Possível recuo no decreto de armas e votações na Câmara são destaques das manchetes dos grandes jornais

Governo admite rever decreto de armas; Congresso vai votar MP que reduz número de ministérios e projeto próprio de reforma tributária; Coaf deve voltar à configuração do Ministério da Economia.

 “Bolsonaro admite rever permissão para compra de fuzil. Para Maia, governo deve fazer mudanças no texto, evitando sua rejeição pela Câmara”, é a manchete de capa do O Globo. “Câmara avança com reforma tributária própria. Sem esperar por texto elaborado pelo governo, deputados votarão na CCJ projeto de Baleia Rossi”, diz a do Estadão. “Congresso faz acordo para aprovar MP de Bolsonaro. Centrão encabeça negociação para votar medida que reduz número de ministérios”, conta a da Folha. “Centrão (DEM, PP, PR, PRB, SD, PTB e MDB) recua e votações são retomadas na Câmara”, afirma a do Valor Econômico.

 

Há possibilidade de o decreto de armas que permite qualquer pessoa comprar fuzis ser modificado pelo governo; presidente da Câmara, Rodrigo Maia, alertou o Planalto sobre a possibilidade de a norma ser rejeitada pela Câmara, e o governo anunciou por meio de seu porta voz, Otávio do Rêgo Barros, que o regulamento está sendo reavaliado.

 

Enquanto isso, a Câmara pretende votar, nesta quarta-feira, 22, sua própria proposta de reforma tributária, sem levar em conta a proposta do governo que vem sendo construída no Ministério da Economia, conforme adianta o Estadão.

 

A Folha e o Valor Econômico tratam do mesmo assunto: Congresso vai votar a reforma que reduz o número de ministérios no governo. Segundo o Valor Econômico, o Centrão resolveu ceder às pressões do governo pela votação da MP da reforma administrativa, que será votada nesta quarta-feira, na Câmara dos Deputados. Segundo o jornal, a tendência do bloco é aprovar a matéria na forma como foi votada na Comissão Especial, incluindo o retorno do Conselho de Controle de Atividades Financeiras  (COAF) para o Ministério da Economia.

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