Eleição 2018, com nova pesquisa, é o mote das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE NACIONAL DE 25 DE SETEMBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Bolsonaro é líder com 28%; Haddad sobe e chega a 22%. Ciro mantém 11%, e Alckmin oscila para 8%; no segundo turno, capitão só não perderia para Marina. O candidato do PT, Fernando Haddad, subiu três pontos na pesquisa Ibope divulgada ontem, enquanto Jair Bolsonaro (PSL) manteve a liderança, estável em 28%. Desde que sua candidatura foi oficializada, em 11 de setembro, Haddad subiu 14 pontos percentuais. Ciro Gomes (PDT) manteve 11% das intenções de voto, e Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou positivamente um ponto, obtendo agora 8% das preferências. Marina Silva (Rede) foi de 6% para 5%. Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro perderia de todos os principais adversários, menos de Marina, com quem estaria empatado em 39%. Rejeição a Bolsonaro subiu quatro pontos e chegou a 46%, maior índice entre os presidenciáveis.

Chances de 3ª via na corrida presidencial são remotas, analisa Bernardo Mello Franco. Última pesquisa do Ibope trouxe três más notícias para Bolsonaro. Com bom desempenho, Haddad pode ver rejeição crescer no segundo turno.

Ibope: Rejeição enfraquece Bolsonaro no segundo turno.

Haddad cresceu mais no Sul do que no Nordeste, mostra Ibope.

Entrevista. ‘Não há nova política. É ela que nos impede de ser selvagens’, diz Miro Teixeira.

‘Doria é quem deve ser questionado’, diz Alckmin sobre suposta aliança com Bolsonaro.

Grupo de Alckmin suspeita de apoio de Doria a Bolsonaro.

Míriam Leitão: Abstenção é o imponderável que pode decidir.

Delator diz que Eunício recebeu propina em obra contra a seca. Em delação homologada pelo STF, ex-executivo da Galvão Engenharia disse que pagou a Eunício Oliveira (MDB-CE), presidente do Senado, R$ 1 milhão para liberar obras contra a seca. Eunício nega. (PÁGINA 9)

Greve geral deve parar Argentina pela 4ª vez no governo Macri. Enquanto o presidente Mauricio Macri pede mais US$ 5 bilhões de empréstimo ao FMI, greve geral deve parar a Argentina hoje, pela quarta vez em seu governo.

Balas perdidas já fizeram 121 vítimas no Rio este ano.

Editorial1: É preciso não banalizar o risco de golpe. São cogitações desinformadas que não consideram as instituições e a robustez da sociedade civil.

Editorial2: Indicação de Trump ameaça voto flexível na Suprema Corte. Histórico ultraconservador de juiz acusado de assédio põe em risco equilíbrio do Judiciário.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Bolsonaro estaciona em 28%; Haddad atinge 22%. Ciro tem 11%, Alckmin, 8%, e Marina, 5%; rejeição ao candidato do PSL passou de 42% para 46%. A menos de duas semanas da eleição, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, parou de crescer e se manteve com 28% das intenções de voto. Seu principal adversário, Fernando Haddad (PT), subiu três pontos porcentuais e chegou a 22%, aponta pesquisa Ibope/ Estado/TV Globo. A estabilização de Bolsonaro ocorre no momento em que se intensificam os ataques de adversários, principalmente de Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), e de grupos organizados em redes sociais. Desde o último dia 11, data em que Haddad foi oficializado candidato do PT, a vantagem do líder na corrida presidencial sobre ele caiu de 18 pontos porcentuais para 6. Ciro tem 11% das preferências, mesma taxa da pesquisa anterior do Ibope. Alckmin oscilou de 7% para 8%. Marina Silva (Rede) passou de 6% para 5%. A rejeição a Bolsonaro passou de 42% para 46% em uma semana. Depois aparecem Haddad (30%), Marina (25%), Alckmin (20%) e Ciro (18%).

Cenários de 2º turno apontam derrota de Bolsonaro. Se um segundo turno fosse disputado hoje entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, o candidato do PT venceria por 43% a 37%, segundo a pesquisa. O presidenciável do PSL também perderia para Ciro Gomes (46% a 35%) e Geraldo Alckmin (41% a 36%). Haveria empate técnico apenas se a adversária fosse Marina Silva (39% a 39%). Na pesquisa anterior, Bolsonaro aparecia empatado tecnicamente com Haddad, Ciro e Alckmin, e à frente de Marina.

Candidato fala sobre ataque. Bolsonaro disse à Rádio Jovem Pan considerar que ataque do qual foi alvo teve motivação política. E sugeriu que a PF pode estar abafando caso.

PSDB vai reforçar sua campanha pelo voto útil. Apesar da apreensão com os números, tucanos viram na pesquisa um argumento para lutar pelo voto útil em Geraldo Alckmin. Para a campanha de Ciro Gomes, “o voto silencioso vai falar alto”. Marina Silva não quis comentar a pesquisa.

Marcelo de Moraes: Com a possibilidade de vitória, a candidatura de Bolsonaro se tornou mais exposta e revelou fragilidades sérias do “mito”.

Eliane Cantanhêde: Pesquisa não é boa para Bolsonaro. Os ataques dos adversários estão dando resultado, sobretudo das mulheres e de Alckmin.

Abilio Diniz: Uma certeza eu tenho: seja qual for o resultado das urnas, nós, empresários, não vamos embora para Miami, Lisboa ou Londres.

Há 4 meses falta remédio no SUS, dizem secretários. Há pelo menos quatro meses, faltam medicamentos em unidades do SUS de todo o País, segundo o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde. A entidade deve apresentar hoje um levantamento feito com 4 mil municípios mostrando os maiores problemas – entre os exemplos citados estão remédios para hepatite C e para transplantados e até anticoncepcionais. O Ministério da Saúde nega a falta de medicamentos.

Fraudes no cartão de crédito passam de 920 mil no ano. Com a popularização das transações com cartão de crédito via internet, subiu o número de fraudes envolvendo esse meio de pagamento. Entre janeiro e agosto foram detectados 920 mil golpes com objetivo de roubar dados financeiros de consumidores para clonar cartões – são 3,6 fraudes por minuto. Apesar de não haver comparação com anos anteriores, especialistas do setor, bancos e a polícia dizem que os golpes estão em alta.

Após 4 anos, barril de petróleo supera US$ 80.

Editorial1: A insensatez das elites. Resta como explicação para a adesão a Bolsonaro a hipótese de que, para essa elite, a única coisa que interessa é evitar o retorno do PT ao poder.

Editorial2: Ação perniciosa na rede. Fake news sobre saúde pública não é mero trote. Ela merece a repreensão do Estado.

Editorial3: A Receita e o auxílio-moradia. Decisão judicial proibiu a cobrança de Imposto de Renda sobre auxílio-moradia.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Segurança é prioridade, mas ninguém sabe como pagar. Presidenciáveis reagem a índices de violência sem detalhar investimento na área. Ponto comum nos programas de governo, os candidatos à Presidência levam para a esfera federal o problema da segurança pública no país. Com os índices de violência em nível recorde e o registro de 64 mil assassinatos em 2017, o assunto se tornou central no debate eleitoral. É a principal bandeira do líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), que propõe a revisão do Estatuto do Desarmamento e reduzir a maioridade penal para 16 anos. O deputado e seus adversários afirmam ser necessário aumentar a inteligência das forças de segurança do país. Hoje, o grosso do trabalho é dos estados, com a gestão das polícias Militar e Civil. O petista Fernando Haddad projeta uma atuação efetiva da Polícia Federal contra o crime organizado. Ciro Gomes, do PDT, defende a implantação de uma Escola Nacional de Segurança Pública. O tucano Geraldo Alckmin quer uma Guarda Nacional, e Marina Silva (Rede), o aumento do efetivo militar. Nenhum deles diz de onde sairá a verba para os planos. Segundo o Fórum Brasileiro da Segurança Pública, o gasto na área em 2017 foi de R$ 84,8 bilhões.

Bolsonaro perde de principais rivais no 2º turno, diz Ibope. Pesquisa Ibope mostra que Jair Bolsonaro (PSL), com 28%, continua à frente na corrida ao Planalto, seguido por Fernando Haddad (PT), que foi de 19% para 22%. Nas simulações de segundo turno, o deputado perde para Haddad (43% a 37%), Ciro Gomes, do PDT (46% a 35%), e Geraldo Alckmin, do PSDB (41% a 36%). (Eleições2018 A9)

Bruno Boghossian: Semana começa com soluço inédito de Bolsonaro.

Para 87%, Folha não deve apoiar candidato.

Promotoria vai investigar decretos de Alckmin.

Prefeito, Haddad descumpriu 9 de 10 metas para a saúde. Auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Município após o término da gestão Fernando Haddad (PT) mostra que o hoje presidenciável não cumpriu 9 das 10 metas para a saúde na capital paulista. Ex-chefe da pasta disse que o trabalho foi ótimo, dentro do possível.

Crédito imobiliário é metade do cedido quatro anos atrás. O total de financiamentos imobiliários novos em 12 meses é 50% menor que o visto em 2014, mesmo com o preço médio dos imóveis 19% mais baixo. Para o setor, os recursos ficam represados devido à falta de confiança no país.

Roberto Leher: Pequeno círculo celebrou o fogo no Museu Nacional. Pequeno círculo de poder viu chance de converter os museus científicos ao controle da indústria capaz de auferir lucros.

Editorial1: Como se fazem leis. Levantamento mostra que apenas 1% dos projetos de deputados são aprovados pelo Congresso

Editorial2: Ciclo virtuoso. O arranjo da geringonça. Sob o comando do premiê António Costa, Portugal deu início a uma expressiva recuperação.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico: Produtor rejeita crédito rural atrelado à inflação. O governo deverá adiar o prazo para que os bancos comecem a oferecer crédito rural a taxas de juro pós-fixadas atreladas à inflação, principal novidade do atual Plano Safra (2018/19), apurou o Valor.

Curto prazo e IDP mostram sinais trocados. A duas semanas da eleição, os dados sobre investimentos estrangeiros relativos ao mês de agosto apontam, ao mesmo tempo sinais de confiança de longo prazo na economia brasileira, mas também de desconfiança, com a maior saída de capitais de curto prazo em quase quatro anos.

Gregori vê disputa de ‘furor e ódio’. Para José Gregori, ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos, eleição é a mais radical da história do país. “É uma disputa de furor e ódio como nunca se viu”, disse ao Valor.

O ‘centro’ fracassa junto com o PSDB. Após quatro derrotas para o PT, o PSDB está fora do 2º turno da eleição presidencial pela primeira vez em 16 anos. A discussão sobre as chances de uma terceira via é estéril.

Setor espera continuidade de leilões. A pouco mais de três meses do fim do governo Temer e em meio às incertezas políticas relacionadas à sucessão presidencial, representantes do setor de óleo e gás e membros do atual governo saíram em defesa, ontem, da continuidade dos leilões de petróleo nos próximos anos.

As razões do fim do namoro entre o Casino e o Carrefour. A decisão do Casino de não prosseguir nas conversas com o Carrefour para uma associação – que criaria a segunda maior empresa de varejo do mundo – foi tomada porque a direção do grupo francês temia que seu rival o comprasse antes, por meio de oferta hostil na bolsa de Paris.

Macri ainda crê em apoio a ‘déficit zero’. O rígido orçamento de “déficit zero” na Argentina, apoiado pelo FMI, tem respaldo para ser aprovado pelo Congresso, apesar da acentuada queda na avaliação do governo e da deterioração da economia, disse o presidente Mauricio Macri ao “Financial Times”.

Bimbo ajusta operação e volta ao lucro no país. Maior fabricante de pães industrializados do mundo, a Bimbo teve que se adaptar aos tempos de crise no Brasil, onde chegou em 2001. A companhia, então, mudou a estratégia: reduziu o portfólio, fechou fábricas, aumentou a produtividade e parou de disputar o consumidor pelo menor preço

Brasil. Estrangeiro teme eleição, mas mira futuro. Capital de curto prazo tem maior saída em 4 anos; investimento é o maior em 18 meses.

Contas externas protegem Brasil de incertezas domésticas e internacionais. O déficit em conta corrente segue abaixo de 1% do PIB, um resultado bastante tranquilo, financiado com folga pelo investimento direto no país (IDP) e muito inferior ao rombo registrado por países como Argentina e Turquia, superior a 5% do PIB.

Pesquisa consolida tendência de 2º turno entre Bolsonaro e Haddad. Em ascensão, petista é o único presidenciável com tendência de alta em toda a série do Ibope.

No Planalto, Toffoli elogia Forças Armadas. Para presidente da República em exercício, “jogar o jogo democrático é demonstrar coragem”.

Temer pede mais prazo para defesa. Para defensores, é indispensável o depoimento do ex-ministro e deputado Maurício Quintella Lessa no inquérito sobre o Decreto dos Portos.

Geddel acompanha depoimentos no STF.

Eleições. “Democracia está sob ameaça”, afirma Haddad. Petista quer reforçar polarização antecipada com Bolsonaro.

Temer garante que não existe risco de autoritarismo. Presidente diz que pode reagendar votação da reforma da Previdência.

Manifesto divide campanha de Bolsonaro. Cúpula considera desnecessário um documento direcionado à sociedade e ao mercado financeiro.

Editorial: Destravar a infraestrutura é vital para a retomada. É consenso que o investimento em infraestrutura é uma das alternativas mais eficientes para estimular o crescimento da atividade e ajudar na superação da crise econômica, além de melhorar o bem-estar da população.

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