Crise econômica e social, e política, são destaques das manchetes dos jornais

📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 224 – A 192 dias do fim do ano de 2019, hoje é sábado, 22 de junho de 2019, 173º dia do ano.

🖋Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Crise e alta nas passagens aéreas levam passageiros de volta aos ônibus. Viagens interestaduais por rodovias cresceram 12%, enquanto as de avião tiveram alta de 3%”. Manchete de capa do O Globo.

“Com crise, cresce população em situação de rua, em São Paulo. Abordagens feitas pela prefeitura detectam aumento de 66% em dois anos”. Manchete de capa da Folha.

“Aliados articulam lei que permite reeleger Maia e Alcolumbre. Proposta, atualmente vetada pela Constituição, tem o apoio de 3 ministros do STF”. Manchete de capa do Estadão.

“Bolsonaro diz que, para resolver articulação política, adotou modelo do governo anterior. Presidente creditou erros à inexperiência na formatação inicial da gestão”. Manchete da hora do O Globo online.

📃 Editoriais do dia:

“Desdobramentos pós-reforma são de impacto. Não faltam projetos para reativar a economia, mas, para isso, é preciso um quadro fiscal equilibrado”. Editorial do O Globo.

“Peronismo vai ao limite da implosão na disputa presidencial argentina. Fracionado, movimento participa das três coalizões mais relevantes, e adversárias, no pleito de outubro”. Editorial do O Globo.

“Uma lei para as agências reguladoras. Além de assegurar a necessária autonomia das agências reguladoras, era preciso ter regras claras para o preenchimento de suas diretorias.” Editorial do Estadão.

“Mercadão em perigo. As graves falhas no sistema de proteção contra incêndio no Mercado Municipal de São Paulo – mostradas pelo Estado – colocam em risco a segurança das 50 mil pessoas que ele recebe por semana e, por isso, exigem providências urgentes da Prefeitura.” Editorial do Estadão.

“Lentidão e perdas. Representantes do Mercosul e da União Europeia concluíram há semanas as negociações do tratado de livre comércio entre os dois blocos econômicos. A ansiedade com que alguns governos esperam a assinatura do documento tem razões concretas. Quando se chegar a esse estágio de relacionamento econômico e comercial, os países integrantes dos dois blocos poderão ter ganhos expressivos.” Editorial do Estadão.

“Lá na frente. Contrariando o discurso, Bolsonaro indica intenção de disputar 2º mandato”. Editorial da Folha.

“Armas de Trump. Situação econômica dos EUA é trunfo do republicano pela reeleição”. Editorial da Folha.

📃 Outros destaques de capa:

“Bolsonaro retoma modelo de gestão Temer no Palácio. O presidente Jair Bolsonaro concluiu ampla mudança no funcionamento do Palácio do Planalto, com troca de dois ministros e do comando da articulação política. Ele disse que “por inexperiência” alterações não deram certo e por isso “voltamos ao que era feito em governo anterior’.” Na capa do O Globo.

“Bolsonaro vê ‘inexperiência’ na coordenação da área política. Após sofrer uma série de derrotas no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu ontem que o governo tem problemas na articulação política. Ele atribuiu as dificuldades à “inexperiência” e admitiu que teve de adotar o modelo usado no Planalto por Michel Temer. No mea-culpa, isentou Onyx Lorenzoni (DEM-RS), da Casa Civil, que perdeu espaço na articulação.” Na capa do Estadão.

Vetos na mira do Congresso. Em seis meses, o Congresso já derrubou 21% (3 de 14) dos vetos presidenciais analisados. O porcentual é o maior dos últimos 26 anos.” Na capa do Estadão.

“Diante da falta de articulação política do governo, lideranças partidárias decidiram tocar a pauta econômica e começaram a elencar medidas para mobilizar investimentos e estimular a criação de empregos.” Na capa da Folha.

“Projetos podem gerar R$ 1 tri em investimento. Oito projetos em tramitação no Congresso têm potencial para gerar R$ 1,4 trilhão em investimentos em dez anos, impacto maior que o previsto pela reforma da Previdência.” Na capa da Folha.

“Fim do FAT no BNDES deve ser feito de forma gradual. O relator da proposta da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), estuda alternativas para dar mais tempo ao fim do repasse obrigatório dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ao BNDES. Alvo de críticas após ser incluída no parecer da reforma, a medida destina o dinheiro para o pagamento de aposentadorias e pensões.” Na capa do Estadão.

“Corte de juros não chega ao consumidor. Estudo da Confederação do Comércio mostra que o varejo poderia ter vendido R$ 41 bilhões a mais no último ano se o corte da Selic tivesse sido repassado integralmente para os juros cobrados do consumidor. Febraban contesta”. Na capa do Estadão.

“Procuradoria é contra anular sentença de Lula. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, manifestou-se ao STF contrariamente à anulação da sentença que condenou Lula no caso do tríplex. Ela disse que não é possível verificar a autenticidade das mensagens atribuídas a Sergio Moro e que sua origem pode ser criminosa.” Na capa do O Globo.

“Raquel Dodge dá parecer contra Lula no STF. A procuradora-geral, Raquel Dodge, encaminhou ontem ao STF parecer contrário ao pedido da defesa de Lula para anular a condenação no caso do triplex. Ela diz que não é possível afirmar que o ex-juiz Sérgio Moro foi parcial e questiona vazamento de mensagens.” Na capa do Estadão.

“Dodge se opõe a anular julgamento que condenou Lula. Em parecer, Raquel Dodge questiona o uso das mensagens vazadas entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol como elemento para anular a condenação de Lula no caso do tríplex de Guarujá. Segundo ela, o material “ainda não foi apresentado às autoridades para que sua integridade seja aferida”.” Na capa da Folha.

“PM amigo de Bolsonaro assume Secretaria-Geral. O subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Jorge Antonio de Oliveira Francisco, será o novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Advogado e policial militar da reserva, é tido como um dos nomes de confiança do presidente. Antes, atuou como assessor de Eduardo Bolsonaro na Câmara.” Na capa da Folha.

📃 Colunas e artigos:

“TSE precisa se mexer no caso WhatsApp. Ninguém foi ouvido pelo tribunal e uma testemunha-chave do esquema foi excluída”. Na coluna de Fábio Fabrini, na Folha.

“Próxima parada: ferro-velho. Estátuas são furtadas, e prefeitura extingue verba de conservação”. Na coluna de Alvaro Costa e Silva, na Folha.

“Liberdade de imprensa. Há boas razões para duvidar se imprensa brasileira é realmente a favor da liberdade de imprensa”. Na coluna semanal de Fernando Haddad, na Folha.

“O socialismo vai voltar? Avanços na computação ajudariam a solucionar o problema do cálculo socialista”. Na coluna de Hélio Schwartsman, na Folha.

“Ascensão do novo ministro de Bolsonaro é vista como triunfo da ala familiar no Planalto”. Na coluna Painel, da Folha.

“Mudanças feitas na estrutura do governo estão relacionadas com a decisão de Bolsonaro de disputar a reeleição em 2022.” Na coluna de João Domingos, no Estadão.

“Fruto proibido. Os que não têm armas cuidam da política; os que têm armas ficam proibidos de fazer política. Bolsonaro liga menos ainda para a regra de ouro que Trump. Até agora, nossa cúpula militar parecia engajada em conservá-la —mas isso já não é tão certo”. Na coluna de Demétrio Magnoli, na Folha.

“Presidente macula o legado de marechal Rondon. Inconformado com a derrota, Bolsonaro afronta o Congresso e a Constituição ao tentar transferir a demarcação de terras indígenas para o ministério da Agricultura.” Na coluna de Oscar Vilhena Vieira.

“A redução dos juros pelo Banco Central está intrinsecamente vinculada à reforma da Previdência.” Na coluna de Adriana Fernandes, no Estadão.

“O novo papel do BNDES. Eu aventuro dizer que o BNDES tem sim uma missão, ser talvez o principal instrumento da reforma do Estado, e numa dimensão essencial: a desestatização de suas empresas, a privatização de seus ativos. Esse deveria ser o objetivo do banco —nenhum outro.” Artigo do economista Cláudio Frischtak, no O Globo.

“Choque da energia barata deve ajudar economia. Em 30 dias serão divulgadas ações para o ‘choque de energia barata’, que respeitará as leis de mercado com a articulação entre governos e setor privado”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“Lei permite várias leituras do caso Moro. … ficou claro que não é possível definir como transgressão às normas legais as conversas entre Moro e Dallagnol, muito devido às incongruências de nossa legislação.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“A conta de Moro. É hora de assegurar que o juiz penal mantenha equidistância das partes e que as informações e as reputações sejam protegidas. Só fazendo a coisa certa será possível tornar perene o fundamental combate à corrupção no Brasil.” Artigo de Marcelo Trindade, advogado e professor da PUC-Rio, no O Globo.

“Abuso de autoridade mobiliza juízes e MP. Membros de associações do Ministério Público e da magistratura intensificaram o corpo a corpo no Senado para tentar conter eventuais danos às categorias provocados pelo projeto de abuso de autoridade. Numa primeira vitória, conseguiram adiar a votação na CCJ.” Na Coluna do Estadão, no Estadão.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira, 21, em alta de 1,70%, a 102.013 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,68%, a R$ 3,83, e o euro em alta de 0,74%, a R$4,36.

Destaque histórico:

“Em 22 de junho de 1527, morre Nicolau Maquiavel, o autor de O Príncipe, o texto que consagra o nascimento do Estado Moderno.” No portal Terra.

👍Positivo:

“União e estado de SC devem garantir educação diferenciada em escola indígena em Biguaçu”. Na Agência MPF.

👎Negativo:

“Homem mata mulher após briga por pedaço de bolo, diz polícia. Vítima levou 3 tiros após discussão. Suspeito se apresentou à polícia e foi liberado.” No G1.

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