Criminalidade, política e judiciário são os temas em destaque nas manchetes dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Criminalidade, política e judiciário são os temas em destaque nas manchetes dos jornais. Áreas dominadas por traficantes e milicianos, no Rio, tem 1,7 milhão de eleitores; diretor-geral da PF disse que teria dado ordens para policiais prenderem Lula no sindicato; Judiciário estoura teto de gastos.

SINOPSE NACIONAL DE 12 DE AGOSTO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS    :

Manchete e destaques do jornal O Globo  : No Estado do Rio, 1,7 milhão de eleitores votam em áreas dominadas pelo crime. Força-tarefa de autoridades estaduais e federais produz mapa da influência de traficantes e milicianos na política/

Entrevista. Fernando Haddad. “Sobrecarregamos o Orçamento com pauta grande demais”. Fernando Haddad, indicado vice que pode virar cabeça de chapa caso Lula seja impedido de concorrer, diz que manutenção de candidatura do ex-presidente é posicionamento político e o governo petista sobrecarregou demais o Orçamento com desonerações e subsídios demais/

Dops ficou pai de Bolsonaro e monitorou suas atividades políticas. Percy Geraldo era filiado ao MDB em Eldorado, e foi suspeito do exercício ilegal da Medicina/

Orlando de Curicica. A trajetória do ex-PM que virou o principal suspeito da morte de Marielle/

O vice que parece folclórico, mas é articulador político. Responsável por unir a Rede e o PV, Eduardo Jorge quer, se eleito, viver viajando pelo Brasil e defender o vegetarianismo/

Merval Pereira: Os cenários de uma travessia “não populista”. Principal risco da saída “não populista” é a dificuldade de se realizar, com êxito, uma travessia de ajustes sólidos/

Míriam Leitão: País sem projeto para superar o atraso. No próximo mandato, o Brasil vai completar 200 anos de vida independente e não há projeto sólido para superarmos nossos atrasos/

Elio Gaspari: O general Mourão e a “reforma moral”. General afirmou que “tenho orgulho da nossa raça brasileira”. A realidade é que o general não se orgulha de coisa alguma. Pelo contrário, seriam vícios que exigem uma reforma moral. Entre os defeitos que Mourão atribui a portugueses, índios e negros, ele não incluiu a dissimulação. O dissimulador é apenas um dissimulador, quer seja português, índio, negro, chinês ou ucraniano/

Ancelmo Gois: Pobreza extrema em 56% dos lares de pretas e pardas/

Bernardo Mello Franco: Falar mau de Lula virou mal negócio/

Ascânio Seleme: Armar as pessoas não ajuda a combater a violência. O discurso armamentista de Jair Bolsonaro tende a desmontar diante dos dados/

Lauro Jardim: Raquel Dodge coleciona atritos com a Lava-Jato. Para colegas do Paraná, Raquel Dodge negou o pagamento de uma viagem à Suíça, país que mais colabora com os procuradores brasileiros desde o começo da operação/

Veríssimo: Vices influenciam a confusão política no Brasil/

Pressão ambiental leva petroleiras à energia renovável/

Superexposição de profissionais da Saúde fere ética/

Candidatos ao governo do Rio rechaçam UPPs como principal programa de segurança do estado. Postulantes ao Palácio Guanabara também são contrários à prorrogação da intervenção militar, prestes a completar seis meses/

Carolina Heringer: Fachin autoriza Cristiane Brasil a passar o Dia dos Pais com Roberto Jefferson/

Robôs e perfis falsos fizeram 10% das postagens sobre debate/

PF: marqueteiro de Aécio recebeu da Odebrecht. Paulo Vasconcelos teria recebido sete vezes a mais do que o usual/

Carolina Brígido: Ciro cita Lula e promete prioridade para educação. Em evento em São Paulo, candidato do PDT diz que ter sofrido “bullying” em debate/

Haddad não poderá utilizar recursos de vaquinha para campanha de Lula/

Pai Ciro não traz mulher amada, mas vai ajudar a tirar o nome do SPC’, diz pedetista/

Editorial1: Ato do Facebook é censura com outro nome. Boas intenções na caça a mentiras na internet podem resultar em medidas inconstitucionais/

Editorial2: ‘Lava-Jato’ argentina se aproxima da ex-presidente Cristina Kirchner. Condenação de ex-vice-presidente e delação de ex-chefe de Gabinete esclarecem esquema de corrupção.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo  : ‘Lula está lá de visita, de favor’, afirma diretor da PF. Rogério Galloro diz ter dado ordem para que ex-presidente fosse preso no sindicato, mas ele se entregou antes/

Apesar da lei, 2 em cada 3 domésticas não têm carteira. Trabalho. Número de funcionárias sem carteira assinada passou de 4,2 milhões para 4,4 milhões desde 2015, quando o recolhimento do FGTS se tornou obrigatório; recessão afetou renda dos empregadores e atrapalhou processo de formalização/

‘Epidemia’ de cesáreas faz crescer número de prematuros. Saúde. Especialistas consideram que gestação deveria durar de 39 a 41 semanas e suspeitavam que cirurgia aumentava risco de parto precoce. Pesquisa das Universidades Católica e Federal de Pelotas, publicada em revista científica, comprovou hipótese/

Bancada da Bíblia dobra em 8 anos. Com 182 membros, Frente Parlamentar Evangélica reúne deputados e senadores de 19 denominações evangélicas e também de outras religiões, informa Renata Agostini/

Haitianos saídos do Brasil vão parar no México. Odisseia. Sem conseguir entrar nos EUA, imigrantes do Haiti adotam cidade mexicana como lar e se dividem entre o arrependimento por terem deixado o território brasileiro, principalmente durante a crise de 2016, e a esperança de chegar ao outro lado da fronteira/

Chega a SP o patinete elétrico compartilhado. Três startups ensaiam primeiros passos no País ainda este ano; lá fora, modelo atrai milhões em aportes, mas ainda carece de regulação/

Campeonato Inglês já tem 19 brasileiros. Serão 19 jogadores nascidos no País na disputa iniciada neste final de semana; novos reforços já jogavam no futebol europeu e chegam valorizados/

Coluna do Estadão: Campanhas montam exército nas redes. A estrutura das campanhas nas redes sociais mostra o peso que o digital terá na eleição presidencial. Com 5 minutos e 32 segundos de propaganda na TV, o maior tempo entre os candidatos, o tucano Geraldo Alckmin tem mais de 40 pessoas trabalhando para popularizálo na internet. O candidato Henrique Meirelles (MDB), com o terceiro maior tempo de TV, contratou 50 pessoas para alimentar seu Twitter, Facebook e Instagram. A estratégia se tornou obrigatória diante do fenômeno Jair Bolsonaro (PSL), que tem eleitorado influente na web/

Coluna do Estadão: O Senado provocou a Câmara pelo Twitter a aprovar o projeto que proíbe companhias de cobrar a marcação de assentos em voos para a regra começar a valer. » Michel Temer autorizou aumento de R$ 1,6 bilhão para o Minha Casa Minha Vida 2019. Isso permitirá ao ministro Alexandre Baldy (Cidades) realizar a seleção da Faixa 1, de baixa renda, neste ano. Os recursos contemplarão 50 mil casas do programa rural, 30 mil entidades e 120 mil do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR)/

Pedro S. Malan: Diálogo necessário. Como em 2002, foi agora crucial o gesto do ministro da Fazenda de conversar com economistas das campanhas/

Eliane Catanhêde: Militares na berlinda. Bolsonaro não representa candidatura militar e menos ainda governo militar. Isso seria um risco para as Forças Armadas/

Vera Magalhães: Flacidez política. Nenhum dos candidatos fala o que é preciso de forma clara. Diante disso, o eleitor pode ser seduzido a flertar com o populismo/

Editorial1: Irresponsabilidade eleitoreira. A manobra tramada na comissão que analisa a MP 842, que perdoa R$ 17,1 bilhões devidos por produtores rurais, é prova clara do escárnio com a severa crise fiscal/

Editorial2: A lerda espada da Justiça. Supremo demorou década e meia para perceber que uma grave acusação não estava fundada em provas/

Editorial3: A novela dos semáforos. A novela dos semáforos – um daqueles problemas crônicos que rotineiramente atormentam os paulistanos, tal como as enchentes e os buracos das ruas, para citar apenas os mais conhecidos – continua. O seu mais recente capítulo são os dados que mostram grande aumento dos casos de semáforos avariados por roubo de acessórios ou atos de vandalismo. Algo que vem agravar ainda mais o problema principal, que é o fato de o trânsito da capital ser regido por um sistema ao mesmo tempo ultrapassado e de manutenção deficiente.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo  : Judiciário quer reajuste, mas estoura teto de gastos. Poder ampliou despesa no 1º semestre acima do limite em vigor; se a alta não for corrigida, Executivo cobrirá rombo/

Coiote de Minas Gerais descreve como trafica pessoas para os EUA. Ele diz cobrar US$ 20 mil (R$ 77 mil) de cada pessoa/

Marina Silva investe em consultoria de moda para combater imagem de fragilidade/

Painel: PSDB traça ofensiva para reaver eleitorado que migrou para Bolsonaro/

Partidos do centrão valorizam passe com caixa extra eleitoral. Sobras de fundo que serve para manutenção de siglas turbinam reservas para campanhas; PR, PRB e PP guardaram R$ 88 mi/

Brasil precisa sair da tormenta sem eleger um autoritário, diz professor de Harvard/

Paralisação e seca elevam o preço do leite ao consumidor/

Madonna, 60: Cantora americana, maior estrela pop viva, se torna sexagenária enquanto defende feminismo e renova sonoridade/

O que pensam os apoiadores do presidente Michel Temer. Folha reúne simpatizantes do líder impopular. Brasileiros pró-Temer dizem relevar denúncias e falta de carisma em prol do avanço econômico/

Ana Amélia elogiou Dilma, apoiou Manuela e admira Brizola/

De olho no voto feminino, Ciro promete recriar Secretaria das Mulheres/

Bruno Boghossian: Nordeste é palco do teste de transferência de votos de Lula/

Reinaldo José Lopes: Vice de Bolsonaro, general mostra ignorância sobre índios e africanos no Brasil. Militar da reserva relacionou os amplos grupos étnicos à indolência e malandragem/

Elio Gaspari A dissimulação do general Hamilton Mourão. Vice de Bolsonaro disse que sua teoria da maldição das raças deriva do seu orgulho pela miscigenação. Falso/

Quem são os jovens paulistanos que se destacam na advocacia em tempos de Lava Jato. Formada no auge do mensalão, geração ganha destaque nos escritórios de São Paulo/

Editorial: O básico do ensino. País dá correta prioridade à educação, mas despesa pública é mal distribuída e ineficiente.

 

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