Economia e Datafolha são os destaques das capas dos jornais

Economia e Datafolha são os destaques das capas dos jornais. Crescem pedidos de recuperação judicial; conflito põem Petrobras e União em lados opostos; população considera que crise econômica piorou, segundo
Primeira Hora – Anexo 6

Economia e Datafolha são os destaques das capas dos jornais. Crescem pedidos de recuperação judicial; conflito põem Petrobras e União em lados opostos; população considera que crise econômica piorou, segundo Datafolha

Bom dia.

SINOPSE DE 11 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Mais firmas entram com pedido de recuperação judicial. Após recuo em 2017, alta já chega a 30% este ano. Com baixo crescimento econômico e receitas frustradas, empresas buscam impedir cobrança de dívidas. Depois de recuarem em 2017, os pedidos de recuperação judicial voltaram a subir no país. Entre janeiro e abril, houve uma alta de 30% sobre igual período do ano passado, chegando a 518 firmas. O aumento reflete a frustração de empresas que contavam com retomada forte da economia para elevar receitas e reequilibrar as contas. Ao pedir proteção legal, elas impedem a execução de dívidas. O governo propôs ao Congresso alterações na lei para ampliar o número de companhias que se recuperam. Hoje, apenas 25% se salvam de fato/

Brancos e nulos sobem sem Lula e Barbosa na disputa. Mesmo com o ex-presidente Lula enquadrado na Ficha Limpa e sem o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa na disputa, os principais pré-candidatos à Presidência não conseguem ampliar seu eleitorado. Pesquisa Datafolha divulgada ontem aponta o crescimento dos eleitores sem candidato, que alcançaram 34%, contra 28% em abril/

Antonio Gois: Mesmo longe do ideal, educação pública avançou em 40 anos/

Trump deflagra crise com o G7. A retirada dos EUA da declaração do G7 levou europeus a acusarem o presidente Donald Trump de minar a confiança no grupo, mergulhando a aliança numa crise comercial e política. Um assessor da Casa Branca justificou a ação de Trump como uma estratégia para não parecer fraco na cúpula com a Coreia do Norte, que acontece hoje/

Sete corpos achados na Urca. Bombeiros resgataram ontem sete corpos nas proximidades da Praia Vermelha, na Urca: segundo a polícia, eles são de traficantes que participaram, nos últimos dias, de confrontos nos morros da Babilônia e do Chapéu Mangueira, no Leme. Os mortos foram localizados por um grupo de parentes que percorreu duas horas de trilha até chegar a uma área de mata conhecida como Pedra do Anel. Eles acusam a PM de execução. A Polícia Civil abriu investigação/

Editorial: Mais representativos. Contribuições voluntárias forçam os sindicatos a trabalharem mais pelas suas categorias. Não seria mesmo pequena a resistência à essencial conversão do imposto sindical em contribuição espontânea, feita pela reforma trabalhista aprovada em novembro, um dos pontos altos do governo Temer. O fato de o imposto arrecadar anualmente R$ 3,5 bilhões, para que os sindicatos gastassem sem precisar prestar contas, sempre foi um motivo forte para a defesa deste “direito do trabalhador”. Na verdade, um dinheiro ao dispor dos dirigentes, que costumam se perpetuar nos cargos. Há até esquemas de famílias que controlam sindicatos.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Petrobrás e União travam disputa de R$ 6,5 bilhões. Discussão envolve moeda a ser usada na revisão de acordo para a estatal explorar petróleo no pré-sal. A revisão do contrato que deu à Petrobrás o direito de explorar, sem necessidade de licitação, 5 bilhões de barris em seis áreas do pré-sal da Bacia de Santos travou na discussão com o governo sobre a moeda a ser usada no pagamento dos tributos. A Petrobrás quer que os cálculos tenham como base o real. O governo prefere o dólar. Segundo levantamentos preliminares, somente no caso das dívidas tributárias da petroleira com a União, a diferença entre utilizar dólar ou real faria com que a estatal desembolsasse R$ 6,5 bilhões a mais. O Ministério de Minas e Energia e a Advocacia Geral da União tentam resolver o impasse. O acordo é pré-requisito para o megaleilão do pré-sal, que pode arrecadar até US$ 100 bilhões. O ex-presidente da Petrobrás Pedro Parente vinha tentando fechar um acordo desde que assumiu o cargo, em 2016. A negociação está com Ivan Monteiro, que foi diretor financeiro da empresa/

Articulação ligada a FHC vê Marina como opção. O movimento que busca uma candidatura única de centro para a eleição presidencial, apoiado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, tenta se aproximar de Marina Silva. A candidata da Rede tem 15% das intenções de voto. O grupo avalia que Marina poderia se sair melhor do que Geraldo Alckmin (PSDB) em disputa contra Jair Bolsonaro (PSL) e um candidato de esquerda/

Custo de subsídio ao diesel supera previsão/

Sete corpos são achados na Urca. Dois dias após confronto, corpos de supostos traficantes foram encontrados em pedras e na mata. Famílias acusam a PM/

Santa Maria vive surto de toxoplasmose. A cidade gaúcha de Santa Maria já tem 510 casos da doença, o que configura o maior surto do País, informa a enviada especial Lígia Formenti. Autoridades estão aconselhando casais a adiar planos de gravidez – o mal pode levar à morte do bebê. Há suspeita de contaminação da água/

Editorial1: Os riscos da desconfiança. A crise causada pela paralisação dos transportadores fez recrudescer a desconfiança no Estado e em suas instituições/

A banalidade do arbítrio. O pedido de quebra do sigilo telefônico de Temer é exemplar destes tempos esquisitos.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Para 72%, economia do país piorou, diz Datafolha. Avaliação é a mais negativa desde fevereiro de 2016, ainda na recessão; só 10% veem situação pessoal melhor. Pesquisa Datafolha mostra que a percepção de piora da situação econômica do país se espalhou entre os brasileiros. Para 72%, o quadro se deteriorou nos últimos meses, enquanto apenas 6% apontam melhora. Trata-se da avaliação mais negativa desde fevereiro de 2016, quando ainda se vivia uma recessão profunda. Na sondagem anterior, em abril último, eram 52% os que viam com pessimismo a evolução da conjuntura. Desde então, cresceram as incertezas quanto às perspectivas de crescimento. Fenômeno global, a alta das cotações do dólar foi acentuada no Brasil em razão das dúvidas quanto à solidez orçamentária e às eleições presidenciais. Além disso, a paralisação dos caminhoneiros mostrou a fraqueza do governo e levou a novos gastos públicos. Para 32% dos entrevistados, o cenário econômico vai se agravar ainda mais nos próximos meses; 26% creem em melhora. Quanto à situação pessoal, 49% dizem ter vivido retrocesso. Só 10% declaram ter progredido/

Governo parece ressuscitar Sunab e controle de preço. Entrevista da 2ª – Paulo de T. Ribeiro. O advogado Paulo de Tarso Ramos Ribeiro, ex-ministro da Justiça (governo FHC), condena a intervenção nos preços do diesel e dos fretes, fruto da paralisação dos caminhoneiros. Trata-se, diz, de retrocesso institucional/

Celso Rocha de Barros: Extremo resiste e centro esvazia em eleição anormal. A eleição continua anormal. Lá deu tempo para desistir de Lula depois de vê-lo sendo preso, e pouca gente desistiu. Eleitores de direita já sabem que há opção mais moderada, mas os bolsonaristas não estão migrando para Alckmin/

Vinícius Mota: Num país agitado, candidatos viáveis são poucos e rodados. Marina, Ciro e Alckmin, presidenciáveis e mandatários veteranos, conhecem o Congresso e a máquina administrativa/

Leandro Colon: PF se aproxima do xeque-mate no presidente mais impopular da história. Polícia fecha pontas sobre reforma na casa de filha de Temer e deve concluir inquérito/

Painel: Aliados avaliam risco de nova denúncia com aumento da reprovação a Temer/

Painel: Embora Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha 30% das intenções de voto mesmo após dois meses na prisão, o Datafolha captou sinais de que até os mais fieis eleitores lulistas se distanciaram depois que ele saiu de cena/

Candidatos do PSL buscam ajuda de Bolsonaro para financiar campanhas/

Após Lula receber políticos na prisão, sindicalistas pedem para visitar Vaccari/

Moro passa afastado em média 2 dias por mês para viajar dentro e fora do país/

Tucanos minimizam Datafolha, PT diz que Lula segue forte e Bolsonaro ataca instituto/

Evangelização indígena inclui oferta de cesta básica e obra de Edir Macedo/

Estudo estima prejuízo com homicídio de jovens. Para cada jovem de 13 a 25 anos assassinado, o Brasil perde cerca de R$ 550 mil, diz estudo da Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo. Em 20 anos, o prejuízo foi de mais de R$ 450 bilhões/

Bolsonaro defendeu esterilização de pobres para combater miséria e crime/

Ana Estela de S. Pinto: Ficar emburrado no seu canto não tira a taça das mãos de Temer. Vergonha de torcer pelo Brasil. Ficar emburrado no seu canto não tira a taça das mãos de Temer, não desarma o fascismo, não desaliena ninguém nem puxa a lenha de volta para a nossa fogueira, seja qual for/

Editorial1: Em busca de trabalho. Na esteira da crise econômica, país gera empregos precários, o que torna retomada mais difícil/

Editorial2: Conchavo de elite. Funcionalismo do estado e da cidade de São Paulo conquistou novos e descabidos privilégios.

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