Bolsonaro, gastos, megaleilão, e servidor são destaques das manchetes

Sinopse da grande mídia impressa: Bolsonaro, gastos, megaleilão, e servidor são destaques das manchetes. Críticas à PF, Guedes e Doria; flexibilização do teto; R$2,5bi ao Rio; redução de estabilidade de servidor se destacam

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Manchetes do dia:

“Bolsonaro vê ‘babaquice’ da PF e defende ‘arejada’ no comando. À Folha presidente chama Moro de ‘ingênuo’; Guedes de ‘chucro’, e Doria de ‘ejaculação precoce’”. Manchete de capa da Folha.

“Casa Civil e militares querem flexibilização do teto de gastos. Paulo Guedes é contra a ideia; ala política está preocupada com reeleição de Bolsonaro”. Manchete de capa do Estadão.

“Divisão de recursos. Senado aprova R$2,5 bilhões do megaleilão de petróleo para o Rio. Negociação foi costurada a partir de emenda dos senadores do estado”. Manchete de capa do O Globo.

“Governo vai restringir a estabilidade do servidor”. Manchete de capa do Valor Econômico.

📃 Editoriais do dia:

“É urgente a reconstrução política do Rio. Corrupção já levou à cadeia quatro ex-governadores que comandaram o estado nas últimas três décadas”. Editorial do O Globo.

“Dívida aumenta mais de 360% e asfixia as províncias argentinas. Governadores admitem risco de não terem recursos para pagar salários e prestar serviços essenciais”. Editorial do O Globo.

“Governo aposta em setembro. Enquanto o secretário de Política Econômica discursava e dizia que setembro será o mês da virada, o mercado era informado de mais um tombo da indústria”. Editorial do Estadão.

“A falta de um projeto de educação. Ministério da Educação anunciou que as universidades terão, em 2020, o mesmo montante concedido neste ano para custear suas atividades”. Editorial do Estadão.

“O fundo eleitoral deve acabar. Que esse custo seja bancado pelos entes privados que desejam participar da vida pública”. Editorial do Estadão.

“Disfarces da CPMF. Equipe de Guedes insiste em proposta que levará tumulto à reforma tributária”. Editorial da Folha.

“Direito à cesariana. Nova lei paulista sobre partos no SUS suscita debate moral, médico e econômico”. Editorial da Folha.

“Justiça ainda corre atrás das próprias metas de eficiência. Taxa de congestionamento recuou no ano passado, mas ainda está acima das do início da década”. Manchete de capa do Valor Econômico.

📃 Outros destaques:

“Saída da B3 de estrangeiros bate recorde. A busca global por proteção contra riscos fez a bolsa sofrer, em agosto, a maior fuga de capital estrangeiro em 23 anos. As saídas totalizaram R$ 10,79 bilhões no mês, resultado de R$ 190,08 bilhões em compras de ações e de R$ 200,87 bilhões em vendas, segundo dados da B3”. Na capa do Valor Econômico.

“Contribuintes obtêm vitória sobre ágio e PLR. Os contribuintes conseguiram impedir ontem, no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), a aprovação de várias súmulas favoráveis à cobrança de tributos pela Receita Federal”. Na capa do Valor Econômico.

“RJ lança ‘Refis’ na recuperação judicial. Empresas em recuperação judicial terão condições especiais para pagar dívidas tributárias com o Estado do Rio. Lei publicada pela Assembleia, após derrubada de veto integral do governador Wilson Witzel, prevê o parcelamento dos débitos em até 120 meses, com redução de juros e multa”. Na capa do Valor Econômico.

“Herdeiros da Nadir vendem megaterreno. Na área onde por mais de 80 anos funcionou a fábrica dos irmãos Nadir e Morvan Dias de Figueiredo há apenas vestígios do que antes eram os armazéns. A venda desse terreno e de outros passará a ser o principal negócio dos herdeiros da família, agora que o controle da empresa centenária é da H.I.G. Capital”. Na capa do Valor Econômico.

“Plano de Appy ganha apoio dos Estados. Os secretários estaduais de Fazenda aprovaram ontem uma proposta de reforma para impostos incidentes sobre o consumo. Ainda falta, porém, sinal verde de sete governadores – os outros 20 já concordaram”. Na capa do Valor Econômico.

“Governo errou: valor correto é de R$ 1,87 bi. Lideranças do bloco pretendem fixar, na votação do Orçamento da União para 2020, em R$ 2,5 bilhões o valor destinado para as eleições municipais; governo havia previsto esse montante, mas deve corrigi-lo para R$ 1,87 bilhão alegando erro”. Na capa do O Globo.

“Câmara aprova brecha para aumentar fundo eleitoral”. Na capa do Estadão.

“Se eu levantar a borduna todo mundo vai atrás de mim e eu não fiz isso ainda”. Frase de Bolsonaro na capa da Folha.

“Planalto prevê mais de 20 vetos na lei de abuso. Bolsonaro deve fazer mais de 20 vetos à lei do abuso de autoridade”. Na capa do O Globo.

“Combate ao fogo sofre corte de 34% para 2020. Em meio à crise das queimadas na Amazônia, as verbas do Ministério do Meio Ambiente à prevenção e ao contro lede incêndios florestais caíram 34% no Orçamento de 2020, de R$ 45,5 milhões para R$ 29,6 milhões. O dinheiro se destina à contratação de brigadistas e a aluguel de equipamentos.” Na capa do O Globo.

“Autocrítica. ‘Deveríamos ter criticado mais coisas do Bolsonaro’. De Kim Kataguari. Líder do MBL diz que deve ‘compensar’ atitude na campanha manifestando-se sobre ‘todos os erros do governo’”. Na capa do Estadão.

‘Não podemos nos calar quando a esquerda viola os direitos humanos’. De Carlos Siqueira, presidente do PSB. Dirigente reconhece que PSB errou ao não fazer críticas ao ‘regime autoritário’ da Venezuela.

“Presidente pede projeto para proibir ‘ideologia de gênero’”. Na capa da Folha.

“Doria e Bolsonaro miram ‘ideologia de gênero’”. Na capa do Estadão.

“Filho de deputada entra em colégio militar sem concurso. Carla Zambelli (PSL-SP) argumenta que recebeu ameaças na internet e diz que pedido está previsto em regulamento escolar”. No O Globo.

“Moraes libera para o plenário inquérito sobre ofensas. Presidente da Corte, Dias Toffoli ainda vai marcar data do julgamento do caso, usado para suspender investigações da Receita”. No O Globo.

“Doria aumenta pressão por acordo entre Ford e Caoa. O governador de SP renovou a pressão por um acordo entre a For e a Caoa”. Na capa da Folha.

“Casal Garotinho é preso, acusado de corrupção. Ex-governadores do estado são acusados de receber R$ 25 milhões em propina da Odebrecht; contratos entre a prefeitura de Campos e empreiteira para erguer casas populares foram superfaturados, diz investigação”. Na capa do O Globo.

“Pressão imobiliária faz desaparecer vila história em SP. Conjunto de casas no Tatuapé, zona leste de São Paulo, foi ao chão”. Na capa da Folha.

“Moradora se nega a vender casa e fica ilhada na Pompeia”. Na capa da Folha.

“Ministério Público recomenda limitar uso de Belo Monte”. Na capa da Folha.

“Em disputa sobre Brexit, Parlamento derrota Boris”. Na capa da Folha.

“Eleições à vista. O Parlamento britânico aprovou ontem, por 328 votos a 301, uma moção que lhe permite assumir o controle do Brexit e votar hoje o adiamento da saída do Reino Unido da União Europeia até 31 de janeiro de 2020”. Na capa do Valor Econômico.

“Boris Johnson: Após derrota, premier britânico ameaça convocar eleição. Derrotado no Parlamento, Johnson vai propor novas eleições”. Na capa do O Globo.

“No Rio. Revolta contra ação da polícia mobiliza comunidades. Pedreiro que construía laje é atingido por tiro nas costas”. Na capa do O Globo.

📃 Colunas e artigos:

“Polarização interessa aos extremos. … colocar apenas essas opções para o eleitor é aceitar que essa disputa continuará permanentemente, quando o objetivo de muitos é justamente sair dessa polarização.” Na coluna de Merval Pereira, no O Globo.

“Weintraub é parte do folclore radical. Num governo que fez a opção preferencial pelo folclore radical, Abraham Weintraub é um personagem inesquecível.” Na coluna de Elio Gaspari, no O Globo.

“Drama fiscal do país não tem saída fácil. Depois da PEC do Teto, aprovada em 2016, despesa obrigatória já subiu R$ 200 bilhões. O Orçamento está ficando inviável”. Na coluna de Miriam Leitão, no O Globo.

“O fim de um sonho. O sonho de Tom Jobim era que o Rio se transformasse numa imensa Ipanema. Ele achava que só haveria democracia completa se houvesse hedonismo para todos. Tempos de utopia.” Na coluna de Zuenir Ventura, no O Globo.

“Populismo em verde e amarelo. Depois de 27 anos, Bolsonaro imita Collor e pede que o povo saia de verde e amarelo. Para recauchutar sua imagem, o governo lançará campanha publicitária em tom patriótico”. Na coluna de Bernardo Mello Franco, no O Globo.

“Impunidade garantida. A Lava Jato não tem mais plenário a favor. Cármen Lúcia será o sexto voto da vitória dos “garantistas” da impunidade. Voto de Cármen Lúcia a favor de Bendine indica que ‘garantistas’ agora têm maioria no STF”. Artigo de José Nêumane Pinto, no Estadão.

“A tradição da mentira no Brasil. Invocar o límpido preceito do “na dúvida, a favor do réu” para justificar o movimento que, visto no conjunto, tem o óbvio propósito de manter a impunidade dos representantes do povo que traem seus representados – a própria negação do sentido de “democracia” – é um exemplo prático de como esse sistema põe a verdade a serviço da mentira e a lei a serviço do crime.” Artigo de Fernão Lara Mesquita, no Estadão.

“Bolsonaro atira no centro. Para repetir polarização nos extremos com o PT, presidente fustiga Doria e Huck”. Na coluna de Vera Magalhães, no Estadão.

“Bolsonaro ocupa terreno e puxa o jogo político para a direita. Presidente perde popularidade, mas mantém base fiel em grupos cobiçados por rivais”. Na coluna de Bruno Boghossian, na Folha.

“Eduardo Bolsonaro, um diplomata. Diplomata é um indivíduo polido, educado, com habilidade para lidar com pessoas e buscar resolver problemas. No meio da crise amazônica, o deputado federal Eduardo Bolsonaro compartilhou um vídeo intitulado ‘Macron é um idiota’”. Na coluna de Helio Schwartsman, na Folha.

“Investimento, rápido! A situação fiscal continua gravíssima. O investimento líquido é negativo, e não há a menor esperança que o investimento público possa garantir um crescimento robusto, equânime e estável. Todos concordamos que há um problema de demanda.” Na coluna de Antônio Delfim Netto, na Folha.

📊 Mercado: Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a terça-feira, 03, em baixa de -0,84%, a 99.681 pontos. O dólar terminou a sexta-feira, 03, em baixa de -0,12%, a R$4,18 . O euro fechou em baixa de -0,09%, a R$4,59.

Destaque histórico:

Em 04 de setembro de 1998 Larry Page e Sergey Brin, estudantes da Universidade Stanford, fundam o Google.

Receba todas as novidades do Anexo6diretamente em seu email


Deixe um comentário

avatar
  Inscreva-se  
Notifique-me de
Fechar Menu