MANCHETES E EDITORIAIS DE 11.11.2023

Economia é a tônica das manchetes deste sábado, 11, nos jornais da grande mídia impressa. Appy, formulador da reforma tributária antecipa que governo não buscará mexer mais no texto, publica O Globo. Já o Estadão revela que estados pobres e populosos terão perda em divisão de fundo com a reforma. Enfim, a Folha destaca que os primeiros leilões de Lula 3 têm baixa procura.

Manchetes do dia:

“Exceções são o ‘custo político’ de uma reforma histórica, diz Appy. Formulador da mudança tributária antecipa que governo não buscará mexer mais no texto.” Manchete de capa do O Globo.

“Estados pobres e populosos terão perda em divisão de fundo. Maranhão receberá R$ 502 por habitante; Roraima, R$ 2.622.” Manchete de capa do Estadão.

“Primeiros leilões de Lula 3 têm baixa procura. Maioria teve só dois concorrentes; problemas em concessões atuais e juros diminuem atratividade.” Manchete de capa da Folha.

Editoriais do dia:

“Desmatamento em queda traduz rumo ambiental correto. Ainda há muito a fazer para zerar o flagelo na Amazônia e no Cerrado, mas governo está no caminho certo.” Editorial do O Globo.

“Criação de nova emenda partidária piora qualidade do Orçamento. Desafio dos parlamentares é distribuir recursos com mais transparência, de acordo com critérios técnicos.” Editorial do O Globo.

O País precisa de melhores polícias. Aprovação de leis orgânicas das polícias civis e militares enseja profunda reforma desses órgãos.” Editorial do Estadão.

Lições do caos em São Paulo. É preciso enfrentar eventos extremos de modo mais efetivo, menos midiático, sem oportunismo político.” Editorial do Estadão.

Um fôlego para a Amazônia. Redução no desmatamento melhora a imagem do Brasil; sustentar o ritmo ainda é desafio.” Editorial do Estadão.

“Obras do acaso. Lula se dispõe a sacrificar meta fiscal para investimentos de baixa eficácia.” Editorial da Folha.

“Agro é clima. Mitigar o aquecimento global não é incompatível com incremento da produtividade.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira, 10, em alta de 1,29%, a 120.568 pontos. O dólar terminou o dia em -0,59%, a R$ 4,91.

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