MANCHETES E EDITORIAIS DE 21.10.2023

Dois são os temas das manchetes dos jornais da grande mídia impressa neste sábado, 21: no O Globo e no Estadão, a investigação sobre a Abin, pela PF, acusada de espionar adversários do governo Bolsonaro, advogados e jornalistas durante o governo anterior; na Folha, o veto interposto por Lula ao Marco Temporal aprovado no Congresso, acompanhado da reação da bancada ruralista contra o veto.

Manchetes do dia:

“PF investiga se Abin monitorou políticos e adversários no governo Bolsonaro. Advogados e jornalistas também seriam alvo de esquema ilegal. Número 3 da agência é afastado.” Manchete de capa do O Globo.

“Sob Bolsonaro, Abin fez espionagem ilegal, diz investigação da PF. Sistema realizou 33 mil rastreamentos de celulares.” Manchete de capa do Estadão.

“Lula veta cerne do Marco Temporal, e Congresso reage. Ruralistas articulam derrubar barreira; petista também contraria base por sancionar 1/3 do projeto.” Manchete de capa da Folha.

Editoriais do dia:

“Distensão traz esperança para venezuelanos. Embora esteja longe de garantida, transição negociada para democracia entrou no horizonte.” Editorial do O Globo.

“Alíquota para fundos exclusivos fechados e offshore deveria ser igual. Diferença no imposto para capital aplicado no Brasil ou no exterior é prática estranha a mercado aberto.” Editorial do O Globo.

“A mágica do teto para a carga tributária. Em vez de enfrentar as razões da alta carga tributária, parlamentares querem impor limite na marra.” Editorial do Estadão.

O preconceito contra o empreendedorismo. Empreender no Brasil chega a ser um ato de heroísmo ante os obstáculos, sobretudo de caráter estatal.” Editorial do Estadão.

“Universidade distante. Disparada do EaD impõe avaliações mais precisas da qualidade da educação superior.” Editorial da Folha.

“Laços de família. Projeto que iguala herança familiar expõe urgência de reformar o Código Civil.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira, 20, em queda de -0,74%, a 113.155 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,47%, a R$ 5,03.

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