Economia brasileira e internacional, e Judiciário são os destaques dos jornais

Economia brasileira e internacional, e Judiciário são os destaques dos jornais. Plataformas de navios voltam a despertar interesse da Petrobras; economia argentina se enrola com juros mais altos do mundo;
Primeira Hora – Anexo 6

Economia brasileira e internacional, e Judiciário são os destaques dos jornais. Plataformas de navios voltam a despertar interesse da Petrobras; economia argentina se enrola com juros mais altos do mundo; ações contra parlamentares começam a descer de instância.

SINOPSE DE 05 DE MAIO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Petrobras decide comprar plataformas. Estatal quer navios para operar a partir de 2022. Desde 2014,20 estaleiros fecharam as portas no país. Petroleira diz que só pagará valor de mercado. A Petrobras decidiu voltar a comprar plataformas e começou a mapear a situação do setor naval, que está em crise. Nos últimos anos, a estatal alugava embarcações. O objetivo é programar encomendas para produção de petróleo a partir de 2022. Desde 2014, 20 estaleiros fecharam as portas no país. As empresas dizem que podem suprir a demanda, mas que não conseguem competir com a China. Um fator-chave para o negócio, porém, é a competitividade. A Petrobras diz que não pagará preços mais altos que os de mercado/

Doleiros darão aulas sobre lavagem a procuradores da Lava-Jato. Como parte do acordo de delação premiada, os doleiros Vinícius Claret e Claudio Barbosa se comprometeram a dar aulas, durante seis anos, à força-tarefa da Lava-Jato no Rio sobre como funciona a engrenagem para transferir dinheiro ilegalmente do Brasil para o exterior e de lá para cá/

Inquéritos da Odebrecht devem sair do Supremo. Ao menos 29 dos 74 inquéritos da delação da Odebrecht no STF que envolvem parlamentares devem ser encaminhados para outras instâncias. Ontem, um dia após a Corte restringir o foro privilegiado, o ministro Dias Toffoli enviou para a primeira instância seis ações penais e um inquérito que abrangem sete deputados/

BC da Argentina sobe juro a 40%. Para conter a procura por dólares, o Banco Central da Argentina elevou os juros de 33,25% para 40% ao ano. A moeda americana recuou 3,13%, para 22,28 pesos/

Miriam Leitão: Argentina aceitou inflação alta e agora paga o preço/

Kim, o menino do Rio. Passaporte falso. Documentos indicam que o passaporte brasileiro do ditador norte-coreano, Kim Jong-un, foi emitido pela PF no Rio em 1990/

Editorial1: Facetas urbanas do drama habitacional. A lerdeza e incompetência de governantes no aproveitamento de prédios públicos ociosos estimulam o surgimento de ‘movimentos de sem-teto’ com objetivos múltiplos/

Editorial2: Além de repressão, crise nicaraguense traz lição de ironia. Cresce o movimento pela destituição de Daniel Ortega, acusado de liderar a violência contra os manifestantes, que já provocou 45 mortes.

 

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Dólar faz Argentina adotar maior taxa de juro do mundo. Autoridade econômica eleva taxa em 6,75 pontos, para 40%; instabilidade faz Macri enfrentar sua 1a. grande crise. Diante da fuga de capitais que desvalorizou o peso em 8% em uma semana, o Banco Central argentino aumentou a taxa básica de juros de 27,5% para 40% – a maior taxa nominal do mundo. Ao todo, foram três altas em oito dias. Ontem, após o BC anunciar alta de 6,75 pontos porcentuais no juro básico e o governo reduzir a meta do déficit público de 3,2% do PIB para 2,7% em 2018, o dólar caiu quase 2% no país. A moeda americana encerrou o dia cotada a 21,82 pesos, depois de chegar a 23 pesos na quinta-feira. Essa é a primeira grande crise enfrentada pelo presidente Mauricio Macri, pouco mais de dois anos após chegar ao poder. A autoridade monetária vinha perdendo credibilidade desde o fim de dezembro, quando anunciou que deixaria de perseguir uma inflação de cerca de 10% e passaria a ter 15% como meta. Também contribuíram a avaliação de que os déficits fiscal e de conta corrente continuam altos e a implementação de um imposto sobre ganhos de investidores estrangeiros/

Governo brasileiro não crê em contágio. A equipe econômica avalia que a crise econômica da Argentina não vai contaminar o Brasil. O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Fabio Kanczuk, diz que a situação das contas externas, da política fiscal e da inflação é melhor que no vizinho/

Sem foro, ações de deputados vão para outras instâncias. Um dia depois de o STF restringir o foro privilegiado para deputados federais e senadores, o ministro Dias Toffoli mandou ontem para outras instâncias seis ações penais e um inquérito contra sete parlamentares. Todos os supostos crimes aconteceram antes do mandato ou não têm relação com o cargo. Tramitam no STF 399 inquéritos e 86 ações penais contra autoridades, a maioria parlamentares/

STF amplia quebra de sigilo de Aécio. Marco Aurélio Mello ampliou para todo o ano de 2017 a quebra do sigilo fiscal de Aécio Neves (PSDB-MG) e mandou incluir em inquérito dados que sugerem dissimulação de doação de campanha/

Treze prédios tombados são alvo de invasões. Treze prédios tombados e um em processo de tombamento foram invadidos por movimentos de moradia em São Paulo – um deles fica na rua do Wilton Paes de Almeida, que desabou na terça. Três ocupações chegaram a ser consideradas em um programa habitacional, mas foram descartadas/

Coluna do Estadão: Os Correios decidiram que vão fechar, nos próximos meses, 513 agências próprias e demitir os funcionários, o que deve atingir 5,3 mil pessoas/

Produção de alimentos cai a menos da metade na Venezuela. Em 2008, a Venezuela produzia 70% dos alimentos necessários para seus 31 milhões de habitantes e exportava. Para 2018, a expectativa é de produzir apenas. 20%. Segundo a federação nacional de pecuaristas, o nível de segurança alimentar caiu em razão de intervenções governamentais/

Corpo encontrado. Bombeiros acharam ontem o corpo de Ricardo Pinheiro, de 39 anos, que estava sendo resgatado quando o prédio no Largo do Paiçandu ruiu/

Editorial1: De olho nos juros americanos. Se os EUA elevarem seus juros, um ajuste dos mercados poderá ser muito custoso tanto para empresas como para a economia de países vulneráveis/

Editorial2: A sobrevida do PT. O PT vem se destruindo por dentro, forçado pelas circunstâncias a servir de milícia para o encalacrado Lula da Silva/

Editorial3: A Justiça e as finanças públicas. Integrantes do Judiciário continuam sem compreender que, apesar de os Poderes serem independentes, a responsabilidade pelo que entra e sai dos cofres públicos é do Executivo. Desta vez, o desconhecimento desse princípio elementar foi demonstrado pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, ao atuar como relator no julgamento de um mandado de segurança impetrado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba contra o Executivo estadual.

 

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: STF começa a transferir ações contra congressistas. Após nova decisão sobre foro especial, ministro Dias Toffoli envia a instâncias inferiores processos sobre 7 deputados. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, iniciou movimento para tirar da corte ações contra deputados e senadores que não se enquadram nas novas regras de foro especial definidas na quinta (3). A medida reduzirá o volume de casos no STF, que, até o começo da semana, contava com 399 inquéritos e 86 processos penais envolvendo congressistas. Agora, o Supremo só julgará crimes cometidos em razão do cargo e durante o mandato dos 513 deputados e 81 senadores. Toffoli remeteu à Justiça comum casos envolvendo sete deputados federais: Alberto Fraga (DEM-DF), Roberto Góes (PDT-AP), Marcos Reátegui (PSD-AP), Cícero Almeida (PHS-AL), Helder Salomão (PT-ES), Takayama (PSC-PR) e Wladimir Costa (SD-PA). A decisão da corte, porém, ainda gera dúvidas. A caracterização do tipo de crime permite interpretações divergentes. Além disso, não está definido como serão conduzidos crimes cometidos no cargo por parlamentares reeleitos/

Ao investir em nichos, mercado imobiliário de SP retoma fôlego. Enquanto as vendas de imóveis avançam timidamente na maiorparte do país, construtoras e incorporadoras da capital paulistabuscam alternativas para aquecer negócios. Uma possibilidade tem sido apostarem nichos, com linhas de produtos econômicos, construção em eixos de mobilidade urbana, oferta de espaços comuns com facilidades e conceitos voltados a investidores/

André Singer: Cenário atual não permite avaliar a decisão do STF. Ao restringir o foro especial concedido a parlamentares, o Supremo adota umbom princípio. Mas, a esta altura do jogo, é impossível ter uma visão clara sobre o que resultará do complicado processo que ele envolve/

Chefe de banco diz que intervenção na Venezuela é política. A intervenção do regime de Nicolás Maduro sobre o Banesco é uma decisão política, disse Juan Carlos Escotet, presidente do banco. Segundo ele, o problema do sistema financeiro é a hiperinflação. O temor de expropriação levou a corrida de clientes para sacarem seus recursos/

Temer e Alckmin conversam sobre união nas eleições. O presidente Michel Temer e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) marcaram encontro para discutir de forma mais assertiva possível aliança para disputar o Planalto. Temer deve dizer que pode abrir mão da candidatura à reeleição/

Delegado da PF quebra sistema de som de petistas. Quando petistas acampados em Curitiba se preparavam para o grito diário de “bom dia, Lula”, o delegado da Polícia Federal Gastão Schefer Neto quebrou o equipamento de som. A PF disse que o ataque não tem relação com o cargo do delegado/

Editorial1: Cotas de aço. Diante da insensata ofensiva protecionista de Trump, Brasil é forçado a aceitar limites/

Editorial2: Ataque e defesa. Decisão de Toffoli reduz incertezas quanto a processo contra Lula.

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