MANCHETES E EDITORIAIS DE 29.12.2023

A reoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, por meio de medida provisória, com reação do Congresso, é o tema em destaque nas manchetes dos jornais da grande mídia impressa, nesta sexta-feira, 29.

Manchetes do dia:

“Governo baixa MP com medidas para elevar arrecadação. Congresso critica decisão de reonerar a folha de 17 setores após derrubada do veto de Lula.” Manchete de capa do O Globo.

“Governo anuncia MP para elevar receita; empresas e congressistas reagem. Medida, cuja data de publicação será definida por Lula, anula lei de desoneração da folha; empresários veem ‘insegurança jurídica’.” Manchete de capa do Estadão.

“Haddad anuncia pacote com reoneração; Congresso reage. Por meio de medida provisória, ministro busca compensar perda de arrecadação.” Manchete de capa da Folha.

Editoriais do dia:

“Navios abandonados criam problemas de ordem ambiental e de saúde pública. Brasil não dispõe de legislação adequada para o desmanche das embarcações largadas pelo litoral.” Editorial do O Globo.

“Supremo tem o dever de preservar a Lei das Estatais. Na volta do recesso, ministros precisam rejeitar decisão que abriu brecha a indicações políticas.” Editorial do O Globo.

“Uma aula de Brasil. Decisão de Toffoli restaurando pagamento a juízes escancara como Estado funciona bem para afortunados.” Editorial do Estadão.

“Milei pisa no acelerador. Algumas medidas do presidente argentino vão na direção certa, mas nada justifica afronta à democracia.” Editorial do Estadão.

“Ética relativa. A Comissão de Ética não se presta a perseguir adversários ou beneficiar aliados do presidente de turno.” Editorial do Estadão.

“Mundo em guerra. Violência associada ao crime organizado no Brasil engrossa estatísticas macabras.” Editorial da Folha.

“Atenção ao celular. Aplicativo que bloqueia aparelhos é passo inicial para reprimir furtos e roubos.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou com levíssima baixa de -0,01%, a 134.185 pontos. No ano, a Bolsa subiu 2,28%, a maior alta desde 2019. O dólar terminou o dia em alta de 0,48%, a R$ 4,85. No ano, a moeda americana caiu 8%, maior baixa anual desde 2016.

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