Economia e eleição 2018 são os destaques das manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Economia e eleição 2018 são os destaques das manchetes dos jornais. Recessão vai até 2020, diz FGV; risco jurídico trava investimentos no país; Bolsonaro despreza isolamento

SINOPSE NACIONAL DE 23 DE JULHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: País só vai superar a recessão em 2020, prevê FGV. Retomada da economia será a mais lenta desde 1980. Problemas fiscais, incerteza política, cenário externo e efeitos da greve dos caminhoneiros travam expansão. A economia brasileira ainda levará dois anos e meio, até o fim de 2020, para voltar ao patamar anterior à recessão vivida entre 2014 e 2016, totalizando quatro anos de recuperação. Será a retomada mais lenta entre todas as crises que encolheram o Produto Interno Bruto (PIB) desde os anos 1980. A conclusão é de um estudo inédito da FGV, que alerta: o prazo pode se estender se a confiança de empresários e consumidores seguir baixa devido à incerteza eleitoral, ao déficit fiscal, à guerra comercial no mundo e a episódios como a greve dos caminhoneiros/

Sob fogo amigo, Bolsonaro vira candidato. Ao oficializar sua candidatura à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro ouviu críticas de Janaína Paschoal, convidada por ele para ser sua vice. “Reflitam se nós não estamos correndo o risco de fazer um PT ao contrário”, disparou a advogada, ao atacar o que chamou de “pensamento único” dos seguidores do deputado. Sem a confirmação de Janaína, que ao GLOBO disse que não aceitará ser uma vice decorativa, o PSL tem até o dia 5 de agosto para anunciar a chapa. Num discurso recheado de acenos aos militares e citações bíblicas, Bolsonaro afirmou que não é um “salvador da pátria”, embora encare a candidatura como “missão”. O evento foi marcado por críticas ao centrão, que anunciou apoio ao tucano Geraldo Alckmin, mas contou com a presença de dois representantes do bloco/

Bernardo Mello Franco: Clima de idolatria e pregações anticomunistas marcam a convenção de Bolsonaro/

Josué Gomes, o vice dos sonhos gerais. Dado como nome certo para vice de Geraldo Alckmin, o empresário mineiro Josué Gomes, que circula com discrição entre diversos grupos políticos, tem o desafio de pôr de lado sua relação afetiva com Lula, de quem seu pai, José Alencar, foi vice-presidente/

Crivella corta em serviços básicos. Levantamento mostra que a prefeitura enxugou o orçamento na manutenção de ruas, escolas e hospitais, mas poupou a gestão da máquina/

Editorial: Modernização da legislação trabalhista. Atrás do tempo perdido. Não se pode imaginar ingerência da OIT numa questão em que o Brasil apenas atualiza a sua legislação.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: Aumento do risco jurídico trava investimento no País. Decisões contraditórias em várias esferas crescem em período pré-eleitoral e põem empresas em alerta/

Bolsonaro se diz ‘escolhido’ e tem saia-justa com Janaína. Oficializado candidato do PSL ao Planalto em convenção esvaziada de políticos, o deputado Jair Bolsonaro tentou minimizar a falta de alianças criticando acordos de adversários. Chamou o Centrão, que apoia Geraldo Alckmin (PSDB), de “escória” e se classificou como “patinho feio” da política. Cotada para vice, a advogada Janaína Paschoal causou saia-justa ao dizer que, sem diálogo e aliados, haveria dificuldade para governar. Bolsonaro afirmou não ser “salvador da pátria”, mas um “escolhido”/

Reforma em Cuba propõe volta da propriedade. Projeto de reforma constitucional de Cuba, que será submetido a consulta popular a partir de agosto, elimina referência ao comunismo, institui o cargo de primeiro-ministro e reconhece mercado e propriedade privada – eliminada após a Revolução de 1959/

Militares preparam plano de transição para saída do Rio. A intervenção federal no Rio deve ir até 31 de dezembro, mas militares já preparam um plano de transição. As propostas incluem alteração da rotina policial, readaptação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e pacote de segurança turística/

‘Eleger presidente autoritário é risco à democracia’. Presidentes autoritários eleitos pelo povo estão matando democracias, diz o cientista político Steven Levitsky. “Os EUA falharam em 2016 e espero que o Brasil consiga evitar isso.”/

1 em 6 congressistas gasta cota com doador/

Consulta a INSS agora tem hora marcada/

Cida Damasco: Para o eleitorado fica difícil, quase impossível, identificar para onde vai cada candidato/

Editorial1: Pensamento mágico. Para os adeptos do pensamento mágico, aceitar a realidade econômica viola a Constituição/

Editorial2: Resíduos de um abuso. Boas notícias começam a aparecer nos preços pagos pelas famílias, mas é melhor, por enquanto, controlar o otimismo.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Candidato, Bolsonaro minimiza isolamento. Deputado chama centrão de ‘escória’ afirma contar com apoio popular e que é ‘patinho feio’ da política. O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63, oficializou ontem sua candidatura à Presidência da República minimizando a importância de alianças formais e criticando acordos já realizados por seus adversários na disputa. Ele se referiu como “escória” ao centrão, grupo de partidos formado por DEM, PP, SD, PR, que se aliou a Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida presidencial. Em seu discurso, classificou- se como o “patinho feio” no meio político e disse não estar isolado, ao contar tanto com apoio popular quanto de deputados federais de siglas que acabaram não se aliando formalmente à sua candidatura. “Nós temos que fazer esse Brasil grande. Para fazer esse time campeão, o seu chefe não pode estar devendo nada para partido político nenhum”, afirmou. Apesar das críticas, Bolsonaro tentou negociar a vaga de vice em sua chapa com o PR de Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão. Com menções a Deus, família e ataques à esquerda, ele repetiu vários chavões de discursos anteriores. Cotada para a vaga de vice na chapa de Bolsonaro, a advogada Janaína Paschoal fez críticas aos seguidores do presidenciável por quererem, segundo ela, “ouvir um discurso inteiramente uniformizado”/

Leandro Narloch: Eleitor do deputado encarna desilusão com o PT e ódio à nova esquerda/

Separada dos filhos nos EUA, brasileira relata reencontro. A brasileira Jaena Silva de Miranda, 45, ficou separada durante 44 dias de seus três filhos depois de tentar entrar ilegalmente nos Estados Unidos atravessando, pelo deserto, a fronteira com o México. “A hora em que tiraram meus filhos, tiraram tudo de mim”, conta a Estelita Hass Carazzai. “Eu não faria de novo”/

Celso Rocha de Barros: Leilão do centrão ensinou algo a todos candidatos. O leilão do centrão foi instrutivo, e cada candidato aprendeu alguma coisa. Nos próximos meses, descobriremos se tempo de TV, estrutura partidária e dinheiro continuam funcionando do mesmo jeito em 20l8/

Em meio a decisões controversas, ANS vive crise interna. Além de tomar decisões controversas sobre o custo dos planos de saúde, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) vive crise interna e de imagem potencializada por loteamento de cargos e acusações de atender a interesses privados/

Editorial1: Desafio ao gigante. Agressividade das autoridades europeias contra o Google expõe práticas monopolistas/

Editorial2: Conselheiro. Ineficiência seletiva. TCE arquivou investigação interna que apurava suposta propina paga a Robson Marinho.

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