Violência, economia nacional, finanças e economia internacional são os destaques as manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Violência, economia nacional, finanças e economia internacional são os destaques as manchetes dos jornais. Violência causa forte prejuízo na economia brasileira; honorários beneficiarão em 600 milhões associações de poupadores; Brasil pode ganhar bilhões em cima da briga entre EUA e China.

SINOPSE DE 01 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Violência custa ao país 5,5% do PIB. Estudo da CNI revela que insegurança consome R$ 365 bi anuais de governo e empresas. Dividida pela população, conta seria de R$ 1,8 mil para cada brasileiro ao ano. A falta de segurança custa mais de R$ 365 bilhões por ano ao país. O valor, que equivale a 5,5% do PIB, foi calculado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com base em dados oficiais de 2012 a 2016, para um estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Se dividida pela população, a conta seria de R$ 1,8 mil para cada brasileiro ao ano. A cifra bilionária equipara-se, em relação ao PIB, aos setores da construção (5,2%) e da agropecuária (5,3%). As despesas públicas anuais com segurança e sistema prisional somaram R$ 101 bilhões, e os custos privados, R$ 264 bilhões. A violência, porém, avançou/

Bolsa Família consumida no juro do cartão. O uso do cartão de crédito, popularizado por bancos, financeiras e grandes lojas varejistas, levou 769,6 mil beneficiários do Bolsa Família à inadimplência. Eles são 29,6% dos 2,6 milhões de pessoas que, segundo o Banco Central, não conseguem pagar sequer o valor mínimo da fatura/

Restaurado, mas ainda fechado. Residência de presidentes da República de 1947 a 1975 e hoje morada do governador, Palácio Laranjeiras passou por restauração que custou R$ 39 milhões e durou quatro anos, mas faltam recursos para abri-lo à visitação/

Lauro Jardim: Joesley vende imóvel de R$ 45 milhões em NY. O apartamento de 685m² do empresário Joesley Batista, da JBS, em Nova York, foi vendido. O imóvel estava avaliado em R$ 45 milhões/

Metralhadora verbal de Ciro já rende 99 processos judiciais. Por calúnia, injúria, difamação ou danos morais, ações preveem indenizações de mais de R$ 1 milhão/

Ações ‘estão relacionadas a opiniões e não a desvio moral’, diz pedetista. Ciro afirma que sempre ‘levantou a voz contra injustiças e corrupção’/

Marina monta circuito seleto de colaboradores. Longe das alianças políticas tradicionais, presidenciável da Rede conta com apoio de ‘poucos e pequenos’/

Linha-dura de imigração pauta política de Roraima. Pré-candidatos ao governo defendem desde limitação de entrada de venezuelanos até fechamento da fronteira/

Cotado, Jobim reativa vínculo com o MDB. Insatisfeitos com Meirelles, aliados querem lançá-lo a presidente ou vice/

Bernardo Mello Franco: Dilma ensaia a volta. Menos de dois anos depois {do impeachment}, Dilma decidiu enfrentar as urnas. Concorrerá ao Senado pelo PT de Minas Gerais. Ela se lançou na noite de quinta-feira, em Belo Horizonte. Há duas vagas em disputa, e pesquisas que circulam no estado a apontam como favorita/

Ascânio Seleme: Imposto sindical não deixa saudades. Contribuição serviu durante anos para sustentar o peleguismo na estrutura política brasileira/

Editorial: Impasse no Rio de Janeiro. Governo e políticos não avançam em ajuste. Há um clima de animação no Rio. Não na população, porque o desemprego continua elevado, os serviços públicos rateiam, os estaduais e os municipais. Esta realidade não parece abalar o governo de Luiz Fernando Pezão. Em artigo no Globo, Pezão comemorou o fato de o estado já ter motivos para “respirar um pouco mais aliviado”.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Representantes de poupadores podem ganhar até R$ 600 mi. Valor corresponde a 5% do acordo fechado para reparação de planos econômicos. Dez associações de defesa do consumidor deverão receber até R$ 600 milhões em honorários pelo acordo fechado entre poupadores e bancos para cobrir perdas sobre a remuneração da poupança nos planos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991). O acordo, em fase de adesão para quem tem ação individual ou coletiva, prevê o pagamento pelos bancos de R$ 12 bilhões. Os órgãos de defesa terão direito a 5%. A negociação foi feita pela Frente Brasileira de Poupadores (Febrapo) – o órgão mais conhecido do grupo, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), deixou a entidade após a decisão da Justiça. A maior parte das outras associações é desconhecida e não tem registro de atividades em causas semelhantes. Uma delas foi apontada por um ministro do STJ como “associação de gaveta”, quando uma instituição é criada por advogados para tirar proveito de ações civis públicas. Para especialistas, mesmo com esses problemas, o acordo é legítimo/

Sedes fechadas e sem telefone. O poupador que tentar contato com associações pode se deparar com salas fechadas e telefones inexistentes/

Youssef usou 6 bancos para lavar dinheiro da Petrobrás. Na quebra de sigilo de empresas do grupo do doleiro Alberto Youssef, a PF descobriu que contas em seis bancos com sede no Brasil foram utilizadas para movimentar US$ 232 milhões. Esses valores, desviados da Petrobrás, foram lavados por meio de contratos de câmbio fraudulentos. Os recursos passaram por 109 contas de empresas apontadas como de fachada/

Só corretoras foram punidas. A Receita apontou falhas de bancos e corretoras. Até o momento, ocorreram 11 liquidações extrajudiciais de corretoras. O BC não informou quais medidas foram tomadas contra bancos/

Defesa de Lula apresentou 78 recursos no caso triplex. A defesa do ex-presidente Lula protocolou, de 2016 até sexta-feira, 78 questionamentos judiciais, entre mandados de segurança, reclamações e habeas corpus, no caso do triplex do Guarujá. Só de habeas corpus foram 7 pedidos no TRF-4, 7 no STJ e 2 no STF. A defesa reclama de falta de previsibilidade jurídica no processo do petista, condenado a 12 anos e um mês/

Eliane Cantanhêde: Passada a Copa e decidido o destino de Lula (e, com ele, o da Lava Jato e da Ficha Limpa), os advogados vão parar de correr e a eleição vai andar. Na verdade, enfim começar/

Esquerdista é favorito em eleição no México. Eleição. Após tentar duas vezes a presidência, Manuel López Obrador chega à votação de hoje com ampla vantagem, de acordo com pesquisas eleitorais, em disputa na qual não há segundo turno; decepção com partidos tradicionais impulsiona sua candidatura/

Pesadelo americano. Estados Unidos. Brasileira separada do filho é rastreada após ser solta/

PSDB-MG vai questionar candidatura de Dilma. Dilma Rousseff anunciou sua candidatura ao Senado, mas, no que depender dos tucanos mineiros, ela pode nem sair do papel. O presidente do PSDB no Estado, Domingos Sávio, afirma que a legislação sobre o impeachment é clara: além da perda do mandato, determina a perda dos direitos políticos. O acordo feito no Senado no dia da cassação, que vetou essa parte da punição, não seria suficiente para garantir sua candidatura. O tucano está confiante que o próprio MPE proporá a impugnação. Caso não o faça, o PSDB já se prepara para fazê-lo/

Coluna do Estadão. O presidenciável Ciro Gomes (PDT) impressionou o comandante do Exército, general Villas Bôas, na recente conversa que tiveram. O general está ouvindo todos os pré-candidatos. A interlocutores, Villas Bôas disse que Ciro se mostrou preparado, fugindo do óbvio discurso de reforçar as fronteiras. O ex-capitão Jair Bolsonaro (PSL) não entusiasma o alto-comando do Exército. Ele tem mais respaldo entre praças e suboficiais/

Coluna do Estadão. Chamou a atenção de petistas o ex-presidente Lula ter escolhido Fernando Haddad para representá-lo na conversa com o general Villas Bôas. Preteriu Jaques Wagner, que já foi ministro da Defesa de Dilma, sinalizando quem será seu “plano B”/

Coluna do Estadão. Michel Temer é, em parte, responsável pelo fraco desempenho de Geraldo Alckmin nas pesquisas. Levantamentos mostram que, para o eleitorado, os dois políticos estão associados. Ninguém sabe que Temer é do MDB e Alckmin, do PSDB/

Coluna do Estadão. Avessa a entrevistas, a ministra Rosa Weber cogita ter uma espécie de “porta-voz” para ajudar no relacionamento com a imprensa. Entre os nomes ventilados, estão o do ex-ministro do TSE Henrique Neves e de Luís Roberto Barroso, que será vice-presidente do TSE. Rosa assume a presidência do TSE em meados de agosto, no crucial momento em que a Corte eleitoral vai analisar os registros de candidaturas. Ela vai substituir o atual presidente, ministro Luiz Fux/

‘Não vejo o DEM como partido de direita’, diz Mangabeira. Mangabeira Unger afirma que candidatura de Ciro Gomes (PDT) vai além da centro-esquerda e faz acenos ao DEM/

Voluntários fazem ‘estágio’ para entrar na política. Na contramão do alto índice de rejeição a políticos, há quem ofereça tempo e força de trabalho não remunerado para os presidenciáveis/

Cármen e Fachin votam juntos em 87,5% dos casos. Levantamento mostra afinidade entre ministros em votações da Lava Jato; Toffoli, que assume STF em setembro, discorda mais do relator/

Juíza decreta prisão preventiva de ex-secretário de Alckmin. Magistrada vê risco na soltura de Laurence Casagrande, que estava detido temporariamente desde 21 de junho/

Fernando Henrique Cardoso: Sejamos radicais. Devemo-nos unir para evitar que o povo tenha de escolher entre o ruim e o menos pior/

Editorial1: Fuzuê. O STF deixou de ser uma casa onde se pratica o Direito para se transformar numa casa de jogos, onde o que importa é ganhar e não interpretar e aplicar corretamente as leis/

Editorial2: Prova de incapacidade. Nada foi encontrado contra Michel Temer num inquérito que já dura quase um ano/

Editorial3: O perigo do WhatsApp. Se redes como o Facebook têm sido fortemente cobradas, inclusive por órgãos de governo, a reforçar os mecanismos de identificação de postagens falsas, o mesmo não ocorre com o WhatsApp, que segue um território livre para os sensacionalistas e teóricos da conspiração que buscam, no mínimo, a admiração de seus amigos ou familiares, ainda que isso ocorra à custa da disseminação de informações falsas ou descontextualizadas. Ao contrário do Facebook, o WhatsApp ainda conta com o anonimato que oferece menor risco a quem divulga notícias que se provam falsas.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Rixa entre China e EUA pode render R$ 28,5 bi ao Brasil. Tarifas impostas entre si pelas duas potências permitiriam alta nas exportações. A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China pode incrementar as exportações brasileiras para esses dois países em aproximadamente U S$ 7,4 bilhões (R$ 28,5 bilhões) por ano. A estimativa está em um levantamento realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), elaborado a pedido da Folha. As duas potências anunciaram que irão sobretaxar centenas de produtos, reciprocamente, a partir deste mês. Nesse cenário, o Brasil pode ocupar espaços e elevar em até US$ 6,4 bilhões (R$ 24,7 bilhões) as vendas para a China, passando a exportar para o país asiático mercadorias que comercializa com outros países. Trata-se do caso de alguns produtos químicos, de cereais, de frutas e de veículos. Eles também são exportados pelos americanos, mas passarão a ter tarifa de 25%. Além disso, há cerca de US$ 1 bilhão (R$ 3,86 bilhões) em produtos que o Brasil exporta para o mundo mas não para os americanos — ou o faz em quantidade reduzida. Nessa lista estão veículos e tratores, máquinas, plásticos e materiais elétricos. Os obstáculos que podem impedir o país de aproveitar a oportunidade incluem o custo do transporte para a China, a concorrência de nações que têm preferências tarifárias e, no caso dos produtos agropecuários, barreiras não tarifárias/

O que pensam os eleitores sem candidato. A Folha conversa com quem decidiu anular ou votar em branco/

Empresas relatam desvios de sucessor de Paulo Preto em SP. Sucessor na Dersa de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, o engenheiro Pedro da Silva, preso pela Polícia Federal, também operou desvios em obras do governo paulista, relatam executivos de empreiteiras. Sua defesa diz que ele não fez nada de ilícito/

Desigualdade será desafio para novo líder do México. O esquerdista Andrés Manuel López Obrador deve ser eleito hoje, segundo pesquisas. Governará para uma população preocupada com desigualdade, corrupção e violência, relata Sylvia Colombo. Quase metade dos mexicanos vive na pobreza/

Painel: Lula pede que Haddad passe a integrar seu time de advogados. Venha quando quiser Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo que é apontado como possível substituto de Lula na disputa pelo Palácio do Planalto, passará a integrar a equipe de advogados que vai representar o ex-presidente na Justiça Eleitoral. O pedido foi feito pelo próprio Lula, na última quinta-feira (28), quando Haddad esteve na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para visitá-lo. Na prática, a inscrição na defesa garantirá um passe livre à cela do petista. Haddad é bacharel em direito pela USP/

PT vive disputa interna para escolher substituto de Lula. Nos bastidores, quatro nomes são cogitados caso petista não participe da eleição/

Preso pela Polícia Federal, o engenheiro Pedro da Silva sucedeu Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, na diretoria de engenharia da Dersa não só nos encargos oficiais. Segundo o que a Folha ouviu de executivos de três empreiteiras, ele também fazia operações ilícitas com empresas contratadas pelo governo paulista/

Eleitores que não pretendem votar em ninguém se dizem desiludidos com a política. Folha conversou com seis moradores de São Paulo que querem boicotar a eleição/

Inválidos, brancos e nulos não suspendem eleição, afirma TSE. Votos não são computados para o resultado final do pleito, segundo a corte/

Meirelles encara eleição como última chance e gasta fortuna para sair do 1%. Segundo aliados, ex-ministro investe R$ 250 mil por mês na tentativa de ser o candidato do MDB/

Editorial1: Olhos na Copa. Primeira fase do torneio tem números satisfatórios e novidades bem-sucedidas/

Editorial2: Rússia. O jogo de Putin. Encontro com Trump enfraquece esforço de parceiros dos EUA em isolar o chefe do Kremlin.

Deixe uma resposta

Fechar Menu