto nacional era até 44% mais caro do que o fabricado em outros países com os quais o Brasil compete.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo : Siglas confirmam Lula, Marina e Alckmin para a Presidência. Com ex-presidente preso e virtualmente inelegível, PT ainda não oficializou seu candidato a vice/

Alckmin terá 44% da TV; líderes, Bolsonaro e Marina dependerão da internet. PT e Meirelles deverão ter 17% e 15% do horário eleitoral, segundo estimativa; mecanismo é historicamente determinante/

Wagner recusa e Haddad é favorito para ser registrado como vice de Lula/

Álvaro Dias sai candidato com ode à Lava Jato/

‘Para ser político, não basta ser gestor’, diz Márcio França em convenção/

Convenção do Novo lança Amoêdo à Presidência/

Patriota escolhe deputado Cabo Daciolo para disputar a Presidência/

PT está em uma viagem lisérgica, diz Ciro Gomes durante convenção. Candidato do PDT também afirma que não espera mais nada do Partido dos Trabalhadores/

Alto número de eleitores sem candidato elevam chance de reviravoltas, dizem institutos de pesquisa/

Governo pagou R$ 5,5 bi em benefícios contra miséria para quem tem dinheiro. Levantamento da CGU encontra entre os atendidos pessoas com casa própria, frota de veículos e até beneficiários já mortos/

Marcelo Coelho: Convenção do PSDB tenta novo tempero para o seu chuchu/

Clóvis Rossi: Lulismo místico crê na ressurreição e inibe plano B/

Patrícia C. Mello: Marina encara hip hop por jovens, mas animado, só vice. Candidata da Rede é oficializada na disputa presidencial e afirma que situação é difícil/

Explosão em Caracas foi atentado, afirma ditador da Venezuela. Maduro sofre tentativa de ataque com drones, diz governo. Ditador venezuelano acusa a Colômbia; segundo autoridades, sete soldados da Guarda Nacional ficaram feridos/

Marcos Lisboa: O remédio para as fake news é ler mais, não menos/

Editorial: O que incentivar. Protecionismo comercial e tributário deve dar lugar a abertura com melhor ambiente de negócios.

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