Atos, governo, Congresso, desigualdades, reformas e eleições internacionais são os temas abordados pelos editoriais

Editoriais do Estadão, do O Globo e do Valor Econômico abordam a relação entre Executivo e demais poderes, e sua relação com as reformas, após os atos do último domingo. Desigualdade de renda e crise econômica, no Brasil, reforma tributária, na Câmara, e eleições na Europa e na Índia são os demais destaques editoriais.

“É hora de governar. Após as manifestações do último domingo, Jair Bolsonaro deveria aproveitar essa segunda oportunidade que seus eleitores lhe deram para, enfim, fazer política e governar o País”. Editorial do Estadão.

“Governo não pode achar que as ruas decidirão reformas. Nas manifestações, mudanças na Previdência receberam apoio, mas o foco tem de ser o Congresso”. Editorial do O Globo.

“Manifestações não compensam a falta de articulação política. Ou constrói a articulação política possível com o Legislativo ou não haverá saída democrática para conseguir o que diz que pretende”. Editorial do Valor Econômico.

“Cresce a desigualdade de renda. Brasil ocupa a 9.ª pior posição em matéria de desigualdade entre 189 países, segundo a ONU”. Editorial do Estadão.

“As portas fechadas da crise. Fechamento de lojas físicas é um dos símbolos do recrudescimento da crise no País”. Editorial do Estadão.

“5 tributos por 1. Proposta engenhosa de reforma do sistema de impostos dá 1º passo na Câmara”. Editorial da Folha.

“Nacionalismo hindu. Vitória esmagadora do BJP, partido de Narendra Modi, implica riscos”. Editorial da Folha.

“Avanço da extrema direita na Europa não tira maioria do centro. Europeístas, porém, têm de negociar alianças para conter ação de nacionalistas no Legislativo”. Editorial do O Globo.

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