MANCHETES E EDITORIAIS DE 23.04.2024 

Política e governo são os temas em destaque nas manchetes dos jornais da grande mídia impressa nesta terça-feira, 22. “Lula cobra de Haddad que leia menos e negocie mais com o Congresso”, no Estadão. “Sistema de pagamento do governo é invadido e há suspeita de desvio”, na Folha. “Em busca de resultados, Lula cobra engajamento de ministros”, no O Globo.

Manchetes do dia:

“Lula cobra de Haddad que leia menos e negocie mais com o Congresso. Presidente pediu ‘agilidade’ a Alckmin e omitiu Padilha; R$ 5,6 bi em emendas podem ser liberados”. Manchete de capa do Estadão.

“Sistema de pagamento do governo é invadido e há suspeita de desvio. Autores de ataque, não identificados, podem ter emitido contas bancárias com verba pública; governo apura valor.” Manchete de capa da Folha.

“Em busca de resultados, Lula cobra engajamento de ministros. Presidente mira classe média com novos programas de crédito.” Manchete de capa do O Globo.

Editoriais do dia:

“É retrógrada a oposição ao uso de inteligência artificial nas escolas. Tecnologia trará produtividade aos professores e permitirá aumentar nível de instrução dos alunos.” Editorial do O Globo.

“‘Emendas Pix’ significam mau uso do dinheiro público. Recursos enviados a prefeituras sem projeto nem critério técnico são deformação do Orçamento.” Editorial do O Globo.

“Não, o Brasil não está sob uma ditadura. O País sabe o que é uma ditadura: é justamente aquela que os bolsonaristas tanto querem restabelecer.” Editorial do Estadão.

“Descompromisso com o futuro. Poderes precisam recuar da estratégia suicida de ampliar gastos e se unir por agenda de eficiência” Editorial do Estadão.

“Freio ao isolacionismo. Câmara dos EUA aprova pacote financeiro contra ambições das potências autocráticas.” Editorial do Estadão.

“Já se estimam efeitos do clima em renda e saúde. Transição energética lenta provoca perdas na economia global, hoje e nos próximos 25 anos, conforme apontam estudos.” Editorial da Folha.

“Linha-dura continental. Como El Salvador, Equador pode endurecer política de segurança após referendo.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira, 22, em alta de 0,36%, a 125.573 pontos. O dólar terminou o dia em queda de -0,56%, a R$ 5,17.

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