Conflitos por conta do acordo que pôs fim à greve dos caminhoneiros são destacados pelas manchetes dos jornais

SINOPSE DE 07 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Prefeitura do Rio tem 300 obras paradas. Falta dinheiro para concluir construções. Com problemas de gestão e sem planejamento, administração municipal fica engessada. Do BRT da Avenida Brasil à infraestrutura de bairros da Zona Oeste, passando pela construção de clínicas da família e escolas, as obras abandonadas pela prefeitura espalham- se pelo Rio. Após 18 meses da gestão Crivella, cerca de 300 obras estão paralisadas. A maior parte foi interrompida no fim do governo do ex-prefeito Eduardo Paes. Faltam recursos para concluí-las ou para o custeio após finalizá-las, caso de escolas e unidades de saúde. Prefeitura e vereadores discutem o problema em audiência pública, hoje. A Casa Civil afirma que as obras serão retomadas no segundo semestre. Já o ex-prefeito diz que é natural suspender projetos nos últimos meses de administração/

Setor produtivo protesta, e tabela de preço de fretes muda. Valor do diesel não cai R$ 0,46 na bomba. O governo ainda não cumpriu os compromissos assumidos com os caminhoneiros para o fim da greve e já recuou da tabela de preços de fretes, alvo de críticas do agronegócio e de outros setores da economia. Nova tabela deve ser publicada hoje. A redução de R$ 0,46 no preço do diesel também não chegou às bombas, e a polêmica anistia das multas por obstrução das estradas deverá constar de medida provisória/

Adversários partem para o ataque a Bolsonaro. Alckmin desafia presidenciável do PSL para debate; Ciro Gomes o chama de ‘boçal’. Adversários de Jair Bolsonaro na corrida presidencial radicalizaram o discurso contra o pré-candidato do PSL. Ciro Gomes (PDT) chamou-o de “boçal” e “câncer a ser extirpado”. Numa rede social, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) desafiou o rival para debater segurança pública. Em sabatina no “Correio Braziliense”, Marina Silva (Rede) repudiou a política de armar a população proposta por Bolsonaro, que, depois de críticas ao Bolsa Família, passou a elogiar o programa/

PF pede quebra de sigilo de Temer e ministros. Polícia Federal, que apura repasse da Odebrecht ao MDB, pediu ao STF quebra do sigilo telefônico do presidente, de Moreira Franco e Eliseu Padilha.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Acordo ameaçado. Pressionado por vários setores, o governo enfrenta dificuldades para pôr em prática os principais pontos do acordo feito para acabar com a greve dos motoristas, como desconto de R$ 0,46 no litro do diesel e tabelamento do frete. O impasse tem deixado os caminhoneiros novamente inquietos. Planalto diz que está cumprindo o prometido/

PF quer quebrar sigilo telefônico de Temer e de ministros. A Polícia Federal pediu ao STF a quebra do sigilo telefônico de 2014 de Michel Temer e dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e de Minas e Energia, Moreira Franco. O objetivo é ampliar a investigação sobre o suposto pagamento de R$ 10 milhões que teria sido feito pela Odebrecht ao grupo político do presidente e acertado em reunião no Palácio do Jaburu. Eles negam. O ministro Edson Fachin decidirá se aceita o pedido da PF/

Planalto vê ‘ficção policial’. Em nota, Michel Temer afirmou que “nada mais precisa ser dito sobre esse escândalo digno do Projac, a maior fábrica de ficções do País”/

Plano prevê uso de militares da reserva na polícia do Rio. Com 66 metas, o plano estratégico da intervenção federal no Rio, obtido pelo Estado, prevê a contratação de militares da reserva para as polícias e maior poder de atuação da PM sobre desmanches de veículos. Finalizado mais de cem dias depois da chegada das tropas à cidade, o documento também defende mais eventos cívicos em quartéis. Pontos críticos, como a diminuição da criminalidade, no entanto, não têm meta clara/

Preso por engano. Operação da PF prendeu por engano o sindicalista Ruy Queiroz de Amorim. Ele foi solto depois que outro preso apontou o equívoco/

Servidores invadem palácio. Funcionários públicos ligados à segurança em MG invadiram o Palácio da Liberdade, onde despacha o governador Fernando Pimentel (PT), em protesto contra o pagamento parcelado de salários/

Câmara aprova multa de 50% para devolução de imóvel. Deputados aprovaram ontem novas regras para a devolução de imóveis comprados na planta. De acordo com o texto, quem desistir do negócio pagará multa de 50% do valor já quitado à construtora. Casos julgados na Justiça previam retenção de 10% a 25%. Também serão descontados do consumidor a taxa de corretagem e impostos. A proposta ainda livra as construtoras de ônus em atrasos de até 180 dias na entrega do imóvel/

Supremo derruba voto impresso nas eleições/

Mortes por gripe crescem 180% em SP/

Celso Ming: Épocas de crise produzem coceiras populistas. Uma dessas é a que pressiona por tabelamentos de preços/

William Waack: Mesmo com tamanha imprevisibilidade sobre as eleições de outubro já sabemos algo sobre o que vem por aí. É de tirar o sono/

Editorial1: A sedução do controle de preços Entusiastas do controle de preços não lidam com a realidade e sim com o devaneio de que basta querer para que os preços se ajustem a seus desejos/

Editorial2: Indústria reage, mas insegura. Não há como estimar, ainda, os efeitos da desordem promovida pelos transportadores.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Concessão de Temer aos caminhoneiros abre frentes de crise. Ministérios têm discursos distintos sobre tabelamento de frete; estados reclamam da perda de receitas com a Cide. As concessões do governo Temer a caminhoneiros abriram frentes de crise, envolvendo ministérios, agência reguladora, órgão de controle, estados e empresários. O ministro Valter Casimiro (Transportes) disse que a Agência Nacional de Transportes Terrestres revisaria os fretes mínimos pactuados com a categoria e definidos em medida provisória. A revisão atende a Blairo Maggi (Agricultura), que recebeu reclamações do setor agropecuário. “Ninguém está querendo fugir do acordo que o presidente fez. Agora, que ele seja justo para todos os lados”, disse o ministro. Eliseu Padilha, da Casa Civil, disse que a tabela será mantida. “Erros ou omissões devidamente comprovados poderão ser corrigidos.” Outra regra que deve ter resistência é a reserva de 30% do frete da Companhia Nacional de Abastecimento para autônomos, sem licitação. O Tribunal de Contas da União analisa o assunto. Já os governadores reclamam da perda de receita pela queda do preço do diesel com o fim da incidência da Cide. Parte desse ganho vai para os estados/

Laura Carvalho: Subsídio à compra de caminhões não é a causa da crise. Não houve excesso significativo de oferta de caminhões na economia do país. O que houve foi um recuo da demanda em razão da crise, que prejudicou desproporcionalmente o Setor de Cargas/

Dólar vai a R$ 3,84 eguru do mercado prevê crise cambial. O dólar fechou a R$ 3,84 ontem, a maior cotação nominal desde 2 de março de 2016. A alta foi atribuída à situação fiscal e ao receio comas eleições. Guru do mercado, Mohamed El-Erian questionou se o Brasil será o próximo emergente a enfrentar Crise Cambial/

Câmara aprova lei para desistência de imóvel na planta/

Servidores da segurança pública invadem Palácio da Liberdade, sede do governo de MG. Havia entre os manifestantes policiais, bombeiros e agentes carcerários; eles pedem reposição salarial e fim do parcelamento de seus rendimentos.

 

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