Economia e sociedade são os destaques do noticiário

_SINOPSE DE 09 DE DEZEMBRO DE 2018_ Edição: Sérgio Botêlho *_JORNAIS_*: *Manchete e destaques do jornal O Globo*: Aposentadorias dobram, e situação dos estados é crítica. De 2006 a

_SINOPSE DE 09 DE DEZEMBRO DE 2018_

Edição: Sérgio Botêlho

*_JORNAIS_*:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Aposentadorias dobram, e situação dos estados é crítica. De 2006 a 2017, despesas estaduais com servidores inativos subiram 93%, contra 46% da União e 79% do INSS. Rombo é de R$ 86,3 bilhões.

Cabral dava mesada a boy, motorista e cozinheira. Delator diz que ex-governador pagava ‘extra’ a 32 funcionários do palácio, do alto escalão até os mais simples.

Médium na berlinda. Mulheres avaliam denunciar João de Deus à justiça. Sete mulheres que relataram abusos sexuais que teriam sido praticados por João Teixeira de Faria, o médium João de Deus, avaliam denunciá-lo ao Ministério Público. A promotora Silvia Chakian, coordenadora do Grupo Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, em São Paulo, afirma que é importante que outras vítimas o denunciem. “Uma mulher relatando sozinha não é ouvida”, diz.

Ex-assessor de Flávio recebeu de oito servidores. Depósitos foram feitos por funcionários que estão ou já estiveram lotados no gabinete do filho de Jair Bolsonaro, na Alerj; presidente eleito diz que, se errou, vai arcar com ‘responsabilidade perante o Fisco’.

“’O que ocorreu ali ninguém sabe’, diz Eduardo Bolsonaro sobre caso de ex-assessor de seu irmão”.

“’Ninguém recebe ou dá dinheiro sujo em cheque nominal’, diz Bolsonaro. Ex-assessor de Flávio Bolsonaro repassou cheque de R$ 24 mil a Michelle Bolsonaro”.

“Ex-assessor era companheiro de churrasco e futebol da família Bolsonaro. Queiroz teria deixado gabinete de Flávio Bolsonaro por divergências”.

No Congresso, frentes vão da erva-mate à capoeira. Bolsonaro pretendia contar apenas com as bancadas temáticas, mas já dá sinais de que esse apoio deve ser insuficiente.

Bancada da bala é uma das alinhadas com novo governo. Grupo quer aprovar flexibilização do Estatuto do Desarmamento e disputar presidência da Câmara.

Intervenção federal em Roraima começa amanhã. Administração será assumida pelo governador eleito Antônio Denarium (PSL), escolhido interventor pelo Palácio do Planalto; estado enfrenta um apagão nos serviços públicos causado por uma séria crise financeira.

Bolsonaro: briga no PSL é ‘disputa por espaço’. Presidente eleito admite preocupação com clima na bancada e diz que vai se reunir com parlamentares do partido para tentar ‘acalmá-los’, após bate-boca entre Joice Hasselmann e Eduardo Bolsonaro, pelo WhatsApp.

Nos estados, a moda agora é militar no governo. A exemplo de Bolsonaro no Planalto, governadores eleitos de São Paulo, Paraná, Amazonas e Rio Grande do Norte já escalaram generais e coronéis para comandar a Secretaria de Segurança Pública.

Dos 19 nomes anunciados por Witzel, 7 são militares. Parte das secretarias, Controladoria e Detran terão nomes das Forças Armadas; duas mulheres integram equipe do governador eleito.

O primo pobre do ‘CSI’. Penúria da polícia técnica faz com que seis mil laudos fiquem sem conclusão.

Polícia prende mais cinco suspeitos de crime no CE. Tentativa de assalto na cidade de Milagres, na Região do Cariri, terminou com 14 mortos.

Elio Gaspari: As frituras na formação do Ministério. O senador Magno Malta fritou-se em óleo quente. Algum dia Bolsonaro dirá quais foram os critérios em que o seu “vice dos sonhos” não se “enquadrou”. O advogado Gustavo Bebianno, soldado de Bolso na rodes de a primeira hora, poderia ter sido chefe da Casa Civil e ministro da Justiça, mas tornou-se secretário-geral da Presidência, com um general da reserva na secretaria-executiva. O deputado Onyx Lorenzoni, outro veterano da campanha, foi para uma Casa Civil fatiada, com outro general da reserva na Secretaria de Governo.

Dorrit Harazim: EUA carentes de estadista dão adeus a Bush. O bem-estar teria sido maior sem a presença de Trump. Mas fazer o quê? O morto determinara que o ocupante da Casa Branca fosse convidado.

Míriam Leitão: É irracional negar a agenda ambiental. É irracional negar a agenda ambiental e climática porque ela na realidade interessa ao futuro do desenvolvimento no país.

Editorial1: Estado tem várias formas de concentrar renda. A Previdência privilegia castas, e incentivos criam empresas mais fortes de maneira não transparente.

Editorial2: Apreensão de drogas com foco no usuário é estratégia equivocada. Levantamento de ONG mostra que 35% das ocorrências no estado em 2017 eram de porte para consumo.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Indígenas arrendam ilegalmente 3,1 milhões de hectares. Acordos em pelo menos 22 áreas protegidas por lei incluem pagamento de mesada e divisão da produção. Pelo menos 22 terras indígenas têm áreas arrendadas para atividades exploratórias, o que é proibido por lei. São 3,1 milhões de hectares em todo o País, o equivalente a cinco vezes o tamanho do Distrito Federal, e a maioria fica na Região Sul, informa André Borges. As negociações clandestinas pela terra incluem desde o pagamento de mensalidades para os índios até a divisão da produção. ‘Vamos propor uma mudança no sistema de votação’, diz Bolsonaro. Presidente eleito afirmou que pretende ‘aperfeiçoar’ as eleições e que número de votos que recebeu não correspondeu à realidade.

Moro quer ampliar estrutura para deixar Coaf mais ágil. Transição. Equipe do futuro ministro da Justiça estuda tornar mais proativa e ágil a troca de informações financeiras do órgão de controle com instituições de investigação.

‘Bolsonaro não tem um projeto para o País’. Luciano Huck não enxerga nas propostas de Jair Bolsonaro “um projeto de país”. Embora afirme que o presidente eleito “não enganou ninguém” na eleição e defenda um voto de confiança, ele cobra um plano de redução da desigualdade para o País “não ficar andando de lado para sempre”.

Conta de Michelle é como se fosse minha, diz Bolsonaro. Presidente eleito reitera que recursos depositados na conta de mulher são parte de dívida e admite arcar com sua ‘responsabilidade perante o Fisco’.

Paulo Guedes indica mais 6 secretários para Economia. Futuro ministro se cercou de técnicos de carreira para tocar Ministério da Economia.

Sequestrador de Olivetto vai para prisão comum. Sistema carcerário. Por entender que não haveria prova ou indício de novos crimes, Justiça decidiu não renovar a permanência do ex-guerrilheiro chileno, e sequestrador de Washington Olivetto, em unidade de segurança máxima; SAP diz que cumprirá decisão.

Médicas cubanas pedem ajuda para ficar no País. Sem pretensão de voltar à ilha, profissionais que trabalharam no interior de São Paulo não têm registro para continuar.

Jair Bolsonaro vai intensificar o discurso pela aprovação da reforma da Previdência nos primeiros seis meses do seu governo.

China diz que prisão de diretora da Huawei trará ‘consequências severas’ ao Canadá. Alerta marca um endurecimento na retórica do governo chinês sobre o caso de Meng, que passa por audiências no Canadá para extradição para os Estados Unidos.

‘Coletes amarelos’ fazem nova manifestação na França; polícia prende mais de mil. Ministro do Interior diz que 31 mil pessoas foram às ruas de todo o país nas manifestações contra o governo do presidente Emmanuel Macron; em Paris, onde principais museus e monumentos fecharam em razão do protesto, marcha atraiu 8 mil pessoas.

Editorial1: Crescimento com civilização. Relatório do Ministério da Fazenda aponta caminho no qual produtividade e igualdade de oportunidades são ideias interligadas pela valorização da política educacional

Editorial2: Educação desigual. Estudo feito pelo IBGE aponta que perfil socioeconômico do aluno influencia ao longo da vida escolar do aluno

Editorial3: O peso da China. Do superávit de US$ 51,7 bilhões acumulados pelo Brasil nos 11 primeiros meses de 2018, 50,7% resultam do comércio com o país asiático.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Mudança em lei beneficia prefeituras menos eficientes. Projeto livra de punição cidades que incharam funcionalismo sem ter receita fixa. Projeto que flexibiliza a Lei de Responsabilidade Fiscal para municípios, aprovado pelo Congresso, deve beneficiar as prefeituras que mais contrataram funcionários nos últimos anos e que tendem a ser as menos eficientes nas áreas de saúde, educação e saneamento. O texto, ainda sem sanção presidencial, livra de punição municípios que gastarem acima de 60% da receita com servidores, se a arrecadação tiver caído mais de 10%. Hoje, eles ficam impedidos de receber transferências voluntárias e de contratar operações de crédito. Na prática, a mudança ajuda cidades que, durante o boom do petróleo, incharam o funcionalismo — como Cabo Frio e Maricá (RJ) e Caraguatatuba e Ilhabela (SP). Desde 2015, porém, a receita minguou por causa da crise e, principalmente, da queda no preço do petróleo. Quase 700 municípios dobraram o total de servidores entre 2004 e 2014, enquanto a população cresceu 12%. Segundo o Ranking de Eficiência dos Municípios – Folha, quanto maior o percentual de alta no funcionalismo, pior o desempenho nas principais áreas.

Está claro que gente nossa fez bobagem, diz Jaques Wagner. Um dos principais líderes do PT, Jaques Wagner reconhece, em entrevista à Folha, que “nessa questão de corrupção, que gente nossa fez bobagem está claro”. Na eleição, o ex-governador da Bahia foi voz dissonante no partido e defendeu o apoio a Ciro Gomes. Agora, reclama do pedetista. “Quem defende a democracia não pode querer o isolamento do PT.”

Mudança em lei beneficia prefeituras menos eficientes. Dados indicam que, quanto maior o gasto com servidor, menor a qualidade do serviço.

Militares falharam em não combater comunismo, afirma Olavo de Carvalho em evento.

50 anos de um pesadelo que sufocou a cultura. AI-5 encerrou ciclo de florescimento artístico dos anos 1950, escreve Marcelo Ridenti.

Cúpula Conservadora termina com pedido de casamento e fala de Bolsonaro. Eduardo Bolsonaro pediu a mão da namorada, a psicóloga Heloísa Wolf, que disse sim.

Manifestantes levam boneco de Bolsonaro à Marcha do Clima, realizada na Polônia

Não se dá dinheiro sujo em cheque, afirma Bolsonaro. O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse que “ninguém dá dinheiro sujo em cheque” para justificar os R$ 24 mil pagos em cheque pelo ex-assessor de seu filho a sua mulher, Michelle. Ele reafirmou que o valor se refere ao pagamento de dívida.

Deputado ‘da Bíblia e da Bala’ João Campos (PRB-GO) disputa presidência da Câmara.

Temer segura novo decreto de indulto à espera de definição de julgamento no STF.

Desarticulação emperra políticas contra homicídios. Para combater os homicídios — que vitimaram 64 mil pessoas no país em 2017, um recorde —, o governo Bolsonaro terá de contornar um quadro de desarticulação, dizem analistas. Recursos e dados sobre criminalidade são escassos, e planos de segurança, inócuos.

Médium João de Deus é acusado de abusos sexuais.

50 anos de AI-5 – Ato atingiu pelo menos 1.390 pessoas nos 2 primeiros anos. Instituído em 13 de dezembro de 1968, o Ato Institucional n° 5, conhecido como AI-5, atingiu pelo menos 1.390 brasileiros nos dois primeiros anos de sua vigência. Foram afetados de senadores a porteiros, de juízes a encanador, mostram documentos produzidos pelos militares e relatórios da Comissão Nacional da Verdade. “Houve grande desestímulo à juventude, o sentimento de ‘podemos mudar o mundo’ foi perdido”, diz David Lerer, à época deputado federal, Cassado.

Editorial1: Moro contra o crime. Futuro ministro mobiliza meios em que o governo pode ser eficaz contra os cartéis da delinquência.

Editorial2: O estilo Obrador. Presidente acredita ser capaz de transformar o México, mas êxito não depende só de voluntarismo.

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