Economia e eleição 2018 são os destaques das manchetes dos jornais

*Bom dia*

_SINOPSE DE 28 DE AGOSTO DE 2018_

Edição: Sérgio Botêlho

 

*_JORNAIS_*:

*Manchete e destaques do jornal O Globo*: Futuro governador do Rio enfrentará déficit de R$ 10 bi. Secretário de Fazenda prevê que a taxa de investimento pode até ficar abaixo de 2% da receita. O governador a ser eleito pelos fluminenses enfrentará, nos três primeiros anos de mandato, um rombo orçamentário de R$ 10 bilhões, segundo a LDO (Lei de Diretrizes e Bases Orçamentárias). A taxa de investimento já foi a menor entre todos os estados da Federação em 2017, de acordo com levantamento realizado pelo Insper com dados do Tesouro Nacional. O secretário estadual de Fazenda, Luiz Cláudio Gomes, diz que não vê o Rio com capacidade para ampliar investimentos nos próximos anos, e que a taxa pode ficar abaixo até do atual patamar de 2% da receita líquida.

Ciro Gomes: ‘Lula não é um deus nem satanás’. Primeiro candidato à Presidência entrevistado no Jornal Nacional, Ciro Gomes (PDT) criticou supostos excessos do Judiciário.

Agência ofereceu R$ 1,5 mil por posts elogiosos a ex-presidente. E-mail mostra que influenciadores digitais que replicaram posts a favor de Lula e de petistas tiveram oferta de R$ 1,5 mil de agência.

Juiz vê ‘elementos de prova’ contra Haddad. Candidato a vice-presidente na chapa do PT é acusado de usar caixa dois na campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2012; audiência foi marcada para novembro, após o segundo turno das eleições. Recurso de Lula é liberado para julgamento no STF.

Gasto do Judiciário cresce 4,4% e chega a R$ 90,8 bi em 2017. Despesas com salários e benefícios são 90%, segundo números do CNJ.

Míriam Leitão: Bolsonaro e o uso da religião em campanha.

Cora Rónai: Arrobas vendidas e a militância em ambientes virtuais.

José Casado: O milagre da união entre PT e ‘golpistas’.

Bernardo Mello Franco: Alckmin deve liderar artilharia.

Trump negocia acordo com México e isola Canadá. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou acordo preliminar com o México que visa a substituir o Nafta e isola o Canadá. Acerto pode atingir exportações do Brasil.

Editorial1: É preciso abrir a caixa-preta da Fetranspor. Ainda há muito a esclarecer sobre esquema de corrupção envolvendo empresários de ônibus e políticos.

Editorial2: Macri corre contra o tempo para sanear economia argentina. Popularidade do presidente recua em meio à instabilidade global e a temores de recessão este ano.

*Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo*: MP acusa Haddad de enriquecimento ilícito por meio de caixa 2. Caso envolve dívida de campanha à Prefeitura; ex-prefeito nega irregularidade. O Ministério Público de SP moveu ação de improbidade administrativa contra Fernando Haddad (PT) na qual pede a condenação do ex-prefeito por enriquecimento ilícito no caso envolvendo o pagamento de dívida de R$ 2,6 milhões da campanha de 2012 à Prefeitura pela UTC Engenharia por meio de caixa 2. Na ação, o promotor de Justiça Wilson Tafner também pede bloqueio de bens, ressarcimento do dano causado e a suspensão dos direitos políticos de Haddad – candidato a vice na chapa do ex-presidente Lula na disputa pelo Planalto – e de outras seis pessoas. A acusação tem como base os depoimentos de Ricardo Pessoa e Walmir Pinheiros, ex-executivos da UTC. Ambos disseram que pagaram, em 2013, dívida da campanha de Haddad com duas gráficas por meio do doleiro Alberto Youssef e a pedido do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Em nota, Haddad afirmou que demonstrou com documentos que “todo o material gráfico produzido em sua campanha foi declarado”.

Com pouco tempo de TV, Amoêdo reforça equipe digital. Com cinco segundos de tempo no horário eleitoral de TV, João Amoêdo (Novo) triplicou o número de pessoas que cuidam de suas mídias sociais e tem investido R$ 4 mil por dia para impulsionar as publicações. Sua página em uma rede social viu o número de simpatizantes subir 26% em uma semana e seus vídeos já foram visualizados 25 milhões de vezes. Ele busca principalmente eleitores desencantados com o PSDB e os indecisos.

‘Plebiscitos aprimoram a democracia’. Primeiro entrevistado do Estadão-Faap Sabatinas, Alvaro Dias (Podemos) defendeu a adoção de plebiscitos e disse que vetará indicações políticas.

Marina reza com ativistas. Fora da agenda, a candidata da Rede rezou um pai-nosso com manifestantes na Secretaria de Justiça de SP. Eles pedem a adoção de cotas em concursos públicos no Estado.

EUA e México fecham acordo e dão alívio a mercado global. Estados Unidos e México chegaram a um acordo na renegociação do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês). O anúncio foi considerado o maior avanço na área de comércio exterior durante a gestão do presidente Donald Trump. A renegociação do Nafta levou alívio ao mercado internacional, com impacto no Brasil. A Bolsa de São Paulo fechou em alta. O dólar caiu e terminou o dia cotado a R$ 4,08.

Sem a refinaria de Paulínia, Petrobrás vai importar diesel. Estatal comprará no exterior 1,5 milhão de barris de diesel e 300 mil de querosene de aviação para compensar a parada de produção da Replan, atingida por incêndio. O preço ao consumidor não mudará.

A 40 dias das eleições, Jucá deixa o governo. Candidato à reeleição, o presidente do MDB, Romero Jucá (RR), deixou a liderança do governo no Senado. O motivo, segundo ele, é sua discordância com a “forma como o governo está tratando a questão dos venezuelanos em Roraima”.

PGR denuncia Jefferson e mais 25.

Coparticipação em planos motiva queixas.

Eliane Cantanhêde: Enquanto Alckmin promete tratores para a agricultura, Bolsonaro acena com a liberação das armas. Tratores eles já têm.

Ana Carla Abrão: Crédito e spread entraram nos programas dos candidatos a presidente, com propostas louváveis e outras populistas.

Editorial1: A encruzilhada nacional. Há quem considere desnecessárias as reformas que se impõem. Saber como se chegou à situação atual é o primeiro passo para evitar que charlatães triunfem.

Editorial2: Incerteza medida em dólares. Como sólido quebra-mar, as contas externas continuam protegendo o País dos choques.

Editorial3: Grave desequilíbrio. Há cidadãos brasileiros cujos votos valem mais do que os de outros.

*Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo*: Políticos ricos e empresários bancam 93% das doações. De R$ 45,6 mi destinados para estas eleições, R$ 42,4 mi vêm dessas fontes. Balanço de prestações de contas dos candidatos mostra que empresários e políticos com patrimônio elevado são responsáveis pela quase totalidade do financiamento privado das campanhas. Dos R$ 45,6 milhões de grandes doações (acima de R$ 300 mil) até agora, 93% foram de concorrentes ricos (R$ 30,4 mi) ou grandes empresários (R$12 mi). Em 2015, o Supremo Tribunal Federal proibiu o financiamento por empresas sob o argumento de que viola os princípios democráticos da igualdade de forças. O fundador do grupo que comanda a Riachuelo, Nevaldo Rocha, aparece no topo da lista dos empresários financiadores, com R$ 2 milhões direcionados à campanha a deputado federal do neto Gabriel Kanner (PRB). Carlos Amastha (PSB), empresário no ramo de shoppings, tirou R$ 1,45 milhão do bolso para sua campanha ao governo do Tocantins. Um dos concorrentes à Presidência, Henrique Meirelles (MDB) foi bem além: destinou R$ 20 milhões de sua fortuna para se autofinanciar.

Candidatos elogiam a plataforma Match Eleitoral, da Folha.

Prefeitura de SP convoca servidores para campanha. Funcionários da Prefeitura de São Paulo foram convocados a participar de evento da campanha eleitoral dos filhos do presidente da Câmara, Milton Leite da Silva (DEM). O vereador, que pediu votos no ato, disse que não houve pressão.

Pablo Ortellado: PT ainda acredita no funcionamento do sistema político. Pode parecer contraintuitivo, mas, se Bolsonaro é o candidato contra o sistema, o PT é o partido do sistema — não do socioeconômico, mas do de representação política.

Editorial1: Olho no Congresso. Ferramenta lançada pela Folha ajuda o eleitor na crucial escolha do deputado federal

Editorial2: Reino Unido. Brincando com ‘brexit’. Na tentativa de considerar diferentes lados, Theresa May não tem agradado a nenhuma.

*Manchete e destaques do jornal Valor Econômico*: Trump fecha acordo com o México e pressiona Canadá. Sem dar trégua à surpresa e à controvérsia, o governo americano, sob as ordens do presidente Donald Trump, anunciou ontem o fechamento de um acordo comercial com o México, em substituição ao Nafta.

Gerdau já vendeu ativos de R$ 6,5 bi. A Gerdau já vendeu R$ 6,5 bilhões em ativos nos últimos quatro anos. O valor foi alcançado depois que o grupo aprovou, na sexta-feira, a alienação da Gerdau Hungria KFT y Cia Sociedade Regular Colectiva, que detém 98,89% da Gerdau Steel India, por US$ 120 milhões (R$ 485 milhões).

Veto dos EUA esvazia ainda mais a OMC . Os EUA deram mais um passo para esvaziar a Organização Mundial do Comércio, instituição multilateral criada para regular o funcionamento do comércio mundial e estimular a livre circulação de bens e serviços.

Nova direção. Encerrada a reestruturação que transferiu os fundos de investimentos com gestão local para o Santander, Giuliano De Marchi assume o comando do J.P. Morgan Asset Management na América Latina. A prioridade no Brasil passa a ser a oferta de fundos globais.

Indústria tenta baratear convênios. Um grupo de 44 grandes indústrias, coordenadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pretende mudar o modelo de remuneração dos planos de saúde. A intenção é adotar um novo sistema de atendimento médico com pagamento variável de acordo com a performance apresentada pelo serviço.

Governo vai barrar ‘tarifaço’ em obra de arte. Sob pressão do meio cultural, o governo pretende intervir em norma da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que gerou um “tarifaço” na entrada de obras de arte para exposições no Brasil.

Estaleiros defendem o conteúdo nacional. Prós e contras à nova política colocaram empresas e o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) de um lado e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) de outro.

Reeleição de senadores é ‘derrota’ da Lava-Jato No Senado, palco de um dos maiores confrontos entre o Legislativo e o Judiciário por conta das investigações, Renan Calheiros (MDB-AL) está com sua reeleição praticamente assegurada. Junto com ele estarão de volta todos os principais investigados na operação.

Municípios assumem fatia cada vez maior dos gastos com saúde. Comprometimento federal com saúde passou de 50,47% dos recursos, em 2003, para 41,45%, em 2016. Já a parcela que recai sobre municípios cresceu de 25,57% para 33,04%, nesse mesmo período.

Uma saída honrosa na guerra comercial. Negociadores esperam que, em algum momento, Trump aceitará buscar solução honrosa para frear a escalada de tensões comerciais.

S&P rebaixa nota de crédito do governo de MG. Corte acontece após Tesouro Nacional ter divulgado que cobriu R$ 417 milhões em dívida atrasada da administração mineira com o Banco do Brasil.

Ciro diz ter ‘confiança cega’ em Carlos Lupi. Candidato afirma desconhecer fato de presidente do PDT ser réu em ação de improbidade.

Eleição de senadores é derrota da Lava-Jato. Correlação de forças no Senado será mantida, apontam pesquisas.

Cúpula do PTB é denunciada por Dodge. Roberto Jefferson e demais caciques da sigla são acusados de fraudes no Ministério do Trabalho.

Editorial: Fôlego do investimento direto diminuiu até julho. Em julho, porém, depois de quatro meses de superávit, o resultado em conta corrente ficou negativo.

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