MANCHETES E EDITORIAIS DE 18.01.2024 

Cresce o número de cidades com áreas de risco, no país, segundo informa O Globo. Uso de câmera em PMs cresce 4 vezes e chega a 11 estados, contabiliza o Estadão. Seca e crise no Mar Vermelho afetam exportação do Brasil, alerta a Folha.

Manchetes do dia:

“Número de cidades com áreas de risco mais que dobrou em 12 anos. Um terço dos municípios do país tem moradores expostos aos efeitos das chuvas. Quase 9 milhões de brasileiros vivem em regiões vulneráveis.” Manchete de capa do O Globo.

“Uso de câmera em PMs cresce 4 vezes e chega a 11 Estados. Número passou de 6 mil para 27,9 mil em dois anos; SP foi exemplo.” Manchete de capa do Estadão.

“Seca e crise no Mar Vermelho afetam exportação do Brasil. Tempo e custo dos transportes marítimos aumentam, com rotas mais longas e sobretaxas por contêineres.” Manchete de capa da Folha.

Editoriais do dia:

“Bolsas para ensino médio e Enem são meros paliativos. Medidas ajudam, mas, para atrair os jovens às escolas, seria melhor aprovar a reforma que continua parada.” Editorial do O Globo.

“Sucesso no combate à dengue depende não apenas da vacina. Nova aliada é avanço fundamental, mas não elimina a necessidade de práticas conhecidas contra o mosquito.” Editorial do O Globo.

“A obsessão de Lula pela Vale. Presidente retoma campanha para transformar a empresa em agente de seus projetos desenvolvimentistas.” Editorial do Estadão.

“Talião não é bom conselheiro. Articulação entre governadores para acabar com as saídas temporárias de presos é desumana e oportunista.” Editorial do Estadão.

“Taiwan joga os dados. Espaço para acomodação com a China fica ainda mais reduzido após eleição na ilha.” Editorial do Estadão.

“Quão desigual? Seja qual for a métrica usada, Estado precisa conter inflação e tributar e gastar mais com justiça.” Editorial da Folha.

“O bullying e a lei. Norma contra a prática tem méritos e excessos; avanços dependem de transformação cultural.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quarta-feira, 17, em queda de -0,60%, a 128,524 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,08%, a R$ 4,93.

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