Eleição 2018 e economia são os destaques das manchetes dos jornais

SINOPSE NACIONAL DE 20 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS  :

Manchete e destaques do jornal O Globo : Centrão fecha acordo para apoiar Alckmin. Com pacto, tucano alcança ao menos 4 minutos e 46 segundos na TV. DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade levaram pauta de reivindicações ao encontro em São Paulo, como condição para formalizar aliança. Anúncio oficial será feito semana que vem. O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, fechou ontem acordo em torno de sua candidatura com o centrão, que reúne DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade. Com o apoio desse bloco e as alianças com PTB e PSD, o tucano chega a ao menos 4 minutos e 46 segundos, do total de 12 minutos e 30 segundos de propaganda eleitoral de rádio e TV dos candidatos ao Planalto. Por enquanto, com alianças indefinidas, nenhum outro candidato supera um minuto e meio de propaganda. Como condição para formalizar o apoio, o centrão levou uma pauta de reivindicações ao encontro, em São Paulo. Apesar da proximidade de PP e Solidariedade com a pré-candidatura de Ciro Gomes (PDT), a distribuição de cargos e verbas pesou na decisão de bandear-se para Alckmin. Paulinho da Força levou ao presidenciável a exigência de compromisso para um novo modelo de financiamento de sindicatos, por conta do fim do imposto sindical. Já o PP, que resistia em razão de formação de palanque no Piauí, vai manter espaços importantes. O anúncio formal da aliança será feito na próxima semana/

Escritório de Ciro recebeu verba pública de aliado. 2018 Pagamentos somam R$ 110 mil; pré-candidato nega irregularidade. O escritório de advocacia de Ciro Gomes, pré-candidato pedetista, recebeu R$ 110 mil do gabinete do deputado federal Leônidas Cristino (PDT-CE). Ciro nega irregularidade/

PDT confirma hoje indicação ao Planalto. Após fim de negociação com centrão, Ciro fará aceno à esquerda/

PRP descarta indicação de vice para chapa de Bolsonaro. Pré-candidato a presidente reclama e diz que seu ‘partido é o povo’/

STJ nega ação para Lula dar entrevistas. Para ministro, um outro recurso ainda poderia ser feito ao TRF-4/

Geddel e Estevão na segurança máxima. Decisão de juíza é contra regalias na Papuda; ex-ministro e ex-senador serão transferidos para celas individuais/

Corregedor intima Favreto, Gebran e Moro. Magistrados terão de explicar idas e vindas sobre liberdade de Lula/

Flávio Freire: Tucano atuou para tirar a aliança do dedo de adversários. Ex-governador paulista conversou à miúda com dirigentes partidários a fim de conseguir mais tempo na TV e chegar fortalecido à convenção/

Bernardo Mello Franco. Novo impulso. Acordo tem potencial para ressuscitar Alckmin, que estava desacreditado/

Bolsa e cotação do real reagem após a notícia. O Ibovespa e a cotação do real frente ao dólar se recuperaram no fim do dia, diante da notícia do acordo com o centrão. A Bolsa fechou com ganho de 0,16%/

ANP desiste de prazo mínimo de reajuste. Pouco mais de um mês após anunciar consulta pública sobre a periodicidade dos reajustes de combustíveis, depois do fim da greve dos caminhoneiros, a ANP desistiu de fixar o prazo mínimo. A agência concluiu que transparência e competição são mais eficientes para dar previsibilidade aos preços/

Intervenção critica governo do Rio. Mais de cinco meses após o início da intervenção federal na segurança do Rio, o general Braga Netto publicou portaria com o planejamento estratégico do trabalho. O texto culpa a “gestão fraudulenta” pela insolvência do estado/

Geddel e Estevão na segurança máxima. O ex-ministro Geddel Vieira Lima, o ex-senador Luiz Estevão e o ex-deputado Márcio Junqueira foram transferidos para a ala de segurança máxima da Penitenciária da Papuda, para pôr fim às regalias de que desfrutavam na cadeia/

Isolado, Ortega celebra revolução. Sob pressão internacional, após a morte de 280 pessoas em protestos contra o governo, o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, festejou os 39 anos da Revolução Sandinista. Ele é acusado de expurgar antigos aliados do movimento/

Editorial1: Vacinação no Brasil em estado de emergência. O noticiário sobre surtos e risco de epidemias se amplia, e não é possível ficar tranquilo enquanto o poder público não demonstra a devida preocupação com o fato/

Editorial2: Nicarágua não pode virar uma segunda Venezuela. Repressão e desmantelo político no país sandinista preocupam governos da região, que temem crise humanitária aos moldes da causada pelo regime de Maduro.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo : Centrão encerra conversas com Ciro e fecha com Alckmin. Apoio ao pré-candidato do PSDB foi definido após o PR acertar que indicará o vice. Na véspera da convenção que vai oficializar a candidatura de Ciro Gomes (PDT) à Presidência, o Centrão mudou de lado e decidiu fazer aliança com Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB. A reviravolta aconteceu depois que o PR se juntou ao bloco, formado por DEM, PP, Solidariedade e PRB. Chefe do PR, Valdemar Costa Neto exigiu que o vice na chapa seja Josué Gomes da Silva (PR-MG), filho do ex-vice-presidente José Alencar. Dirigentes do Centrão disseram a Alckmin que o acordo poderá ser anunciado na quinta-feira. A mudança do bloco, que estava inclinado a apoiar Ciro, foi resultado de diversos fatores políticos, entre eles pressões do Planalto. O peso maior, porém, é atribuído à decisão de Valdemar. Juntas, as siglas do Centrão têm cerca de 5 minutos por dia no horário eleitoral. A partir de hoje, os partidos fazem suas convenções para definição de candidaturas. O prazo final é 5 de agosto/

Coluna do Estadão: PR convence Tiririca a disputar reeleição/

Coluna do Estadão: Tchau, querido. Para ter o apoio do Centrão, o presidenciável Geraldo Alckmin aceitou rifar o coordenador de sua campanha, Marconi Perillo. Foi uma das condições impostas pelo DEM. Perillo é adversário político do senador Ronaldo Caiado (DEM) em Goiás/

Coluna do Estadão: Vice dos sonhos. Indicado pelo Centrão para vice de Geraldo Alckmin, o empresário Josué Gomes (PR) vai colocar dinheiro do próprio bolso na campanha. Em 2014, quando disputou o Senado, ele declarou patrimônio de R$ 96 milhões/

Coluna do Estadão: A partilha. Um integrante do Centrão resume as conversas dos partidos do bloco (DEM, PP, PR, PRB e SD) com o tucano Geraldo Alckmin. “Já estão no nível de discutir quem ficará com a Funasa. O primeiro escalão já foi preenchido.”/

Coluna do Estadão: É do jogo. O PDT garante que não está sofrendo com a sinalização do Centrão de apoiar Alckmin em detrimento de Ciro Gomes. “Desejaríamos que viessem, mas, se não acontecer, não muda nada para nós. Não se perde o que não se tinha”, diz Carlos Lupi/

Tesouro reforça capital da Caixa com R$ 2 bilhões. O governo vai injetar cerca de R$ 2 bilhões na Caixa até o fim do ano. O reforço de capital do banco, a ser feito pelo Tesouro Nacional, é necessário para que a instituição financeira cumpra em 2019 normas internacionais que exigem mais recursos próprios para fazer frente ao risco de perdas nas operações de crédito. A Caixa lucrou R$ 12,5 bilhões no ano passado, o melhor resultado de sua história/

Orçamento tem folga de R$ 600 milhões. A equipe econômica encontrou uma “folga” de cerca de R$ 600 milhões para aumentar as despesas neste ano. Repasses de R$ 9,1 bilhões, que seriam destinados a ministérios e órgãos federais, estão congelados/

CNJ pede explicações a Favreto e Moro/

EUA querem nova eleição na Nicarágua/

Elena Landau: Quem sofre com os desacertos na Eletrobrás são os consumidores. E os contribuintes/

Editorial1: O jogo do ‘centrão’. Tudo o que importa para esses partidos nanicos é dividir o butim estatal entre caciques e agregados. Juntos, eles ganham capacidade de constranger sua presa/

Editorial2: A condenação dos ‘black blocs’. Aos que veem atos de violência como manifestação política resta o rigor da lei/

Editorial3: Comércio travado, risco global. Uma guerra comercial, ruim para todos, poderá comprometer quaisquer planos de cooperação para o crescimento discutidos em Buenos Aires, neste fim de semana, pelos ministros de Finanças do Grupo dos 20 (G-20), formado pelas maiores potências econômicas. Um conflito de tarifas e barreiras, com novas travas à circulação internacional de mercadorias, é uma das principais ameaças à prosperidade global, neste e nos próximos anos, segundo nota publicada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) como referência para as discussões. Enquanto a nota circulava, o governo dos Estados Unidos estudava a adoção de tarifas sobre a importação de veículos, depois de impor barreiras às compras de aço e de alumínio e de anunciar a taxação de produtos chineses no valor de US$ 200 bilhões.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo : Centrão decide dar apoio a Alckmin na eleição presidencial. Aliança, que ainda precisa ser formalizada, fornecerá ao pré-candidato tucano o maior tempo de TV na campanha. Líderes de partidos do chamado centrão afirmaram ontem ter chegado a um acordo com o pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) para apoiá-lo na disputa eleitoral deste ano. As siglas que formam o bloco (DEM, P5 Solidariedade, PR, Avante, PRB e PHS) precisam validar internamente a decisão para que a aliança seja anunciada oficialmente. O acordo dará ao candidato tucano capilaridade política e o maior tempo na TV. Com o apoio do centrão, Alckmin, que tinha sozinho 1 minuto e 18 segundos na propaganda eleitoral na TV (em cada bloco de 12 minutos e 30 segundos), somará 4 minutos e meio, quase 40% de toda a fatia da disputa. Adversário histórico do PSDB, o PT, que ainda não fechou nenhuma aliança, tem 1 minuto e 34 segundos. O tucano preferiu manter a cautela. Disse, via assessoria, que nada havia sido definido até aquele momento. Uma das principais resistências ao acordo vinha do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele foi convencido a desistir do apoio a Ciro Gomes pelos rompantes e pela incompatibilidade ideológica do pedetista, especialmente após conversa entre economistas dos dois grupos. Em sua terceira campanha presidencial, Ciro oficializará nesta sexta (20), em Brasília, sua candidatura ao Palácio do Planalto/

Juizes vão ter de explicar polêmica sobre soltar Lula. Os magistrados Rogério Favreto e João Gebran Neto, do TRF-4, e Sergio Moro terão de explicar ao Conselho Nacional de Justiça a guerra de decisões travada no dia 8 deste mês em torno do habeas corpus ao ex-presidente Lula/

Arrecadação de impostos cai com caminhoneiros. A paralisação dos caminhoneiros em maio deve ser responsável por interromper a série positiva na arrecadação de impostos no ano. Dados do Ibre/FGV para junho estimam queda de 0,4% nos federais e 4,2% nos estaduais/

Painel: Acordo pode dar a bloco um poder de tutela inédito. Se confirmado, o acordo com Geraldo Alckmin (PSDB) abre brecha para o centrão exercer um poder de tutela inédito na história recente sobre um mandatário do país/

Governo critica método da ANS para reajuste de planos de saúde. O reajuste dos planos de saúde de 8 milhões de pessoas é calculado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar com metodologia falha, diz o Ministério da Fazenda. O aumento anual de 10% proposto pela agência reguladora atinge clientes de planos individuais ou familiares com contratos a partir de 1999 — 17% do mercado. Entre os erros, a pasta aponta o fato de não se levar em conta no reajuste o custo real dos serviços. A ANS diz que discutirá o método publicamente/

Cidades com baixa vacinação culpam sistema federal. Municípios com baixo nível de cobertura vacinai infantil — grupo composto por 1 em cada 4 do país— afirmam que o índice é culpa do sistema de dados. O governo federal reconhece possíveis erros/

Lula pede esforço na formação de alianças, diz vice-presidente do PT após visita. Márcio Macedo encontrou ex-presidente nesta quinta (18)/

Sem centrão, Ciro faz aceno a siglas de esquerda e reconhece erros/

Bolsonaro faz ofensiva para rebater acusações de misoginia/

Marina Silva investe em rede de voluntários para campanha de baixo orçamento/

Reinaldo Azevedo: O PT tripudia sobre cadáveres. O partido de Lula solidariza-se com os algozes da Nicarágua/

Bruno Boghossian: Negociação fracassada deixa sequelas na campanha de Ciro. Candidato perde apoio do centrão e queima terrenos na corrida presidencial/

Laura Schertel Mendes e Danilo Doneda: Lei de proteção de dados não pode morrer na praia. Eventual veto ameaçaria fino equilíbrio alcançado/

Cláudio Weber Abramo: Risco de retrocesso. Preocupa a omissão sobre os números cadastrais na nova lei de proteção de dados pessoais/

Editorial1: Bolsonaro e a CNI. Dirigentes manifestam simpatia a presidenciável do PSL, apesar das fragilidades de seu programa/

Editorial2: Segurança. Intervenção frustrada. A menos de seis meses de seu término, operação no Rio de Janeiro não disse a que veio.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico : Crédito para pessoa física sustenta lucro dos bancos. Apoiados no crédito a pessoas físicas, os quatro maiores bancos de capital aberto devem mostrar bons resultados no segundo trimestre. O lucro combinado de Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander deve ficar em R$ 18 bilhões, segundo média de projeções de analistas consultados pelo Valor/

Crise reduz o emprego doméstico. Só nos cinco primeiros meses do ano, 233 mil trabalhadores deixaram de atuar como empregados domésticos no país, conforme números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)/

Cade julgará cartel em frete internacional. O Ministério Público Federal junto ao Cade pediu a condenação de sete multinacionais do setor de logística por suposta participação em cartel internacional de fretes marítimos e aéreos/

Viver sem tempo livre. Aos 88 anos, Fernanda Montenegro está repleta de projetos: participa da mesa de abertura da Flip, na quarta-feira, lança fotobiografia e prepara livro em que reconta sua vida. Tudo isso sem deixar de atuar: roda novo filme de Karim Aïnouz e documentário sobre a arquiteta Lina Bo Bardi/

Fofoca pode custar caro à empresa e ao funcionário. A Justiça do Trabalho tem condenado empresas a indenizar funcionários que foram vítimas de fofocas e boatos de colegas, quando comprovado que os superiores foram omissos sobre o caso/

Boulos defende arrocho para investir no social. O pré-candidato do PSOL à Presidência da República, Guilherme Boulos, propõe um arrocho tributário como meio para o governo aumentar o investimento público em saúde, educação e moradia/

Leilão. O presidente da Cemig, Bernardo Salomão, calcula conseguir mais de R$ 400 milhões com a venda da Cemig Telecom. Mais de 17 grupos já demonstraram interesse pelo negócio/

‘Centrão’ fecha com Alckmin, mas partidos vão referendar. Após nova rodada de reuniões, ontem Geraldo Alckmin (PSDB) tornou-se praticamente o candidato do “Centrão” – bloco formado por PP, PR, DEM, PRB e SD – à Presidência da República/

Conjuntura. PIB de oito Estados deve recuperar nível pré-crise em 2019. Além de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, puxados pelo bom desempenho agropecuário, estão na lista a maior parte da região Norte e Santa Catarina/

Mesmo com greve, economia cresceu 0,3% no 2º tri, estima Ibre/

Ritmo lento preocupa mais que política, diz FGV/

União deveria pagar por Ceal, afirmam analistas/

Continua a busca pelo ‘hexa’ da democracia. Necessidade urgente de reformas impopulares colocará o novo presidente à prova já nos primeiros meses de gestão/

País deve limpar matriz energética a partir do transporte, defende instituto. Uso intensivo de rodovias faz da logística a maior emissora de gases-estufa do Brasil depois do desmatamento/

Setor privado faz propostas para mercado de carbono/

Confiança de empresário é a pior em quase um ano. Pesquisa mostra que indicadores parecem recuperados dos efeitos negativos da greve dos caminhoneiros/

Conjuntura. Governo deve anunciar ampliação de despesas. Recursos devem ser destinados principalmente a despesas não sujeitas ao teto constitucional/

Atrasos em parcelas do ‘Refis’ chegam a R$ 6,6 bi/

ANP decide não fixar prazos para reajuste de combustível.

Manchete e submanchetes do jornal Diário Comércio, Indústria e Serviços (DCI) : Convenções trabalhistas caem 41% com reforma da CLT. A maioria das negociações salariais no primeiro semestre resultou em reajustes acima da inflação, mas os acordos e convenções caíram 41%, refletindo insegurança criada pela reforma trabalhista/

Alta de juro de longo prazo reduz oferta de fundo imobiliário. Alta nos juros de longo prazo do Tesouro IPCA está influenciando novas ofertas de fundos de investimentos imobiliários. É que o investidor olha muito para as taxas de juros, diz superintendente do Banco Ourinvest, Alberto Alves/

Greve fez demanda por bens industriais recuar 8,3% em maio. A demanda por bens industriais caiu em maio na comparação com abril, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ainda em razão dos efeitos da greve dos caminhoneiros. O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais teve queda de 8,3% no mês/

Hotelaria projeta atraso em retomada. Fim da desoneração da folha de pagamento, que deve valer em setembro, pode retardar a retomada da hotelaria e dos investimentos no setor. Agora, a projeção é que contratações permitidas pela reforma trabalhista entrem em cena/

70% dos lojistas sentiram piora na economia no mês de julho. Decepção com a atual situação da economia brasileira, somada à incerteza trazida pelo período eleitoral, fizeram com que 7 em cada 10 varejistas sentissem piora na economia, em julho, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio (CNC)/

Dinheiro em espécie é forma de pagamento preferida do brasileiro. Pesquisa do Banco Central (BC) mostra que apesar do avanço das tecnologias na área de meios de pagamento, o dinheiro em espécie ainda é o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros. A preferência se dá, principalmente, pela praticidade do dinheiro, e pelo maior nível de endividamento/

Saldo comercial do primeiro semestre fica menor neste ano. A balança comercial teve superávit de US$ 5,8 bilhões em junho. Desta forma, o saldo no primeiro semestre atingiu US$ 30 bilhões. Contudo, o resultado na primeira metade de 2018 foi inferior em US$ 6 bilhões comparado a de igual período em 2017, segundo o Indicador de Comércio Exterior (Icomex)/

Doria e França travam disputa na Assembleia de SP. [1]Às vésperas da disputa que decidirá o governador de São Paulo pelos próximos quatro anos, o atual comandante do Palácio dos Bandeirantes, Márcio França (PSB) e João Doria (PSDB) brigam na Assembleia Legislativa/

Editorial: A falsa proteção de Donald Trump. A limitada visão de mundo do presidente Donald Trump, que distribui tarifas comerciais como um herói de filmes de ação dispara sua pistola, ameaça cobrar um alto preço da própria sociedade americana que ele jurou proteger. O magnata republicano faz questão de desconhecer a realidade das cadeias de suprimento globais e não são poucos os economistas e organismos especializados em comércio exterior a alertar que a atual política traz um forte risco para o emprego e a inflação dentro das próprias fronteiras dos EUA.

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