MANCHETES E EDITORIAIS DE 24.01.2024 

Os efeitos políticos provocados pelo corte de emendas parlamentares feito pelo governo é o principal destaque das manchetes dos jornais da grande mídia impressa (Estadão e Folha), nesta quarta-feira, 24. O Globo diz que disparam as queixas por falta de luz enquanto a conta aumenta.

Manchetes do dia:

“Corte de emenda acirra embate por Orçamento entre Lula e Congresso. Parlamentares discutem novo modo de pagamento.” Manchete de capa do Estadão.

“Queixas de falta de luz disparam, enquanto a conta volta a aumentar. Reclamações de queda de energia têm alta de 40% em um ano, e tarifa vai subir acima da inflação.” Manchete de capa do O Globo.

“Veto de Lula atinge emendas do Centrão; governo teme crise. Ministérios afetados por corte de R$ 5,6 bi estão nas mãos de partidos do bloco; gestão petista promete recompor verba.” Manchete de capa da Folha.

Editoriais do dia:

“Ao aceitar corte de gastos, Haddad revela sensatez. Para cumprir meta fiscal e aumentar credibilidade, ministro deveria adotar plano de contenção de despesas.” Editorial do O Globo.

“Incertezas sobre economia chinesa devem ser acompanhadas de perto. Crescimento desacelera, crise imobiliária persiste, população envelhece, e risco de deflação é real.” Editorial do O Globo.

“A nova velha política industrial. Plano anunciado pelo governo ignora o fato de que o declínio da indústria antecede em décadas a pandemia.” Editorial do Estadão.

“Operação desforra. O espírito da Operação Escudo parece ser apenas o de vingança, que em nada contribui para a segurança pública.” Editorial do Estadão.

“Inquérito infinito. Só incompetência ou caprichos justificam a nona prorrogação do inquérito das ‘milícias digitais’.” Editorial do Estadão.

“Política da indústria. Riscos como crédito ineficiente e favorecimento não serão sanados com patriotada.” Editorial da Folha.

“Avanço civilizatório. Presente em ao menos 25 países, uso da câmera policial deve se ampliar no Brasil.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fecha a terça-feira, 23, em alta de 1,31%, a 128.263 pontos. O dólar terminou o dia em queda de -0,64%, a R$ 4,96.

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