Eleição 2018 é o destaque do noticiário

SINOPSE NACIONAL DE 28 DE SETEMBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Vice de Bolsonaro critica 13º salário e vira alvo de rivais. General Mourão é desautorizado pelo cabeça de chapa, que tem alta hospitalar adiada devido a infecção. O general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), deflagrou uma crise na campanha ao atacar publicamente o décimo-terceiro salário e o abono de férias, qualificando os benefícios como “uma mochila nas costas de todo empresário”. Os candidatos rivais condenaram a fala de Mourão e apontaram desrespeito à Constituição. Nas redes sociais, o general foi desautorizado pelo cabeça de chapa. No fim da tarde, Mourão divulgou nota amenizando o tom das críticas. A alta hospitalar de Bolsonaro, prevista para hoje, foi adiada devido a uma infecção bacteriana. Convênio entre Sesc-RJ e prefeitura chega ao fim e Centro Presente tem destino incerto.

Tesoureiro de Haddad é réu em ação de caixa dois. Francisco Macena, tesoureiro de Haddad, é réu em ação sobre caixa dois de empreiteira para cobrir dívida de campanha do petista.

Lewandowski quer que STF julgue já segunda instância. O ministro Lewandowski oficiou ao presidente do STF para que paute ações sobre prisão em 2ª instância antes de julgar recurso de Lula.

TSE tira Garotinho da disputa pelo governo do Rio. Corte vetou campanha e repasses do fundo eleitoral. O TSE barrou a candidatura de Anthony Garotinho (PRP) ao governo do Rio, mantendo a impugnação determinada pelo TRE-RJ em razão da condenação do ex-governador, por improbidade administrativa, em segunda instância. Ele não pode mais fazer propaganda, nem receber verba do fundo eleitoral. Garotinho disse que vai recorrer.

Flávia Oliveira: Mulheres querem decidir políticas, e não só eleições.

Míriam Leitão: Aliados de Bolsonaro são contra a reforma.

Merval Pereira: Mourão não sabe esconder suas ideias polêmicas.

Bernardo Mello Franco: Haddad fez Marina encolher.

Por R$ 3,6 bi, Petrobras encerra ação nos EUA. Após acordo com Departamento de Justiça, alta na Bolsa. Com o argumento de que foi vítima de esquema fraudulento de sua antiga diretoria, a Petrobras fechou acordo com o Departamento de Justiça dos EUA e com a SEC, a CVM americana, pondo fim às investigações contra a empresa quatro anos após o escândalo de corrupção revelado pela Lava-Jato. A estatal pagará R$ 3,6 bilhões, e 80% do dinheiro serão investidos aqui. As ações subiram, e a Petrobras voltou a ser a segunda mais valiosa na Bolsa.

Época: Marqueteiros políticos penam para fazer campanha em tempos de redes sociais.

Entrevista. ‘Sem resolver a segurança, o Rio vai continuar a patinar’, diz Cesar Maia.

Ancelmo Gois: Bolsonaro já marcou data da próxima cirurgia.

Lewandowski pede para Toffoli pautar 2ª instância antes de recurso de Lula.

Editorial1: Museu requer administração especializada. Também não precisa de bravatas, mas de engajamento e participação da sociedade.

Editorial2: A equivocada nova taxa sobre serviços de hospedagens on-line. Prefeitura do Rio segue o método clássico de aumentar impostos em vez de cortar gastos.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Para preservar campanha, Bolsonaro silencia seu vice. Candidato do PSL foi aconselhado a desautorizar publicamente declaração de Mourão sobre 13º salário. As declarações do general Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), com críticas ao pagamento de 13.º salário e de adicional de férias aos trabalhadores, causaram uma crise na campanha. Bolsonaro usou o Twitter para rifar o vice: “Além de uma ofensa à (sic) quem trabalha”, a crítica aos direitos trabalhistas é de alguém que “confessa desconhecer a Constituição”. Bolsonaro determinou o cancelamento de agendas públicas de Mourão até a eleição. No entorno de Bolsonaro, a conclusão foi de que a prioridade era estancar uma crise com potencial de custar a liderança nas pesquisas. Mourão negou que tenha defendido o fim do 13.º. O general perdeu apoio entre militares, informa a Coluna do Estadão. Na alta cúpula, cogitou-se até em pedir que ele renuncie à vice.

Processo após divórcio. Ex-mulher acusou Bolsonaro de furtar cofre e ocultar patrimônio. Segundo ‘Veja’, informações estão em ação aberta após divórcio na qual Ana Cristina Valle relata ‘desmedida agressividade’ do presidenciável e afirma que ele recebia pagamentos não declarados.

Autor do atentado. Tribunal veta entrevistas com esfaqueador de Bolsonaro

Vice de Ciro. Kátia Abreu critica PT e declara neutralidade em eventual segundo turno.

Lewandowski cobra Toffoli para pautar ações contra prisão em 2ª instância.

Fachin também tira das mãos de Moro delações da Odebrecht que citam Lula.

Alta adiada por infecção. Jair Bolsonaro deveria deixar hoje o Hospital Albert Einstein, mas a alta foi adiada depois que foi identificada uma contaminação do cateter colocado no braço.

Siglas repassam menos de 30% de fundo a mulheres. Vinte de 34 partidos que disputam as eleições e usam recursos do fundo eleitoral repassaram menos de um terço da verba para candidaturas de mulheres. O cálculo não considera os repasses para as vices e as suplentes de senador, que estão sendo levados em conta pelos partidos para cumprir a cota de 30%. O fundo eleitoral vai distribuir mais de R$ 1,7 bilhão aos partidos.

PT e PSL buscam apoio de Meirelles para o 2º turno. “De fato, tanto eles como interlocutores da frente centrista nos procuraram”, afirmou o candidato do MDB . “A minha resposta a todos é a seguinte: acho muito prematuro tudo isso. Não cogito de apoiar ninguém”, disse o ex-ministro.

Eliane Cantanhêde: Se há campanha em que todos batem continência ao comandante, não é a de tucanos nem do capitão e do general, mas a do PT.

Elena Landau: A descrença da população é enorme. A liderança da corrida eleitoral se dá por motivos que vão além da economia.

ONU aprova resolução contra a Venezuela. A ONU aprovou resolução em que reconhece que a Venezuela vive “crise humanitária” e faz pressão para que o país aceite ajuda. A ONU também dá mandato explícito para que se investiguem violações de direitos humanos no país. A aprovação do texto mostra o isolamento do regime de Nicolás Maduro.

Petrobrás faz acordo e vai pagar R$ 3,6 bi nos EUA. Petrobrás aceitou pagar multa de US$ 853 milhões (R$ 3,6 bilhões) para encerrar as investigações relacionadas à Operação Lava Jato nos EUA. O acordo com autoridades americanas põe fim a incertezas e custos associados a potenciais litígios no país e foi bem recebido por investidores.

IGP-M sobe 10% em um ano, mas não afeta aluguel. Com excesso de imóveis no mercado, proprietários ignoram o índice oficial de reajuste de aluguel. Segundo a FGV, o IGP-M de setembro, em 12 meses, ficou em 10% e o aluguel variou 0,49%.

Eleição afetará reajuste de escolas, diz sindicato.

TSE barra candidatura de Garotinho no Rio.

Editorial1: A higienização petista. É possível arruinar a democracia por meio de sua desmoralização paulatina e constante, como faz o PT sistematicamente há mais de três décadas.

Editorial2: Nas urnas, a economia de 2019. Um governo irresponsável ou despreparado poderá emperrar a recuperação do País.

Editorial3: O ranking das universidades. Brasil poderá entrar num círculo vicioso que comprometeria a formação de capital humano.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Vice de Bolsonaro critica 13º e é repreendido pelo candidato. Presidenciável reage à fala de general, que também prega renegociar dívida pública. A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência entrou em crise mais uma vez causada por frases polêmicas do candidato a vice do deputado, o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB). Em palestra no Rio Grande do Sul, Mourão chamou o 13º salário de “jabuticaba”. “Se a gente arrecada 12, como pagamos 13?”, disse. “[Faremos] a implementação séria da reforma trabalhista.” Em atitude inédita, Bolsonaro publicou no Twitter uma reprimenda sem nominar Mourão. “Criticá-lo [o 13º], além de ofensa a quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição”. Mourão disse ainda que o país gasta demais com juros da dívida pública e que Bolsonaro os renegociaria, prática que costuma redundar em crises em economias de mercado.

Ex-mulher acusou Bolsonaro de furto de cofre e agressividade. A separação litigiosa de Jair Bolsonaro (PSL) e da ex-mulher dele foi além da disputa pela guarda do filho do casal e incluiu acusações de furto de cofre, ocultação de bens e relatos de “comportamento explosivo” e “desmedida agressividade” do hoje candidato à Presidência da República pelo PSL. As informações constam de um processo de cerca de 500 páginas obtido pela revista Veja e revelado na noite desta quinta-feira (27).

Bolsonaristas articulam alianças com siglas que apoiam outros candidatos.

General Mourão, vice de Bolsonaro, propõe renegociar os juros da dívida do governo.

Artistas brasileiros sofreram lavagem cerebral contra Bolsonaro, diz Mourão.

Haddad quer antecipar nome para a Fazenda se passar ao segundo turno.

Pedetistas discutem requisitos para apoiar Haddad em 2º turno.

Marina Silva expõe filhas, toma sopa e critica tiranos em vídeo.

Repúdio a Bolsonaro expõe participação de torcidas organizadas nas eleições. Apesar de muitas se dizerem neutras, organizadas fazem campanha por candidatos.

Justiça proíbe autor de atentado a Bolsonaro de dar entrevistas.

Reinaldo Azevedo: Desafiada a responder às mazelas, elite escolhe tiro, porrada e bomba. É espantoso que parte considerável das elites ignore por que os pobres votam no PT.

Eleições 2018. Hospitalizado há 22 dias, deputado tem alta adiada devido a infecção leve.

Tesoureiro da campanha de Fernando Haddad é acusado de caixa dois.

TSE barra a candidatura de Anthony Garotinho ao governo do Rio.

Hélio Schwartsman: Linha entre a sabedoria e a alucinação é tênue.

Aumenta a pobreza argentina, e Macri pede paciência. O presidente argentino, Mauricio Macri, anunciou que o número oficial da pobreza no país aumentou para 27,3% no 1º semestre do ano — o índice anterior era 25%. Ele pediu paciência e disse que “ a recuperação será lenta”.

Foto-legenda: Hidrelétricas alteram rotina e trazem incerteza à população do Xingu. Ribeirinho visita o que restou da casa de seu irmão, em ilha inundada próxima a Altamira; mudança na vazão de rios para abastecer Belo Monte impactou fauna e hábitos.

Editorial1: Eleições. Universo paralelo. Presidenciáveis ainda prometem obras e empregos como se para tanto bastasse vontade

Editorial2: Crise. Drama argentino. Desafio imediato é convencer o país de que o remédio amargo do arrocho vai recuperar a economia.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Corrupção custa R$ 20 bi à Petrobras. Após três anos de negociação, a Petrobras fechou acordo com autoridades americanas para evitar possível condenação judicial e pagamento de multas que poderiam até provocar a falência da empresa por seu envolvimento nos casos de corrupção investigados na Operação Lava-Jato.

Ex-mulher acusou Bolsonaro de furto e agressividade, diz revista. A separação litigiosa de Jair Bolsonaro (PSL) e da ex-mulher dele foi além da disputa pela guarda do filho do casal e incluiu acusações de furto de cofre, ocultação de bens e relatos de “comportamento explosivo” e “desmedida agressividade” do hoje candidato à Presidência da República pelo PSL.

Brega não vê razão para pessimismo. Em meio a previsões pessimistas ou de um conformismo empresarial de que o Brasil não tem jeito, o presidente da Whrilpool na América Latina mostra otimismo em relação ao que vai acontecer após a eleição. Para João Carlos Brega, o eleito não terá tanto trabalho para cumprir uma agenda que está encaminhada e que envolve, basicamente, reformas já conhecidas, além de enxugar o Estado

Uso das redes sociais muda a lógica das campanhas no país. O horário eleitoral funciona pouco este ano, diz Caio Tulio Costa, CEO da Torabit, plataforma de inteligência de dados. Jair Bolsonaro tem oito segundos na TV e lidera as pesquisas. Geraldo Alckmin, com cinco minutos, está em quarto.

Appy critica as propostas dos candidatos na área de tributação. O diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), Bernard Appy, é direto e extremamente técnico ao criticar ideias tributárias explicitadas por candidatos à Presidência ou seus colaboradores econômicos, em especial Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

Argentina tem reação morna a novo pacote. A Argentina reagiu com cautela ao novo pacote do Fundo Monetário Internacional (FMI), que elevou o programa de ajuda ao país a US$ 57,1 bilhões. Apesar do aumento, a taxa de câmbio voltou a subir.

Câmbio atrai investidores estrangeiros. Um novo fluxo para mercados emergentes tem garantido a recuperação das bolsas e moedas desses países nos últimos dias. Esse movimento se deve à percepção de que o fortalecimento do dólar, desde maio, tornou os ativos emergentes muito baratos.

Democracia na berlinda. O ex-primeiro-ministro da Espanha José Luis Rodrígues Zapatero tem uma explicação objetiva para a derrocada de regimes democráticos em vários países: “É um efeito colateral da crise financeira de 2008”. Em entrevista ‘À Mesa com o Valor’, ele disse que a crise provocou um “sismo político”.

Conjuntura. Em recuperação desigual, só Sudeste cresceu no 2º triEx-mulher acusou Bolsonaro de furto e agressividade, diz revista. A separação litigiosa de Jair Bolsonaro (PSL) e da ex-mulher dele foi além da disputa pela guarda do filho do casal e incluiu acusações de furto de cofre, ocultação de bens e relatos de “comportamento explosivo” e “desmedida agressividade” do hoje candidato à Presidência da República pelo PSL.

Campanha consolida predomínio das redes. Ação de Bolsonaro e Haddad em facebook e twitter é muito mais efetiva que uso do horário eleitoral.

General Mourão critica 13º salário e é repreendido por Bolsonaro. Campanha de Bolsonaro chega às vésperas do primeiro turno em crise interna e aliados do presidenciável tentam isolar vice.

Editorial: Acordo da Argentina com o FMI traz duro ajuste recessivo. O FMI garantiu que a Argentina não entrará em default pelo menos até 2020.

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