Economia e saúde são os temas das manchetes dos grandes jornais.

SINOPSE DE 05 DE DEZEMBRO DE 2018 Edição: Sérgio Botêlho JORNAIS: Manchete e destaques do jornal O Globo: Reforma da Previdência deve ser fatiada em 2019. Idade mínima para

SINOPSE DE 05 DE DEZEMBRO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Reforma da Previdência deve ser fatiada em 2019. Idade mínima para aposentadoria e regras para servidores serão as primeiras propostas. O presidente eleito, Jair Bolsonaro,anunciou que a reforma da Previdência será enviada ao Congresso de maneira fatiada: as primeiras propostas de mudanças dirão respeito à idade mínima para se aposentar e às regras para servidores. Bolsonaro defendeu ainda o aprofundamento da reforma trabalhista.

Bolsonaro abre diálogo com bancadas de partidos. Ignorados na montagem do Ministério por Jair Bolsonaro, os líderes das bancadas dos partidos no Congresso começaram a ser ouvidos ontem pelo presidente eleito. Ele manteve o discurso contra a “velha política”: disse que não promete cargos nem verbas, apenas “muito amor”.

Fachin manda apurar caixa dois para Onyx. Ministro do STF autoriza investigação de pagamento a Onyx Lorenzoni, futuro chefe da Casa Civil. Moro diz que confia no deputado.

Base curricular do ensino médio é aprovada. O Conselho Nacional de Educação aprovou a base curricular do ensino médio. Apenas Linguagens e Matemática terão carga horária obrigatória nos três anos desse nível escolar. As demais disciplinas poderão ser distribuídas ao longo do período.

Sérgio Cabral condenado em 2ª instância. Em sua primeira condenação em segunda instância no Rio, o ex-governador teve a pena ampliada para 45 anos e nove meses pelo TRF-2 em processo da Operação Calicute. Já a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo teve a punição reduzida em cinco anos.

MÍRIAM LEITÃO: Reforma lenta pode levar a crise de confiança.

MERVAL PEREIRA: STF para direitos e garantias individuais.

ELIO GASPARI: Não há governo sem troca com parlamentares.

Julgamento de liberdade para Lula é adiado.

Alerj inicia impeachment sem tempo para concluí-lo

EDITORIAL: O perigo da reforma feita por etapas.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: ANS libera troca sem carência para plano de saúde empresarial. Regra entrará em vigor em junho de 2019 e também retira prazo para fazer a mudança. Nova regra da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) permite que clientes de planos de saúde coletivos empresariais usem a portabilidade de carência – prazo que se tem de esperar para começar a utilizar o benefício, que varia de 24 horas a 24 meses – caso mudem de plano ou de operadora. A medida, que já vale para planos individuais, familiares e coletivos por adesão, entrará em vigor em junho de 2019. A agência reguladora também retirou o prazo exigido para fazer a troca de plano – a chamada “janela” – e derrubou a necessidade de compatibilidade de cobertura entre os planos de origem e destino. De acordo com dados da ANS, dos 47,3 milhões de usuários de planos de saúde no País, 31,6 milhões são de coletivos empresariais. As regras para demitidos e aposentados também mudam: eles poderão escolher outro produto sem carência extra.

Reforma da Previdência pode ser fatiada. Jair Bolsonaro disse que deve enviar uma proposta de reforma da Previdência “fatiada” ao Congresso. Ela pode aproveitar trechos do projeto que já está na Câmara, sendo a definição de idade mínima para aposentadoria o primeiro tema a ser apresentado.

Meio ambiente vira disputa entre militares e agronegócio. A indicação do ministro do Meio Ambiente virou tema de disputa entre os núcleos político e militar do governo Bolsonaro. Os dois grupos têm trabalhado nas propostas para a área e não chegaram a um nome de consenso. Ontem, Bolsonaro voltou a adiar a definição de quem ocupará a pasta.

Onyx deve ser investigado. Edson Fachin (STF) acolheu pedido da PGR e autorizou investigação do futuro ministro sobre suposto uso de caixa 2.

Projeto de partilha do pré-sal recebe ‘contrabando’. A disputa pelos Estados dos cerca de R$ 100 bilhões que podem ser arrecadados com o leilão do pré-sal está sendo usada por congressistas para a inclusão de outros interesses no projeto, como perdão de dívida da Cemig e financiamento para gasodutos.

Base curricular do ensino médio é aprovada. O Conselho Nacional de Educação aprovou a Base Nacional Comum Curricular do ensino médio, que define o que alunos de escolas públicas e privadas devem aprender em cada ano. Só Português e Matemática serão obrigatórios nos três anos.

Gilmar pede vista e adia julgamento de HC de Lula.

Indústria cresce 0,2% em outubro e decepciona.

Vera Magalhães: Delegado da PF como seu número 2 reforça disposição de Moro de fazer asfixia financeira do crime organizado.

Editorial1: Alheamento da realidade. Se quiser fazer um bom governo, Jair Bolsonaro deve estudar melhor temas importantes com os quais terá de lidar, como a reforma da Previdência.

Editorial2: O consenso possível. A cúpula do G-20 mostrou que o multilateralismo é o melhor caminho.

Editorial3: Um cenário melhor. A arrecadação tributária contribui para compor um cenário favorável para a posse do novo governo.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Bolsonaro pretende fatiar a reforma da Previdência. Presidente eleito quer aprovar primeiro no Congresso a mudança na idade mínima. O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), disse que deve enviar ao Congresso uma proposta fatiada de reforma da Previdência, começando por mudança na idade mínima para aposentadoria. “Está bastante forte a tendência de começar pela idade.” Para ele, a aprovação será menos difícil se começar pela idade mínima. Proposta parada no Congresso propõe 62 anos (mulher) e 65 (homem). Pelo INSS, hoje é possível se aposentar por tempo de contribuição, independentemente da idade. Bolsonaro disse que, por ora, defende uma diferença no piso de idade para homens e mulheres. Questionado sobre qual a idade mínima, afirmou defender o aumento de dois anos a todos, sem especificar de qual patamar partiria a alteração. O governo só enviará a proposta ao Legislativo, segundo Bolsonaro, após conversar e debater com as lideranças partidárias.

E muito difícil ser patrão no Brasil, diz eleito ao falar sobre leis trabalhistas.

Governo Bolsonaro. Bolsonaro usa discurso anti-PT para convencer Congresso a apoiá-lo.

Na relação entre Brasil e EUA, ‘o céu é o limite’, diz futuro chanceler.

Moro põe na Segurança Pública general que foi candidato pelo PSDB.

Servidora cita ‘lixo’ no Mais Médicos e gera crise com CFM. Servidora do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde gerou uma crise com o Conselho Federal após orientar gestores a barrar no Mais Médicos profissionais idosos e gestantes, ou, como disse, “qualquer lixo”.

Gestão Covas ignora condição de pontes e viadutos de SP. A Prefeitura de São Paulo admitiu desconhecer a condição de uso dos 185 viadutos e pontes da cidade e, por isso, definiu como urgente a inspeção detalhada deles. Há 19 dias, um viaduto cedeu na marginal Pinheiros.

Alexandre Schwartsman: Reforma não é matar velhinhos. Já deveria ficar claro para o presidente eleito que o sucesso de sua administração está intimamente ligado à capacidade de aprovar em 2019 uma reforma da Previdência. A repercussão na estabilidade política é óbvia.

Herdeiro da OAS paga R$ 29 milhões para sair da cadeia. Cesar Mata Pires Filho, preso desde o dia 26 em Curitiba, pagou fiança estipulada pela juíza Gabriela Hardt. Ele é acusado pela Lava Jato de desvio de verbas em empreendimento na Bahia.

Portugal promete acelerar pedidos de nacionalidade. O primeiro-ministro, Antônio Costa, reconheceu problemas no sistema consular do país e prometeu acelerar os processos de cidadania. Há mil pedidos pendentes, a maioria de brasileiros.

Cineastas do país são excluídos de conselho público. O governo excluiu brasileiros da nova composição do Conselho Superior de Cinema, que formula políticas para o setor, e chamou representantes de grupos internacionais, como Netflix e estúdios.

Editorial1: Futuro governo. Brasília como ela é. Bolsonaro não mostra estratégia clara para aproveitar o bônus político do início de mandato

Ediorial2: Coletes amarelos. Macron na planície. Cabe ao presidente francês demonstrar habilidade para ouvir quem se sente desassistido.

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