Economia, finanças, saúde e justiça são os destaques das manchetes dos jornais.

  SINOPSE DE 03 DE DEZEMBRO DE 2018 Edição: Sérgio Botêlho JORNAIS: Manchete e destaques do jornal O Globo: Acordo EUA-China deve afetar exportações do Brasil. Trump e Xi

 

Primeira Hora – Anexo 6

SINOPSE DE 03 DE DEZEMBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Acordo EUA-China deve afetar exportações do Brasil. Trump e Xi acertam trégua de 90 dias nas tensões tarifárias. A trégua de 90 dias na guerra comercial entre China e EUA traz alívio aos mercados, que temiam a escalada do conflito e o impacto na economia global. Os EUA se comprometem a não elevar tarifas em janeiro, e a China, a comprar mais produtos americanos. Para especialistas, o Brasil pode ser afetado, pois é concorrente dos EUA nas vendas de soja, milho e frango.

Novo governo planeja esvaziar 40 conselhos. Cerca de 40 conselhos de políticas públicas podem ter suas ações restritas no governo de Jair Bolsonaro. Segundo a equipe de transição, os grupos estão ‘‘aparelhados’’. Entidades já preparam um documento de aproximação com o Palácio do Planalto.

Antes da posse na Casa Civil, Onyx Lorenzoni já tem autoridade posta à prova. Bolsonaro desautoriza rotineiramente as articulações de seu futuro ministro e desidrata seus poderes com nomeações.

Estreantes ocuparão 80% da Esplanada. Dos 20 nomes indicados até agora para ministérios, 16 nunca exerceram funções de secretários estaduais ou municipais e 15 jamais foram do Legislativo. Aliados dizem que decisão é coerente com campanha.

Fernando Gabeira: Incluir corruptos no indulto abriria abismo.

Antônio Gois: Jovens da América Latina querem estudar mais.

Rio paga R$ 3 milhões em salários a 21 investigados. O governo do Rio paga todo mês R$ 3 milhões em vencimentos a 21 integrantes de seu primeiro escalão suspeitos de corrupção. O valor bancaria a folha de pagamento da Secretaria de Segurança. Advogados dizem que a manutenção dos salários durante investigação não fere a legislação.

O eleito com a taça na mão. Jair Bolsonaro assistiu à vitória do Palmeiras por 3 a 2 sobre o Vitória, na festa do título de campeão brasileiro para o time paulista. O presidente eleito viu o jogo de camarote e depois entregou a taça para os campeões, bateu continência para jogadores e deu até volta olímpica. Bolsonaro foi convidado pelo Palmeiras e autorizado pela CBF a participar da cerimônia no campo.

Brasil chega tímido à Convenção do Clima da ONU, dizem especialistas. Ameaça de se retirar de acordo global faz país perder força nos debates e pode levar a retaliações comerciais.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: ‘Bombas fiscais’ ameaçam governadores eleitos. Projetos de deputados de SP e outros três Estados, além do DF, podem onerar caixas em R$ 1,1 bi por ano. A dramática situação financeira dos Estados não impede deputados de armarem “bombas fiscais” para governadores que assumirão no dia 1.°. Em pelo menos quatro Estados e no Distrito Federal, tramitam nos Legislativos estaduais ou já foram aprovados após a eleição projetos que, somados, custarão R$ 1,1 bilhão por ano. Em Minas, a Assembleia Legislativa aprovou há 13 dias aumento para servidores com impacto anual de R$ 122,5 milhões. No mês passado, já havia sido aprovada transferência ao governo de dívida de R$ 100,7 milhões de fundações associadas à Universidade do Estado de Minas Gerais. No Rio Grande do Sul, proposta de reajuste salarial pode custar R$ 132 milhões por ano. Em Goiás, o Legislativo discute adoção do Orçamento Impositivo, que obriga o governador a executar emendas parlamentares. O impacto pode passar de R$ 300 milhões. Em São Paulo, o Orçamento Impositivo já existe e deputados querem dobrar seu valor. No Distrito Federal, contratação de planos de saúde e odontológicos pode custar R$ 40 milhões.

Herança bilionária. João Doria herdará em São Paulo pacote de projetos de Parcerias Público- Privadas (PPPs) e concessões com capacidade para gerar mais de R$ 23 bilhões em investimentos a médio e longo prazos.

Empresas trocam BNDES por emissões no mercado. Nos últimos cinco anos, empresas reduziram quase à metade a dependência por financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). É o que mostra levantamento feito pelo Centro de Estudos de Mercado de Capitais (Cemec). Com juros mais baixos e maior liquidez, as companhias estão substituindo empréstimos do banco de fomento por emissões de títulos e de ações nos mercados interno e externo.

Após protestos violentos, Macron avalia decretar emergência na França. Movimento iniciado por motoristas reclama da alta de preços de combustíveis.

Direto da Fonte: Jair Bolsonaro diz que deve se encontrar com Donald Trump em março

Cláudia Trevisan: Trégua entre Trump e Xi afetará as exportações de soja brasileira para a China.

Meio ambiente. COP-24, na Polônia, quer regular Acordo de Paris.

Marginal Pinheiros. Prefeitura conclui elevação de viaduto que cedeu e descarta demolição.

Obrador negocia com Cuba para levar ao México os médicos saídos do Brasil.

BR18: Gleisi celebra ida de médicos cubanos para o México.

Bolsonaro diz que nome para comandar Meio Ambiente sai esta semana.

25 anos de morte. Pablo Escobar, um legado que resiste à morte.

Internacional. Trump quer se reunir com Kim em janeiro ou fevereiro de 2019.

Mãos na taça. Presidente eleito Jair Bolsonaro participa de festa palmeirense no Allianz após entregar troféu e medalhas aos jogadores pela conquista do Brasileirão; time encerrou campeonato vencendo o Vitória por 3 a 2.

Varrição pode custar R$ 170 mi menos em SP. Após sete anos sem fazer licitação de varrição de ruas, São Paulo pode pagar R$ 171 milhões a menos por ano pelo serviço. Propostas apresentadas em nova concorrência equivalem a cerca de 20% do que a Prefeitura paga anualmente desde 2014, quando contrato acabou. A diferença chamou a atenção do Ministério Público. Para promotor, valores pagos podem ter sido superdimensionados.

Cida Damasco: Para que o otimismo persista e a confiança produza efeitos em consumo e investimento, Bolsonaro e sua turma têm de agir rápido.

Editorial1: A ‘refundação’ do Brasil. Os bolsonaristas mais animados querem incluir o Brasil em uma espécie de “Internacional” da direita capitaneada por Donald Trump. Tal iniciativa em nada difere da antiga concertação bolivariana.

Editorial2: Investimentos e tragédias. Crise fiscal legada pelo lulopetismo torna ainda mais difícil restaurar a capacidade de investimento do setor público.

Editorial3: Dois lados do combate ao PCC. Combate não terá o resultado desejado se o governo do Estado não tomar medidas efetivas e muito mais ousadas.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Medicina da família tem 70% das vagas sem interessados. Em cinco anos, oferta de postos para residência médica na área cresceu 260%; remuneração e carreira são entraves. Aposta do programa Mais Médicos para atrair profissionais para as unidades de saúde, a residência em medicina de família tem atualmente quase 70% das vagas disponíveis ociosas. Em cinco anos, o número de postos para a especialidade, cuja principal função é prestar cuidados básicos de saúde e prevenir doenças em comunidades, cresceu mais de 260%. Apesar da ampliação, de 991 para 3.587 vagas, dados do Ministério da Educação revelam que a adesão a esse modelo ainda é baixa. Neste ano, só 33% foram preenchidas. Para especialistas, o problema ocorre devido à baixa remuneração e à pouca atratividade da carreira. Hoje, o país tem 6.000 especialistas em medicina da família, menos de 2% do total de médicos. Diante da falta de equipes nessa área, o Mais Médicos trouxe profissionais cubanos para atenuar o déficit, principalmente no interior do país. Em novembro, Cuba anunciou a saída do programa por divergir das condições impostas pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), como revalidação do diploma e mudança na remuneração — os profissionais recebem só um quarto do salário.

Governo Bolsonaro. Jair Bolsonaro deverá ter base aliada instável no Congresso Nacional. Apenas 3 das 15 maiores legendas da Câmara deverão dar apoio formal a novo governo.

Partidos negociam bloco para isolar PSL e PT da presidência da Câmara. Líderes do centrão, MDB, DEM e PSDB e outros articulam para conquistar Mesa Diretora e principais comissões

Candidato à reeleição leva mais verba que novato. Dos 8.588 candidatos a deputado federal que disputaram a eleição deste ano, só 3.967 receberam recursos do fundo eleitoral. Ao todo, os partidos distribuíram R$ 794,2 milhões, sendo que 46% do valor foi repassado a 369 candidatos ã reeleição — uma média de R$ 1 milhão para cada um.

Mônica Bergamo: Lula está sendo pressionado a aceitar prisão domiciliar.

Opostos politicamente, Lula e Bolsonaro têm aspectos iguais

Com aposentadoria de Teixeira, defesa de Lula partilha casos.

Financeiro. 13º salário ajuda brasileiro a tentar renegociar suas dívidas. Planejadores recomendam que contas essenciais sejam pagas antes de antigas

Abertura de conta PJ pela internet ainda deve demorar. Conta já podia ser aberta digitalmente, mas bancos não oferecem serviço simplificado.

Mercado Aberto: Reforma trabalhista livra juízes, e passivo das empresas sobe. Após um ano, há uma alta de condenações, segundo advogados especializados.

No Brasil, tarifas são maior entrave para exportadoras.

Vinicius Mota: Há outras terapias para a Previdência. As propostas para a Previdência visam alongar o período ativo dos trabalhadores. Há outras terapias, como termos menos jovens mortos, mais imigrantes e mais bebê.

Editorial1: Trégua pelo comércio. A despeito de pressões contra o multilateralismo, encontro do G20 mostra avanços; EUA e China acertam suspensão de tarifas sobre importações.

Editorial2: Terra do berimbau. Cultura e esporte são fundamentais para a formação da juventude, têm expressiva presença na economia e desempenham papel relevante no que resta do soft power do país no exterior.

Manchete do jornal Valor Econômico: País será punido se não tiver lei mais dura contra lavagem. O Brasil corre o sério risco de, em fevereiro, ser o primeiro país suspenso do Grupo de Ação Financeira Internacional contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (GAFI/FATF), organização que desenvolve políticas de combate a esses crimes e monitora as iniciativas das nações.

Receita quer fiscalizar as criptomoedas. A Receita Federal colocou em consulta pública a minuta de uma instrução normativa que institui regras para a fiscalização do mercado de criptomoedas. O dispositivo fixa multas para casos de omissão e atraso na prestação de informações por corretoras, empresas e pessoas físicas.

Marfrig reduz dívida e faz oferta por dois ativos da BRF. Após anos lutando contra o endividamento excessivo, a Marfrig Global Foods, 2ª maior produtora de carne bovina do mundo, fechou a venda da Keystone à Tyson Foods, por US$ 2,2 bilhões, reduzindo quase à metade a sua dívida, de US$ 4,2 bilhões.

Ruralista vê riscos em estratégia de Bolsonaro. A bancada ruralista está disposta a ouvir, mas não vai se manifestar sobre temas sem relação direta com o agronegócio, diz o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), que presidirá a frente ruralista em 2019.

Propostas visam abrir setor elétrico. O futuro ministro de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque, vai receber da equipe de transição um conjunto de propostas para maior abertura no setor elétrico e deter o aumento explosivo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Trégua entre EUA e China deve animar mercados. A trégua tarifária acertada entre Estados Unidos e a China, na madrugada de ontem, foi recebida com alívio e deve dar injeção de ânimo aos mercados globais nesta segunda-feira.

Reunião sobre clima começa sem consenso. As negociações climáticas passam por momento de crise. Na rodada deste ano, aberta ontem em Katowice, na Polônia, voltou a reinar a desconfiança entre países ricos e em desenvolvimento.

Deterioração global. Após caírem no ano passado ao menor nível desde a crise de 2008, as falência de empresas no mundo estão voltando a crescer, alerta Xavier Durand, CEO da seguradora de crédito francesa Coface.

Conjuntura. Economia se encaminha para aceleração moderada em 2019. Ociosidade, inflação e juros baixos favorecem aceleração da economia.

OMC está prestes a impor condenação final para política industrial de Dilma. Dimensão das mudanças a serem exigidas depende das interpretações dos juízes.

Gestão pública. Demissão de servidor por desempenho quase não existe na prática. Falta de avaliação ou conceito falsamente positivo dá margem a funcionário público recorrer de eventual processo para perda do emprego

Comércio exterior. Restituição do ICMS é entrave a exportador.

Falta de cumprimento de prazos pelos Estados reduz competitividade das empresas, diz CNI.

Partidos PRB diz que converge com Bolsonaro, mas não é base. Sigla descarta alinhamento automático ao novo governo.

PT quer evitar isolamento político e atrair PSB para aliança no Congresso.

Silva e Luna diz que militares vão “surpreender positivamente”. Para ministro da Defesa, expressiva participação de militares no primeiro escalão do governo Bolsonaro “não significa absolutamente nada”.

Reformas tributária e trabalhista desafiam López Obrador no México. Segundo economista Santiago Levy, enquanto não fizer reformas microeconômicas, México não conseguirá aumentar produtividade.

Editorial: Agenda de reformas do BC deve seguir no novo governo. Já há um bem-vindo compromisso com o projeto de autonomia do Banco Central, que não obteve apoio dos presidentes FHC, Lula e Dilma

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