Manchetes: Senado aprovou MP do pente fino no INSS somente após acordo com a oposição, que ameaçava não dar quórum, sobre mudanças na reforma previdenciária envolvendo os trabalhadores rurais. Governo Bolsonaro bate recorde de decretos desde Collor. Reforma pode abranger só os 10 estados mais endividados. Banco Central está aprofundando estudos para mudar a estrutura de preços do cheque especial.
“Senado aprova, no último momento, MP do pente-fino. Medida que endurece fiscalização do INSS é aprovada a horas de caducar, e governo salva R$ 9,8 bilhões por ano. INSS passou no Senado na noite de ontem e manteve viva uma expectativa de economizar R$ 9,8 bilhões anuais. A votação, 55 a 12, só aconteceu após o governo fazer um acordo com a oposição, que ameaçava não dar quórum em uma segunda-feira. Pelo texto aprovado, o trabalhador rural poderá fazer autodeclaração de atividade no campo, validada por órgão público, até 2023. Depois, terá que se inscrever no Cadastro Nacional de Informações Sociais para comprovar tempo de serviço. O governo acordou com o relator prever um gatilho, para estender esse prazo, na reforma da Previdência.” Manchete de capa da Folha.
“Sem base no Congresso, Bolsonaro bate recorde de decretos desde Collor. Ele editou 157 atos; medidas são questionadas no Parlamento e no STF”. Manchete de capa do Estadão.
“Reforma pode abranger só os 10 estados mais endividados. Casos serão analisados em combinação com percentual de idosos na população”. Manchete de capa do O Globo.
“’A credibilidade é mais importante do que os juros’. Banco Central está aprofundando estudos para mudar a estrutura de preços do cheque especial, permitindo que os bancos cobrem tarifas nessas operações para em troca oferecer juros mais baixos”. Manchete de capa do Valor Econômico.