Ao serem apuradas, urnas dão testemunho a favor da política; contagem atrasa

. Esses são destaques da grande mídia impressa, nesta segunda-feira, 16 de novembro de 2020. Veja na sinopse do noticiário.
BIRÔ DE IMPRENSA, Ano III, Nº 737, de 16.11.2020
🖋 Edição: Sérgio Botêlho
📃 Manchetes do dia:
“Disputa terá segundo turno no Rio, em São Paulo e mais 16 capitais. Falha em computador atrasou divulgação dos resultados. Paes e Crivela voltam a se enfrentar no dia 29. Covas e Boulos também terão nova disputa’” Manchete de capa do O Globo.
“No 2º turno, Covas fala em derrotar o ‘radicalismo’; Boulos, a ‘mesmice’. • Tucano usa mote do adversário para dar o tom de sua campanha no 2º turno • Além do prefeito, candidato do PSOL atacou o governador João Doria (PSDB) • Celso Russomanno, que liderou boa parte da corrida eleitoral, fracassa mais uma vez” Manchete de capa do Estadão.
“Covas vai enfrentar Boulos; apuração tem atraso inédito. Líder de sem-teto desbanca França e Russomano, nome de Bolsonaro; eleição da pandemia vê maior abstenção em 20 anos” Manchete de capa da Folha.
“Voto antipolítica fica para trás. Eleitores privilegiaram em suas escolhas nomes já conhecidos e com experiência pública testada, ou no Executivo ou no Legislativo. ” Manchete de capa do Valor Econômico.
“Urnas mandam recado contra a radicalização. Com abstenção de 23,14% (em 2018 foi de 20,3%), as eleições municipais em meio à pandemia de covid-19 foram marcadas pela tranquilidade, mas também pela demora na apuração dos votos.” Manchete de capa do Correio Braziliense.
Editoriais do dia:
FOLHA
°”O novo e o velho. Eleições têm falha do TSE, abstenção, força de moderados e derrotas de Bolsonaro.”
°”Desigual na raiz. Cresce distância de aprendizado entre escolas municipais no nível mais básico.”
O GLOBO
°”Resultado da eleição traz novo teste a Bolsonaro. Esboça-se um cenário preocupante, em que o presidente cede ao populismo e ignora o equilíbrio fiscal.”
°”Protestos derrubam governo peruano, e país se torna refém da instabilidade. Caos político fermentado pelos crimes revelados na Lava-Jato pode pôr a perder modelo de sucesso”
ESTADÃO
°”É hora de trabalhar, presidente. Com o fim do primeiro turno da eleição, acabou a última desculpa de Jair Bolsonaro para não trabalhar. Qual será a próxima?.”
°”Selo de mau pagador. No total, dívidas do Brasil com organismos internacionais somam mais de R$ 4 bilhões.”
°Os rumos da Embrapa. Plano da empresa para a década de 20 reflete os desafios estratégicos do setor agropecuário.”
°”Desemprego mais alto por períodos mais longos. Desocupação no Brasil tem uma característica estrutural que a torna socialmente mais nociva”
VALOR ECONÔMICO
°“Passada a eleição, foco deve ser nas reformas fiscais. Abismo fiscal se dará com a queda pronunciada da atividade econômica se forem retirados em janeiro todos os estímulos
CORREIO BRAZILIENSE
°“Crescimento sustentável. A promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia, sem agredir o meio ambiente, é defendida por 95% dos brasileiros, o que deveria motivar o governo a mudar sua política ambiental para a região.”

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