Investigações, reforma trabalhista, Dia do Trabalho e política são os destaques das manchetes dos jornais

Investigações, reforma trabalhista, Dia do Trabalho e política são os destaques das manchetes dos jornais. Contas secretas na Suíça estão na mira da PF; sindicatos comemorarm 1º de Maio
Primeira Hora – Anexo 6

Investigações, reforma trabalhista, Dia do Trabalho e política são os destaques das manchetes dos jornais.

Contas secretas na Suíça estão na mira da PF; sindicatos comemorarm 1º de Maio com menos recursos para a festa; Câmara e governo entram em descompasso.

SINOPSE DE 01 DE MAIO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: PF mira 660 brasileiros com contas secretas na Suíça. Três anos após caso vir à tona, polícia investiga evasão e lavagem. Pente-fino foi feito entre 9.325 clientes do país com contas no HSBC de Genebra. Três anos depois do vazamento das contas secretas de milhares de brasileiros na Suíça, a Polícia Federal decidiu aprofundar a investigação contra 660 suspeitos de manter contas secretas no HSBC naquele país. Os crimes relacionados são de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. No caso conhecido como Swissleaks, a PF identificou um total de 9.325 clientes da instituição financeira com nacionalidade brasileira e contabilizou que eles mantiveram US$ 15,2 bilhões no HSBC Private Bank Genebra à época dos fatos investigados, de 2006 a 2007/

Dodge denuncia Lula, Gleisi e mais 4. O ex-presidente Lula, preso em Curitiba, a senadora Gleisi Hoffmann, o ex-ministro Paulo Bernardo e mais três foram denunciados ontem pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Eles teriam sido beneficiados em esquema da Odebrecht/

A gazeta de Lupi. Presidente nacional do PDT e ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi não frequenta a Câmara dos Vereadores, para onde foi nomeado como assessor/

Sindicatos adotam negociação direta. Para driblar impasses nas negociações, sindicatos optam por fechar acordos diretamente com as empresas, sem convenção. No primeiro trimestre, houve queda nas duas modalidades, mas a das convenções foi maior/

Reunião ‘quase’ histórica. Como foi a reunião do presidente Costa e Silva com líderes da Passeata dos Cem Mil que poderia ter evitado o AI-5/

Temer anuncia reajuste do Bolsa Família em 5,6%. Em pronunciamento, presidente pede esperança a desempregados e diz passar ‘o dia trabalhando’/

Inquérito não mudou planos de viagem, diz Planalto. Ida à Ásia foi cancelada dias após PF pedir mais prazo para investigação/

STJ tira de Moro recurso de extradição. Decisão sobre envolvido na Lava-Jato com dupla cidadania cabe aos ministros/

Kassab teve propina de R$ 1 milhão, diz delator. Ministro teria direcionado licitação de obra quando era prefeito de São Paulo/

Azeredo entra com último recurso à prisão. Caso não consiga, ex-governador, condenado em 2ª instância, será preso/

Míriam Leitão: Inimigo íntimo. Com comércio intenso, EUA e China dependem um do outro/

Merval Pereira: O dilema de Alckmin. O candidato do PSDB à Presidência, ex-governador paulista Geraldo Alckmin, vive um dilema que pode ser fundamental para sua campanha: aproximar-se do PMDB para se beneficiar da máquina do governo federal, além da própria máquina partidária, com capilaridade pelo país, com a maior bancada de deputados federais da Câmara e o maior número de prefeitos e vereadores, ou fugir como o diabo da cruz do contágio da impopularidade do governo de Michel Temer/

Editorial1: Delação de Duque é nova ameaça a Lula e ao PT. Confirmada a colaboração do ex-diretor da Petrobras, parte importante da história do saque da estatal, pelo lulopetismo e aliados, será conhecida/

Editorial2: Agenda ideológica tornou irrelevante papel da Unasul. Metade dos sócios suspende sua participação diante do uso político da instituição. Brasil deve focar seus recursos no Mercosul e investir em novos acordos multilaterais.

 

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Reforma trabalhista encolhe festa de centrais no 1º de Maio. Sem a contribuição sindical obrigatória, comemorações têm menos atrações; evento da Força Sindical em São Paulo perdeu R$ 500 mil em investimentos. A primeira comemoração do Dia do Trabalho após a reforma trabalhista será menor que em anos anteriores, sob efeito do fim da contribuição sindical obrigatória. Só a festa organizada pela Força Sindical em São Paulo, que costuma reunir o maior público da data, perdeu R$ 500 mil em investimento – a média de gasto no evento era de R$ 2,5 milhões. O número de carros sorteados diminuiu, assim como o palco que recebe artistas e políticos. “Os sindicatos, que bancam parte da festa, estão sem condições financeiras”, disse o secretário- geral da Força, João Carlos Gonçalves. A Central dos Sindicatos Brasileiros, que fez uma festa grandiosa no ano passado, não programou evento para hoje. A CUT, que organiza atos mais modestos, vai focar seus eventos pelo Brasil na defesa do ex-presidente Lula, condenado e preso na Operação Lava Jato. Ato em Curitiba pedirá a liberdade do petista e reunirá as centrais sindicais pela primeira vez após 20 anos/

PGR denuncia Lula, Palocci e Gleisi por propina da Odebrecht. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou ontem o ex-presidente Lula, o ex-ministro Antonio Palocci e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, a Odebrecht repassou US$ 40 milhões a Lula em troca de favores políticos/

Ministros vão retaliar MPF dando poder à PF. Um dos argumentos que será usado por ministros do STF para defender que a Polícia Federal faça delação premiada é que a medida enfraquece o poder do Ministério Público, detentor da prerrogativa. O tema, que deve ser pautado em breve pela ministra Cármen Lúcia, começou a ser julgado em dezembro passado, mas foi adiado porque os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski estavam ausentes. Na ocasião, a maioria votou a favor das polícias firmarem acordos de colaboração, mas divergiram sobre o aval do MP para a homologação/

Delator da Galvão diz que pagou R$ 1 mi a Kassab. O executivo Dario de Queiroz Galvão Filho disse em delação premiada que o então prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD, ex-DEM), atuou no direcionamento de licitação da obra do túnel Sena Madureira para que a Galvão Engenharia saísse vencedora. Em contrapartida, a empreiteira teria doado R$ 1 milhão para o diretório nacional do DEM, numa estratégia considerada pelos investigadores como “pagamento de propina via doação eleitoral”/

Cabral recebia ‘prêmios’ de até R$ 90 mi. Amigo do ex-governador, economista delatou à procuradoria que deputados estaduais ganhavam mesada de empresários dos transportes/

Temer aumenta o Bolsa Família em 5,6% acima da inflação. Presidente aumenta benefício médio de R$ 177 para R$ 187; medida terá impacto orçamentário de R$ 684 milhões nas contas do governo/

MDB e PSDB devem ser adversários em ao menos 16 Estados. Dificuldades em formar alianças regionais são empecilho para composição no plano nacional/

Bolsonaro rejeita uso do Fundo Eleitoral. Pré-candidato votou contra recursos e diz que seria incoerência usá-los agora; PSL consulta TSE sobre valor a receber/

Entidades repudiam intimidação de repórter de TV. Sindicalista tentou impedir que jornalista gravasse boletim perto de acampamento de militantes pró-Lula/

Dólar supera R$ 3,50 pela primeira vez desde 2016. O dólar terminou o dia ontem cotado a R$ 3,5042, superando a marca dos R$ 3,50 pela primeira vez desde junho de 2016. No mês de abril, a valorização da moeda em relação ao real foi de 6,08%, influenciada pelo cenário externo e pela expectativa de alta nos juros nos Estados Unidos/

Eliane Cantanhêde: Dilma, Aécio, Azeredo e Pimentel… não se fazem mais políticos mineiros como antigamente/

Editorial1: O escândalo pelo escândalo. Há 1 ano e 3 meses, a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, homologou o acordo de colaboração premiada firmado entre a PGR e 78 executivos do Grupo Odebrecht/

Editorial2: Crédito e concorrência. Uma medida do governo pode contribuir para aumentar a concorrência no mercado de crédito e, assim, facilitar a queda das taxas de juros praticadas em empréstimos e financiamentos/

Editorial3: O Brasil no mundo. O maior desafio que os eleitores deverão enfrentar em outubro é a escolha do modelo de país que queremos não para os próximos quatro anos, e sim para as próximas décadas.

 

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Projetos do governo emperram na Câmara. Pauta econômica de Temer enfrenta dificuldades por causa de intervenção militar no Rio e campanha eleitoral. Três meses após o início do ano legislativo, a Câmara dos Deputados demonstra dificuldade para aprovar projetos de relevância e votar a agenda econômica anunciada pelo governo Temer no início do ano. Até agora, foram aprovadas quatro medidas provisórias e 17 projetos de lei. Durante 2017, passaram no plenário 49 projetos de lei, 31 medidas provisórias e cinco PECs (Propostas de Emenda à Constituição). O abandono da reforma da Previdência em fevereiro foi o primeiro capítulo do marasmo legislativo e poucos projetos relevantes têm sido colocados em votação. Nesta semana, o feriado do Dia do Trabalho prejudicará as atividades. A intervenção federal na segurança pública do Rio, a janela de troca partidária, a proximidade do período eleitoral e a prisão do ex-presidente Lula são fatores que têm travado a pauta do Legislativo. As PECs, como a da Previdência e a que restringe o foro especial, não podem ser votadas enquanto estiver em vigor a intervenção no Rio, já que a Constituição não pode ter seu texto emendado nesse período. O presidente Michel Temer disse ontem que cancelou visita ao Sudeste Asiático para acompanhar as votações na Câmara. Já o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou que o Congresso “sempre foi um parceiro”/

Trump adia sobretaxa para aço e alumínio e beneficia o Brasil. O presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu prorrogar até Io de junho a isenção das tarifas de importação sobre o aço e o alumínio de Brasil, Argentina, União Europeia e Austrália. Os EUA são o maior comprador do aço brasileiro, e uma sobretaxa de 25%, como anunciara o americano, poderia comprometer as exportações do Brasil. A notícia foi antecipada pelo Wall Street Journal/

Temer anuncia reajuste de 5,67% no Bolsa Família. Na véspera do Dia do Trabalho, o governo anunciou reajuste no Bolsa Família, válido em julho. O valor médio passará de R$ 177,71 para R$ 187,79/

Painel: Promotores negociam com empreiteiras para apurar desvios em gestões tucanas/

Eleição e enfraquecimento do governo Temer esvaziam a Câmara e travam projetos/

Processos por propaganda antecipada têm queda de 70%/

‘Menino do Lula’, Josué Alencar é disputado pela esquerda e pela direita/

STF pode desordenar questão do foro em julgamento. O fato é que o provável encerramento dessa questão na sessão de julgamento do dia 2 de maio pode desordenar a questão. A decisão do STF só trata de parlamentares, e não toca nas outras pessoas que detêm o privilégio, que são muitas. No total, há por volta de 55 mil pessoas com foro privilegiado/

Joel Pinheiro da Fonseca: Justiça Eleitoral cria obstáculos ao novo. O modelo de partido que não tem funcionado é o único considerado legítimo/

Dólar sobe 6% em abril e fecha o mês a RS 3,50. O dólar teve a maior alta mensal desde novembro de 2016, por conta de incertezas eleitorais no país e temor sobre os juros dos ELA/

Editorial1: Injustiças no IR. Cálculo da alíquota efetiva mostra como deduções ajudam mais ricos a pagarem imposto menor/

Editorial2: Retrocesso paulista. Nem mesmo o estado de São Paulo está a salvo de ataques às finanças públicas.

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.