Adiamento das eleições será votada nesta terça, 23, garante Alcolumbre

Por meio de sua conta pessoal no Twitter o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, confirmou adiamento das eleições será votada nesta terça-feira, 23. Senadores estudam adiar as eleições municipais de outubro para novembro.

Na segunda-feira (22), às 14h, senadores ouvirão representantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E, também, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Além de outras instituições em sessão temática para discutir a PEC 18/2020, que adia o calendário eleitoral.

“Na terça-feira pautaremos o substitutivo do senador Weverton Rocha (PDT-MA) para votação em primeiro e segundo turnos, para garantir, principalmente, os prazos já estabelecidos, segurança jurídica e o fortalecimento da democracia com as eleições ainda neste ano”, escreveu Davi.

Audiência

O requerimento 785/2020, para audiência da segunda-feira, 22, foi uma iniciativa de Weverton. De acordo com ele, a intenção é ouvir convidados na primeira parte da sessão, com início às 14h. Na sequência, a partir das 16h, os senadores discutirão a proposta.

O parlamentar explicou ainda que se reuniu com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, para discutir o adiamento. Durante a reunião, o senador convidou e o ministro aceitou participar da sessão temática no Senado. Os demais convidados devem ser confirmados até o final de semana.

“Convidei ele para participar da comissão e ele concordou, para que a gente possa juntos conversar. Queremos ouvir especialistas, médicos infectologistas, associações de direito eleitoral, prefeitos e vereadores e, em seguida, abrir para os senadores fazerem suas possíveis intervenções já com as informações novas”, afirmou.

O senador prometeu entregar o relatório sobre a proposta ainda na segunda-feira, para que os senadores tenham tempo de analisar o documento e votá-lo já na terça-feira.

“Estamos correndo contra o tempo, esse é um assunto que movimenta todo o Brasil e não podemos segurar essa matéria”, ressaltou.

Se o texto for aprovado em dois turnos pelo Senado, seguirá para análise da Câmara dos Deputados.

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