Economia é o tema dominante nas manchetes dos jornais

_SINOPSE NACIONAL DE 14 DE SETEMBRO DE 2018_ Edição: Sérgio Botêlho  *_JORNAIS_*: *Manchete e destaques do jornal O Globo*: Dólar é recorde desde o Plano Real. Moeda americana atingiu

_SINOPSE NACIONAL DE 14 DE SETEMBRO DE 2018_

Edição: Sérgio Botêlho 

*_JORNAIS_*:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Dólar é recorde desde o Plano Real. Moeda americana atingiu R$ 4,195 com turbulência política, apesar do alívio de cenário externo. O cenário eleitoral incerto acelerou a valorização do dólar comercial, que atingiu R$ 4,195, a maior cotação em fechamento dos últimos 24 anos, desde o início do Plano Real. Na máxima de ontem, a moeda chegou a ser negociada a R$ 4,20. Ainda que o cenário externo trouxesse certo alívio, com o Banco Central da Turquia elevando juros e a inflação americana abaixo do esperado, os investidores reagiram a notícias do mundo político, como a expectativa de melhora do candidato petista Fernando Haddad nas pesquisas eleitorais e a nova cirurgia do líder da disputa, Jair Bolsonaro (PSL).

Bolsonaro está impedido até de gravar vídeos. Em recuperação da segunda cirurgia, Jair Bolsonaro estáforadas ruas e das redes sociais, e não pode nem gravar vídeos.

Merval Pereira: Alckmin e Marina esperam a reta final.

Bernardo Mello Franco: O arrependimento tardio do PSDB. Se arrependimento matasse, não haveria cemitério para tantos tucanos. Às vésperas da eleição, o PSDB lamenta suas escolhas nos últimos quatro anos. “Nosso grande erro foi ter entrado no governo Temer. Fomos engolidos pela tentação do poder”, resume o senador Tasso Jereissati.

Ancelmo Gois: Oito em cada dez brasileiros entendem que presença de mulheres aprimora a política.

Flávia Oliveira: A novidade na corrida eleitoral são as mulheres. A novidade são elas. A onda feminina é cada vez mais forte, assentada na convicção de que a mudança só virá quando o poder for compartilhado.

Alckmin ataca ‘vários tons de vermelho’ de seus adversários. Na sabatina da série organizada por O Globo, Valor Econômico e revista Época, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) disse ser a melhor alternativa “aos vários tons de vermelho”, referindo-se aos adversários que se valem da figura de Lula para buscar votos.

Ao assumir STF, Toffoli prega paz, prudência e pluralidade. Em seu discurso de posse na presidência do STF, o ministro Dias Toffoli enfatizou a importância da pacificação do país e o “estímulo às soluções consensuais, à mediação e à conciliação.” Toffoli, que citou os roqueiros Cazuza e Renato Russo, pregou a prudência dos juízes e a harmonia entre os poderes. Ele comandará o Supremo e o Conselho Nacional de Justiça por um período de dois anos.

Cresce número de diplomados em vagas sem qualificação. Mesmo durante a recessão, entre 2014 e 2017, 2,2 milhões de trabalhadores com curso superior entraram no mercado de trabalho, ou seja, ficaram imunes ao desemprego. Porém, nesse grupo, 1,3 milhão só conseguiu vagas que exigiam no máximo nível médio ou técnico.

Prefeitura retém R$ 19 milhões de repasses a saúde. A ABBR, que teve retido R$ 1,3 milhão relativo à verba do SUS, não foi a única vítima da prefeitura do Rio, que deixou de repassar, no total, R$ 19 milhões de recursos da União destinados à saúde pública a 46 clínicas e unidades privadas.

Justiça determina 15% de pagamentos feitos pelo INSS.

Prefeitura do Rio deixa de repassar R$ 19 milhões para 46 clínicas conveniadas. Além da ABBR, não receberam verbas enviadas pelo SUS unidades que tratam pacientes de câncer e com problemas renais e que realizam cirurgia ocular e ressonância magnética

Vice de Bolsonaro defende nova Constituição, sem passar ‘por eleitos pelo povo’.

Prisão de general que atacou fim de privilégio reacende tensões no Uruguai. Anúncio da detenção de Guido Manini Ríos foi alvo de críticas por parte da oposição

Em cinco anos, gastos dos planos de saúde aumentam R$ 49 bilhões

Caso Marielle: polícia tenta obter delação de Orlando Curicica.

Durante recessão, mais de 2 milhões com diploma não conseguiram trabalho qualificado.

‘Se ele for para o segundo turno, voto nele’, diz Ciro sobre Haddad.

Petista Jaques Wagner diz que apoiaria Alckmin em eventual disputa com Bolsonaro.

Editorial1: O voluntarismo e a crise dos estaleiros. Quando Haddad e Ciro coincidem no intervencionismo, convém lembrar a experiência do pré-sal.

Editorial2: Furacão e tufão reforçam alertas sobre efeitos do aquecimento global. Comportamento cada vez mais errático do clima está por trás dos fenômenos catastróficos atuais.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Dólar fecha em R$ 4,20, maior valor do Plano Real. Incerteza eleitoral, especialmente após nova cirurgia de Bolsonaro, fez moeda disparar; Bolsa recuou 0,58%. A apreensão com a disputa eleitoral, especialmente após o candidato Jair Bolsonaro (PSL) passar por uma cirurgia de emergência, e a expectativa de novas pesquisas de intenção de voto levaram o dólar a avançar 1,17% ontem, chegando perto da casa dos R$ 4,20 (R$ 4,1998). É o maior valor nominal (sem contar a inflação) desde a implementação do Plano Real, em 1994. A cautela do mercado também fez a Bolsa recuar 0,58%, apesar do cenário externo favorável aos países emergentes – com exceção da Argentina, que registrou novo enfraquecimento do peso em relação à moeda americana. Segundo analistas, diante das incertezas mostradas nas pesquisas, em que o segundo lugar é disputado por Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT), muitos investidores preferem ficar fora do risco Brasil, o que ajuda na disparada do dólar.

Varejo cai pelo 3º mês seguido. A incerteza com os rumos da política e da economia, a inflação pressionada e o mercado de trabalho em crise voltaram a atingir o comércio. As vendas do varejo caíram 0,5% em julho ante junho. Foi a terceira queda mensal seguida.

2ª cirurgia fragiliza campanha de Bolsonaro. A segunda cirurgia a que Jair Bolsonaro (PSL) foi submetido tornou a recuperação mais demorada e deixou em suspenso a campanha do candidato do PSL. A cúpula bolsonarista está virtualmente paralisada. O maior receio é de que se consolide uma imagem de fragilidade. O deputado Major Olímpio (PSL) disse que “o que vai ditar o que fará Bolsonaro é a orientação médica, e não o calendário eleitoral”.

‘Não estamos em crise, estamos em transformação’, diz Toffoli no STF. Mais jovem ministro na presidência da Corte prega harmonia entre Poderes.

Com incerteza eleitoral, dólar fecha a R$ 4,20, maior valor desde criação do real.

Toffoli suspende ação contra Mantega que estava nas mãos de Moro.

Apoiadores de Bolsonaro fazem investigações virtuais e preocupam Polícia Federal. Espécie de apuração coletiva informal feita pela internet busca apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado; pessoas apontadas erroneamente como ‘suspeitas’ denunciam os casos.

Em campanha, candidato do PT ao governo do Paraná é alvo de bomba. Vídeo divulgado pela sigla mostra o momento em que a bomba explodiu a poucos metros de Rosinha, que estava acompanhado de outros membros do partido; ele não foi atingido.

Atuação parlamentar motiva doação de empresários. Relator da reforma trabalhista na Câmara, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) tem recebido altas quantias em doações de empresários por sua atuação pela aprovação do projeto.

‘Villas Bôas não falou nenhum impropério’, diz Alckmin. Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu ontem o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas. O militar disse, em entrevista ao Estado, que a legitimidade do novo governo “pode até ser questionada”. “Ele não disse nada fora do comum, nenhum impropério. É um democrata”, afirmou Alckmin. O tucano disse ainda que a “eleição está aberta” e que nem Bolsonaro tem lugar garantido no segundo turno.

Mourão defende nova Constituição sem eleitos. Candidato a vice na chapa de Bolsonaro, o general Hamilton Mourão (PRTB) disse ontem que o País precisa de uma nova Constituição, elaborada por “notáveis” e aprovada em plebiscito, sem a eleição de uma Assembleia Constituinte. O militar também afirmou que aguarda decisão “somente de Bolsonaro” sobre a hipótese de substituí-lo em debates, tema que dividiu a cúpula da campanha.

‘É preciso insistir nas reformas’. Em discurso no Estadão Empresas Mais, o ministro Eduardo Guardia (Fazenda) disse que o País pode acelerar o ritmo de crescimento se persistir nas reformas. Como condições, ele citou solução da crise fiscal, reformas microeconômicas, retomada dos investimentos e abertura comercial. Raízen e Raia Drogasil venceram o Empresas Mais.

Eliane Cantanhêde: Com Toffoli no STF, a eleição de Haddad seria a porta aberta para que Lula deixe a prisão em 2019 e volte ao poder.

Elena Landau: É fundamental que indicações para as agências reguladoras tenham a mesma seriedade das escolhas do BC e da CVM.

Editorial1: O desastre antecipado. O risco de eleição de um candidato sem compromisso com reformas amplifica os efeitos dos conflitos no comércio internacional e da alta dos juros nos EUA.

Editorial2: Respeito ao Legislativo. Ao rejeitar recurso sobre o reconhecimento oficial do ensino domiciliar, o STF respeitou competências do Legislativo.

Editorial3: Educação e desenvolvimento. Setores que empregam muita tecnologia eram e continuam sendo os que mais sofrem com a escassez de profissionais.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Despesa do Judiciário com salários sobe na crise. De 2014 a 2017, intervalo em que a economia do país encolheu 5,6%, folha de pagamento do Poder cresceu 11%. O gasto do Poder Judiciário do país com a folha de pagamento cresceu 11% (ou R$ 8,1 bilhões) de 2014, ano do início da crise econômica, a 2017. No mesmo período, a economia se retraiu 5,6%. A despesa com salários, benefícios e penduricalhos subiu acima da inflação, mostra relatório do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). O documento reúne informações das Justiças Estaduais, Federal, do Trabalho e Militar e dos tribunais estaduais, regionais e superiores, excluindo somente o Supremo Tribunal Federal. Em 2017, a remuneração custou R$ 82,2 bilhões ao erário, um recorde. Há quatro anos, as despesas foram de R$ 74,1 bilhões, em valor atualizado pela inflação. “Se isso já é bastante difícil de conceber em tempos de normalidade, em momentos de crise chega a ser uma afronta ao interesse público”, diz Luciana Zaffalon, doutora em administração pela FGV, que estuda o tema. CNJ, Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) e AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) não se pronunciaram.

Vice de Bolsonaro quer Constituição sem Congresso. O agravamento do quadro de Jair Bolsonaro (PSL) praticamente descarta sua atuação física na campanha. Assim, cresce a disputa entre núcleos da candidatura. Seu vice, o general Hamilton Mourão defendeu que o país faça uma nova Constituição, não necessariamente em Assembleia Constituinte.

Foto-legenda : Relação comercial entre Brasil e China depende de abertura. Navio é carregado com soja no porto de Paranaguá (PR); o país asiático precisa de alimentos produzidos no Brasil, mas impõe taxas de importação para proteger seu mercado local e impedir a entrada de mais produtos estrangeiros.

Campanha de vacinação com Xuxa não é exibida pela Globo. A Globo se recusou a veicular comerciais de campanha de vacinação com presença de Xuxa e da Galinha Pintadinha, ligadas a concorrentes. Segundo a emissora, a restrição se deve a menção ao governo em período eleitoral.

Tensão antes de nova pesquisa eleitoral eleva dólar a R$ 4,20. Na véspera da primeira pesquisa Datafolha após a oficialização da candidatura de Fernando Haddad (PT), o dólar subiu e fechou ontem a R$ 4,20. Sem considerar a inflação, é o maior valor nominal desde o Plano Real.

Lupi mantém cargo no Rio e coordena campanha de Ciro. Coordenador na campanha de Ciro Gomes, o presidente do PDT, Carlos Lupi, mantém emprego na Câmara do Rio. Para Lupi, em quem Ciro diz ter “confiança cega”, o cargo tem flexibilidade e não exige presença física.

Meirelles afirma ser o verdadeiro candidato do centro. Em sabatina da Folha em parceria com UOL e SBT, o candidato do MDB à Presidência, Henrique Meirelles, declarou que “o verdadeiro candidato do centro para ganhar a eleição” é ele, e não o tucano Geraldo Alckmin.

Reinaldo Azevedo: A democracia no país está cercada por tanques e togas. Tanques e togas tentam cercar a democracia brasileira. Há esforço para tratar o eleitor como débil mental. Generais, juízes e procuradores se arvoram em consciência crítica da brasileirada incapaz. Odeio invernos. Este também passará.

Lupi mantém cargo no Rio e coordena campanha de Ciro. Nomeado em gabinete de vereador, presidente do PDT não dá expediente no local; ele diz que sua função é flexível.

Racha. Ausência de Bolsonaro acentua disputas internas na campanha.

Vice, General Mourão defende nova Constituição sem Constituinte.

Painel: Equipe de Bolsonaro faz vídeos para mulheres e gays.

José Carlos Martins: Participação cidadã nas eleições. Pequenas doações em conjunto podem ter impacto.

Gaudêncio Torquato: Nossa democracia não está morrendo. Ascensão de candidato autoritário faz parte do jogo.

Partidos Nanicos usam presidenciáveis para preservar seus recursos. Siglas precisam cumprir cláusula de barreira por acesso a fundo partidário e tempo de TV.

Editorial1: Sem mordaça. São pertinentes as dúvidas levantadas quanto a ações abertas contra políticos no período eleitoral.

Editorial2: Debate irremediável. Droga sofosbuvir, capaz de curar 95% dos casos de hepatite C, torna-se objeto de disputa.

*Manchete e destaques do jornal Valor Econômico*: Pós-crise aumentou solidez e concentração dos bancos. Dez anos depois da quebra do banco americano Lehman Brothers, pivô da crise que abalou a economia mundial, os bancos brasileiros estão ainda mais sólidos.

Regulação falha e bônus elevados fizeram estragos. Em 15 de setembro de 2008, a quebra do Lehman Brothers lançou o mundo em uma crise sem precedentes. Dez anos depois, o Valor ouviu 30 pessoas que participaram do episódio e revela como se chegou ao ponto sem volta dos derivativos.

O peso do pânico. Ben Bernanke, que comandou o Fed durante a crise, afirma que o pânico nos mercados foi o principal motivo da gravidade da grande recessão iniciada em 2008. Hoje pesquisador do Brookings Institution, ele sustenta que o estouro da bolha no setor imobiliário dos EUA foi apenas um propulsor secundário por trás do grande mergulho da economia.

Dólar a R$ 4,2 bate recorde desde o real. O dólar atingiu ontem seu valor nominal mais alto desde a criação do real, em 1994, e fechou cotado a R$ 4,1952. Na Argentina, o dólar também disparou e, após subir quase 3%, fechou a 40,22 pesos.

Grupo João Santos vive duas crises. Com nove de suas onze fábricas de cimento paralisadas, o Grupo João Santos enfrenta a crise do setor e uma acirrada disputa entre os sócios-herdeiros.

Temer está longe do povo, diz Alckmin. Embolado no segundo lugar das pesquisas, em empate técnico com Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Fernando Haddad (PT), o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) fez críticas mais duras ao presidente Michel Temer ontem, ao participar de sabatina realizada por “O Globo”, Valor e “Época”.

Plataformas distorcem as importações. Com números recordes, as plataformas de petróleo puxaram importações e exportações neste ano e distorceram alguns indicadores de comércio exterior.

Bolsonaro deve ficar fora das ruas até 2º turno, diz filho. Campanha patina para definir rumos e papel do vice; não há previsão de alta da UTI.

Hipótese extrema pode criar impasse. O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) jogarão um papel decisivo na hipótese da morte de um candidato ou presidente eleito. Especialistas de tendências diferentes no direito concordam que existem buracos negros na legislação, situações extremas em que não há nenhuma previsão legal sobre o que poderá ocorrer.

Ausência na próxima fase teria maior impacto.

Deputado tem bom prognóstico, diz médico que o operou.

Vice de Bolsonaro quer uma nova Constituição feita por notáveis.

Efeitos da crise de 2008 vão continuar por aí. As causas da crise de 2008 ficaram para trás, mas seus efeitos – econômicos, políticos e sociais – seguirão pesando sobre o mundo por muitos anos, talvez décadas.

Haddad inclui nomes de sua confiança em núcleo de campanha. Chico Macena e Emídio de Souza reforçam equipe de conselheiros.

Petista enfrenta desconhecimento. Por votos em Minas, diferenças com Dilma devem cessar.

Judiciário Toffoli assume o STF e propõe ‘pacto nacional’. Ministro determinou suspensão de ação penal contra Mantega.

Queda nas pesquisas faz Marina mudar estilo da campanha. Candidata minimiza resultado nas pesquisas.

Eleições “O PSDB não tem nada a ver com Temer”. Tucano admitiu que partido que preside está fragilizado, mas afirma que desgaste é de todo o sistema.

Editorial: Vendas em queda mostram perda de ímpeto da economia. Exceto a situação fiscal, os fundamentos da economia estão em relativa ordem e basta um sinal claro sobre o futuro para que ela volte a ganhar ímpeto.

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