Editoriais dos maiores jornais do país dissertam sobre reformas, decreto de armas, Argentina, governo Bolsonaro, homofobia e economia

O Globo, em um de seus editoriais, comenta o julgamento da ex-presidente Cristina Kirchner, na Argentina. O país irmão também pontua o editorial do Valor Econômico que aborda, também, o fator Cristina Kirchner e sua tentativa de retorno ao poder.

No outro editorial, O Globo critica o decreto que libera armas, no Brasil, considerando que a decisão não reduzirá a violência. O mesmo assunto, armas, é também motivo para um dos editoriais da Folha de São Paulo, que comemora recuo do governo em parte do decreto de armas, e aposta que o debate parlamentar pode adotar ainda mais sensatez à ideia do governo.

Em seu outro editorial, a Folha comenta sobre a decisão a ser tomada, nesta quinta-feira, 23, pelo STF, sobre homofobia. Embora enxergue acerto do ponto de vista conceitual, o jornal paulista considera que o tema, em seu mais amplo alcance, deva ser matéria do Congresso Nacional.

O Estadão critica, em um de seus editoriais, a forma de governar do presidente Jair Bonslonaro. Em outro, alerta para situações adversas no campo industrial, onde a espera por decisões econômicas favoráveis ao setor, no curto prazo.

No derradeiro editorial, o Estadão considera que “pode ser muito positiva” a ideia de o Congresso apresentar um substitutivo à proposta de Reforma da Previdência,

Editoriais:

“Depois de 11 anos, Argentina julga a ex-presidente Cristina Kirchner. Ela é acusada pelo desvio de US$ 60 milhões em contratos de 51 obras outorgadas a Lázaro Báez”. Editorial do O Globo.

“Cristina Kirchner tenta unir oposição para voltar ao poder. Os anos Kirchner foram marcados pela corrupção”. Editorial do Valor Econômico.

“Mais armas nas ruas não reduzirão a violência. Bolsonaro muda decreto, mas essência, que é a facilitação da posse e do porte, permanece.” Editorial do O Globo.

“Fora do alvo. Diante de pressões, Bolsonaro atenua decreto que ampliou porte de armas. Haverá tempo para um debate legislativo a respeito da proposta, que se choca com as políticas mais sensatas de segurança pública”. Editorial da Folha.

“Homofobia, justiça e lei. Convém ao STF modular efeitos de sua decisão; Congresso deve cumprir seu papel. Conceitualmente, não se vê muito o que discutir. Condenam-se, com razão, os que discriminam em razão de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional —como consta da lei n° 7.716, de 1989. Não seria menos errado discriminar devido à orientação sexual. … o Congresso deveria assumir a missão de ajustar rapidamente a lei, com o devido debate e as precauções necessárias.”. Editorial da Folha.

“Bolsonaro e o ‘povo’. Jair Bolsonaro faz o oposto do que o povo esperava que fizesse e seu governo se escora nos devotos da seita bolsonarista. É preciso fé para acreditar que isso pode dar certo.” Editorial do Estadão.

“À espera do pronto-socorro. Dirigentes de indústrias tendem a reduzir os planos de compras de matérias-primas”. Editorial do Estadão.

“Emenda melhor que o soneto. Ideia do Congresso de apresentar substitutivo da reforma da Previdência pode ser positiva”. Editorial do Estadão.

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