Economia e futebol são os destaques do noticiário

Economia e futebol são os destaques do noticiário. Dólar ultrapassa R$3,90; BNDES cogita antecipar pagamento à União; Brasil vence México e avança; importação de combustível sofre queda.

SINOPSE DE 03 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

  JORNAIS  :

Manchete e destaques do jornal O Globo : Dólar volta a fechar acima de R$ 3,90. Moeda americana sobe diante da incerteza gerada por guerra comercial. A guerra comercial liderada pelos EUA, a crise política na Alemanha, e os dados mais fracos da economia chinesa são os principais fatores do cenário internacional de incerteza que levou a moeda americana a se valorizar diante das moedas de países emergentes. No Brasil, o dólar comercial voltou a fechar acima de R$ 3,90, em R$ 3,912, sem atuação do Banco Central em dia de poucos negócios por causa do jogo do Brasil contra o México. O mercado de ações também refletiu a pressão externa, com o Ibovespa só atingindo leve alta, de 0,10%, no final do pregão/

López Obrador obtém maioria no Congresso. Com quase 80% das urnas apuradas, projeções indicam que o presidente eleito do México, López Obrador, terá maioria no Senado e sete em cada dez deputados na Câmara/

No Rio, 182 mil mulheres são ameaçadas. Duas a cada três pessoas que vão às delegacias denunciar crime de ameaça no Estado do Rio são mulheres. Em quatro anos, foram 182 mil casos, 20% com o ex-companheiro como acusado/

Pólio pode voltar em 312 cidades de 24 estados. Vacinação abaixo de 50% põe 312 cidades de 24 estados em risco para volta da poliomielite. Rio tem cinco municípios na lista/

Editorial1: A questão central da inelegibilidade de Lula. Rejeitados os diversos recursos para libertar o ex-presidente, aproxima-se o momento da aplicação da Lei da Ficha Limpa, o que a defesa quer retardar/

Editorial2: Discurso de Obrador indica gestão pragmática. Observadores temem que Obrador reaja de forma radical às bravatas do vizinho do Norte, o que lhe valeu entre alguns analistas o apelido de “Trump de esquerda”. E, de fato, parte do eleitorado votou nele em reação à forma insultuosa como o titular da Casa Branca, desde a campanha eleitoral americana de 2016, vem se referindo ao México e à sua população.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo : BNDES pode antecipar em 20 anos reembolso à União. Banco e governo negociam pagamento de dívida de R$ 250 bi que vence até 2060. A fase de dependência do BNDES de recursos do Tesouro Nacional pode estar chegando ao fim. O banco e o governo negociam acordo para antecipar em 20 anos o pagamento dos empréstimos feitos pelo Tesouro ao BNDES durante os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. Uma das alternativas é a devolução de cerca de R$ 25 bilhões por ano até 2040. Outra opção é antecipar o pagamento em 15 anos, até 2045. A negociação envolve cerca de R$ 250 bilhões de dívida do banco com a União, que vence até 2060. Esse valor não considera a devolução de outros R$ 70 bilhões que o BNDES acertou com o Ministério da Fazenda até o fim deste ano. Os recursos do BNDES bancaram a política de estímulo ao crescimento econômico via financiamento a empresas/

Projeto de Orçamento não prevê reajuste para servidores. O senador Dalírio Beber (PSDB-SC), relator do projeto de lei com diretrizes para o Orçamento de 2019, propôs o congelamento de salários de servidores federais. Somente com os civis deixariam de ser gastos R$ 6 bilhões. Caso a decisão atinja também os militares, a economia vai a R$ 11 bilhões/

Toffoli cassa decisão de Moro e livra Dirceu de tornozeleira. O ministro do STF Dias Toffoli contrariou decisão do juiz Sérgio Moro e dispensou o ex-ministro José Dirceu do uso de tornozeleira eletrônica. Segundo Toffoli, Moro agiu em “claro descumprimento” da decisão do Supremo que deu habeas corpus a Dirceu na semana passada. O juiz não comentou/

Petrobrás perde processo de R$ 2,4 bi/

Petrobrás perde processo de R$ 2,4 bi/

Eliane Cantanhêde: Como Dilma vai fazer campanha em Minas, Estado importante e politizado? Vai defender seu legado, desastroso?/

Ana Carla Abrão: A reforma do Estado poderá corrigir sistema que atrai os que só buscam estabilidade e desvaloriza quem trabalha a sério/

Curso de Direito deve ser modernizado/

Editorial1: Mediocridade com otimismo. Mediocridade será a marca da economia do País nos próximos três anos, segundo as projeções do mercado, e até essa expectativa embute algum otimismo/

Editorial2: A Unicamp inova. Com o ProFIS, universidade democratiza acesso aos seus cursos de graduação sem comprometer o princípio do mérito/

Editorial3: A eleição no México. O tom do discurso da vitória expressa o nacionalismo populista que caracterizou a campanha de López Obrador e que deve marcar seu futuro governo, ainda que a realidade imponha algum comedimento às promessas de campanha mais adiante.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo : Pela 7ª vez consecutiva, Brasil está nas quartas de uma Copa. Seleção vence México por 2 a 0 e jogará por vaga na semifinal na sexta, contra a Bélgica/

Empresas vão à Justiça contra cartel do câmbio. Ao menos 14 grupos empresariais entraram na Justiça de SP na tentativa de evitar a prescrição do prazo para cobrarem indenizações de bancos suspeitos de combinar a taxa de câmbio exigida de clientes. Vale, Braskem, Usiminas, Gol e Odebrecht são algumas dessas empresas. Entre os acusados de cartel estão BTG Pactual, Itaú BBA e Santander. Os que se pronunciaram negam irregularidades/

Eleito no México, esquerdista AMLO acena ao mercado. Eleito anteontem, Andrés Manuel López Obrador deu a linha de seu governo nos primeiros discursos. Disse que o Estado estará presente, mas que não haverá medidas radicais na economia, “nem confiscos, nem expropriações, e respeito à liberdade empresarial”/

Portugal legalizará situação de 30 mil imigrantes ilegais. O governo de Portugal editou decreto para legalizar imigrantes em situação irregular no país. A medida, que deve beneficiar 30 mil estrangeiros, valerá para aqueles que estejam inseridos no mercado de trabalho português há pelo menos um ano/

Crise para produção de fábrica estatal de camisinhas no Acre/

Editorial1: Poupança. Futuro incerto. Estudo aponta o Brasil como um dos países mais imprevidentes do mundo/

Editorial2: Reforma. Carreiras demais. Vai na direção correta o plano oficial para rever a estrutura da máquina governamental.

Manchete e destaques do jornal Valor Econômico : Setor privado interrompe importação de combustível. A interferência do governo no preço dos combustíveis depois da greve dos caminhoneiros, em maio, praticamente interrompeu as importações de diesel e gasolina por um grupo de empresas privadas responsável por 60% das compras externas desses produtos/

Relator da LDO quer reduzir custeio em 10%. O relator do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, Dalirio Beber (PSDB-SC), propôs em seu parecer, apresentado ontem, corte de 10% nas despesas de custeio administrativo no próximo ano/

Tecnologia é maior craque do Mundial. A Copa da Rússia ocorre em um cenário digital muito diferente daquele de quatro anos atrás, no Brasil. “As pessoas estão cada vez mais conectadas. A experiência móvel é muito maior e é mais em 4G e 4,5G”, diz Márcio Fabbris, da Telefônica. Na Claro, o tráfego de dados na Rússia cresceu mais de 7.000% em junho, em relação a um ano antes/

Artigo: Neymar Jr. foi o maestro do time. O sufoco só durou 20 minutos, logo tomamos conta do jogo. Destaco também a seriedade de Neymar. Fez a diferença e é candidato a melhor jogador do Mundial/

Bancos de investimento têm semestre muito positivo. Os bancos de investimento tiveram o melhor começo de ano no Brasil desde 2013. A receita somada no primeiro semestre foi de US$ 485 milhões, um crescimento de 36,2% sobre o mesmo período de 2017, segundo levantamento da consultoria Dealogic/

Equipe de Obrador acena ao mercado. Os principais assessores do presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, se apressaram ontem a explicar ao mercado as prioridades econômicas do futuro governo e acalmar ânimos/

Nestlé muda para atrair consumidor. O maior desafio de Mark Schneider, executivo-chefe da Nestlé, é retomar o aumento das vendas e dos lucros em um setor sacudido por mudanças no gosto do consumidor, pela concorrência muito acirrada e por fusões e aquisições. Para contra-atacar, a Nestlé vem reduzindo custos e comprando rivais menores/

Sob nova direção. Rafael Sales, novo presidente da Aliansce Shopping Center, em substituição a Renato Rique, que continua na empresa, diz que as vendas ainda não voltaram ao nível anterior à greve de maio/

Acordo de Boeing e Embraer será levado ao governo. Embraer e Boeing já prepararam os memorandos de entendimentos para a associação das duas em uma joint venture com controle da americana e solicitaram ao governo reunião para apresentá-los/

Privatização Governo pretende manter leilão de cinco distribuidoras. Especialistas veem risco para os investidores que decidirem participar da privatização de distribuidoras da Eletrobras/

Sem renda, emprego e crédito fica mais difícil. Para economista, principal ajuda dada pela queda da inflação já passou/

Paralisação também afeta indicadores de junho. Índices de confiança apontam para resultado ruim no mês/

O PT sobe as apostas para ficar com o PSB. Lula quer colocar Ciro Gomes no colo da direita/

Bolsonaro quer ampliar número de ministros do STF. Ideia é aumentar para 21 e, com isso, nomear a maioria dos magistrados durante o seu eventual mandato/

Editorial: Supremo sepulta de vez a contribuição obrigatória. O mundo entrou no século XXI, mas a legislação brasileira demorará um pouco até chegar lá.

Manchete e submanchetes do jornal Diário Comércio, Indústria e Serviços (DCI) : Cinco limites previstos em lei detêm avanço de gasto em 2019. Independente de quem será o futuro presidente – de centro, direita ou esquerda – as travas previstas em lei e as metas já fixadas limitam o poder do próximo governo de expandir gastos em 2019/

Isenção de segundo eixo é fluxo menor. Crise do frete chega às concessões de rodovias. Além do recuo do fluxo de veículos nas estradas, concessionárias de rodovias deverão lidar com possível custo extra: a isenção do segundo eixo nos pedágios. E o mercado enfrenta a indefinição da tabela mínima de frete/

Negócios do Brasil com América Latina deve recuar com incertezas. A integração entre o Brasil e a América Latina é considerada baixa por especialistas e a expectativa é de que, no curto prazo, os negócios se arrefeçam diante de instabilidades, principalmente no Brasil, México e Colômbia. As trocas comerciais com a região representam somente 17% do nosso comércio exterior/

Após oito quedas seguidas, BC mantém projeção de PIB para 2018. O mercado financeiro manteve a perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,55% para este ano, após oito revisões seguidas. Contudo, piorou a expectativa para 2019, ao passar de alta de 2,60% para 2,50%, segundo o relatório Focus, divulgado ontem pelo Banco Central (BC)/

Obstrução à LDO quer derrubar reoneração. Lideranças da base aliada e oposição vão tentar obstruir novamente sessão do Congresso, hoje, para derrubar veto do presidente Temer (MDB) que determinou a reoneração da folha de pagamentos de 11 setores empresariais/

Decisão do STF pode impulsionar reforma sindical. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de manter o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, pode ser o ponto de partida para uma nova reforma estrutural, a dos sindicatos/

Editorial: Nova (ou velha) ameaça na saúde. Depois de décadas nas quais a batalha contra a poliomielite parecia ganha, o número de casos da doença ameaça crescer no Brasil. Mais de 300 municípios, a maior parte na Bahia, estão em risco de surto, segundo levantamento do Ministério da Saúde divulgado pela Agência Brasil. Nesses lugares, a cobertura está abaixo de 95%, o que abre brecha para a disseminação do vírus.

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