MANCHETES E EDITORIAIS DE 03.11.2023

Economia e guerra no Oriente Médio são os destaques das manchetes dos jornais da grande mídia impressa, nesta sexta-feira, 03. Haddad está no centro das atenções da imprensa.

Manchetes do dia:

“Haddad indica que alíquota pode ir a 27,5% com nova exceções. Com mudanças no Senado, percentual supera projeções da Fazenda.” Manchete de capa do O Globo.

“Com guerra, crescem casos de antissemitismo e islamofobia. EUA, Europa e Brasil veem aumento de ameaças e agressões.” Manchete de capa do Estadão.

“Aliados buscam saída para Haddad no debate da meta. Ministro da Fazenda está sob fogo desde que Lula sinalizou fim do déficit zero.” Manchete de capa da Folha.

“Norte puxa alta do PIB, além do Centro-Oeste. Indústria extrativa, agropecuária, renda e mercado de trabalho beneficiam a região.” Manchete de capa do Valor Econômico.

Editoriais do dia:

“O Lula de 2023 tem muito a aprender com o Lula de 2003. Duas décadas representaram enorme retrocesso na visão do presidente sobre a disciplina fiscal.” Editorial do O Globo.

“MEC faz bem em manter data do Enem. Mas ministério deve explicações sobre falhas que levam candidatos a fazer provas a mais de 30 km de casa.” Editorial do O Globo.

Uma GLO que é a cara deste governo. Medida é populista, de curto prazo, ineficaz e atribui a militares tarefa que não lhes cabe.” Editorial do Estadão.

Sonhos de um Estado confessional e iliberal. PL mostra como grupos ideologicamente motivados querem usar Estado para impor convicções pessoais.” Editorial do Estadão.

Acordo natimorto. Anulação das primárias da oposição na Venezuela confirma má-fé e oportunismo do regime chavista.” Editorial do Estadão.

“Sufocar as milícias. Deve-se focar em quem dá sustentação econômica aos grupos que se espalham pelo RJ.” Editorial da Folha.

“Emendas da desigualdade. Parlamentares perpetuam distorção no SUS ao alocarem verbas sem critérios técnicos.” Editorial da Folha.

“BC mantém ritmo de corte, mas continuidade corre riscos. Pelo cenário de hoje, ao fim do ciclo de aperto monetário, a Selic será de 8,5% só em 2026, com uma taxa real de 5,5%.” Editorial do Valor Econômico.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não operou no feriado.

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