Eleição 2018 é o tema dominante das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE NACIONAL DE 02 DE SETEMBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Com Lula barrado, PT confronta Justiça Eleitoral. Apesar da decisão do TSE, que, por 6 votos a 1, negou o registro da candidatura do ex-presidente Lula, o PT resiste a admitir que ele está fora da eleição e ainda não oficializou Fernando Haddad como o nome do partido à Presidência. A estratégia é usar os próximos dias de propaganda eleitoral para criticar a Justiça, fazendo de Haddad uma espécie de apresentador do programa. O plano do PT será discutido com o próprio Lula na cadeia, amanhã, em Curitiba.

jovens veem futuro do país no voto. Enquete mostra que eles confiam no poder das eleições para mudar o Brasil. Nove em cada dez jovens brasileiros acreditam no potencial que o voto tem para mudar o país. É o que aponta enquete feita pelo Unicef, a pedido do GLOBO, com 16,3 mil pessoas de até 24 anos das cinco regiões. Apesar da abordagem otimista, 60% deles disseram não se identificar com nenhum candidato. Novo blog do GLOBO, o projeto #focanovoto acompanha as eleições pelo olhar dos jovens.

R$ 17,6 bi corroídos. Os cemitérios da indústria naval. Sondas, plataformas e navios petroleiros, que tiveram investimentos de R$ 17,6 bilhões, estão parados em estaleiros no Rio e podem virar sucata. Crise da Petrobras e casos de corrupção levaram à suspensão de contratos bilionários. Até 2020, setor perderá 80 mil vagas.

Crise no RJ. Estado não repassou R$1,68 bilhão para redes municipais de saúde.

América Latina. Diáspora venezuelana é o maior êxodo na região em cinco décadas.

Para Ciro, debate ganha clareza; Marina quer mais políticos punidos.

O faixa preta de jiu-jítsu que virou ‘o cara’ de Bolsonaro. Gustavo Bebianno / De admirador a principal conselheiro, advogado relata ‘náuseas’ do ‘mundo das traições’ da política e controla caixa eleitoral de R$ 9 milhões.

Alckmin estuda acionar plano B com voto útil no 1º turno. Estratégia do tucano é a de convencer eleitores que não queiram o segundo turno entre um petista e Jair Bolsonaro.

Na TV, filha de Cunha apela para impeachment de Dilma. Filhos de Cabral e Picciani, que buscam novo mandato na Câmara, não citam pais presos.

Na TV, Alckmin ataca Bolsonaro, que reage na web. PT abre programa eleitoral com crítica à decisão do TSE que barrou a candidatura de Lula; Marina aposta no público feminino; Ciro reforça promessa de tirar os eleitores do SPC, enquanto Alvaro Dias usa imagem de Moro.

“Tabelinha” tech: Mulheres trocam pílula por aplicativo aprovado nos EUA.

De ‘calmos’ a metaleiros, os alvos dos candidatos. Propaganda sob medida usada em redes sociais permite que políticos escolham detalhes do eleitor que receberá suas mensagens; perfis variam de supersticiosos a surfistas, de arquitetos a eletricistas, inclusive com disputas pelo mesmo público.

Lauro Jardim: Às vésperas das eleições, delação de Palocci entra em fase decisiva.

Elio Gaspari: Gilmar Mendes expôs o tamanho do desastre. Poucas vezes um magistrado foi tão autocrítico e preciso como o ministro Gilmar Mendes quando disse o seguinte: “Nós já produzimos esse desastre que aí está. Ou as pessoas não percebem que nós contribuímos com a vitimização do Lula? Estamos produzindo esse resultado que está aí”. Sem ‘prende-e-solta’ e ‘pode-não-pode’ Lula não teria 39% em pesquisas.

Bernardo Mello Franco: Enquanto TSE barrava Lula, Haddad confraternizava com golpistas.

Ascâncio Seleme: Adota o papel de anti-bolsonaro pode ser contraproducente.

Merval Pereira: Placebos ao povo. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de permitir que o candidato a vice Fernando Haddad participe da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, como se candidato a presidente fosse, é mais uma das muitas heterodoxias a que têm se submetido os tribunais superiores da Justiça brasileira no pedregoso caminho provocado pela crise política e econômica que retira do PT a hegemonia política do país.

Editorial1: TSE confirma que Lei da Ficha Limpa vale para todos. No caso Lula, ficou reforçada a segurança jurídica de uma eleição da qual participam 143,7 milhões.

Editorial2: Baixas na Casa Branca indicam ruptura na equipe de Trump. Renúncia de conselheiros gera incertezas quanto à continuidade das investigações de Mueller.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Após decisão do TSE, PT afronta o Judiciário e insiste em Lula. Com ex-presidente barrado, mas com programa liberado, partido fala em ‘golpe’.

Tribunal deixa disputa mais clara, dizem candidatos. Presidenciáveis alegam que incerteza sobre situação de Lula confundia eleitor.

Preocupada com a eleição, Petrobrás procura siglas. Estratégia. Executivos da estatal vão conversar com assessores econômicos das campanhas no momento em que presidenciáveis têm apresentado propostas que vão de privatização de atividades importantes da empresa a retomada de 100% do controle pela União.

Agrotecnologia. Nova geração de transgênicos, 20 anos depois. Polêmica persiste na opinião pública, enquanto adesão é de 92% no cultivo de soja e de 94% no de algodão.

Produtores se unem para fazer a ‘Ferrogrão’. Ferrovia no MT reduziria custo do transporte de grãos está orçada em R$ 12,7 bi; valor é considerado ‘troco’ pelo produtor Eraí Maggi.

Passaportes latinos falsos salvaram judeus. Passaportes falsos de Paraguai, Bolívia e Haiti foram usados para enganar a repressão nazista.

Trump deve jogar 300 mil na ilegalidade. Legais na mira. Cidadãos de cinco países que entraram legalmente nos EUA graças a visto de permanência especial em função de desastres naturais projetam a vida na clandestinidade; a maioria prefere recorrer a subempregos a abandonar os filhos americanos.

Barroso pediu conversa reservada para ‘brainstorming’. A necessidade de um brainstorming – termo em inglês para uma dinâmica conhecida como tempestade de ideias – levou os sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a se reunirem a portas fechadas. O impasse levou a conversa reservada, chamada de reunião de conselho, entre os ministros que decidiram que o PT está autorizado a veicular programa presidencial no horário eleitoral, desde que Lula não apareça como candidato. Não estenderam o veto à coligação e concordaram que não haveria tempo hábil para mudar a programação da manhã seguinte.

Amoêdo nas redes. Candidato do Novo investe em estratégia digital para atrair voto dos ‘desencantados’.

Eliane Cantanhêde: Lula tem 24 advogados nomeados na Justiça comum e eleitoral; entre eles, aliados políticos como Fernando Haddad. Fachin perdeu de 6 a 1 no TSE, que impediu Lula de continuar brincando com a Justiça e o eleitor.

Vera Magalhães: O País precisa superar a adolescência democrática, sob pena de ficar senil sem ter sido adulto.

Renata Cafardo: A falência da educação soa como notícia velha. E o grande perigo disso é perdermos a capacidade de nos indignar.

Coluna do Estadão: Fora da eleição, debate sobre aborto não avança. Tema obrigatório de qualquer campanha presidencial, a legalização do aborto dificilmente sairá do papel por vontade do Legislativo.

Coluna do Estadão: Os ministros Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin não poderão relatar pedido de liminar da defesa de Lula contra decisão do TSE que barrou sua candidatura. Fachin votou a favor do petista. O Regimento do STF diz que, “se possível”, quem participou do julgamento eleitoral será excluído da distribuição da relatoria de recurso.

Editorial1: Normalidade restituída. O TSE demonstrou celeridade. Resta esperar que os demais tribunais superiores rejeitem dar qualquer sobrevida à farsa de Lula.

Editorial2: Bons ventos. Em que pesem as restrições, os benefícios da energia eólica superam, e muito, suas desvantagens, sobretudo em relação às outras fontes.

Editorial3: O PIB da incerteza. Se a economia continuar crescendo, o novo presidente encontrará um legado melhor do que se imaginou nas piores fases do primeiro semestre.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: PT insiste em Lula e critica Justiça no programa da TV. Sigla usa propaganda para defender candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral. No primeiro dia de campanha já com a candidatura indeferida, Lula foi mantido como o nome do PT à Presidência. O TSE decidiu que ele só pode aparecer no horário eleitoral como apoiador, não como candidato. O PT exibiu letreiro dizendo que “a vontade do povo sofreu mais um duro golpe com a cassação da candidatura de Lula”. O programa não identificou explicitamente Lula ou Fernando Haddad como o candidato. Advogado do ex-presidente, Luiz Fernando Casagrande afirmou que não houve tempo de trocar o material da propaganda eleitoral. Haddad disse que se reunirá com Lula na segunda-feira (3) para discutir a situação. O PT tem dez dias para decidir quem será candidato. O TSE não comentou a propaganda petista.

No rádio, na TV e nas ruas, PT desafia TSE e mantém Lula como candidato.

Painel: Rivais preveem crescimento rápido de Haddad com apoio de Lula nos estados.

Bolsonaro adianta disputa entre PT e PSDB, afirma Fernando Henrique. Para ex-presidente tucano, apenas um dos dois partidos chegará ao segundo turno presidencial.

Campanha de Jair Bolsonaro é marcada por intrigas e improviso.

Ex-aliados do PT, membros do clã Barbalho flertam com bolsonaristas no Pará.

País caminha para pior ciclo de crescimento em cem anos. Mantido o ritmo atual, o Brasil terá seu pior desempenho econômico em uma década desde, pelo menos, o início do século passado. De 2011 a 2020, a expansão média anual do PIB deverá ser inferior a 1%. Ciclo inédito fechado pelo governo Michel Temer vai tirar da década de 1980 o pior resultado.

Caminhoneiros ameaçam parar após o feriado. Em nota divulgada pela UDC (União dos Caminhoneiros do Brasil), caminhoneiros da entidade afirmam que farão uma mobilização em todo o país após o feriado de 7 de setembro e por tempo indeterminado.

Drauzio Varella: Brasil cruza os braços diante da nova onda do HIV.

0 que faz os pais não levarem seus filhos à vacinação. Após 25 dias de campanha completados na sexta (31), mais de 2 milhões de crianças não tinham sido imunizadas contra sarampo e pólio. Falsa sensação de segurança e medo de efeitos colaterais explicam o alto número.

Editorial: Política. Ela tem salvação. Reformas paulatinas podem reverter o descrédito na política, ao tornar o sistema eleitoral mais compreensível.

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