Copa do Mundo e governança são os destaques dos jornais

Primeira Hora – Anexo 6

Copa do Mundo e governança são os destaques dos jornais. Empate Brasil X Suíça repercute no noticiário; O Globo diz que país pode paralisar; Estadão insiste na ilegalidade do tabelamento de frete; direitista ganha eleição na Colômbia.

SINOPSE DE 18 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS  :

Manchete e destaques do jornal O Globo : Sem reforma e com gasto em alta, cresce risco de paralisia. Concessões após greve agravam problema do governo/

Com gol polêmico da Suíça, Brasil só empata/

Direitista vence eleições presidenciais na Colômbia. Impulsionado pelo apoio do ex-presidente Uribe, Iván Duque ganha com 53% dos votos/

Praia da Macumba: ameaça continua apesar de obras. Ressaca volta a provocar danos na Praia da Macumba, que recebeu obra de R$ 14,5 milhões/

PF investiga fraude também em repasses a sindicatos. Polícia Federal investiga ligação de partidos com saques em fundo de R$ 500 milhões. Depois das investigações sobre fraudes em registros de sindicatos, PF apura irregularidades também em repasses de recursos. A liberação de contribuições sindicais a entidades e centrais, com suspeita de fraudes em parte dos repasses, passou por filiados aos dois partidos que dividem o controle de áreas estratégicas no Ministério do Trabalho. Partidários do Solidariedade, do deputado Paulinho da Força (SP), e do PTB, mais especificamente do feudo do deputado Jovair Arantes (GO), foram os responsáveis tanto pela efetivação de repasses quanto pela possível definição do destino de um montante de quase R$ 500 milhões/

Centrais lideram grupo que tenta liberar verba depositada na Caixa. Acordo firmado em outubro foi cancelado após CGU identificar riscos, e AGU se recusar a assinar o termo/

De criticados a cortejados. Alvos de ataques no passado, antigos adversários resistem a apoiar Ciro. Empenhado em angariar apoios para sua candidatura presidencial, Ciro Gomes (PDT-CE) enfrenta o desafio de superar resistências de antigos adversários — hoje possíveis aliados — que já foram alvos de ataques do pedetista. A ambição de Ciro é fechar uma coligação que dê preferência a partidos de esquerda, como PSB e PCdoB, sem excluir um acordo com siglas de centro-direita, como DEM e PP. Mas o estilo verborrágico assusta potenciais apoiadores, especialmente os de centro-direita/

Pré-candidatos ao Planalto tratam Copa com discrição. Entre presidenciáveis, apenas Geraldo Alckmin comentou resultado/

Fortaleza se consolida como centro de conexões aéreas. Com a entrada da empresa alemã Fraport na administração do Aeroporto Internacional Pinto Martins, o Estado projeta mais de 40 novas rotas semanais/

Ricardo Rangel: Marcha irresistível. Falta sensatez no Supremo, no Planalto, no Congresso e também no setor privado: decisões irracionais conduzem país ao abismo/

Editorial: O nacional-populismo na América Latina. Nossa opinião. Conserto de danos. O fracasso do populismo no continente abre espaço para outras alianças na região e fora dela.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo : Tabelar frete é ilegal e estimula formação de cartel, diz Cade. Em parecer ao STF, conselho alerta que medida afronta a livre concorrência/

Brasil trava na Suíça. Em jogo com polêmicas de arbitragem, seleção decepciona, mostra falhas táticas e emocionais e só empata em 1 a 1: “Ansiedade bateu forte”, afirma Tite/

Entrevista. Leandro Daiello: ‘Há material para mais 5 anos de operações’. Daiello diz que ações da PF não vão parar; agora, ele vai, como advogado, combater a corrupção na iniciativa privada/

70% dos senadores da Lava Jato vão tentar reeleição. Eleições. Levantamento feito pelo ‘Estado’ mostra que, dos 54 parlamentares eleitos em 2010, 35 (65%) vão buscar um novo mandato em outubro; 7 ainda não se decidiram. A eleição para o Senado neste ano terá número recorde de candidatos em busca da reeleição. Dos 54 parlamentares eleitos em 2010, ao menos 35 – ou 65% – vão tentar renovar seus mandatos por mais oito anos. É o que também ocorre com 17 dos 24 senadores atingidos pela Lava Jato. Entre eles estão campeões de inquéritos abertos pelo STF com base na delação da Odebrecht, como o líder do governo, Romero Jucá (MDB), e o ex-presidente do PSDB Aécio Neves. A eleição para o Senado neste ano deve ter um número recorde de candidatos em busca da reeleição. Dos 54 parlamentares eleitos em 2010, ao menos 35 deles ou 65% devem tentar renovar seus mandatos por mais oito anos. Levantamento feito pelo Estado mostra ainda que sete senadores não se decidiram sobre que cargo disputar, cinco vão concorrer a governos estaduais, outros cinco resolveram não se candidatar a nada e dois planejam trocar o Senado pela Câmara dos Deputados. Na comparação com eleições anteriores, em que 2/3 das vagas do Senado também foram trocadas, o pleito de outubro terá o maior número de senadores tentando se reeleger dos últimos 24 anos. Dados do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) mostram que em 2010 a taxa de recandidaturas foi de 53,7% (29 parlamentares), em 2002 chegou a 61% (33) e, em 1994, ficou em 37% (20). Nesses anos foram eleitos dois senadores por Estado. O resultado do levantamento confirma um retrato já observado em relação à Câmara. Em abril, o Estado revelou que ao menos 447 deputados (90%) vão tentar a reeleição, também número recorde. Isso quer dizer que, em tempos de Operação Lava Jato, fim das doações empresariais e redução do tempo de campanha, a renovação do Congresso pode ser menor. A Lava Jato, especificamente, atingiu 24 senadores eleitos em 2010. Desse grupo, 70% ou 17 parlamentares vão buscar mais um mandato em outubro. Seriam os casos dos campeões de inquéritos abertos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com base nas delações da Odebrecht: o líder do governo de Michel Temer, Romero Jucá (MDB), e o ex-presidente do PSDB Aécio Neves. Jucá deve concorrer ao quarto mandato consecutivo. Líder no Senado dos governos dos últimos quatro presidentes – Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer –, o emedebista terá de pôr à prova sua influência em Roraima e convencer o eleitorado de que as acusações contra ele, entre elas lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, são “armação” da Procuradoria-Geral da República, como costuma afirmar. A vantagem de Jucá é que, diferentemente de Aécio Neves, ele precisaria convencer 120 mil eleitores para se reeleger. Roraima tem o menor colégio eleitoral do País, com 324 mil pessoas aptas a votar ou 0,22% do total. Já o tucano precisaria de 5 milhões de votos, em média, para ser reeleito em Minas – em 2010, obteve 7,5 milhões de votos. Após ser gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da J&F, ver sua irmã presa e seu mandato sob risco, Aécio ainda avalia se disputará algum cargo na eleição. Atual presidente do PSDB e presidenciável do partido, Geraldo Alckmin já declarou que o melhor seria o senador se afastar das urnas – ele nega as acusações. A decisão, no entanto, ainda não foi tomada. Uma possibilidade cogitada é trocar o Senado pela Câmara, pelo risco menor de derrota. Risco. Presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann está em posição semelhante à de Aécio Neves. Não quer arriscar a reeleição pela possibilidade da derrota – ela já é ré na Lava Jato –, mas procura outra opção a fim de evitar perder mandato. A mais provável é disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. No entanto, interlocutores do PT também acreditam que ela poderá ser escolhida como vice caso a sigla lance uma chapa pura encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, à Presidência da República. Para o cientista político Marco Antonio Teixeira, da FGV, para ser candidato ao Senado é preciso estar em uma boa posição não apenas perante o eleitor, mas também no partido e com as coligações. “Nestes casos, de Aécio e Gleisi, é mais simples tentar uma vaga na Câmara, onde há uma competitividade menor.” A lógica seria direcionar recursos para uma candidatura que tem mais chances de dar certo. O senador Hélio José (PROSDF), suplente do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), confirmou que tentará a Câmara. Mas disse que não é pelo temor de não se reeleger. “Teria totais condições de ser senador, mas o objetivo é representar o povo no Congresso.” Entre os senadores que abriram mão de disputar as eleições deste ano estão dois ministros do governo de Michel Temer – Blairo Maggi (PP), da Agricultura, e Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores –, Zezé Perrella (PTB) e o suplente Roberto Muniz (PP), que assumiu o mandato no Senado em definitivo. Com exceção de Muniz, todos os outros são investigados pela Operação Lava Jato/

Colômbia elege conservador Iván Duque. A volta do uribismo. Com 54% dos votos, senador ligado a ex-presidente colombiano derrota ex-guerrilheiro Gustavo Petro, candidato esquerdista; durante a campanha, ele prometeu rever acordo de paz com as Farc, mas sem desmontar totalmente o pacto/

Bolsonaro quer ‘pacotão’ econômico. Inspirado em estratégia de Geisel, pré-candidato prevê adoção de medidas como a redução da Justiça e do Ministério Público do Trabalho/

Para Lupi, Ciro Gomes não precisa do mercado. Principal fiador da candidatura de Ciro Gomes ao Planalto, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, diz que é possível ganhar a eleição sem o apoio do mercado financeiro. “O mercado tem que cuidar de suas aplicações, entender que não manda no Brasil. Da política quem tem que cuidar são os políticos”, disse à Coluna. A resposta é uma reação à preferência do setor financeiro por Jair Bolsonaro (PSL), considerado mais previsível, caso ele dispute o 2.º turno com Ciro. “O mercado perde os anéis, mas não o dedo. Ele sabe que com Bolsonaro perde a mão.”/

Rede busca Roberto Freire para vice de Marina, diz Randolfe. Partido procura legendas para ampliar espaço de candidata na TV; PPS, no entanto, deve manter apoio a Alckmin/

Rui Costa enfrentará na Bahia temas espinhosos na campanha. Pré-candidato à reeleição, governador baiano é confrontado por altos índices de violência e insatisfação de servidores/

Alvaro Dias resiste a apoiar a candidatura do irmão no Paraná. Senador e pré-candidato do Podemos ao Planalto diz que sua campanha no Estado contará com união ‘suprapartidária’/

Um em cada cinco adultos está obeso. Depois da explosão de casos na última década, índices param de crescer entre a população nas capitais, segundo dados do Ministério da Saúde. No entanto, especialistas afirmam que números ainda são elevados e é preciso focar em prevenção/

Editorial1: Corrupção como medida de tudo. Sempre que brasileiros foram às urnas para eleger não um presidente, e sim um campeão contra corrupção, resultado foi desastroso/

Editorial2: Duro golpe contra o PCC. Já passa da hora de acabar com o poder econômico e bélico da principal facção do Brasil. A engenhosidade do setor de inteligência da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo levou à deflagração de uma das mais contundentes operações contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), quadrilha que há 25 anos zomba das autoridades, ameaça a estabilidade democrática e atemoriza as populações de São Paulo e dos Estados em que se infiltrou/

Editorial3: Férias desiguais. Em 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os procuradores da administração pública federal direta, autárquica e fundacional e de empresas públicas e sociedades de economia mista têm direito a não mais que 30 dias de férias por ano. Mas a decisão do Supremo não impediu que outras categorias profissionais continuassem tentando obter a benesse. Está para ser julgado pela 2.ª Turma do STF recurso numa ação de advogados da União, que, insatisfeitos com os 30 dias previstos em lei, querem que a Justiça lhes outorgue 60 dias de descanso por ano.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo : Direitista Ivan Duque vence segundo turno na Colômbia. Presidente eleito teve 5 4 % dos votos em disputa com baixo comparecimento. O direitista Iván Duque, 41, venceu ontem o segundo turno da eleição na Colômbia e assumirá a Presidência em 7 de agosto. Ele obteve 54% dos votos contra 42% de Gustavo Petro, 58, esquerdista, ex-prefeito de Bogotá e ex-guerrilheiro. Afilhado político do ex-presidente Álvaro Uribe (2002-10), Duque não tem uma longa ficha de experiências como político para apresentar, informa a enviada Sylvia Colombo. E este foi um dos trunfos que usou em sua campanha vitoriosa. O novo presidente colombiano tem visão liberal na economia e conservadora nos costumes. É contra o aborto, mas já declarou que não haverá retrocessos no campo dos direitos civis. Também disse que seu gabinete terá 50% de mulheres. O comparecimento de eleitores foi baixo. Muitos afirmaram que os dois candidatos representavam plataformas extremadas/

Brasil dá benefício fiscal até para salmão e filé mignon. Os benefícios fiscais no Brasil custam aos cofres públicos aproximadamente 4% do PIB (Produto Interno Bruto), o dobro da média mundial, de 2%, de acordo como secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. Ele critica o excesso de isenções e a falta de critérios para a concessão, que abarca itens como filé mignon. “Esse movimento de desoneração nos tributos diretos acaba beneficiando a maior renda.”/

Estudiosos pedem mais rigor após 10 anos de Lei Seca. Dados das autoridades de trânsito de São Paulo e do Rio indicam que, nos últimos anos, parte dos motoristas mudou de comportamento após endurecimento da legislação e ficou mais difícil flagrar embriagados. Especialistas pedem novas estratégias de blitze/

Investimento estrangeiro cai 30% em 4 meses. O Brasil já sofre efeitos da reforma tributária nos EUA e da crise política. Houve queda de 30% em aquisições e empréstimos nos primeiros quatro meses do ano sobre igual período de 2017. Em abril, o total de investimentos, de US$ 2,6 bi, foi o menor desde 2006/

Eleitor de Alckmin acha que ele não será candidato/

Fragmentação de candidaturas na centro-direita reforça divisões internas nos partidos/

Alvo no inquérito dos portos busca aproximação com a Procuradoria. Grupo Libra, citado em investigação sobre Temer, contrata ex-PGR para defesa e tenta evitar denúncia/

Celso Rocha de Barros: É mais crise do que roubo. Parece óbvio que o dinheiro acabou porque roubaram, mas não é/

PF investiga atuação de sócio de Lulinha na gestão Cabral. Principal alvo é um contrato de R$ 93,7 mi, questionado pelo TCE, que inclui empresa de Jonas Suassuna/

Polícia tenta obter dados sigilosos de CPI da Petrobras. Inquérito apura se deputado baiano violou sigilo a favor da Odebrecht/

Ex-sombra de Marina, Neca Setubal se afasta da campanha. Em 2014, sua participação associou a candidata a interesses do mercado/

Impulsionados por base de fãs, famosos tentam cadeira no Senado. Cantores, apresentadores de televisão e ex-campeão mundial de boxe vão tentar a sorte na eleição mais conturbada no país desde a redemocratização/

Marcus André Melo: Os eleitores escolhem Bolsonaro e checam o seu programa ou o contrário? Propostas não importam, apenas reputação e confiança contam/

Editorial1: No purgatório. Blindagem de delatores e empresas envolvidas com corrupção aumenta incertezas ao travar atuação de órgãos de controle /

Editorial2: Contratos populistas. Políticas baseadas apenas em boas intenções ou em populismo são contraproducentes.

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