Coaf, Caixa e reforma são os alvos das manchetes dos grandes jornais

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📰 Birô de Imprensa – Ano 2 – Número 284- A 132 dias do fim do ano de 2019, hoje é quarta-feira, 21 de agosto de 2019, 233º dia do ano.

Sinopse da grande mídia impressa:

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Novo Coaf abre porta a indicações políticas. Bolsonaro afirma que ‘ideia é nomear concursados do BC’”. Manchete de capa do O Globo.

“Caixa lança crédito imobiliário mais barato e atrelado à inflação. Juros começam em 2,95%, mais IPCA; indicador é considerado mais instável”. Manchete de capa do Estadão.

“Crédito imobiliário da Caixa terá correção pela inflação. Banco vai oferecer linha com juro a partir de 2,95% mais IPCA, que mede preços”. Manchete de capa da Folha.

“Para empresários, persistência nas reformas é crucial. Para os representantes das melhores empresas brasileiras, premiadas ontem pelo Valor, o governo deve persistir nas reformas, mesmo com a frustração das previsões de crescimento do primeiro semestre e com as ameaças de uma possível recessão global”. Manchete de capa do Valor Econômico.

📃 Editoriais do dia:

“Falta impessoalidade às ações do presidente. Na maior parte das ações desorganizadoras do aparato de Estado estão motivos pessoais de Bolsonaro”. Editorial do Valor Econômico.

“A fundamentação de vetos na Lei do Abuso. Bolsonaro tem pareceres que o permitem fazer devidas correções ao projeto”. Editorial do O Globo.

“Colapso da Venezuela já representa custo de 0,4% do PIB para Colômbia. Equilíbrio econômico começa a ser afetado pela debacle do vizinho”. Editorial do O Globo.

“Há vínculo entre o marasmo econômico e a escassez de dinheiro à disposição do governo. Sem produção, vendas e emprego, impostos tendem a sumir. Bingo!”. Editorial do Estadão.

“Na jugular no PCC. Operações Cravada e Caixa-Forte atingem, respectivamente, os núcleos financeiro e administrativo da facção”. Editorial do Estadão.

“O uso político do BNDES. Sob pretexto de divulgar a ‘caixa-preta’ do BNDES, governo revelou dados para constranger adversários de Bolsonaro”. Editorial do Estadão.

“Sequestro no Rio. Bolsonaro e Witzel usam ação bem-sucedida da PM para reforçar discurso perigoso”. Editorial da Folha.

“Desgoverno italiano. Manobra de líder direitista leva à renúncia de premiê e eleva incerteza no país”. Editorial da Folha.

📃 Outros destaques:

“Caixa e BB facilitam financiamento imobiliário. A Caixa oficializou linha de financiamento imobiliário corrigida pelo índice de inflação, com juros entre 2,95% e 4,95% ao ano, mais o IPCA. Já o Banco do Brasil passa a oferecer taxas que variam conforme a duração do contrato. Quanto mais curto, menor o custo.” Na capa do O Globo.

“Para quem vale a pena {o novo modelo de financiamento imobiliário da Caixa}. Novo modelo pode ser interessante para quem tem salário fixo ou ganhos corrigidos pela inflação, segundo analistas. Profissionais autônomos correm mais riscos ao optar pela modalidade.” Na capa do Estadão.

“Não quero submeter meu filho a um fracasso’. Ao criticar o “viés político” do parecer da Consultoria Legislativa do Senado que considerou nepotismo a nomeação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) à embaixada do Brasil nos EUA, o presidente Jair Bolsonaro admitiu que pode recuar da indicação. Ele disse que não deseja submeter seu filho a “um fracasso’”. Na capa do O Globo.

“Bolsonaro insinua que pode abrir mão de indicar”. Na capa da Folha.

“Entrevista: Hamilton Mourão, vice-presidente da República. ‘Estou apenas cuidando do meu quadrado’. “Eu não estou calado”, afirmou o vice, na primeira entrevista após longo silêncio. Mourão disse que Bolsonaro assumiu o “protagonismo” e defendeu o estilo presidencial. “Não adianta esperar que ele vá tecer comparações pensando em grandes mestres da filosofia.” Na capa do Estadão.

“BNDES solta lista de quem comprou avião com subsídio. A divulgação de lista com 134 contratos de financiamentos a jatos executivos gerou críticas sobre uso político das informações. Entre os beneficiados estão o apresentador Luciano Huck e o governador João Doria.” Na capa da Folha.

“Sequestro na ponte. Snipers matam bandido, e Witzel comemora. O ônibus no qual 39 pessoas foram feitas reféns ficou atravessado na ponte Rio-Niterói numa manhã de terror que se estendeu por três horas e meia até que snipers do Bope mataram o sequestrador, Willian Augusto da Silva, de 20 anos. A operação seguiu protocolo internacional. Todos os reféns escaparam ilesos. O governador Wilson Witzel comemorou o resultado da ação e recebeu críticas.” Na capa do O Globo.

“Homem seqüestra ônibus, faz reféns e é morto por sniper no Rio. Willian Augusto da Silva, de 20 anos, foi morto por um atirador de elite da polícia do Rio depois de seqüestrar um ônibus com 37 reféns e obrigar o motorista a parar na Ponte Rio-Niterói, na manhã de ontem. A ação policial foi exaltada pelo governador, Wilson Witzel (PSC), que esteve no local. Silva não tinha antecedentes criminais e, segundo a família, sofria de depressão. Nenhum refém ficou ferido.” Na capa do Estadão.

“Polícia mata seqüestrador na Rio-Niterói, e Witzel festeja. A Polícia Militar do RJ matou na manhã de ontem Willian Augusto da Silva, 20, que sequestrou um ônibus e manteve 3 9 reféns por quase quatro horas na ponte Rio-Niterói. Foi neutralizado por um franco-atirador. Ninguém mais saiu ferido. A ação, avaliada como correta por especialistas, foi festejada efusivamente por Wilson Witzel (PSC) ao chegar à ponte. “Comemorei a vida”, afirmou o governador, que irá ao STF defender sua política de “abater” quem porta fuzis.” Na capa da Folha.

“Estados lutam contra efeitos da fumaça de queimadas. O aumento no número de queimadas levou estados da Amazônia a buscar medidas para enfrentar os efeitos da fumaça. O Acre estuda decretar situação de calamidade. Anteontem, o efeito das queimadas chegou a São Paulo, escurecendo a cidade no meio da tarde.” Na capa do O Globo.

“De braços dados e de olho em 2020. Presidente da Câmara diz que existe ‘forte possibilidade’ de fusão e que partidos estarão juntos em ‘2020 e 2022’”. Na capa do Estadão.

“Paulo Guedes anuncia 17 privatizações. O governo deve anunciar hoje a privatização de 17 empresas, informou o ministro da Economia, Paulo Guedes, no evento de lançamento do anuário ” Valor 1000″, sem dar mais detalhes”. Na capa do Valor Econômico.

“Rede D’Or, a campeã. Maior grupo hospitalar do país, com uma consistente evolução de resultados, a Rede D’Or foi eleita a Empresa de Valor do ano. É a primeira companhia de capital fechado a vencer o prêmio em 19 edições anuais. Heráclito Gomes Jr, presidente-executivo, e Paulo Moll, vice-presidente, receberam o prêmio, em São Paulo”. Na capa do Valor Econômico.

“Empresas correm para criar superapp nacional. Bancos, redes de varejo e aplicativos de mensagens trabalham no desenvolvimento de aplicativo que reuniria diversos serviços, de entrega de refeição a movimentação financeira”. Na capa do Estadão.

“Justiça Eleitoral condena Haddad por caixa dois.” Na capa do Estadão.

“Justiça condena Haddad por caixa 2 em eleição de 2012. Ex-prefeito de SP foi condenado em primeira instância na Justiça Eleitoral a quatro anos de reclusão. Processo apurou uso de recursos da empreiteira UTC na confecção de material de campanha. O petista vai recorrer.”. Na capa da Folha.

“Ação de Bolsonaro contra Folha não procede, diz PGE. A Procuradoria-Geral Eleitoral considerou improcedente ação da chapa do então candidato Jair Bolsonaro no TSE contra a Folha por reportagem segundo a qual empresários impulsionaram campanha anti-PT pelo WhatsApp.” Na capa da Folha.

“Deltan Dallagnol idealizou monumento para a Lava Jato”. Na capa da Folha.

“24 milhões trabalham ‘por conta’. Um levantamento da consultoria IDados, feito a pedido do Valor, mostra que 41,7% das pessoas ocupadas por conta própria vivem com menos de um salário mínimo por mês”. Na capa do Valor Econômico.

“Receita investiga bens subavaliados na repatriação. Contribuintes que aderiram ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária – o “programa de repatriação” – e declararam ativos com valores baixos mantidos no exterior estão sendo chamados para dar informações à Receita Federal”. Na capa do Valor Econômico.

“Auditores se negam a deixar cargos, e relação com Cintra se agrava.” Na capa da Folha.

“Bancos temem crédito longo em IPCA. A nova modalidade de crédito imobiliário da Caixa, com correção pelo IPCA, terá prazo máximo de 360 meses e taxa de juro de 2,95% a 4,95% ao ano, anunciou o banco”. Na capa do Valor Econômico.

📃 Colunas e artigos:

“Bolsonaro se vê obrigado a travar a Lava-Jato”. Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Bolsonaro quer tudo, menos ver seus filhos sofrerem. Para evitar isso, podem ser sacrificados todos os órgãos do Estado.” Na coluna de Vera Magalhães, no Estadão.

“Mercado está menos otimista com rumos da economia”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“País deve reforçar banco de fomento. É perturbador ver o recente ataque e os esforços para restringir o BNDES. O Brasil talvez seja o país de mercado emergente para o qual um banco de desenvolvimento seja mais importante.” Artigo de Joseph E. Stiglitz, economista e prêmio Nobel em 2001.

“Ponto para a polícia, não para o político que tenta faturar”. Na coluna de Bernardo Mello Franco, no O Globo.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a terça-feira, 20, em queda de -0,25%, a 99.222 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,37%, a R$4,05, e o euro também em baixa de -0,42%, a R$ 4,49.

Destaque histórico:

“Em 21 de agosto de 1823, morre na Bahia Maria Quitéria de Jesus Medeiros, primeira mulher soldado brasileira”. No portal Terra.

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