Eleição 2018 é o mote das manchetes dos jornais

SINOPSE NACIONAL DE 23 DE SETEMBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Candidatos querem IR menor para reativar investimentos. Presidenciáveis preveem reduzir tributo a empresas, sem detalhar as propostas para compensar arrecadação. Mudança para pessoas físicas não tem consenso. A redução do Imposto de Renda cobrado das empresas é consenso entre os cinco presidenciáveis mais bem posicionados nas pesquisas. Nos programas, a medida é defendida para incentivar o investimento. Como compensação, os candidatos concordam com a tributação de dividendos, mas os programas não mostram como a conta final fechará. Para o IR dos trabalhadores, há divergências. Haddad (PT) e Bolsonaro (PSL) querem ampliar faixa de isenção, Ciro (PDT) prevê correção da tabela, e Marina (Rede) e Alckmin (PSDB) não detalham propostas. Os presidenciáveis também têm soluções distintas para o ajuste fiscal.

Lauro Jardim: Aécio pode ser o campeão de votos em Minas. Após desistir de disputar a reeleição ao Senado devido às denúncias de corrupção, Aécio Neves (PSDB) pode ser o deputado federal mais votado de Minas. Segundo o Ibope, que fez levantamento nacional, ele é o mais citado pelos mineiros. Freixo (PSOL) lidera no Rio.

TSE faz cerco a desvios no fundo de campanha. Integrada pela Procuradoria da República e Polícia Federal, força-tarefa vai cruzar o banco de dados da Receita com as prestações de contas dos candidatos que contratarem serviços de empresas suspeitas.

Doações de pessoas físicas privilegiam Legislativo. Diferentemente das eleições passadas, quando destinavam verbas generosas para presidenciáveis, dez maiores doadores apostam em postulantes ao Congresso, muitos identificados com suas áreas de atuação; repasses chegam a R$ 22 milhões.

FH: carta era voltada ‘aos eleitores e eleitoras, não aos candidatos ou aos partidos’. No texto, ex-presidente pregou união de candidaturas de centro. “Há meses repito ser necessário um centro popular e progressista. Parece que na conjuntura água mole não racha pedra dura”, escreveu o tucano no Twitter.

Disputa em MG pode repetir o ‘Dilmasia’ de 2010. Ex-presidente Dilma Rousseff lidera a corrida por uma das vagas ao Senado, mas tucano Antonio Anastasia está à frente do segundo colocado para o governo do estado, o petista Fernando Pimentel, que tenta a reeleição

Bolsonaro tem alta da unidade semi-intensiva. Candidato já iniciou dieta pastosa e não apresenta dor ou febre.

Alckmin defende medidas de igualdade de gênero e combate à violência contra mulher. Candidato do PSDB diz que vai ampliar Patrulha Maria da Penha e criar mais creches.

Ciro questiona delação às vésperas da eleição e diz que vai processar ex-executivo. Delator da Galvão Engenharia disse que irmão do candidato recebeu caixa 2

Devo, não nego: Inadimplência, que tem novo perfil, entra na eleição.

O miliciano Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando de Curicica, em depoimento que já está no gabinete da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirma que os dois foram executados pelo Escritório do Crime, grupo de matadores de aluguel formado por policiais militares da ativa e ex-policiais. Entre os PMs que integram esse grupo há um major que está no Curso Superior de Polícia (CSP) para ser promovido a tenente-coronel, podendo alcançar a mais alta patente da corporação: coronel da PM.

A campanha da candidata à Presidência da Rede, Marina Silva, informou neste sábado que entrou com uma ação de investigação no Tribunal Supeior Eleitoral (TSE) contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL), e seu vice Hamilton Mourão (PRTB) para apurar a denúncia de ataque cibernético ao grupo no Facebook “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”.

Haddad, um petista de pensamento enigmático. Ambíguo em relação à economia, o petista Fernando Haddad se divide entre afagos ao mercado e aos aliados de esquerda.

A ideia de Estado mínimo do ‘Posto Ipiranga’. Paulo Guedes sonha há mais de 30 anos com uma agenda ultraliberal para a economia. Mas esbarra na resistência de Jair Bolsonaro.

Igrejas fazem campanha com pedidos de oração. Em visita a igrejas após o TRE intensificar a fiscalização, o GLOBO encontrou pedidos de votos dissimulados em orações a candidatos.

Elio Gaspari: Paulo Guedes usa sistema de gestão ‘Tabajara’.

Miriam Leitão: Nada parece racional nessa polarização doentia.

Merval Pereira: Novas experiências com o sistema de voto nos EUA. Nos Estados Unidos, experimentos procuram dar ao eleitor a condição de exprimir a intensidade da sua preferência. Experimentos nos Estados Unidos procuram encontrar uma maneira de fazer com que o voto de cada cidadão represente realmente sua escolha, procurando mitigara influência do dinheiro ou de promessas populistas na definição de seu representante. Bernardo Mello Franco: Bolsonaro e PT, moedas diferentes.

Matopiba. Fronteira da soja desafia o Cerrado. O avanço da soja, conjugado com a pecuária e outras culturas, na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), leva agências internacionais a criar incentivos econômicos à produção sustentável da principal commodity brasileira.

Crise migratória. Conjunto de abrigos hi-tech acolhe venezuelanos em Roraima.

Reage, Rio. Falta de segurança prejudica acesso de 1,2 milhão de pessoas à energia.

Editorial: Violência cobra envolvimento do governo federal. Urnas precisam levar a Federação a se integrar no combate ao crime organizado.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Ciro, Alckmin e Marina tentam se cacifar como ‘3a. via’. Candidatos no bloco intermediário têm 14 dias para reverter coesão do eleitorado antipetista em torno de Bolsonaro e do lulista em Haddad. Situados no bloco intermediário das intenções de voto, Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) têm 14 dias para, se quiserem se cacifar como uma terceira via, reverter a coesão do eleitorado antipetista em torno de Jair Bolsonaro (PSL) e do lulista/petista em torno de Fernando Haddad (PT). Esse cenário tem moldado as estratégias de quem ainda luta para chegar ao segundo turno. O foco de Ciro será insistir em apresentá-lo como um nome capaz de quebrar o que o candidato chama de “polarização odienta”. Os marqueteiros de Alckmin não indicam que vão alterar a busca do voto útil. Produziram comerciais que apelam para o medo de uma polarização PSL-PT e pregam que os demais postulantes do campo da centro-direita “não são competitivos”. Após perder uma camada significativa de intenções de voto com o crescimento de Haddad nas pesquisas, Marina mira o eleitorado negro, pobre, de baixa escolaridade e, principalmente, as mulheres. Até o momento, as quatro pesquisas Ibope/Estado/TV Globo indicam dificuldades para a viabilização de uma terceira via.

‘Depois, não adianta chorar’. Coordenador da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB), ACM Neto (DEM) afirma que “a eleição não pode ficar entre uma prisão e uma facada”.

Presidenciáveis rejeitam renovar subsídio ao diesel. Adotado pelo governo Michel Temer para pôr fim à greve dos caminhoneiros, o subsídio ao diesel vai consumir R$ 9,5 bilhões em recursos públicos neste ano, valor que pode chegar a R$ 18,5 bilhões em 2019. Candidatos à Presidência querem mexer na política de preços da Petrobrás.

O Brasil é um cavalo que precisa de um ginete com mãos de seda. Vice de Bolsonaro – Hamilton Mourão. O Brasil é um cavalo maravilhoso que precisa de um ginete com mãos de seda e pernas de ferro. A avaliação é do general reformado Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), informa Pablo Pereira. O Estado acompanhou Mourão em atos de campanha em Bauru, São José do Rio Preto e Catanduva. Protegido por policiais federais, ele tem evitado a imprensa e só fala com apoiadores. Selfies, apenas com militantes indicados por assessores.

PF vai concluir inquérito sobre ataque a Bolsonaro na próxima semana. Adélio Bispo teria agido sozinho e será enquadrado no artigo 20 da lei de Segurança Nacional. Investigadores não encontraram transações financeiras suspeitas nem conversas sobre possíveis co-autores do crime.

Alckmin diz a empresários que Bolsonaro pode ser até pior que PT, mas rechaça apoiar qualquer um. Presidenciável tucano chamou de fake news possível apoio ao PT em caso fique fora do segundo turno.

Na Bahia, Ciro afaga Lula, mas critica PT e alianças de Haddad.

Cláusula de votação. Votação em bloco é saída para o fim da corrupção sistêmica, diz Paulo Guedes.

‘Ameaça à democracia’. Centrais sindicais divulgam nota de repúdio a Jair Bolsonaro.

Medida de Temer. Presidenciáveis rejeitam renovar subsídio de R$ 18 bi ao diesel em janeiro. Desconto de R$ 0,30 por litro foi oferecido aos caminhoneiros durante greve.

Transporte rodoviário. Revogar tabela do frete é o maior desafio do próximo presidente.

Próximo presidente. Reforma política deve incluir recall e voto distrital.

Presidente eleito terá de enfrentar déficit nas contas da Previdência.

Constituição faz 30 anos, com mil PECs na fila.

Eliane Cantanhêde: Teremos muito solavanco durante as eleições, mas sobretudo depois. Apertem os cintos!

Vera Magalhães: Crise na união de conveniência de Bolsonaro e Paulo Guedes começou antes da eleição.

Editorial1: A hora do compromisso. O momento exige que, apurados os resultados das urnas, todas as forças políticas assumam o firme compromisso de tornar o País administrável.

Editorial2: Uma herança para bendizer. Governo entregará ao sucessor uma inflação contida.

Editorial3: Faltam planos de saneamento. Resta pouco mais de um ano para que 3.257 municípios concluam seu Plano Municipal de Saneamento Básico, com diagnóstico da situação, detalhamento das ações, objetivos e metas de universalização de serviços. O prazo determinado pela legislação termina em 31 de dezembro de 2019 e seu descumprimento implica sanções.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Deputado candidato aprova somente 1% do que propõe. Dos 10.200 projetos de parlamentares que buscam reeleição, 114 viraram lei, mostra levantamento. Autores de 10,2 mil propostas legislativas nos últimos quatro anos, deputados federais que buscam a reeleição viram só 1% desse total ser transformado em lei. Levantamento da Folha detalhou a atividade dos 452 deputados que atuaram nesta legislatura e tentarão ficar na Câmara. No atual mandato, foram aprovados 114 projetos apresentados por esses deputados. E 80% dos que tentam recondução não viram nenhuma de suas propostas transformadas em lei. Segundo David Fleischer, professor emérito do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília, o alto número de projetos apresentados se explica pela necessidade dos parlamentares de “mostrar serviço” para suas bases. Para Mozart Vianna, que trabalhou no Legislativo por 40 anos, 24 deles como secretário-geral da Mesa da Câmara, a atuação parlamentar não é medida apenas pelo número de projetos que vão até o fim. “Ele pode também ser relator, debater, emendar. Às vezes ele não é o autor do projeto, mas fez emendas importantes a ele”, disse. A Folha também analisou votações de grande repercussão.

PF descarta depósitos suspeitos a agressor de Bolsonaro e reforça versão de que atuou sozinho.

‘A covardia é dele de desrespeitar mulheres, negros e pobres’, diz Alckmin em resposta a Bolsonaro.

Bruno Boghossian: Medo de revanche freia aproximação de partidos com PT no 2º turno.

PT destina R$ 4,5 mi a partido aliado que deu votos a impeachment de Dilma.

Haddad melhorou contas de SP, mas falhou em obras. Segundo colocado na corrida presidencial, Fernando Haddad (PT) negociou a dívida paulistana quando prefeito e criou a Controladoria Geral do Município, mas deixou a cidade em 2016 com obras paralisadas e problemas de zeladoria.

Bolsonaro pediu ajuda do Itamaraty em assunto pessoal. Telegramas do Itamaraty revelam que em 2011 o deputado Jair Bolsonaro (PSL) pediu ao ministério que procurasse na Noruega mulher com quem teve um filho. O órgão, que diz não interferir em questões familiares, apoiou o hoje presidenciável.

Apesar de discurso confiante, PT espera ação da direita pró-Bolsonaro ou Ciro.

Fuzil de jovens criminosos ‘pode ser o pau grande que eles não têm’, diz Ciro.

Marcos Lisboa: Nós, economistas, temos o papel de servir o chá.

Para ex-diretor do BC, risco ao país é maior em eventual gestão do PT.

Renato Terra: Deixar os dinossauros fora do poder é nosso dever.

Novas estações de metrô vão mudar fluxo em São Paulo. Prevista para este ano, a inauguração de duas estações do metrô na linha 5-lilás mudará o fluxo de pessoas em São Paulo. O ramal que sai do extremo sul terá conexão direta com centro e av. Paulista. Mais 244 mil pessoas devem passar a usar o sistema sobre trilhos a cada dia. (Cotidiano BI)

Preço da gasolina atinge o maior valor desde 2008.

Editorial1: Como vota o paulista. Com Doria, PSDB corre o risco de perder a longa hegemonia no estado.

Editorial2: À espera da política. BC manter a taxa básica de juros é digno de nota, pois reflete sua maior insegurança.

 

Sinopse MS

 

Edição: Sérgio Botêlho

 

Destaques do portal do Correio do Estado.

CONSCIENTIZAÇÃO. Sem atrativos, população não adere ao Dia Sem Carro.

MUNICÍPIO. MPE investiga registro “britânico” de horas trabalhadas por servidores. “Todos os dias a jornada se inicia e finda-se no mesmo minuto e segundo”, diz denúncia.

CIGARREIROS E POLICIAIS. Chefões de quadrilha foram presos poucas horas antes de casamento em resort. Operação ocorreu no sábado, justamente porque era data do casamento de um dos chefões.

POSTOS. Preços dos combustíveis sobem na semana em Campo Grande, segundo ANP. Etanol e gasolina tiveram altas, enquanto diesel ficou estável.

POLÍTICA. “Eu sou a mosca que pousou na tua sopa”, diz Delcídio sobre pedido de impugnação. Candidato do PTC diz que já está incomodando adversários de campanha.

 

Destaques do portal do Campo Grande News.

Cidades. Chefes de consórcio contrabandista criaram aliança “narcocigarreira”.

Arrecadação municipal. Prefeitura quer empréstimo de R$ 25 milhões para modernizar arrecadação.

Eleições 2018. Propagandas na internet e por telefone lideram denúncias nesta eleição.

Corumbá. Cavalos na rodovia causam acidente com dois veículos e uma pessoa morre.

 

 Destaques do portal MidiaMax

Operação desmontou esquema ‘narcocigarreiro’ e prendeu 11 policiais em MS. Dois militares presos na Operação Oiketikis tiveram mandado de prisão expedido.

VÍDEO: carretas apreendidas em operação entravam em MS escoltadas por caminhonetes. ‘Batedores’ monitoravam policiamento nas rodovias.

O segundo debate realizado pelo Jornal Midiamax entre os candidatos ao Governo do Estado acontece na próxima segunda-feira (24), às 20 horas.  Os seis candidatos já confirmaram presença e o embate será transmitido pela internet, TVE e rádios, assim como no primeiro confronto em 3 de setembro.

 

Destaques do portal TopMídia

Em três anos, casos de estupro aumentaram mais de 20% em MS. MS fica atrás apenas de grandes metrópoles que, consequentemente, o aumento da população é absurdamente maior.

Corregedoria instaura sindicância contra policiais presos em operação. A Polícia Civil esclarece que este é um caso isolado que não representa a instituição.

Novo aplicativo de mobilidade chega a Campo Grande, acirra concorrência e valoriza motoristas. Empresa recém-chegada cobra mensalidade de R$ 70 dos colaboradores e deixa corridas livres.

PMA flagra gado morrendo por desnutrição e multa fazendeiro em R$ 320 mil. Bovinos chegaram a comer casca de árvore de tanta fome.

 

Matérias que referenciam o senador Moka

No Diário Corumbaense:

Em Corumbá, Júnior Mochi defende “olhar regionalizado” para desenvolver MS.

Questionado por muitos se havia acertado na decisão de ser o candidato do MDB ao Governo do Estado, após a prisão do então nome do partido, o ex-governador André Puccinelli e da desistência da senadora Simone Tebet, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Júnior Mochi, responde que sim, acertou.

“Por várias razões. A primeira delas é que a não candidatura ao governo poderia esfacelar o partido, de sete deputados que nós temos hoje, iríamos aí fazer no máximo dois ou três. Nós perderíamos a chance de fazer o deputado federal e a reeleição do senador Waldemir Moka estaria seriamente comprometida. Precisava ser uma candidatura que aglutinasse o partido naquele momento e o meu nome foi definido. Portanto, por essa conjuntura e também estimulado por pesquisas de opinião pública que demonstravam que mais de 50% dos eleitores ainda não tinham definido o candidato a governador, cheguei à conclusão que posso ser uma nova alternativa”, explicou.

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