40% dos mortos não chegam à UTI; empresários e Centrão dão ultimato a Bolsonaro

Quatro a cada dez mortos por Covid em hospitais não chegaram à UTI. Empresários fazem Centrão dar ultimato a governo Bolsonaro. No Brasil, 6 em 10 repetem baixa escolaridade dos pais. Exército já se prepara para 3ª onda da covid.* Essas são as manchetes dos jornais da grande mídia, de hoje. 

? Edição: _Sérgio Botêlho_

*BIRÔ DE IMPRENSA*, Ano IV, Nº 868 de 28.03.2021

*Manchetes do dia*:

“Quatro a cada dez mortos por Covid em hospitais não chegaram à UTI. Este ano, óbitos de pacientes sem tratamento intensivo já são 28 mil. *Manchete de capa do O Globo*.

“Empresários fazem Centrão dar ultimato a governo Bolsonaro. Reuniões com a cúpula do Congresso levaram à cobrança por guinada de rumo” *Manchete de capa do Estadão*.

“No Brasil, 6 em 10 repetem baixa escolaridade dos pais. Estudo situa no contexto global a evolução educacional entre gerações no país” *Manchete de capa da Folha*.

“Exército já se prepara para 3ª onda da covid. Desde o início da pandemia, o Exército brasileiro percebeu o tamanho do perigo que se alastrava mundo afora.” *Manchete de capa do Correio Braziliense*.

 *Editoriais do dia*:

_*FOLHA*_

°Pedalada 2.0. Manobras do Congresso por mais emendas aviltam Orçamento e põem contas em risco.” 

°”Injúria racial e racismo. Em decisão rara, réu é condenado por ofensa à vítima e à coletividade de negros.”

_*O GLOBO*_. 

“Meta de vacinação é bem-vinda, só faltam as doses. Para triplicar o ritmo atual, governo terá de aumentar produção e comprar novos imunizantes.” 

“Supremo precisa defender direito do contribuinte perante a Receita. Tribunal julgará se o Fisco voltará a ter prerrogativa de desempatar a seu favor recursos impetrados no Cart.”

_*ESTADÃO*_

°”O pedido de desculpas na política. Sem amenizar sua culpa, a chanceler Angela Merkel pediu desculpas à população por ter provocado incertezas”

°”Má fase nos dois lados do balcão. Índices de confiança de comércio e clientes voltam a patamares da crise de 2020.” 

°”Censo como política de Estado. A realização do Censo deve ficar livre das conveniências políticas de ocasião .” 

°”As mudanças nas negociações trabalhistas. A pandemia está deixando uma marca que levará tempo para ser superada: a perda de renda real de parte da população.”

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